Full text
2014
9
Hazel Catherina Flores Hole
La investigación cooperativa como
modelo de selección de recursos
constructivos TIC para la
enseñanza del concepto tiempo en
historia
Departamento
Director/es
Didáctica de las Lenguas y de las Ciencias
Humanas y Sociales
Rivero Gracia, María Pilar
Director/es
Tesis Doctoral
Autor
Repositorio de la Universidad de Zaragoza – Zaguan http://zaguan.unizar.es
UNIVERSIDAD DE ZARAGOZA
Departamento
Director/es
Hazel Catherina Flores Hole
LA INVESTIGACIÓN COOPERATIVA COMO
MODELO DE SELECCIÓN DE RECURSOS
CONSTRUCTIVOS TIC PARA LA ENSEÑANZA DEL
CONCEPTO TIEMPO EN HISTORIA
Director/es
Didáctica de las Lenguas y de las Ciencias Humanas y Sociales
Rivero Gracia, María Pilar
Tesis Doctoral
Autor
2014
Repositorio de la Universidad de Zaragoza – Zaguan http://zaguan.unizar.es
UNIVERSIDAD DE ZARAGOZA
Departamento
Director/es
Director/es
Tesis Doctoral
Autor
Repositorio de la Universidad de Zaragoza – Zaguan http://zaguan.unizar.es
UNIVERSIDAD DE ZARAGOZA
La inve sti g a c i ó n c o o p e ra t i v a c o m o
modelo d e s e l e c c i ó n d e re c u rs o s
constr uctivo s T I C p a ra l a e n s e ñ a n z a d e l
concep t o t i e m p o e n h i
Doctorado en Educ ación
Departamento de Didáctica d e l a s L e n g u a s y
de las Ciencias Hum anas y S o c i a l e s
Tesis Doc toral
L a i n v e s t i gación coop erati va c o m o
m o d e l o de selección de recur s o s
c o n s t r u c t i v os TIC para l a enseña n z a d e l
c o n c e pto ti e mpo en hi
stori a
Autora: Ha zel Cat h e r i n a F l o r e s H o l e
Directora: Ma ría P i l a r R i v e r o G r a c i a
Zaragoza - España
2013
D e p a r t a m e n t o d e D i d á c t i c a de la s Lenguas y
d e l a s C i e n c i a s H u m a n a s y S ociales
L a i n v e s t i g a c i ó n c o o p e ra t i v a c omo
m o d e l o d e s e l e c c i ó n d e re c u rsos
c o n s t r u c t i v o s T I C p a ra l a e n s e ñ a nza del
s t o ri a
A u t o r a : H a z e l C a t herina Fl ores Hole
D i r e c t o r a : M a r í a Pil ar Rivero Graci a
La Investi g a c i ó n C
modelo d e s e l e c c i ó n d e r e c u r s o s
constructivo s T I C p a r a l a e n s e ñ a n z a d e l
concep t o t i e m p o e n h i s t o r i a
Tesis Doctoral
L a I n v e s t igación C
ooperativa c o m o
m o d e l o de se lección de recur s o s
c o n s t r u c t i v os TIC para la enseñ an z a d e l
c o n c e pto tiemp o en historia
Autora: Hazel Cath erina F l o r e s H o l e
Directora: M aría Pila r R i v e r o G r a c i a
Zaragoza - Españ a 2013
Doctorado en Educación
Departamento de Didáctica de las Leng u a s y
de las Ciencias Human as y So ciales
o o p e r a t i v a c omo
m o d e l o d e s e l e c c i ó n d e r e c u r sos
c o n s t r u c t i v o s T I C p a r a l a e n s e ñ a nza del
c o n c e p t o t i e m p o e n h i s t o r i a
A u t o r a : H a z e l C a t h e r i n a Fl ores Hole
D i r e c t o r a : M a r í a P i l a r Ri vero Gracia
D e p a r t a m e n t o d e D i d á c t i c a d e l a s L e n guas y
La presente tes i s es para optar por el título de Doctora en Educación
Tí tu lo en inglés: Cooperative Research as a method for se l ecting cons tructive IT C r esources for teaching the
concept of time in history
En es t e trabajo se han seguido la s normas APA de l a 6 º Edi c ión
A
Joa quina, Jos é Luis, Ma nuel , Ma ría, Ma ría José y Pablo
profeso res dedicados e i nteresados en crecer
para cada día ayudar más a sus alumnos.
Índice
13
5.1.1.- Fase 1: Análisis de la situación ......................................................................... 247
5.1.2.- Análisis descriptivo de las entre vistas ............................................................... 247
5.1.3.- Análisis de las entrevistas ................................................................................. 254
5.1.4.- Establecer grupos y objetivos ............................................................................ 257
5.2.- 1
er
Ciclo - Análisis con V IRGO 1.0 ..................................................................... 260
Fase 2 - Acción: Análisis de VIRGO con el Instrumento para evaluar materiales
educativos con tecnología en las Ciencias Sociales .............................................. 260
Fase 3: 2
do
Ciclo - Discusión sobre V IRGO ......................................................... 262
5.3.- 3
er
Ciclo – Análisis de VIRGO............................................................................. 294
Fase 4: Acuerdo para un segundo ciclo de acción y r eflexión .............................. 294
Fase 2 – Acción: Evaluación de Carga Cognitiva de VIRGO .. ............................ 295
Fase 3 – Reflexión: 4
to
Ciclo - Discusión sobre Carga Cognitiva de VIRGO ...... 298
5.4.- 5
to
Ciclo - Análisis de Organizadores Gráficos .................................................... 302
Fase 2 – Acción: Análisis de Organizadores Gráficos con el Instrumento de
evaluación para materiales educativos con tecnología en las Ci encias Sociales .. 303
Fase 3 – Reflexión: 6
to
Ciclo - Discusión sobre Org anizadores Gráficos ......... .... 315
5.5.- 7
mo
Ciclo - Análisis de Organizadores Gráficos ......... ......................................... 332
Fase 4: Acuerdo para un segundo ciclo de acción y r eflexión .............................. 332
Fase 2 – Acción: Evaluación de Carga Cognitiva de Organizadores Gráficos ..... 332
Fase 3 – Reflexión: 8vo Ciclo - Discusión sobre C arga Cognitiva de Organiz adores
Gráficos ................................................................................................................. 338
5.6.- 9
no
Ciclo – Autoevaluación .................................................................................. 345
5.7.- Análisis y discusión de los ciclos de acción y reflexión de la Investigación
Cooperativa ................................................................................................................... 352
5.8.- Análisis de Co-ocurrencia del Cambio conceptual en las discusiones d el foro ... 356
5.9.- Utilidad de los recursos TIC para la adquisición d el concepto tiempo en historia
...................................................................................................................................... 362
CAPÍTULO VI Conclusi ones .................................................................................. 381
6.1.- Presentación del Modelo ...................................................................................... 383
6.1.1.- Justificación ....................................................................................................... 383
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
14
6.1.2.- Finalidad ............................................................................................................ 385
6.1.3.- Factibilidad del Modelo .................................................................................... 385
6.2.- Otras conclusiones y limitaciones de la investi gac ión ........... .............................. 387
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..................................................................... 391
ANEXOS ...................................................................................................................... 409
Anexo 1: Modelo de carta de invitación a profesores ..................................... ............. 411
Anexo 2: Modelos de entrevistas.................................................................................. 412
Anexo 3: I n strumento para medir la Car ga Cognitiva, NASA-TLX ...................... ...... 419
Anexo 4: I n strumento de validación del Instrumento de Evaluación de materiales
educativos con tecnología para las Ciencias Sociales ............................................ ...... 423
Anexo 5: Respuestas de la validación por los expertos ................................................ 426
Anexo 6: Entrevistas por correo electrónico del diagnóstico ....................................... 458
Anexo 7: Entrevistas por correo electrónico del análisis de la sit uación ..................... 473
Anexo 8: Cartas de invitación para participar en lo s ciclos de discusión..................... 513
Anexo 9: Evaluación de V I R GO por los C o-investigadores ........................................ 521
Anexo 10: Grupo 1 – Originales de intervenciones en el foro, evaluación de VIRGO 544
Anexo 11: Grupo 2 – Originales de discusiones en el foro, evaluación de V IRGO .... 557
Anexo 12: Grupo 1 – Evaluación de Carga Co gnitiva de VI RGO ............................ ... 565
Anexo 13: Originales de discusión de Carga Cognit iva de VI RGO ............................ 577
Anexo 14: Evaluación de Or ganizadores Grafico por los Co-investigadores .............. 580
Anexo 15: Originales de discusiones de evaluación de Organizadores Gráfi cos......... 644
Anexo 16: Evaluación de Carga Co gnitiva de Organizadores Gráficos ...................... 659
Anexo 17: Originales de discusión de Carga Cognit iva de Organizadores Gráficos ... 683
Anexo 18: Originales de discusión: Autoevaluación ......... .......................................... 689
Anexo 19: Traducción al inglés de Planteamiento del Problema y C onclusi ones ....... 692
Introducc ión
15
Introducción
Para la enseñanza de la historia el profesor se puede valer de dive rsos r ecursos TIC,
incluyendo aquellos que se encuentran en l a we b. I nternet presenta múltiples recursos
con uso educativo, cubriendo gran c antidad de á reas y temas curriculares que pueden
ayudar al desarrollo del pensamiento, como el cambio conceptual de t iempo. Sin
embargo, no solo es importante conocer los tipos de recursos tec nol ógicos que se
ofrecen en la web para la enseñanza de la historia, i dentificarlos y describir sus
bondades, también es im portante identificar ele mentos que faciliten o e ntorpezcan el
aprendizaje si gnificativo. Por lo cual los profesores deben contar con una metodol ogía
que los a y ude a seleccionar.
En el presente trabajo se diseña y experimenta un modelo de investi gación
cooperativa par a que los profesores de hist oria o de la Ciencias Sociales puedan seguir
de forma sistemática la selección de r ecursos TIC que sean constructivos. Est e se divide
4 grandes bloques, el pri mer bl oque h ace la introducción a la temátic a b ajo estudio l o
cual inclu y e e l primer capítulo, con e l planteamiento del problema , que llevó a la
propuesta de este trabajo, y los objetivos. El se gund o capítulo donde se expone el estado
de la cuestión relacionado con la t eoría d el ca mbio conceptual, el apr endizaje de la
historia y el conc epto ti empo, los ambientes de ap rendizaje constru ctivo, y por último la
evaluación de herramientas T I C.
El seg undo bloque se e ncuentra el estudio empírico cu y o el e je central es el
modelo propuesto, donde se hace referencia a todos los e lementos necesar ios para
comprender y ejecutar el modelo de selección. Esto comprende el tercer capítulo en el
cual se ex pone la t eoría de I nvesti gación Cooperativa y sus pasos, lo s participantes de
las fases del trabajo, las técnicas e inst rumentos que a y udan en la selección de los
recursos y l a fiabilidad de d icho m odelo. El tercer bl oque conforman los resultados del
estudio compuestos por el capítulo cuatro y cinco. En el capítulo cuatro, se ex pone el
diagnóstico que se realiz ó para identificar el problema y las posibles causas y el capítulo
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
16
cinco presenta análisis de la situación, los c iclos de acción y reflexi ón, el análisis
descriptivo y cerrando di cho capítulo con la discus ión de los result ados de las fases. De
este modo se presenta la sistematización del modelo a través de las fases de la
investigación cooperativa, como ejemplo, y su análisi s.
El últim o bloque presenta el modelo de s elección, por lo cual el sexto capí tulo es
la conclusión del trabajo donde se inicia con la justificación de l a propuesta del modelo
de selección, su finalida d y factibi lidad, culmina ndo el c apítulo con otras conclusiones
que se r elacionan con c ada objetivo propuesto en el trabajo y limitaciones del estudio.
Para finaliz ar, l a tesis se a po ya sobre los anexos que se e ncuentran en el C D que
acompaña la tesis, por un lado los mo delos de cartas de i nvitación, entrevistas e
instrumentos, por el otro las re spu estas de los instrumentos y ent revist as, y las
intervenciones tal como se verían en el foro de discusión. P or último, se encuentra en
los anexos la traducción al inglés de aquellas partes que se consideraron impo rtantes:
Planteamiento del problema, objetivos, int roducción del método y conclusiones.
CAP Í T U L O I
Planteamiento del Pr o b l e m a
C A P ÍTULO I
P l a n t e a m i e n t o d e l P roble ma
1.1.- Definición d el Problem a
Internet es un espacio que permite comunica ción, transmisió n de i nformación y
almacenamiento de divers os recursos, entre los cu ales se encuentran recurs os educativos
tecnológicos cu y os formatos ya no requie ren conocimi entos de pro gramación. Muchos
de estos recursos pueden apo ya r bu ena parte d e la s áreas y materias cur riculares (En gel,
Coll, y Bustos, 2010). Sin embargo, los recursos tecnológicos educativos no deben ser
incorporados al aul a porque sean fiables o porqu e las ta reas cotidianas se puedan hacer
con ma yor rapidez, pu es esto por sí solo n o garantiza efectividad en el aprendizaje de
los alumnos (Cabero, 20 04). La eficacia del re curso web depende de su selección y uso
en el aula. No obstante , con relación a l a asi gnatura d e historia, l a web presenta
demasiados recursos par a los profesores por lo que se precisa la creación de índi ces
especializados (Rivero, 2010). Ya en 2002, H ernández y Donc el advirtieron que en una
búsqueda relacionada con recursos para la enseña nza de la historia, tanto en inglés como
en español, se generaban un tot al d e 40.000.00 0 referencias di gitales. Esta ca ntidad
puede haberse duplicado o triplicado para el 20 13, lo que s eñala claramente que los
profesores deben invertir tiempo en una buena s elección de los recu rsos d isponibles en
la web para la enseñanza de su disciplina.
Debido a la n aturaleza e intensidad d el proceso mis mo, una selección e fectiva de
recursos en l a web desti nados a l a enseñanza d e la historia debe ajust arse a l os eventos
del proceso de construcción, pero t ambién vari ar según el momento d e aprendiz aje
(Coll, 2010). Los profeso res tienen formas diferentes para da r clases se gún sus metas,
propósitos y el contexto para el cu al han planif icado su instrucción en los estudios
sociales (Levstik, 2008). De modo que la efica cia de un re curso dependerá d e la
selección e implementación, y a que los profesores l o emplearán según las necesidades
de sus alumnos, y no necesariamente según el diseño in struccional original del mismo.
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
24
El diseño ins truccional de cada recurso que ofrece l as variadas Tecnologías de la
Información y la Comunicación (TIC), dete rm ina el estilo de aprendizaje de los
alumnos, si éste no s e ajusta a la instrucción en el aula, no tendrá éxito como recurso
educativo. No s e puede emplear un recurso cu yo diseño instruccional e s constructivo
únicamente para encubrir metodologías tradicionales, solo porque alguna s
investigaciones han señalado que us ar o rdenadores en l as Ciencias Socia les m ejora el
aprendizaje (Paredes, 2004; Sánchez, 2004; L evstki , 2008). Por lo tanto, si lo que el
profesor busca es un aprendizaje constru ctivo, debe consider ar en su selección de
recursos T IC aquellos de tipo abierto, pu es estos se pueden emplear en un a gran
variedad de actividades y ajustarse a las necesidades de los profesores, i ncluso pueden
usarse en todo s los ni veles educativos. Las Tecnologías de l a Información y la
Comunicación nos proporcionan diversos r ecursos, tales como son las bases de datos,
los mapas conceptuales, blogs, simuladores, entre otros.
Los recursos abiertos bien empleados pueden apo y a r el aprendizaje constructivo,
aunque algunos profesores consiguen adaptarlo s a otros t ipos de aprendizajes no
constructivos, por eso se les llama abiertos . Entre estos recursos, el primero creado en
1976 para usarse en la enseñanza constructiva fue LOGO, bas ado en u n lenguaje de
programación que p ermite a los alumnos pro gramar el m ovimiento de u na tortuga y
“dibujar” objetos, sus versiones m ás avanzad as admi tieron ma yores po sibilidades de
construcción con la programación. J onassen (2006), considera los rec ursos
constructivos como herramientas mentales con las cuales el alumno puede reproducir lo
que en su mente ha reflex ionado a través de la manipulación y representación.
Son llamadas he rramientas mentales porque con ellas s e constru y e el aprendiz aje
a tr avés del modelado de los pe nsamientos o ideas, lo qu e hace de él un recurso
tecnológico valioso para desarrollar el ap rendizaj e constructivo y significativo. Estos
tipos de herramientas per miten desarrollar una seri e de competencias, entre las cuales se
distinguen las inv estigativas, manejo de inform ación, competencia di gital y a prender a
aprender, todas éstas relacionadas con las Ci encias Sociales. En g eneral, las
competencias investigati vas se adqui eren a travé s del aprendizaje significativo, y a qu e
generan un pe nsamiento complejo en el a lumno a través de la actividad cognitiva
(Ma y er, 2004 ).
El desarrollo de las com petencias investi gativas permite evolucionar a niveles de
pensamientos más complejos. La s competen cias investi gativas son parte de los estudios
C AP ÍT ULO I: Plante amiento del Problema
25
en las Ci encias S ociales correspondientes a la Educación S ecundaria, tanto en el área de
estudio de ge ografía com o en hi storia. Una de l as metas de estas áreas, a través del
desarrollo de las competencias, es proces ar una d iversidad de información para adquirir
nociones temporales, a pesar de que el alumno en 1º de la Educación Secundaria
Obligatoria (ESO) apenas se encuentra en el inicio del pensamiento formal. Sin
embargo, muchos estudios han revelado que los profesores comprenden el proceso de
construcción del conocimiento hi stórico y conocen los métodos de enseñanza para
alcanzarlo, pero no siempre los incorporan en sus clases (Barton y Levsti k, 2003).
La f alta de incorporació n de estrate gias investigativas sobre la construcci ón del
conocimiento hist órico se refleja en el hecho de que los profesores pr esentan la historia
como eventos y a investi gados y no como una inv estigación en sí . Según C uenca (2003)
a nivel de primaria l os profesore s tienden a ser más tradicionales, m ientras en
secundaría esto cambia a perspectivas más participativas y de ma yor indagación
(Cuenca y Domín guez, 2002). En historia, la investigación involuc ra un proceso
constante de cuestionamientos e interpretaciones cambiantes (Junco, 2002), dentro d e
éstas se encuentran las nociones temporales relacionadas con el tiempo, tales como
tiempo vivido , tiempo per cibido y t iempo concebido , transcendentales en el aprendizaje
de la historia (Trepat y Com es, 1998, 2002; Trepat, 2011).
Aunque el concepto de tiempo parezca fácil, en la historia es un concepto
complejo. Según Galind o (1997), las uni dades d e medidas temporales qu e se emplean
en historia son diferentes a las que los alum nos c onocen y utiliz an en su d ía a día, pues
las civilizaciones pa sadas manejaban hechos históricos como un acontecimiento
relacionado a otro. Así, la historia es una reflexión continua donde se observa un
cambio en lo que perman ece, cambio en el que se pueden perpetuar ciertos elementos de
una civil ización o emerger rupturas; una revoluci ón formando nuevas estr ucturas en esa
civilización (Garc ía Rui z y J iménez, 1997; Lima, Bonilla y Arista, 201 0). Aunado a
esto, Leinhardt y R avi (2008:339) en su estudio determinaron que el camb io conceptual
sobre el concepto de historia, l a noción y manejo del ti empo: pasado, presente y futuro,
como una medida, es un concepto d e medición dife rente a otras áreas de estudio,
“porque es un campo en sí m ismo que está som etido a cambios conceptuales”; pues en
cada “nueva generación” de historiadores, s urgen nuevas formas de percibir y
comprender la historia, son cambios de enfoques y én fasis (Navajas, 2013).
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
26
Debido a esta dinámica complicada del cambio conceptual y las diferentes formas
de medir el tiempo en lo social e histórico, para esta i nvestigación, se entrevistaron a
siete (7) profesores de historia de s ecundaria, una (1) de Argentina y ( seis) 6 de
diferentes localidad es de España, para diagnost icar si sus estudiantes presentan
dificultades durante el proceso de adquisición del concepto “tiempo ”. S egún los
profesores, los alumnos manifiestan dificultades en el cambio conceptual de tiempo en
historia, observado más en las nociones d e ti empo p asado , tiem po p ercibido y ti e mpo
cronológico , especialmente cuando tienen qu e ordenar acont ecimientos en el tiempo
antes de Crist o, también presentan dificultades en las m ediciones de tiemp o tales como
milenios y siglos (ver C ap. IV Dia gnóstico, pág. 219). El concepto de tie mpo se puede
considerar como un eje transversal del aprendi zaje en hi storia, cada acontecimiento
sucede en u n t iempo determinado, dentro de una escala de medición de tiempo, que no
se fundamenta en hecho s observables directos, c omo el uso de un termómetro en l as
ciencias. Se establece sobre cambios en hechos, en una o varias so ciedades, que
suceden en un mism o momento o tiempo, pero en situaciones ge ográficas d iferentes,
interrelacionándose de vez en cuando las h istorias de cada civilización. Debido a esta
complejidad de l a enseñanza de la hist oria, h erramientas tecnoló gicas o recursos
digitales en la w eb pueden ser un a solución vi able, ya qu e a los alumnos de ho y en dí a
se les facilita el manejo de recursos T IC.
Los recursos di gitales en la web para la enseñanza de la his toria son mú ltiples, en
el diagnóstico se identificaron al menos c atorce (14). Según Hernánd ez y Doncel
(2002), los recursos en la web ofr ecen a los profesores de las C iencias Sociales un
amplio abanico de po sibilidades, (por ejemplo: autonomía en l a búsqueda de
información, interactividad, entre otros) que pueden generar tran sformaciones
cualitativas en el mismo proceso de aprendizaje. Sin embargo, en el di agnóstico para
este trabajo, se observó que l os recursos más em pleados no fomentan la construcción
del conocimiento, s ino que tienden a s er de po ca o nula interactividad por parte d el
alumno, lo cual indi ca q ue no se emplean con mucha f recuencia he rramientas mentales
en el aula de historia.
La s herramientas mentales permiten facilitar el cambio conce ptual, como
herramientas c ognitivas y constructivas en am bientes de aprendizaje de este estilo,
siempre y cuando el prof esor, al seleccionar el re curso, ha y a identific ado p reviamente la
teoría implícita del diseño instruccional y determin e cómo la interacción e ntre recurso y
33
2.1.- Desde el aprendizaje signif icativo hasta el cambio conceptual
2.1.1.- Aprendizaje signifi cativo y constructivo
El ser hum ano a lo l ar go d e la vida parte de dos tipos de aprendizajes, el implícito o
incidental y el volunt ario o intencional. El aprendizaje impl ícito se realiz a de manera
más o menos no intencional o espontánea. Este tipo de aprendizaje espontáneo surge en
cualquier sitio, incluso e n la escuela, y es un aprendiz aje que i nvolucra poco esfuerzo o
se presenta de forma no muy consciente. De mod o que, el aprendizaje esp ontáneo no es
producto de una acción e ducativa intencional, por l o cual cuesta ve rbalizar lo que se ha
aprendido. Por ot ro lado , el aprendizaje intencional requiere del alumno un esfuerzo y
deseo de aprender, inv olucrando una acción educativa que busca adq uirir sistemas
complejos y o r ganizados de conocimientos. Dado que es un aprendizaje inducido,
requiere l a presencia de un ente educativo que involucra personas y /o recursos con
enfoques educativos que orienten, promuevan y favorezcan e l aprendizaje ( Coll, 2010).
Dentro del aprendizaje in tencional, la pres encia de l ente educativo va li gado a l a
enseñanza y el aprendizaj e, dos elementos unidos que obedecen a cambios producidos a
través de ex periencias mediadas p or profesores, recursos educativos físicos (por
ejemplo libros) o tecnológicos. S in embargo, no siempre se logra promover un
aprendizaje i ntencional, a pesar de los esfu erzos y estrate gias involucrados. Todo
depende d e la riqueza y l o significativo de las ex periencias vividas: esto de terminará la
permanencia en el tie mpo de lo aprendido, relacionándose estrech amente con l a
memoria y el olvido (Col l, 2010). Así, el aprendiz aje se presenta a través d e una serie de
construcciones de conocimientos por medio de una experiencia o interacción con
objetos o situaciones, donde el alumno constru ye de manera acti va s us representaciones
mentales.
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
34
La construc ción de r epresentaciones mental es es el aprendizaje, y este a s u vez
es un cambio en el cono cimiento. S i no e xist e un cambio, no hay aprendiz aje, por lo
tanto, cuando el alum no aprende, estará mejor capacitado para transferir l o aprendido a
otras sit uaciones (M a y er, 2004; 2010), esto involucra la reflexión y la capacidad para
investigar. Por lo cual, las competencias pa ra investiga r, el a nális is y la reflexión,
juegan un pap el importa nte en el estudio de las C iencias Sociales, pues el alumno debe,
para pode r analizar y reflexionar, poder s eleccionar información im portante,
organizarla e integrarla . Cada uno de estos pasos (selección, organiz ación e
integración) por si solo es un proceso. No obstante, aunque pare zcan que deben
presentarse en ese mism o orden, los tres proceso s se pueden dar de man era pa ralela. S i
se ha desarrollado un a a cti vidad cognitiva adecuada, sea ésta a través d e la lectura d e un
libro o una actividad didáctica, el alumno que ha aprendido de manera significativa
podrá tr ansferir sus con ocimientos a problemas nuevos. Este es u n pro ceso donde el
alumno construye activamente una representación mental con sentido (Mayer, 2004).
La construcción de una repr esentación men tal se da por medio de l a
transferencia del conocimiento. Una transferencia positiva es efe ctiva cuando
cualquier conocimiento previo facilita un nuevo aprendizaje o la resolución de un
problema, est a pued e s er de tipo específica dond e se enseñan conductas de terminadas a
través de la ejercitación y prá ctica. La forma d e a yudar al alumno en este caso es
mostrándole pr eviament e cómo s e resuelven posibles problemas, a sí, cuando se
encuentran con un p roblema s imilar, lo podrán resolver. C uando es de t ipo general se
aprenden habilidades gen erales, a yudando a desarroll ar la capacidad de en frentarse a un
nuevo problema. La mi xta , involucra la transmisión de principios gene rales o de
estrategias, y sirve p ara el m omento en qu e se es tá aprendiendo algo nuevo, lue go es e
conocimiento se puede emplear para resolver otros problemas (Mayer, 2004; 2010).
Context ualizando los tipos de transferencia po sitiva en la m ateria de historia en
la ESO, l a transferenc ia de tipo específica es por ejemplo, cuando l os alumnos aprenden
sobre la cultural celtibéri ca en Españ a, y que l a cu ltura española está compuesta por una
variedad de culturas que se han ido abso rbiendo a t ravés del tiempo, tales como l a de los
romanos y los árabes. En el caso de la transf erencia de tipo general , se p odría alcanzar
una vez que el alumno hay a aprendido que cada cultura tiene un tiempo específico
dentro de la historia, que dicho t iempo involucra una serie de eventos im portantes que
afec t aron la cultura qu e ho y se conoce como española. Es tos evento s pueden ser
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
35
analizados desde diferentes áng ulos, como pol íticos, religiosos o incluso de d iferentes
historiadores. La perspec tiva del análisi s permiti rá observar una realidad más subjetiva,
pues el hecho o evento en sí , no se presenta co mo algo observ able dire ctamente, si no
observado a través d e los ojos del hist oriador que originalmente escribió las fuentes del
relato histórico.
En la transferencia mi xta , el aprendizaje de nuev as variables, como los relatos de
un mismo hecho histórico por varios historiadores, a y uda a q ue el alumno ext raiga sus
propias conclusiones luego de reflexion ar sobre los hechos desde puntos de vistas
diferentes. No es lo mismo leer sobre un hecho histórico desde la pe rspectiva del
conquistador que si el relato está escrito por el conquistado. Est as reflexiones, hechas
sobre acontecimientos históricos, t ambién permiten identificar patrones, por ejemplo los
patrones de la Revolució n Francesa, cómo y porqué surgió. Si se analizan algunas de las
variables que entran durant e el proceso histórico de la revolución, o al reflexionar sobre
los patrones que llevaron a los ciudadanos de un país a revelar s e ante su gobierno, los
alumnos podrían pr edecir consecuencias similares en aquellos países donde ho y en día
existen gobiernos impositivos. Así que, cuando se l ogra hacer una trans ferencia de lo
aprendido en el caso genera l y mi xto, se está ante el aprendizaje signif icativo. Est a
transferencia general y m ixta se facilita en amb ientes donde l os alumno s constru y en
activamente sus represe ntaciones m entales, por lo c ual, un aprendizaje significativo
debe tener sentido para el alumno (Ma yer , 2004; J onassen, 2006).
Según Ma y e r (2004), en el aprendizaje si gnifica ti vo el alumno aprende a través
del procesamiento cognitivo, éste i nvolucra tres procesos: 1) sel ección, 2 ) organización
e 3) integración; procesos que subya cen en l as competencias para investigar. En el
proceso de selección el alumno elige lo que considera que es importante a prender, éste
parte de un a memoria sensorial, que se apo ya en los sentidos de la persona. Su
capacidad es ilimi tada para captar la información, sin embargo al pasar l a información a
la memoria de trab ajo u ope rativa, ésta es más li mitada. Precisamente, de bido a la
limitación de la memoria operativa, pa ra que el aprendiz aje sea si gnificativo, el profesor
debe saber guiar al alumno a centrar su atención en aquello que es significativo o
relevante para su aprendizaje.
La memoria operativa, también conocida como memoria a corto plazo, es
considerada por Mayer ( 2010) como l a consciencia activa del individuo. La memoria
operativa es al go limitada par a almacenar in formación, siendo una de sus características
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
36
tener una capacidad de procesamiento mu y pequeña (Matínez, 2010). Esta limitación
hace que la permanencia de la in formación sea t e mporal, pues cada infor mación nueva
que in gresa a esta memoria, desplaza los elem entos anterior es en la memoria. La
importancia de esta me moria es que organiza la información en rep resentaciones
coherentes con senti do p ara el alumno, mediante estructuras m entales co herentes. Sin
embargo, debido a que es una m emoria a corto plazo, cuando recibe una nueva
información, desplaza la información antigua.
La misión de la m emoria operativa es ens amblar los fragmentos de inform ación
a través de conexiones, y codificarla para ser pr ocesada en la m emoria a largo plazo.
Una vez or ganizados, l os conocimientos se integ ran en l a memoria d e t rabajo con los
existentes, completándose el ciclo del proceso en una m emoria a l argo plazo. La
característica de esta, es que su capa cidad es más grande que l a memoria a corto plazo
(Martínez, 2010 ). La mi sión de la memoria a largo plazo es integrar los conocimientos
nuevos con ot ros existentes relacionados con la nueva información. S u capacidad puede
parecer ilimit ada y guarda los conocimientos por lapsos largos de tiemp o, y solo el
conocimiento es “descart ado” cuando otra información que ingresa en esa m emoria
interfiere con la recuperación de un conocimiento específico (Ma rtínez, 2010; Mayer,
2004; 2010).
La memoria a lar go plazo puede guardar miles de fragmentos de i nformación y/o
conocimiento como no mbres, datos y vivenci as. Sin embargo, tambi én ti ene sus
limitaciones, pues estos fragmentos no son necesariamente compl etos o p recisos. Son
incompletos porque solo se guarda una p arte d e la experiencia y s e almacena lo más
significativo, por eso a prender r equiere un gran esf uerzo. De modo que , cuando el
conocimiento fluye de la memoria a corto plaz o a la memoria a largo pl az o, y esta es
significativa, se produce el aprendizaje. De pendiendo en qu é s entido fluye la
información entre la memo ria a corto plazo y a largo plazo, se observan di ferentes tipos
de pensamientos. Si la información flu ye de la m emoria a largo pl azo hacia la memoria
a corto pl azo no ex iste a prendizaje, solo se produce u n proceso d e recordar o reconocer
(Martínez, 2010).
Para alcanzar un aprendizaje específico y no gene rar solo recuer dos , es necesario
que a través del p roceso de selección, or ganización e int egración, el conoc imiento pase
por los tres ti pos de me morias. L os pasos de se lección, organización e integración s e
efec tú an para l elamente, de igua l modo el procesa miento, como se describió
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
37
anteriormente. P or lo cual en el aula un alumno su ele r ecibir información a través de los
ojos (cuando ve imágenes o lee) y los oídos (al escuchar al profeso r habl ar, el r elato de
una animación, entre otr os). Como en el proc eso de s elección el alumno elige lo que
considera que es importante aprender, para que el aprendiz aje sea significativo, el
profesor debe saber guiar al alumno a centrar su atención en aquello que es relevante
para su aprendizaje. El objeto de guia r al alumno a “ver” lo significativo es para
“aumentar” la capacidad de su memoria a lar go plazo (Martínez, 2010; May e r, 2010).
Cuando el profesor busca enseñar al alumno, i ntenta que éste s e centre en lo
significativo para superar las limitaciones de las memorias, ya que est as son altamente
selectivas y por consiguiente pueden di storsionar la realidad, pues tienden a ser un tanto
imprecisas. Si n embargo, el alum no t ambién descubre con est a selección de lo
significativo, el potencial excepcional de s u mente: la alta capacidad para identificar
patrones. Esta identificación de patrones, se basa en que t iene la capacidad de reconocer
elemento y articular información de a cuerdo a un si gnifica do. Estas conexiones al
hacerse de forma si gnificativa, convierten las ide as o información relacionadas en un a
nueva unidad, generando un nuevo cono cimiento. Para esto, el lenguaje tiene un rol
muy im portante, pues la información r epresent ada a tr avés de un patrón puede se r
interpretada por un solo sím bolo o nombre. Cada nom bre o símbolo l e permite a l a
mente reconocer los patro nes recurrentes, qu e a s u vez facilita la comunic ación de dicho
conocimiento a otra p ersona. De este modo se piensa en conceptos concretos, como
“vasija”, y se pu ede pasar a conceptos más abstractos como “tiempo” (J onassen, 2006;
Martínez, 2010).
Ampliando más la idea s obre agrupar conceptos y /o la interpretación de
patrones, cuando los alumnos aprenden en historia sobre la edad de piedra, los patrones
que generan la no ción d e la “edad de piedra” s e b asan en que lo s humanos de esa época
trabajaron princ ipalment e c on la piedra. Cada grupo de info rmación que g enera la
mente compone un f ragmento de i nformación, de mod o que mucha in formación puede
ser agrupada bajo un segmento de información. A medida que se cr ean más fragmentos,
la memoria a corto pl azo puede guardar mayor cantidad d e información, aunque la
capacidad si gue siendo pequeña, lo único q ue ha cambiado es l a compl ejidad d e ese
único se gmento, por lo tanto l a memoria a co rto plazo se encuentra manejando más
datos, haciendo q ue el c onocimiento complejo se vea más si mple (Martín ez, 2010). P or
lo cual, l a “Edad L ítica” no solo comprende to do aquello construido con la piedra,
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
38
también inclu y e la alimentación, el v estuario, l as creencias, entre otr as cosas, de lo s
humanos de esa época, que generan en su conjun to, la noción de “edad d e piedra”. Lo
que la m ente guarda es solo el concepto “edad de piedra”, sin embargo l as
implicaciones detrás de ese concepto son mu y ampl ias y complejas.
Los fra gmentos que conforman conceptos pueden iniciarse de manera sencilla e
ir convirtiéndose en segmentos cada vez más comp lejos, esta capacidad permite también
que la mente aplique en la búsqueda de pat ones no solo aquellos que parecen
directamente relacion ado, t ambién lo hace con aq uellos que puede estar dis tantemente
relacionado. P or ejemplo , la edad de piedra, la ed ad de bron ce y la edad d el hierro son
parte de la prehistoria d e la humanidad, y esto a s u vez forma parte de la historia de la
humanidad. En el estudio de historia los conceptos de construcción d e la his toria pueden
variar, de modo que el alumno necesita generar patrones que l e a y uden a involucrar
aquellos elementos qu e son sim ilares, pe ro b ajo un nuevo nom bre, por ejemplo,
Prehistoria también se divide en Paleolíti co, Neolít ico y Edad de los Metales. Esta
habilidad de relacionar sim ilitudes distantes (pues la vida en el Paleolítico y l a Edad de
los Metales eran mu y d iferentes y sin embar go están relacionadas bajo el conce pto
prehistoria), permite que la resolución de problemas sea posible.
Seguir este patrón de ideas de construcción de significados a t ravés de la
búsqueda de simili tudes genera un “p roceso de c onstrucción progresivo d e sistemas de
significados compartidos entre profesor y alumnos” (Coll, Onrubia y Mauri, 2008:40).
Así, es necesario que el a po y o y a yuda sumi nistrada por el profesor en el aul a al alumno
vayan evolucionando para generar un aprendizaje más rico y complejo de construcción
de representaciones compartidas sobre contenido s y a ctividades. Es importante por lo
tanto que las situaciones de aprendiz aje o el diseñ o de la ins trucción sean acordes con la
manera de procesar i nformación en la m ente, generar actividades mediante las cuales el
alumnado bus que y constru y a patrones. Ver el significado implica ver patrones en lo
que s e está aprendiendo, esto permite que la mente s e conecte con lo que ya sabe y
conoce, y/o t iene almacenado. Evidentemente, com o cada suj eto trae un conocimiento
previo di ferente, el si gnificado para cada alumno variará s egún sus experiencias previas
(Martínez, 2010). De mo do que e s importante ofre cer experiencia s de a prendizajes
adecuadas y variadas (Jonaseen; 2006; Ma y er, 20 10).
Una experiencia adecuad a debe facilitar a los alumnos el ti empo necesario para
almacenar y tr ansformar la información recogida, los esquemas o la observación de
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
39
cambios en un s uceso o fenómeno, como por ejemplo, son los obj etos que constru ye ron
los humanos en el paleolítico. Estos son captados por l a memoria sensorial y permite al
alumno construir su representación mental en la memoria operativa sobre la prehistoria.
Sin embarg o, cuando el alumno evoca en su memoria a lar go plazo un conocimiento,
este pued e ser un aprend izaje memorístico o un aprendiz aje si gnificativo. Al apr ender a
través de una actividad cog nitiva, se está en pre sencia de un aprendizaje significativo,
pues involucra aprendiz ajes que han sido transfe ridos, asimilados y adaptados
cognitivamente a un a mbiente. Sweller (2005 a) a firma qu e la ma y or parte de la
actividad co gnitiva está determinada por l a infor mación retenida en la memoria a largo
plazo, y el apr endizaje se presenta a tr avés de un a transformación en la me moria a largo
plazo, si ésta no se transforma con una informació n o ex periencia nu eva, e ntonces no se
ha aprendido.
El rol del profesor no se li mita solo al resaltar aquello que es importante para
que l a memoria s ensorial del alumno seleccione, también es importante que el alumno
reciba un feedback o retroali mentación como una aprox imación cognitiva, lo que Maye r
(2004) llama un enfoque in formativo . La retroalimentación p ermite al alumno
comprender su sit uación de aprendizaje, esto no implica que dependa de la
retroalimentación del pro fesor, lo qu e ha ce el alu mno es interpretar l a información que
está recibiendo como una guí a que a y uda a seguir constru y endo su conocimi ento. Tanto
el f eedback como el problema a resolver activ an en la memoria a largo plazo la
búsqueda de esqu emas que se han creado en aprendizajes previos, así el alumno
reconoce i nmediatamente la situación que lo desafía y elige las acciones necesarias para
resolver la situación (Sweller, 2005a). Igua lmente, la adquisición de competencias es d e
suma i mportancia, pues ellas forma rán las estru cturas necesarias para un pensamiento
complejo.
Según Ma yer (2004) para promover el aprendizaje significativo o desarrollo del
pensamiento complejo se requiere: p roveer al alumno de un a r etroalim entación
productiva; generar acti vidades que sean conc retas, aplicables y familiares en temas
nuevos, apo yá ndos e sob re lo ya aprendido; expli car con ejemplos donde s e observan
procedimientos y estrategias, para resolver pro blemas; guiar al alumn o a procesar
información. Así, promover el aprendizaje significativo para desarrollar las
competencias investi gativas, generando autonomía y responsabilidad en el alumno para
gestionar sus procesos d e aprendiz aje, involucran muchos elementos q ue no s on fáciles
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
40
de obtener y ev aluar. D e modo que es importante comprender cómo el aprendizaje
significativo se des arrolla para gestionar las activ idades dentro del aula relacionada con
los procesos de aprendiz aje, generando criterios que p uedan guiar l a actuación y
reflexión del prof esor sobre su práctica edu cativa y diseñar ins trucciones que permitan
mejorar e innovar su enseñanza.
Los cr iterios que pueden guiar l a actuación del profesor dentro del aula se
encuentran en la teo ría del aprendiz aje constr uctivo. Aunque no exist e una t eoría
constructivista única, s í exist en car acterísticas que p ermiten concretar el diseño
instruccional de las actividades en clase, como e l empleo de materiales y recu rsos
didácticos. P rincipalmente, el enfoque constru ctivo centra su atención en el aporte que
hace el alumno a su apre ndizaje, partiendo de l as experiencias, habilid ades, expectativas
e intereses y m otivaciones propias d e cada uno. Por lo tanto, el aprendizaje se presenta a
través de un proceso que ayuda a cada uno a construir su propia estructura de
comprensión de l a realidad suminist rando l os elementos necesarios para abordar
situaciones que pu ede comprender y atribuir si gnificado. P or lo t anto el aprendizaje no
es el result ado de un a lectura dir ecta de l as ex periencias: es el result ado de su
construcción de significados (J unco, 2002; Karagiorg i y S y m eou, 2005; Coll, 2010).
Perkins (2006) identifica t res enfoques de construcción del conocimiento y
comprensión. Estos son a) adqui ridos de m anera activa; b ) a través de la construcción
social; c) creada y r ecreada. La constru cción de conocimiento hace que el alum no se
involucre de manera act iva en su p roceso, por lo que la escucha pasiva y la ejercitación
rutinaria quedan desplazadas por la discusión activa d e los alumno s, donde se ge neran y
se comprueban hipótesis a través d e la investi gación. Como la dis cusión activa o el
intercambio de idea s se genera a tr avés de un diálog o con otras persona s, el
constructivismo se apo ya sobre la construcción social de los sig n ificados. En his toria
esta constru cción debe h acer qu e l os alumno s adquieran consciencia de que la “verdad”
histórica varía s egún los interés de grupos dife rentes (polí ticos, culturales, religiosos,
individuales de los historiadores), por lo cual debe llevar a los alum nos a descubrir que
las verdade s científicas m oldean las realidades supuestamente objetivas que se alcanza
luego de un pro ceso crítico social. Por lo tanto la verdad se crea y recrea, y los alumnos
deben crea r y recrear el conocimiento p ara ellos mismos , esto im plica asumir una
posición activa y tambi én involucra a l os profesores, guiándolos a redescubrir las
diversas perspectivas históricas de los hechos.
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
41
Por lo cual, el constructivismo en el contex to educativo es una construcción y
reconstrucción de si gnificados desde las ex periencias personales. Es una construcción
progresiva d e con ceptos culturalmente construido s, establecidos y o rganizados sobre la
cual el sujeto impone su propio significado hasta alcanzar, a través de la
experimentación, una est ructura s atisfactoria. Este proceso se lo gra gracias al apo yo del
profesor o medio educati vo, quien guía la constru cción de los si gnificados para que esas
estructuras indivi duales s e asemejen a los conteni dos culturalmente aceptables. Guiar la
construcción de un conocimiento culturalmente aceptable es la mi sión del profesor, ya
que este conocimiento no se pued e im poner o tr ansferir d e manera completa o int acta a
la m ente del alumno, lo que se deb e planificar s on sit uaciones donde el al umno pueda
comprobar sus propias interpretaciones tentativas, desde su perspec tiva, para encontrar
un orde n dentro del caos de info rmación qu e su mente genera. El nu evo orden se
establecerá como un punt o de partida nuevo dentro de ot ro ciclo de construcción de
aprendizaje (Karagiorgi y S y m eou, 2005; Coll , Mauri y Onrubia, 2008; Coll , 2010).
Sin un ciclo de constru cción del saber los alumnos no logran aprender, pues para
comprender cu alquier disciplina deben r edescubri r las le y es qu e pe rsonajes anteriores a
ellos descubrieron (Pe rkins, 2006), o por ejemplo comprender por qué al gunos t iempos
cronológicos de culturas antiguas son di ferentes aunque ha yan existi do en el mismo
período histórico, en dif erentes tierras. Este mo do el ap rendizaje se con vierte en una
formación de identidad. Una identidad que bu sca compartir ide as y m anera s de
desenvolverse en una discipl ina particular pa ra s it uarse en rel ación con la comunidad:
en este caso se pued e hablar de una comunidad de hi storiadores. No es suficiente que
los alumnos acumulen conocimiento sobre fechas y hechos hi stóricos, o l o comúnmente
aceptable en la comunidad de historia para parecers e a un hist oriador, porque cuando se
les pi de que expli quen las razones de l os sucesos históricos, solo podrán relatar lo s
hechos sin comprender el significado de los mismos. Esto sería recitar o recordar
información: serán inc apaces d e v er el mundo d esde la perspectiva d e u n historiador
(Davies, 2006).
Cuando el alumnado h a apr endido, empi eza a generar r epresentaciones de
argumentación propias de u na comunidad, por ejemplo los argumentos de l os
historiadores sobre hec ho históricos relacionados con perspectivas de poder. Si el
alumno no alcanza a realizar un “salto” conceptual en la disciplina de hist oria
sencillamente no pod rá “ver ” lo que los hist oriadores ven en los relatos de he chos y
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
42
aconteceres históricos (Davies, 2006). P or esto, el proc eso de d escubrir o redescubrir
lleva al alumno a producir una comprensión cada vez más profunda de la discipl ina bajo
estudio. Si n embargo, el problema surge cu ando el alumno descubre principios
equivocados, llamado “teoría intui tiva”, que difícilmente querrá abandonar por otra que
ha descubierto, a pesar de l a eviden cia. Par a un verdadero c ambio de concepto a este
nivel se necesitan much as condiciones (esto se expl icará más ad elante en el c ambio
conceptual). Lo cierto es que, un aprendizaje constructivo invol ucra al alumno de
manera activ a y pa rticipativa en actividades de r esolución de problemas, para adquirir
los conceptos básicos necesarios y ayudarle en su aprendizaje (Perkins, 20 06).
El ambiente constructivo fac ilitado por el profesor debe asent arse en cinco
principios ex puestos por Duit , Wi dodo, y Wodzi nski (2007): 1) Facilitar l as
construcciones del cono cimiento; 2) relevan cia y si gnificado de la experiencia de
aprendizaje; 3) i nteracción social; 4) promocionar el aprendizaje independi ente; y 5)
Ciencia y conocimiento científico. El aprend izaje involucra la con strucción de
conocimientos , lo cual es un proc eso d e cambio de concepciones del alumno , así el
profesor debe primero identificar el conocimiento previo del alumno, qué cambios
conceptuales ha alcanzado y cómo los emplea en la construcción de su conocimiento
para d esarrollar estr ategias de enseñanza acordes con l as necesidades de c ada uno. Por
su parte, la relevancia y significado de l a experiencia de aprendi zaje se encuentra
sumergida en un contexto social específic o que puede obstaculiz ar o apoyar el proceso
de constru cción. El profesor en este caso debe a nalizar las ne cesidades del alumnado e
identificar qué re curso s puede empl ear para crear experiencias significativas y
relevantes en aula.
Estas experiencias si gnificativas se alcanzan tambi én a través de la in teracción
social , ya que el conoci miento es una construcción social, por l o cual el profesor debe
fomentar discusiones entre alumnos e incluso co n él o ella, y a qu e difer entes g rupos
sociales s uministran ex periencias e ideas diferen tes al del mis mo individuo , pero no
menos válidas. La inte racción social no d ebe restring i r al alumno a d esarrollar su
aprendizaje ind ependiente , por lo cual e l p rofesor debe permiti r que se ha ga
responsable de su aprend izaje, dándole la l ibertad de or ganizar su propio c onocimiento.
Como l a adquisición del conocimiento es un proceso personal y constructivo que refleja
el conoci miento científico , el profesor t ambién debe identificar hasta q ué punt o l as
clases d e his toria p resentan a los alumnos oportuni dades pa ra aplicar el conocimiento
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
49
de la mism a época en documentos históricos. P oco a poco l as pelíc ulas han ido
incorporando datos, detalles y rasgos hi stóricos a las mismas, pero cuando los detalles
no son completos, el aut or, quien escribe el guión, introduce información de su propia
interpretación de esa realidad; estos datos se basan en sus propias preconcepciones. Por
lo tanto el alumno l lega al s alón con preconcepciones e rradas e incompletas, y desd e
esta perspectiva, su visión de la historia será, por supuesto, errada.
En el estudio de l a historia en las Cienci as S ociales, Fernández y Asensio (2000)
señalan qu e algunos autores conside ran qu e el ca mbio conceptual s e alcan za con ma yor
facilidad porque no existen preconcepciones tan arra i gadas sobre la actividad social y
los hechos hist óricos como los ha y en las ciencias ex actas. Por lo cual, las
preconcepciones se bas an sobre simpli ficaciones y personalizaciones que parten de
mitos, leyendas y héroes. Sin embargo, advierten que l as p reconcepciones en el estudio
de hi storia están vincula das a a ctitudes ideológicas y afectivas, l o cual ofrece ma y or
resistencia al cambio. P ero desde el punto de v ist a positivo, dicha conexión actitudinal
puede ser guiada ad ecua damente, al manipular el alumno las ideas o co n tradicciones
desde un plano visual (animaciones) o virtual (simulaciones).
Chi (2008) propone qu e para a y udar a estimu lar el cambio conceptual cuando
interfieren l as preconcepciones, di señar inst rucciones desde un nivel más bajo, como
por ejemplo el nivel categ óri co. Al tom ar en cuenta l os conocimientos previos se
asegura que el alumn ado asimile los c ono cimientos, antes que memoriz arlos
mecánicamente, o incluso correr el ries go de reforz ar l as preconcepciones (Coll, 2010) .
Se busca que el alumno se traslade de una p erspectiva absolut ista y objetivista a una
más relativista, constructiva y ev aluativa, p ara fomentar sujetos que vean el
conocimiento como complejo, cambiante y en constante evolución, s ean abiertos y s e
planteen nuevas teorías de los hechos y fenómenos que estudian (Vosniadou, 2007).
Los alumnos también pu eden c ambiar sus modelos mentales o teorías erradas de
manera exitosa por m odelos mentales transfor mados a través de la confrontación
holística. Esto se alcanza al confrontar las precon cepciones del alumnadoc on modelos,
imágenes visuales, o esquemas, comparando l a concepción errada co n el modelo
correcto. Esta compa ración debe llevar al alumno a analiz ar las dif erencias entre ambos,
con referencia a predicciones, ex plicaciones y c om ponentes de cada model o (errado vs.
correcto). Así, a través de la instrucción, al r efutar el nuevo modelo, l as creencias
erradas y r econocer los alumnos sus contradicciones, se transforman las
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
50
preconcepciones en concepciones correctas y se “auto-reparan” los modelos mentales
(Chi, 2008).
Otra su gerencia instruccional para cambiar prec oncepciones es a través de la
presentación por escrito de las id eas nu evas, per mitiendo que el alumno analice ora ción
por oración, u o raciones, e identifique de m anera ex plícita o implícita los conflictos con
su preconcepción. Chi (2008) advierte como pel igroso que el alumno pu ede agregar o
completar la nuev a i nformación en su mo delo mental “enriqueciéndol o” y que no
alcance un cambio conceptual, por lo que, éste seguirá s iendo e rrado. A p esar de que la
oración entr a en conflicto con las preconcepcione s del alumno, la oración no contradice
directamente su preconcepción, por lo cual el alumno no logra identificar un conflicto y
se conforma con asimilar la nueva información. Sin embarg o, C hi afirma que la
acumulación de revisiones numerosas de preconcepciones pu eden, a largo plazo, dar
lugar a un cambio conceptual.
Por su parte, Perkins (2006 ) propone como otra estrategia i nstruccional para el
cambio de preconcepciones invo lucrar a los alumnos en el redes cubrimiento de
principios. El prof esor p uede prime ro introducir los principios, luego el alumnado l os
investiga o prueb a empleándolos para interpret ar hechos de manera ex ploratoria y
activa. También se puede invol ucrar al alum nado en la construcción de concepciones y
explicaciones, luego ellos a partir de esa ex periencia deben intentar explicar la “versión
oficial”. Este ejercicio puede ser mu y e ficaz para fomentar la t ransformación de las
preconcepciones erradas en un estil o de presentación y descubrimient o directo, y
cambiar la forma de percibir la materia o disciplina bajo estudio.
2.1.2.2.- Concepto umbral
El concepto umbral s e refiere a form as distintivas de características d el pensamiento
disciplinar, o en foques específicos d e dominios compl ementarios. El conc epto umbral
lleva a transformar la identi dad y adopción de un discurso ex tendido y ela borado de un
dominio e specífico. De modo que la adquis ición de los nuevos conce ptos permiten
formas nuevas de pensamiento y de ex presar ide as en un dominio o disciplina particular
(Me y er y Land, 2006a; Vosniadou, 2007). El concepto um bral es un concepto clave
para comprender una dis ciplina específica. S u nomb re de umbral im plica que es como
un portal por el cual el alumno debe pasar y ex perimentar una transformación, esta
transformación le p ermite compr ender o interpretar un conocimiento que antes no podía
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
51
comprender de manera más clara. Sin la adquisición del concepto um bral, el alum nado
es incapaz de pro gresar, si “atraviesan el p ortal” llegan a un niv el nuevo de
comprensión en la di sciplina (Mey er y Land, 200 6b; Perkins, 2006). Un ejemplo de un
concepto umbral mu y e x plícito en historia, es el concepto d e tiempo cronológico,
cuando se compr ende la cronología antes de Crist o y después de Cristo , la m anera d e
comprender la historia cambi a.
Por lo tanto un concepto um bral puede def inirs e c omo un concepto c l ave, la
comprensión del con cepto t iempo es im portante en el estudio de la historia . El concepto
clave o umb ral es un bl oque de construcción conceptual que permite comp render buena
parte de la m ateria, o qui zás toda la materia. Seg ún Me yer y La nd (2006b) y Davies
(2006) el con cepto um bral tiende a s er trans formador, posiblemente irreversible,
integrante, limitado y potencialmente problem ático. Tiende a t ransformar porque
cuando el alumno h a comprendido y realizado el cambio conceptual su aprendizaje y
perspectiva ge nera un cambio significa tivo ant e la materia. P uede s er i rreversible
porque una vez alcanzado el cambio conceptual, este es impos ible que se olvide, sol o se
puede c ambiar dicho con cepto umbral a través de un esfuerzo inmenso. La dificultad en
cambiarlo radica en el hecho de que un a vez cruzado el umbral las dificultades pasadas
y a no s e experimentan y n o se quiere retornar a ello.
Un umbral que s e atraviesa impl ica que se ha integrado el conocimiento, sin
embargo se puede integr ar s olo una cantidad limitada. El espacio concept ual tiene sus
límites que delimit an su espacio con um brales de nuevas áreas conceptuale s. En al gunos
casos tales delimitaciones constitu y en áreas dis ciplinarias o t emas. Por ejemplo, en el
estudio de la edad d e l os metales, los l ímites de l os conc eptos umbra les se pu eden
observar en el tipo de metal que definió el cambio cult ural y socia l de aquellas
civilizaciones prehistóricas. Por lo tanto, los conceptos umbrales s iguen presentando
problemas en la organización y p erspectiva cognitiva en el alumno, pues también
generan con flictos cognitivos que deben resolverse para comprender la materia o
disciplina. Esta problem ática es de im portancia s ignificativa debido a las im plicaciones
de dicho concepto um bral y su centralidad en l a dis ciplina (Davies, 20 06; Mey e r y
La nd, 2006b). Por ejemplo, sin la noción clara d el concepto tiempo (tiempo real, tiempo
histórico, pasado, pres ente, antes de Crist o, de spués de Crist o, mil enios, siglos) los
alumnos tendrán muchas di ficultades para comprender el desenla ce paralelo de eventos
y civiliz aciones, y su infl uencia en la historia de la humanidad.
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
52
Cuando un alumno y a h a adquirido un conce pto umbral en historia o cualquier
disciplina, éste puede sentir que ha pasado por un “rito de iniciación”. Esta comparación
de l a adquisición de un concepto umbral con un rit o se debe a que el alumno siente qu e
ha habido una transformación , que le hace sentir difere nte. Este sentirse diferente
permite que el alumno adq uiera un nuevo estatus e identidad dentro de la comunidad de
esa disciplina. P ese a q ue la adquisición del concepto umbral parece que s e puede
alcanzar en corto tiempo, éste se p uede extender en el ti empo, involucrar os cilaciones y
hasta regresión temporal al estatus previo. Cuando el alumno se encuentra en esa
oscilación o regresión te mporal, ha tenido la opo rtunidad de ver un poco más allá del
umbral, teniendo una conciencia va ga de lo que hay “m ás allá”, pero está cons ciente que
aún no ha lo grado cruzar el umbral. Así, el alumno opta como alivio personal, y de
manera inconsciente, aprender lo nec esario p ara pasar un examen, in tentando im itar a
un sujeto de esa disciplina como si hubiese pasado el umbral, si n embarg o, no ha
aprendido lo que requi ere saber. Otr a opción es i mitar de manera conscie nte aquello que
el alumno sabe que se e ncuentra fuera de su alc ance, hasta cruzar el umbral (Me yer y
La nd, 20 06a).
Para identificar si un alumno está imitando o ha cruzado el umbral, aquel que ha
cruzado el umbral cambia su m anera de pensar y e sto se refleja en la fo rma como se
desenvuelve al resolver problemas relacionados con la discipl ina. S u comportamiento
tiende a ser ig ual a l de los expertos, y se hace inconc ebible “ver” el mundo a s u
alrededor como lo veía a ntes. Por l o cual, cuando el alumn o se ve a sí mi smo como uno
más de la comunidad d e esa disciplina, comprend e cómo piens a y actúa esa comunidad.
La a ctuación d el alumno como un experto es fácil de obs ervar, y esto a s u vez implica
que el alumno ha alca nz ado una auto-conciencia de su s actos y compr ensión en e l
dominio del campo d e estudi o (Davies, 2006 ). Esta actuación como ex perto también
involucra el discurso específico de cad a domini o, pues los términos, metáforas y
conceptos entran en un “ju ego” de si gnificados dif erentes en cada di sciplina. Incluso, en
disciplinas con consensos más grandes de significados, los conceptos umbral son más
fáciles de identifica r, y e n aquellas discipli nas do nde no ha y un cuerpo de conocimiento
claro, su “forma de p ensar y p ractica” sigue siendo crucial en el umbral p ara
transformar el conocimiento (Meyer y Land, 2006 b).
Si un alum no no comprende el concepto umbral, esto hace que el alumno se sienta
limitado, y hasta cierto punto “per dido”. Curiosamente, cuando el alumno c ruza el
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
53
umbral, también experimenta un sentido de pérdida e incomodidad, pues lo que siente
es como si le hubiesen robado su inoce ncia, aunque también se tiene la sensación
placentera de hab er alcanz ado una meta (Meyer y Land, 2006b). S in em bargo, puede
haber p roblemas p ara cruzar el um bral y experimentar la s ensación d e placer , si se
introduce el c oncepto umbral antes de qu e el alumno ten ga la capacida d p ara
comprenderlo, éste se v uelve inaccesible. Un concepto umbral introducido antes de
tiempo impl ica un aprendizaje rutinario y carente de significado. Sol o es recomendable
introducirlo cuando los alumnos hay an adquirido suficiente conocimiento de la m ateria
que les permite intentar desarrollar y establecer una comprensión inte grada ( Davies,
2006).
Cuando los alumnos tienen suficiente conocimiento y comprensión, el concepto
umbral puede ser incorporado en su aprendizaje, y el profesor a yuda a l os alumnos a
reinterpretar sus ideas bajo el concepto umbral recién adquirido. S i el alumno no logra
reinterpretar sus ide as a travé s del concepto umbral, no habrá alcanzado el c ambio
conceptual y deberá ap arentar q ue sí h a comprend ido. El uso de ejemplos como estudio
de casos, donde s e observa cómo los expertos analizan hechos, pueden llevar a que los
alumnos enfoquen el uso de las características sobresalientes del concep to. De mo do
que, al escribir sus p rop ios análisis o relatos pu eden ser a y ud ados por el profesor a
extender su escritura y análisis a unos niveles más complejos. P or último, se puede
llevar a que los alumnos evalúen su propio t rabajo en términos de descripciones a nivel
de pensamiento y práctica, construyendo así una comprensión del conc epto umbral
(Davies, 2006).
Muchos profesores no le dan la importancia sufi ciente a los con ceptos umb rales
y a que son p arte de s u queha cer como especialist a en su á rea, d ejando en muchas
oportunidades tácito la enseñanza de con ceptos umbrales. El conocimiento t ácito es
aquel que no se enseña de manera ex plícita al alu mnado, porque el ex perto está tan
acostumbrado a usarlo y l e parece tan obvio , que cree qu e el alumnado lo l ogre captar,
lamentablemente esto no es así. El profesor debe ll evar al alumnado a construir ese
conocimiento de manera que deje de s er tácit o par a que el alumno se vu elva consciente
de su ex istencia (Davies, 2006; Perkins, 200 6). Por otro l ado, exi ste t ambién el
conocimiento inerte que es aquel concepto que se comprende pero no se u sa de forma
activa, aunque se compr enda. Es te t ipo de conocimi ento s e obs erva en el estudi o de la
historia, donde los alum nos aprenden muchas cos as de civil izaciones pasadas, pe ro son
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
54
incapaces de aplicar lo a prendido a eventos mund iales en el p resente, no s aben ha cer l a
conexión. Est a incapacidad de conexión puede deberse a las características integrales
del concepto umbral, pue s si el alumno no adquiere las partes necesarias no puede hacer
la in tegración, y cuando l as ti ene, necesita ser per suadido a usarlas y ver los hechos de
una manera diferente (Meyer y Land, 2006b).
2.1.2.3.- ¿Cambio conceptual o desarrollo diferente?
No siempre la posibilidad de ver los hechos d e m anera diferente im plica un c ambio
conceptual. Por lo tanto, el desarrollo cog ni tivo y c ambio conceptual no son
equivalentes, un sujeto puede reflejar cambi os de desarrollo que no es un cambio
conceptual, pues un cambi o de desarrollo son cambios en el proceso de pensamiento
que no es un cambio conceptual, aunque pued en i nfluenciar el u so de conceptos de
forma destacada. En p rincipio puede parecer fácil enumerar los el ementos que
identifican un cambio conceptual para di ferenciarlo de un cambio de desarrollo, s in
embargo en la prácti ca ti ende a se r más difícil d iferenciarlos. Por lo tanto es importante
reconocer los patron es del desarrollo co gnitivo e identificar los verdaderos cambios
conceptuales de aquellos que parecen ser conceptuales (Keil y Newman, 2007).
Por otro lado, algunos de los cambios conceptuales también pueden ser
equivocadamente considerados d esarrollos cognitivos y s er p asados por alto
sencillamente porque se estudian desde un ni vel de análisis equivocado. Un nivel de
análisis por parte del profesor puede exponer los juicios si milares de alumnos en edades
diferentes, como otro an álisis determinan que los mismos juicios suceden por razones
totalmente diferentes. D entro de los cambios qu e pueden confundirse com o cambios
conceptuales, Keil y Newm an (2007) identifica dos: cambio de releva ncia y a cceso
aumentado. El cambio relevante es un elemento diferente par a producir cambios
significativos en los juic ios sobre h echos, si n ser un cambio conceptual com o tal. El
cambio de relevancia tie ne s us raíce s en un cambio inductivo, dado que ciertas tareas
contienen términos que s e pueden comprender a t ravés de un domino u ot ro, esto genera
una ambi güedad sobre el término. La ambigüedad del término puede ser aclara do por el
contexto donde s e present a, sin embargo en edades diferentes s e aclararía de diferente s
maneras. Una vez que el sujeto tenga claro la relevancia en ambos dominios, entonces el
cambio de comprensión en el sujeto está apoy ado sobr e un cambio relevante de
desarrollo en inducción.
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
55
Este desarrollo de ind ucción se apo ya en la búsqu eda d e patron es qu e se les puede
presentar a los alumnos y pe rmiten generar juicio s qu e no apelan al c ambio conceptual,
sencillamente porque no se aprec ian en todos los contextos donde s e aplica dicho
concepto. P or ejemplo, s i se analiza el con cepto de la medición del t iempo, el tiempo
que se tom a para mover un obj eto, más gra nde u otro más pesado, que se aplica en la
física, si gue siendo la m isma medición de tiemp o que se puede aplicar a una persona
que corre y que se compara con un animal corrien do. Ambos son conce pt os del tiempo
pero bajo discipl inas dist intas. Si el análisis del pr ofesor en este supu esto es superficial,
puede pensar qu e ha h abido un cambio conceptual sobre el manejo del ti empo, pero si
su análisis se hace d e un a manera más profunda, descubrirá que los alumnos manejan el
concepto d e tiempo según su grado de desarroll o cog nitivo. C olocar en la mente de los
alumnos una m anera de pensa r es sufi ciente para i nducir patrones de pensamientos
deseados, pero no implica un cambio conceptual (Keil y N ewman, 2007).
Cuando se constru y e un conocimiento, a gregando m ás elementos, este se vuelve
más rico, y el alum no empieza a apreciar más y más l a posibilidad de aplicar dicho
concepto a más fenómenos de los aprendidos. La m edición del ti empo antes del
nacimiento del alumno y después de s u nacimiento, con he chos ocurridos antes y
después de su nacimiento, l o cual es compara bl e con el nacimiento de Cristo y los
hechos que o currieron an tes y después. Cuando el alumno puede tr asladar d icha noción,
hay un cambio concept ual, pero cuando i dentifica el tiempo trans currido entre el
surgimiento de un imp erio y el col apso del mismo, s olo recurre a su cono cimiento de la
medición de un lapso de tiempo, lo cual es un cambio relevante, pero no un cambio
conceptual. “En otras p alabras, este tipo de cambio no parece requeri r de cambio
correspondientes en la el aboración conceptual” (Keil y Newman, 2007:97). Patrones de
juicios que sugieren c ambios conc eptuales que parecen dra m áticos, que son de
elaboración mínima, en realidad refl ejan solo un desarrollo de cambio como el cambio
de r elevancia, pero si el proceso es espontáneo, e laborado y más complejo, es un
cambio conceptual.
Sin embargo, en la elaboración conceptual la co mplejidad puede ir aco mpañada
de una atención a lo que se observa. La falta de atención puede sobr epasar detalles d e
un fenómeno o h echo h aciendo qu e el alumno no comprenda la tarea, s i se hace al
alumno consciente de est os detalles, aumenta s u atención y , se le permite un acceso a la
información, por lo tanto, aumenta su conocimiento. El au me nto de acceso requiere
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
56
aumentar en el alumno s u conciencia sobre un conocimiento ex plicito (Keil y Newm an,
2007). Por ejemplo, alumn os que están acostum brados a celebrar fechas patrias, las
cuales son expl icadas todos los años en diferentes niveles según sus edade s, y s e
recuerdan hechos históricos, cr ean un a consciencia sobre l a hi storia d e su país. Si los
alumnos vivieran en un a sociedad donde los hec hos históricos no fuesen celebrados en
las escuelas de esta manera, si no que las celebr aciones girasen en torno a fechas
religiosas, la conciencia de estos alumnos sobre la historia de su país sería menos que la
de los otros alum nos. De modo que una cultura particular puede entrenar
extensivamente un cierto tipo de inferencia, y no generar un cambio conceptual.
La cultura desemp eña un papel importante, pues e l cambio con ceptual requ iere de
un apo y o sociocultur al ex tensivo. De modo que, el cambio conceptual com o perspectiva
educativa toma en cuenta los efectos socioculturales sin ignorar las co ntribuciones
constructivas individuales de cada alumno. S e requiere también inst rucción sist emática
para alc anzar cambios conceptuales i nducidos; alg unos conceptos necesitan muchos
años de instrucción par a que l os alumnos l os pue dan compr ender. Aun a sí, el cambio
conceptual no i mplica re emplazar concepciones “incorrectas” por “correctas”, m ás bien
se trata de desarrollar en el alumno la habili dad de poder cambiar su perspe ctiva ante un
hecho o fenómeno y com prender cuándo diferente s concepciones son corre ctas se gún el
contexto dond e se apli quen. Por lo cual s e busc a qu e el alumno sea m ás c onsciente de
sus teorías ingenuas y de las consideradas científicas. Así , la teoría de cambio
conceptual es una teoría constru ctiva con repr esentaciones dinámicas, en const ante
cambio, porqu e cada co nocimiento se constru y e s obre estructur as existentes del saber.
Estas estructuras permiten al alumno hacer predic ciones significativas y detalladas sobre
el proceso de adquis ición de conocimientos, que pueden ser guiados por intervenciones
instruccionales (Vosniadou, 2007).
2.1.2.4.- Cambio conceptual y el estudio de la historia
Estudios sobre el cambio conceptual en las Ciencias Social es y en especial en la
historia, son muy limitados (Carre tero, 2000; L im ón y Ca rretero, 2006; Le inhardt y
Ravi, 2008). El cambio c onceptual en la historia tiene dos objetivos : uno de adquirir un a
compresión crítica del mundo (histórico, social, económico, religioso, político,
cultural); y otro, referido a la c ompr ensión de relac iones entre pasado, pre sente, y
futuro. Aunque la his toria se refiera al pasado, el alumnado mnos deben comprender
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
57
que su mundo ti ene his toria(s), d eben v er esa r ealidad histó rica desde el presente y
comprender que aquello s relatos hist óricos tenían en su momento un propósito y un
autor con sus perspectiv as de esa realidad (Carretero, 2000; Leinhardt y Ravi, 2 008;
Lima, et al. , 2010).
En l a constru cción d e r elatos históricos, las pers onas que no son histori adores
traen a esas construcciones sus preconcepciones: primero, todo l o q ue y a ha pasado, es
historia y la tarea es c onstruir un r elato histórico completo, n eutral, dentro de una
secuencia de eventos. Y segundo, l a historia se e ncarga de desv elar, en el sentido
arqueológico, el m ás pequeño detalle co rrecto. Estas dos suposi ciones son en p arte
verdad, pues es una disciplina donde la cronología domina l a estructura y se ocupa de
que ex ista una precisión posi ble en l os detalles de los hechos y actores. Si n embargo, el
dominio de l a historia no se encarga de realizar un registro completo de todo lo que ha
sucedido en el pasado, en realidad se encar ga d e seleccionar e interpretar fenómenos,
hechos y sit uaciones referentes a grupos hum anos en el pasado. Este seleccionar implica
que algunas cosas pueden quedar s in mencionar, por lo que existe una interpre tación
inherente ante los hec hos hi stóricos, con un propósito y s entido de argumentación
dentro de una narrativa hist órica (Le inhardt y Ravi, 2008; Lima, et al. , 2010).
Esta selección e interpretación ante los hechos hi stóricos permite que el alum no
suponga qu e aqu ellos que no son mencionados carecen de valor históric o, y aquellos
que sí, son im portantes, dado q ue seleccionar eventos, sistemas sociales, y / o actores
históricos, es parte de la actividad his tórica. Otro elemento del estudio del pasado, es
que la int erpretación de los hechos puede cam biar con el paso del tiem po pues, se
aplican nuevas metodologías de análisis a las evidencias, como también se pue den
hallar nuevas evidencias en sit ios dife rentes o incluso en el mismo si tio de excavación
original. Tambi én las p osturas histográficas pueden cambiar a partir d e l a evid encia
nueva, que lleva a los h ist oriadores a pl antear nu evas hipótesis y diferentes maneras de
ver l os hechos ori ginales ( L i món y C arretero, 20 06; Leinhardt y R avi, 2008; Lima, et
al. , 2010).
La posibi lidad de replantear la historia a partir del hallazgo de u na fuent e, ha ce
que la integración de la historia parezca intermin able y abierta. Lo cual di fiere de las
ciencias natural es y físicas, y a que en la historia n o se pu eden aplicar exper imentos para
comprobar una hipótesis (Limón y Carretero, 2006). Fernández y As ensio (2000)
nombran cuatro diferencias e ntre e l estudio de la historia y la adquisición de l
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
58
conocimiento en l as demás ciencias: 1) El origen del conocimiento social se alcanza a
través d e un p roceso de mediación, en contra pos ición al cono cimiento natural donde la
interacción con el f enómeno genera una base p ara la ruptura epistemológica o el cambio
conceptual. 2) La estru ctura de los problemas y l as situaciones sociales e históricas son
más complejas de lo que los alumnos llegan a ver en materias de ciencias; esto se debe a
la naturaleza más analítica de la historia. 3) El conocimiento social e histórico está
cargado de factor es em ocionales, afectivos y a ctitudinales. 4) Ex iste dificultad para
integrar l os conocimientos sociales e históricos adquiridos en el aula a aprendizajes y/o
problemas de la vida cotidiana.
Una dificult ad que surge en el aprendizaje de la historia es que el alumnado
necesita desarrollar capacidades de r azonamiento c ientífico para poder reconoc er la
falsedad de una t eoría e identificar eviden cias a partir de documentos y relatos para
poder estimar o afirmar sus hipót esis. Estas ca pacidades fo rman parte del cambio
conceptual, pues en el p r oceso de cambio, al perci bir una nueva concepción el alumno
debe a) tener la capacidad para di stinguir entre la teoría y la evidencia, b) poder
reflexionar sobre esas diferencias de manera consci ente, y c) reconocer que una teoría es
posiblemente fa lsa debido a la fuente que ha identifica do dicha falsedad (L imón y
Carretero, 2006). Si n embargo, Fernández y Asensio (2000) resaltan que el cambio
conceptual en las C iencias S ociales pu ede ser m ás fácil debido a qu e no exis ten ideas
previas s obre cómo funciona lo social e históri co; a diferencia de la física, o la
matemática, dado que la s preconc epciones en historia se b asan en simplificaciones de
relatos. Por otro lado, t am bién resaltan que el cambio conceptual en l a hi storia puede ser
un poco más difícil que las discipli nas de contenido científico y a que tienen un a relación
con actitudes ideológicas y afectivas (Limón y Carretero, 2006).
Cuando Limón y Carret ero (2006) revisaron el proceso del cambio conceptual
relacionado con el aprendiz aje de la hist oria, descubrieron que este proces o se fa cilitaba
cuando el acercamiento instruccional involucraba l a presentació n de datos
contradictorios y l a revisió n de documentos, pues esto ayuda a qu e los alumnos
reestructuren sus hipóte sis; el alumno tiene la c apacidad de ex plicar datos extraños
cuando logra identificar u na contradicción y siente la necesidad de cambiar. En el caso
contrario, i gnoraría o rec hazaría la evidencia sin poder dar explicaciones. De modo que
el aprendizaje de l a historia requiere que el alumnado pueda identificar l as diferencias
entre los relatos de los hechos, estos son: 1) relatos que permiten la recreación de un
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
65
Dentro de l a definición del pasado, Navaja (2013) identifica tres clases de p asados.
El pasado real que ha exis istido y d ejado de exi stir en el presente, sus restos son l os
que permiten l a reconstrucción del pasado hi stórico, cuando se revive el pasado
forma pa rte del contiuo temporal. El pasado recordado son los recue rdos de las
personas vivias, siendo las fuentes orales importantes. Por últim o, el pasado
histórico se basa en el pasado real y es u n constructo de este. Por lo tanto, adquirir
esta noción implica, en l os niveles más bajos, ordenar y clasific ar hechos en
función a su evolución. En niveles m ás altos, es comprender l as c ausas y
consecuencias de los hechos, transformaciones de l presente generadas por esos
hechos, y su relación con los tiempos y el futuro que se pretende construir.
(Mattozzi , 2003; Cruz, 2007)
- Cambio y permanencia: los cambios surgen de la sucesión de l o percibido y s e
almacena en una serie de cambios en historia estos se bas an sobre la i nformación de
las fuentes p rimarias y s ecundarias. De mo do qu e, se comprenden los camb ios en
cada s ociedad a través d el t iempo hist órico. Estos cambios y la pe rmanencia del
pasado son los que han creado el tiempo social pr esente. Este tiempo es dif erente en
cada socied ad y cult ura, sin embargo, se mani fiesta de forma pl ural en cada
sociedad. Con l o cual s e debe considerar la ex istencia d e una plu ralidad de ti empos
que reflejan los cambi os en l os diferentes fenómenos que coexisten en cada
sociedad (Mattozzi, 2003; C ruz, 2007).
- Duración: el obj etivo de la hist oria es comprende r y expli car los cambios, el cómo
y el porqué, y el p apel de s us prota gonistas. P ara esto, es necesario co nocer l a
duración de los fenóm enos, disti nguir los ritmos y la duración, objetivos
fundamentales en el apr endiz aje del tiempo histórico. L a duración es uti lizada para
poder sistematizar dos o más series de cambios (Mattoz zi, 2003; 2004; C ruz, 2007).
- Cronología y periodización: La cronolo gía no s e debe confundir con el tiempo
histórico, es un instrumen to técnico de m edida y herramienta social d e r eferencia
para re gular las acciones de los individuos y colectivos. Es el soporte del t iempo
histórico pero no se pue de considerar s inónimo de él, tampoco tien e un carácter
científico porqu e l a info rm ación no se puede pon derar s egún su v alor r elati vo. Por
su parte l a p eriodización a y uda a i dentificar las divi siones crea das para diferenciar
las formaciones sociales del p asado, estas son etapas y épocas en que se ha di vido
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
66
la historia, para facilitar la construc ción de la c ontinuidad te mporal entre ellas
(Mattozzi , 1990; Cruz, 2007).
La enseñanza de l a histor ia en secundaria t ambién se busca, a través del des arrollo
de l as competencia s, el procesamiento de infor mación variada para la adquisición de
nociones tanto espaciales como temporales (Cercadillo, 2002; Taylor y Young , 2003;
Lima, et al. , 2010; Moreno, 2010; Escamillas, 2 011). Este en foque de l a educación a
través de l as competenci as fue un acuerdo internacional sin antece dentes que encamino
los contenidos educativos con los de la vida. Así, se busca que cualquier materia
contribuya a desarrollar las competencias básicas, que forman parte del d esarrollo d el
aprendizaje si gnificativo. Dentro d e estas competencias, también s e pueden identificar
competencias investi gativas como del cono cimiento e interacción con el mundo físico,
tratamiento de la información y competenci a digital, y aprender a aprender.
La i mplementación de las competencias en el sistema educativo im plica que estas
crea n u na interdisciplinariedad que a y udan en la construcción de conocimientos e
integración s ignificativa, favoreciendo l a evolució n del pensamiento fo rmal (Cerca dillo,
2002; Escamillas, 2011). De modo que, aprender a aprender involucra el desarrollo de
habilidades para obtener i nformación que el alumno emplea en la transformación de su
conocimiento a través de un pro ceso de r elación e inte gración del nuevo conocimiento
con conocimientos y e xperiencias previas lue go transfiere a otras sit uaciones. Este
proceso es part e del aprendizaje significativo (Ma y e r, 20 04; 201 0). Por su puesto,
aprender a aprender esta interrelacionado con la competencia del t ratamiento de
información y competen cia digital, p ues el uso de las t ecnologías, t anto para bus car
información como para comunicarla, es una herramienta útil en la reflexión y
construcción de m odelos de procesos. En el caso de la hi storia, los recursos
tecnológicos como ambientes de interacción faci litan la comprensión y el proceso de
reflexión, los mapas mentales y lín eas de t iempo, pueden actuar como m edios para
desarrollar modelos mentales.
Si los alumnos tienen la oportunidad de pr ocesar información a través de la
interacción con r ecursos educa tivos tecnológicos, pueden observar los resultados de sus
modelos mentales, aplica r conceptos y p rincipios básicos, científicos, técni cos, teóricos
y a nalizar d atos hist óricos. Así , se a yuda a desa rrollar las competencias b ásicas qu e se
manifiestan en el p eríod o evolutivo donde se encuentran los alumnos de la ESO,
buscando impulsar las capacidades d e selec ción, procesamiento, organización e
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
67
integración de los conoc imientos. Este potenciar de las competencias bási cas busca la
concreción del aprendiza je significativo donde los alumnos de secundaria t ienen ma yor
capacidad d e inte grar y relacionar conceptos, sobrepasando el uso de los datos
concretos. Esto, si la experiencia educativa proporciona actividades donde el alumno
pueda int egrar, a naliz ar y sintetiz ar los datos históricos pa ra l uego p oder inducir y
deducir de ellos e lementos importantes de los hec hos o eventos históricos (B orghi,
2005). Sin embargo, es i mportante qu e el pro greso en el conoc imiento s ea tambi én
vinculado a otras áreas del conocimiento, para crear un contenido h ist órico más
funcional y significativo (Escamillas, 2011).
La vinculación d e la historia a otras á reas de conocimiento aporta en l a
construcción de conc eptos y conceptos umbral comunes con o tras áreas de estudio (por
ejemplo, conflicto, territorio, valores, cronología). La bús queda de vincular conceptos
de manera interdisciplinar (historia, musealización y arqueología), como procedimientos
y actitudes en el área de la historia, concede articular diversos niveles de relación
intercompetencial c on técnica s apropiadas (Mattozzi, 2009; Esca millas, 2011), pero
sobre t odo es importante que los alum nos desarrollen sus competencias y alcancen un
aprendizaje interdisciplinar. Estas competencias permit en que los alumnos aprendan a:
• manejar conceptos y p rincipios básicos científicos para inda gar d e maner a científica,
aprendiendo de este modo a identificar y plantear problemas relevantes;
• realizar obs ervaciones di rectas e i ndirectas basadas en un marco teórico o
interpretativo;
• formular preguntas;
• localizar, obtener, a naliz ar y re presentar in formación de ma nera cualitativa y
cuantitativa;
• plantear y contrastar hipótesis;
• realizar predicciones e inferencias de distintos niveles de complejidad;
• e identificar el conocimie nto disponible, teórico y empírico, necesario para responder
a pregunt as científic as, y obten er, inte rpretar, evaluar y comunicar conclus iones en
diversos contextos (académico, personal y social) .
Estas nociones se pueden llamar competencias inv estigativas .
La s p rincipales compet encias investigativas son cua tro: observar, de s cubrir,
explicar y p redecir (V argas R odríguez, 2010), mu y relacionadas con l os pasos de la
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
68
investigación científica. Estas competencias educativas de t ipo inve stigativas, l as
clasifica Tobón (2005, citado por Poveda y Rodrí guez, 2009) en niveles de capacidad:
Nivel I de id oneidad básica , involucra el mane jo de conceptos básicos, compromiso,
conocimiento en l a aplicación de procedimientos, e identificación de problemas si mples
que pue den ser resueltos por el alumno. Nivel II de idoneidad m edia , destaca la
autonomía del alumno, manejos de procedimientos especializados, análisis basadas en
teorías fundam entadas y aportes para mejorar los procesos. Ni vel III de idoneid ad
avanzada , incluye la creatividad, innovación, ase soría, l iderazgo en la competencia, se
puede avanza r en nuevas teorías, y s e evidencia el pensamiento complejo. Para alumnos
de la ESO el Nivel I de i doneidad básica es sufici ente, aunque y a empieza n a desarrollar
el Nivel II d e idoneidad media cuando alcanza la autonomía y sus análisis se apo y an en
teorías fundamentadas.
Según Escamillas (2011: 103) la competencia en autonom ía “permite prof undizar
en resolución d e problem as, pensamiento crítico, t oma de decisiones, creatividad”,
relacionado con el apren der a aprender. En la enseñanza de la his toria se busca que el
alumno a plique razonamientos de diversos tipos, indague en ex plicaciones
multicausales, y a tra vés de l a reflexión adquiera la capacidad de pr edecir efectos.
Durante este proceso d e aprendizaje, el profesor tiene que actuar c omo un guía
cognitivo p ara ayudar al alumno a d esarrollar un a actividad cognitiva adecuada y así,
adquirir las compet encias necesarias p ara la investi gación. Por lo cual, debe
proporcionar fuentes d e información v álidas, y fomentar la reco gida, clasificación y
análisis de estas, f avoreciendo el d esarrollo de est rategias de p ensamiento a trav és de la
organización de la i nformación. Aunado a est o, s e puede observar q ue enseñ ar a
investigar en las Ciencias S ociales, específicamente en historia, deb e ser un proceso
activo, apo yado en co mpetencias investi gativas, que a su vez descansan sobre un
aprendizaje constructivo y si gnificativo (Borghi, 2005).
Sin embargo, la p ercep ción de la historia por parte del cole ctivo social es
considerada como una d isciplina que custodia el pasado, y aprender his toria requiere
recordar d atos, fe chas, a contecimientos, y nombr ar personajes antiguos. E n general, las
personas perciben el sa ber histórico m ás como una erudición antes qu e una ciencia
social (Prats, 2000). Efectivamente, dicha perc epción se inicia en primaria, pero va
cambiando cuando el alumno culmina secundaria:
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
69
1) la historia es inter esante intrínsecamente, y mu cha gente la eje rce como hobby
(como los genealogistas); 2) l a hist oria ti ene un v alor utilitario: puede conducir a
un empleo como profesor o trabajador de un museo, y seria valios a para los
participantes en concursos televisivos; 3) l a hist oria proporciona l ecciones sobre
el presente, particularmente identificando cursos de acción que tendría que
evitarse; 4) la historia expl ica cómo se formó el mundo moderno ( Barton,
2010:103).
La s ide as de los alumnos surge n de varias fuentes que son y no son del currículo, estos
incluyen la f amilia, m edios de comunicación, libros, Inter net, museos, incluso no
histórico (Mazz otti, 1990), por lo cual es import ante que l os alumnos co mprendan que
el conocimiento histórico es una construcción social. Esta construcción social ayuda a
descubrir cómo se trans formó el m undo y la re lación entre el presente y el pasado
(Barton, 2008; Lima, et al. , 2010; Mattozzi, 2010).
Sin embarg o, l a escuela enseña a los alumnos sobre la rel ación entre causa y
efec to de los he chos en las diferentes materias, pero la relación de causa-efecto entr e el
pasado y el presente es más complicada en la his toria, p orque estos h echos hist óricos no
se p ueden r eferir a un ú nico antecedente. En la búsqueda de relaciones entre he chos
históricos intervienen condiciones, circunstancias, accidentes, coyunturas, como una
pluralidad de factores y s ujetos, por lo qu e se requiere un a interpretación b asada en un a
naturaleza hipotética (Mattoz zi, 2010). Estas relaciones invol ucran los procesos de
continuidad y cambio. C ontinuidad en aquello qu e aún perman ece y los cambios que se
generan a t ravés de la historia, son elementos im portantes en l a cons trucción del
pensamiento temporal del alumno y su pens amiento histórico. La comprensión del
proceso entre cambio y cont inuidad en la his toria requiere de un ni vel m ás abstra cto de
pensamiento cu ando s e involucran elementos tal es como costumbres, o rganizaciones
sociales, ideas y creencias (Barton, 2008; Feliu y Herná nd ez Sánchez, 2011).
Los alumnos deben comprender que el estudi o de la historia también es un
conocimiento científico y no narraciones del pasa do sobre relatos si n bases verificables.
La hist oria es un estudio sistemático de fuentes primarias y secundarias como centro
para el apo yo o r efutación de hipótesis, investigación o conclusiones de he chos
históricos. También es importante que los alumnos comprendan q ue dic ho estudio de
relatos no son nece saria mente he chos linealmente distribuidos, sino que en algunas
oportunidades existe una simul taneidad de he chos, que sin embargo pued en presentar
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
70
un desarrollo desigual entre civilizaciones (Ba rton, 2008; Feliu y Hernández Sánchez,
2011). De modo q ue es si gnifica tivo el domini o de estos conceptos, porque s on parte
del vocabulario de los conceptos umbral en la hist oria.
Dado que l os conceptos umbral pueden ser un tant o abstractos p ara los alumnos,
porque se requiere de conocimientos mu y abstrac tos, se deb e por lo tanto presentar los
temas en niveles adaptados a los estadios operativos de ellos (Prats, 2000). Debido a
esta abstracción, los alu mnos tienden a simpl ificar el contenido hi stórico y m ecanizarlo,
lo que Navaja (2013) llama “cosificar los conceptos”, lo hacen por que no están
conscientes de l a comple jidad, diversidad y maleabilidad de las perspectivas históricas
que pueden exist ir sobre un hecho histórico, para que los alumnos sean conscientes de
las diversas p erspectivas, el profesor t iene que pr esentar una va riedad de fuentes sobr e
un hecho ( Barton, 2010; W aring, 2010 ). El manejo mismo del tiempo en relación a la
ubicación, genera un problema en el alumnado de secundaria, ya qu e su propio tiempo
vivido entra en conflicto con el tiempo tridi mension al (pasado, presente y futuro) pues
siente que no tiene control de la aceleración del tiempo de sus vivencias.
En realidad el alumnado tiende a m irar más, en esa etapa de s u vida, hacia el
presente como el futuro, antes que el pasado, po r lo cual hay que motivarlo más para
que estudie el pasado (Trepat y Comes, 199 8). Otro probl ema que surge es la
imposibili dad de reproducir los hechos concretos del pasado, a diferencia d e l as ciencias
experimentales. P or l o t anto, la evidencia con l a que tr abaja el alumno se basan en
matices e idiosincrasias particulares, cuy as fuentes originales pueden, en algunos casos,
estar impregnadas de errores y m alas interpretaci ones, generando much as di ficultades y
preconcepciones (Prats, 2000; P erkins, 2006).
Aunado a todas estas difi cultades, no exist e un vocabular io conceptual ú nico en
historia ni una serie de l ey es que sirvan de fundamento a los modelos de tratamiento de
datos (Pra ts, 2000). L a solución constructiva de comparar las preconcepciones con
elementos reales de la histo ria apo y a das en perspectivas de ot ros hi storiadores y un
modelo ex plicito, pueden ayudar a comprender la historia y el dom inio de los conceptos
relacionados con esta (P erkins, 200 6). P ero esto no es suficiente si no se comprende o
adquiere un pensa miento cronológico . La cro nología implica comprender cuándo
ocurrieron los hechos his tóricos, su orden, su principio y final, es complicado cuando se
les pide a los alumnos que lo comparen y contrasten con otro hecho ocurrido en un
mismo período de tiempo, o relacionarlos con los tiempos actuales e i dentifica r posibles
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
71
causas. L a cr onolo gía p ermite una organización del pensamiento histórico (W aring,
2010), lo cual está mu y l i gado al concepto de tiempo.
El concepto d e ti empo gira en torno a dos nociones: tiempo físico como
independiente del se r h umano ligado a los cam bios en la naturaleza (por ejemplo
observable a t ravés de las estaciones) y el tiempo social como constru cción del ser
humano (Mattozz i, 2003). El tiempo social y el tiempo histórico son interdependiente s,
pues ofrecen l a base para la ens eñanza de l as Ciencias Sociales (Heano, 2002). Por lo
cual el ti empo no es una realidad objetiva y abso luta, es una representación mental de
una realidad, son construcciones mentales, con ceptos de larga, media y corta d uración,
de un ritmo histórico y si mul taneidad, que se puede po y a r con croquis, gráficos y mapas
mentales para o rdenar el si gnificado del t iempo en un espacio (Trepat y C omes, 1998).
Por lo cual, comprender el tiempo es más que m emorizar fechas y a contecimientos, el
desarrollo conceptual d e tiempo viene determinado por factores como maduración,
contexto de enseñanza y efectividad de la instrucción (C ercadillo, 2002; Taylor y
Young, 2003).
La s etapas de madu ración que describe P iaget (1978 ), como estadi os de
aprendizaje se h an considerado incompl etas, si n embargo las t eorías que han s urgido
recientes son insuficientes y como la teoría de Pia get sigue siendo parcialmente útil es la
que s e t omará en cuenta para este estudio. Piaget considera que las nociones temporales
se construyen en tres etapas: tiempo vivi do, tiempo percibido y ti empo conce bido. El
concepto d e tie mpo vi vid o se constru ye en la ed ucación infantil pues se adquiere en el
día a día. Al principio la adquisición de esta noción es confusa y desor ganizada.
La confusión se debe a la falta de clarid ad y la poca orientación u orden t emporal
(antes, ahora, después) q ue tienen los alumnos , ta mbién se pr esentan problemas con las
posiciones (simultaneidad, alternancia o sucesió n) y la duración d e los e ventos. La
confusión inicial de l a temporalidad se va aclar ando a tr avés de las vivencias y su
razonamiento de estas, int eriorizando principalmente conceptos temp orales como
frecuencia y regularidad. P ara interiorizar estos conceptos es n ecesario que el alumno se
descentre y aplique los conceptos temporales aprendidos a ot ras si tuaciones. Esto se
alcanza al construir l as correspondencias entre lo s ritmos vividos personales y personas
u objetos, por lo tanto el profesor d ebe l levar al alumno a obse rvar las r egularidades en
su entorno, que son independientes de su propia ex periencia (T repat y Comes, 1998;
Mattozzi, 2004).
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
72
Para pasar al siguiente est adio de desarrollo en el concepto de tiempo, el alumno
debe extender este concep to a los ritmos y regular idades vividas hacia lo que percibe. El
tiempo p ercibido es aquel que no se tiene experiencia directa pero s e p uede intuir a
partir de conocimientos adquiridos, porque se pue de relacionar con el concepto de
generación, este es la uni dad de siglo. Es una unidad de tiempo que no se experimenta
directamente, rep resentado en espacios, pero sí se puede comprender con facilidad, al
entender sobre la ge neración que antece de al bisa buelo o bisabuela en la familia, como
referencias c oncretas. El siglo es una medida de tiempo importante porque es una
referencia histórica por ex celencia y se presenta por medio de m edidas exactas (Trepat y
Comes, 1998; Mattozz i, 2003; Feliu y Hernández S ánchez, 2011). El tiempo percibido
también facilita el trabajo de adquisición de las categorías de ri tmos históricos
(consecuencia, re gularidad, lentitud y rapidez), o rientación (presente, pas ado y futuro ),
y la posi ción del tiempo (sucesión y simul taneidad) que int roduce al alumno en el
tiempo concebido (Hannoun, 1977; Trepat, 2011).
En el úl timo estadio desc rito por Piage t se encuentra el tiempo conc ebido . En
este concepto no s e puede tener exp eriencia apr oxi mada pues es la sucesión de siglos,
milenios y millones d e años, y son de difícil comprensión, i ncluso para lo s alumnos que
se encuentran en el pensamiento abstracto, pu es requiere de una representación
iconográfica, d e c aracterísticas cualitativas y pr escinde de referencias concretas (Trepat
y Comes, 1998; Cercadillo, 2002; Feliu y Hernández Sánchez, 2011 ). Esto implica
experimentar el pasado, presente y futuro como una noción socialmente co mpleja dentro
de las preconcepciones d e cada alumno, pe ro también se debe “ver la historia como un
puente entre el pasado, presente y posible, prob able y preferible futuros ” (Bateman y
Harris, 2007:5). La com prensión de esta noción se ve influenciada po r la formación
cultural del alumno y la ex periencia educativa.
La formación cultur al y la ex periencia educativa son elementos fundamentales en
la adquisición y uso del lengua je histórico, c omo también en la capac idad para
secuenciar eventos e ide ntificar aspectos d e c ada período (T a y lo r y Youn g, 2003). Pa ra
avanzar en la concepción ge neral del tiempo y p art icularmente en el tiemp o histórico es
importante el dom inio de las convenciones temporales y las unidades de medida del
tiempo (Feliu y Hernández Sánchez, 2011). Hasta principios del siglo XX, el tiempo
histórico se concebía como una cronología de secuenc ias de eventos históricos de
manera lineal, sin embar go, ahora se percibe el tie mpo cronológico como una mane ra de
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
73
situar los acontecimientos, mientras que el tie mpo histórico ex plica y analiza los
fenómenos y pro cesos de dichos acontecimientos (Heano, 2002).
El tiempo histórico consecue ntemente es una convención social al ubicar los
períodos de tiempo e n siglos, décadas e incluso la f echa de principio y fin de un
acontecimiento si se compara con los criterios o fechas d e otr as culturas o c iviliz aciones
(el calendario chino, el calendario maya , entr e otros), por lo cual dic has fechas no
siempre son aplicables p or igual en todos los países o culturas que no forman parte del
calendario gregoriano ( Viñao, 1994). C omo elemento i mportante del aprendizaje del
tiempo, la cronología juega un papel trascend ente en la o r ganización de fechas y
eventos en u n orden de o currencia, que l e da estructura y coherencia al aprendizaje de la
historia. Esto comprende la se cuenciación d e los eventos que d e be involucrar
discusiones sobre las relac iones de eventos y personas, y los “años lim ites” (Ta ylor y
Young, 2003).
Los años limites son l as unidades de estudio que informan al alumno q ue algún
evento y/o tend encia ha marcado una dife rencia antes de y después de , sellando de
algún modo el evento en la sociedad (Kaiser, 201 0). Como ejemplo de años limites se
pueden nombrar l a p rehistoria, l a edad media, l a inquisi ción, y l a mode rnidad, entr e
otros (Viñao, 1994; F eliu y Hernández S ánchez, 2011). Los años límit es permiten que el
alumno se ubique en unidades temporales cuantitativas que responden a fuentes y
narraciones cualitativas.
Sin embarg o, en la historia la fecha no es un nú mero. La fecha cobra rel evancia
según su ubic ación en el espacio-tiempo cronoló gico, lo cual genera un pro blema s obre
cómo s e pu ede estructurar un acontecimiento, el lapso de tiempo del acontecimiento,
como unir un tiempo o recrear ese tiempo, demost rando una pluralidad del tiempo
histórico (Viñao, 1994) . Esta comprensión d e ti empo histórico se gún F eliu y Hernández
Sánchez (2011) solo es p osible si se ha alcanzado el pensamiento abstracto y no a t ravés
de un aprendizaje memoríst ico. En resumen, l a noción del tiempo histórico s egún
Tay lo r y Young (2003:2 4-25) comprende:
• Ordenación de momentos en el tiempo;
• Agrupación de momentos de fechas específicas;
• Ideas i cónicas inm ersas en imágenes que r epresentan períodos específicos de
tiempo;
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
74
• Ideas claves sobre el cambio;
• La s cosas cambian en rangos variados;
• Los cambios son incitados por una variedad de factores;
• La s ideas del t iempo son susceptibles de variar a través de culturas de ahora y
el pasado;
• La s cosas pueden cambiar para mejor (“pro greso”) o para peor (“regresión”);
• El cambio puede ser intencional o no intencional;
• El cambio puede ser el producto de razones interactivas;
• No todas las cosas cambian una vez, algunas continúan (cambio-continuida d);
• El cambio es parte de la cadena de causas y conse cuencias.
El concepto d e tiempo en historia es primor dial, a pe s ar de l as p osibles
dificultades que puede enfrentar el alumno, pues el manejo de este concepto ay uda a
transcender las informa ciones y datos expresados en l as fechas y períodos. El concepto
de tiempo histórico s e convi rtiere en una her ramienta con ceptual qu e pe rmit e analizar
críticamente una realidad, un problema y fenóm eno social desde una multicausalidad a
través del enl ace entre p as ado-presente-posible fut uro (Prats, 2000; Heano, 2002; L im a,
et al. , 20 10). Para esto el alumno debe comprender las dimensiones del t iempo hi stórico
que Cruz (2007) desglosa en seis categorías (ver Cuadro 1).
Cuadro 1: Dim ensiones de tiem po histórico
Categoría Definición
La cronología -
Eras y
periodizaciones
Límite entre el t i empo histó rico y cronológ ico.
Establece secuenci as históricas según los criterios de la c om unidad
histórica.
Com puestas por razones hi stóricas y m í ticas del tiempo civ il.
Representan formas dif erentes de medir el tiem po: Calendar ios y eras
cronológicas.
Convencionalidad d e l a cronología.
Tiempos míticos
(primordiales y
escatológicos )
El mito prec edente de la hi storia com o ciencia (relato que pone e n
palabras una realidad diferente a la lógica, en vez de un contenido que no
es cierto).
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
81
relatos (por ej emplo cuentos), donde el alumno necesita emplear re glas, los que requiere
una m ediación, diagnóstico de solución, aplicació n de estrategias, proble mas políticos,
problemas de diseño, y dilemas. J onassen t ambién expl ica que la resolución de
problemas cuenta con cuatro di mensiones: estru cturación, complejidad, abstracción y
dinamismo.
La s dimensiones d e la resolución de problema s apoy an una construcción de
modelos mentales, comprometiendo a l alumno en la or ganización d e sus idea s,
conocimientos previos y la reconstrucción de su nuevo conocimiento, creando nuevos
modelos mentales de la realidad. La m ente humana t rabaja constru y endo modelos para
comprender su entorno, prim ero trabaja con imágenes, por ejemplo: cu ando aprende un
concepto que represente un obj eto concreto como “barc o”, pued e visualiz ar dicho
objeto, no obstante existen diversos tipos de barcos, de dist intos tamaños, para diversos
usos y de diferentes épocas his tóricas. De modo que un concepto concreto sencillo, para
ser “acomodado” en la mente, necesita de una clas ificación.
La a grupación se hace seg ún uno o varios atributos, la clasificación o incluso
buscar je rarquizar el concepto, la mente n ecesita organizar de est e modo la información
en representaciones co herentes (Ma yer, 2010). Estas representacion es se van
desarrollando h asta niveles de complejidad altos, que no solo invol ucr a conceptos
concretos como un Gale ón, s ino que puede ir más allá hasta comprender como y porque
se empleaban div ersas embarcaciones en la edad media. Esto incluso lleva a
comprender l as rutas m arítimas de la ed ad media y el concepto de l a e conomía o el
comercio de la ed ad media, dominando el alumno conce ptos umbrales tales como: el
timón de codaste , el apa rejo , las espadil las ; propios de un especialista del campo d e la
historia e incluso conocedor de la marina.
Pero e l manejo de c on ceptos umbra les o de palabras técnicas no son lo que
definen a un especialista en su c ampo de estudio, pues un marino que maneje los
términos técnicos de los barcos no es un histo riador, necesita “algo m ás”. Este “algo
más” es la capacidad d e comprender t ambién las culturas d e la época, la estructuración
de las mismas, qué rol t enían las diversas embarcaciones en cada cultura y épocas, y
cómo estas afectaron la h ist oria de la propia humanidad. P ara visualizar mentalmente tal
magnitud de concepto, por ejemplo, las rutas de comerc io en la edad media, n o solo
basta visualiz ar mentalmente un mapa con l as rutas comerciales, se necesita comprender
como funcionaba dicho comercio y po r qué se c rearon esas rut as. Por lo tanto, la mente,
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
82
para comprender un concepto abstr acto como el comercio en la edad media, ne cesita
generar modelos mentales.
Estos modelos mentales so n representaciones de ideas, conceptos, r ealidades que
construye la mente en s u interacción con el entorno para comprenderlo. Esto si gnifica
que la mente n ecesita construir modelos para aprender. J onnassen (2000, 2006, 2008)
afirma qu e el ser hum ano necesita construir modelos para al canzar cambios
conceptuales importante s, complejos y abstractos. P ara poder vi sualizar el modelo
mental de una persona se necesita qu e lo constru y a de manera concret a, del mismo
modo para ex plicar una idea, un suj eto debe construir su modelo mental para que otra
persona lo comprenda. Incluso, a v eces, es neces ario que el sujeto constru y a un modelo
mental de manera concreta y visual para qu e él mismo pueda comprender sus teorías
personales. Como ejemplo están los bosquejos, ma pas, esquemas, mapas m entales, entre
otros.
Jonassen (2008:680) expone la importancia del modelado para apo yar el
aprendizaje significativo en la educación:
• La construcción del m odelo es un fenómeno cognitivo natural. C uando se enfrenta a
un fenómeno des conocido, l os humanos naturalmente empiezan a construir teorías
personales sobre el fenómeno que lue go es representado a tra vés de model os.
• Modelar:
− Es esencialmente constr uctivista – constru y endo representaciones person ales de
fenómenos experimentados.
− Apoya la comprob ación de hipótesis, conjeturas, inferencias y un grupo de o tras
habilidades cognitivas importantes.
− Requiere qu e los aprendices articulen un razonamiento casual; las bases
cognitivas para el ma y or razonamiento científico.
− Es importante porque está entre l os proce sos cog ni tivos conceptua lme nte más
comprometido que se p uede r ealizar, lo cual es un predictor fuerte del cambio
conceptual.
− Resulta en l a constru cción de artefactos c ognitivos (externaliza m odelos
mentales).
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
83
− Cuando un estudiante construye modelos, ellos son dueños del conoci miento.
Sentirse propietario es importante para crear significado y construir conocimiento.
− Apoya el desarrollo de creencias epistémicas.
Así, se puede creer que se conoce algo; pero pa ra estar seguro de tener ese
conocimiento, construir, compara r y evaluar modelos l e permite a los alumnos
comprender, no solo su m odelo, sino que existen moldeos alternativos posibles. Poner a
prueba los modelos alternativos y el del propio a lumno es una actividad de modelado
que a yuda a comprobar hipótesis, y genera un a mbiente de análisis, refl exión y crític a
(Jonassen, 2008). En función de esto, se pueden definir dos tipos de modelos: mentales
o conceptuales consid erados modelos internos y l os modelos creados d e m anera física o
virtual, llamado m odelos externos, los cuales representan modelos mentales (J onassen,
2006).
Jonassen (2006, 2008), ex plica que los modelos tienen una r elación di námica y
recíproca, pues estos modelos internos presentan aquellos elementos necesarios para
construir modelos externos. Al m ismo tiempo, l os modelos externos construidos
permiten regular los modelos internos, suministrando las bases para el cambio
conceptual. Por lo tanto, los modelos mentales son representac ion es i nternas que
desarrollan de manera inductiva los sujetos pa ra razonar las c ausas de los sistemas
físicos. A veces estos m odelos resultan i ncompletos o fragmentados y p recisamente el
propósito principal del modelado es la construcción y revisión de la compresión
conceptual par a al canzar el c ambio conceptual. Así, los modelos mentales internos s e
benefician de la construcción de los modelos ex ternos.
Los modelos internos t ambién se benefician al contrastar enfoqu es difere ntes de
modelos ex ternos. Para contrastar y comparar dic hos mod elos, sean inte rnos (que deben
exteriorizarse) o externos, es necesario contar con herramientas que permitan al alumno
crear sus m odelos de manera visual y compa rar-contrastar. Dicho proceso a y uda
comprender que el mod elo interno puede necesi tar ca mbios y los modelos ex ternos
pueden ser empleados para comprob ar modelos rivales. Est e proceso es el centro del
cambio conceptual (Jonassen, 2006).
2.3.1.1.- Uso de modelos p ara el cambio conceptual
Para mejorar el proceso d el cambio conceptual se pueden emplear tres tipos de modelos:
teóricos, de datos y experimentales. S egún sus no mbres se pueden intuir lo que cada
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
84
modelo representa. En un ex tremo, los modelos teóricos representan elementos
abstractos o si stemáticos, y en el ot ro s e en cuentra el modelo ex perimental para
comprobar los modelos teóricos. Por lo cual, entre estos dos extremos de m odelos,
existe una variedad de modelos como físicos, representativos, sintáctico s e hipo tético
deductivo. Esta variedad de modelos se pueden a grupar en dos: m odelos cuantitativos y
modelos cualitativos (Jonassen, 2008).
Los m odelos cuanti tativos permiten repr esentar un fenóm eno a tr avés de
fórmulas, de manera brev e y ex acta. Por otro lado, los modelos cu alitativos no requieren
de fórmulas pero de igual mod o emplean el uso de información sis temática, como por
ejemplo m odelos sintácticos. Para Jonassen (2006, 2008) l os modelos cu antitativos se
benefician mu cho cu ando estos son acompañados por modelos cual itativos, pues
complementan el m odelo cuantitativo. Est e aut or ex plica que cuando los alumnos
intentan comprend er un problema desd e un solo enfoque y ese enfoque no transmite la
información conceptual que se desea resolv er del problema, a los alumnos l es cuesta
comprender el sistema que forma parte d el modelo construido. Por eso es importante
ayudarlos a construir su modelo cua ntitativo ac ompañado de su modelo cualitativo,
porque estos restringen y fac ilitan la constru cción de las representaciones cuantitativas.
En general se pu ede considerar que l a construcci ón de un m odelo cuantit ativo se
emplea más en el campo de las cienci as, como bi ología, matemática, físic a o química.
Pero para el campo d e las Ciencias S ociales se consideraría más i mportante la
construcción de modelos cualitativos. C uando se h abla de la construc ción de un modelo,
para Jonassen (2006, 2008) es más im portante que el alumno construya un modelo antes
que usar modelos preestablecidos. De manera explícita, para diferenciar entre un
modelo y a construido y uno construido por los alumnos, l as simulaciones de tipo
informativa sobre un hecho (pueden también considerarse una anima ción de una
realidad), es un mod elo p reestablecido que los al umnos usan para observar, pero no es
construido por ellos, ni pueden construir con él. Según como l o empleen los profesores
en el aula, este recurso apoyaría el aprendizaje conductista o cognitivista.
En el aprendizaje constructivo se deben emplear herr amientas que pe rm itan al
alumno construir sus m odelos mentales. En est e c aso como ejemplo, un laboratorio
virtual o micro mundos, incluso pueden ser simulaciones que faciliten una mayor
manipulación por el alum no. Para historia podría ser un museo donde el alumno elabore
una exposición. Sin emba rgo, el uso de modelos dependerá de l a cap acidad que t enga el
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
85
alumno para transferir lo que aprend e de la manipul ación de un modelo, a la teoría que
tiene sobre s u m undo real. Jonassen (2006) ex plica que la constru cción de modelos
mentales es mucho mejor que usar modelos mentales y a c reados, porque la construcción
del modelo implica bus car y descubrir element os que encajen, de ese modo se logra
representar una teoría, el mundo o, inclusive, ambos.
En el proceso de modelar, el alum no debe elegir ciertos c riterios que él mismo
establece. Los modelos pueden ser construidos incluso de manera física. Un típico
ejemplo en c iencias sería la maqueta de un volcán que, al mezclar dos elementos
químicos generan una “ex plosión de lava”. En historia podría ser la construcción de una
maqueta de un fuerte romano, pese a qu e su construcción puede s er divertida, una vez
construido no hay un r esultado “dramático” como en el volcán. Por otro lado, la
construcción de modelos basados en la tecnología ay udan a ejemplificar y si rven como
motor int electual para el cambio conceptual. En este senti do, es posible conseguir una
variedad d e ambient es de aprendiz aje constructivos, entre los que se encuentran los
simuladores, micromundos e hipermedias.
Con el uso de l a simula ción en la enseñanza de la historia se pueden dramatiz ar
acontecimientos, ubicar al usuario en una situación representativa, recre ar labores de
arqueología o se r historiador. La simulación de objetos en la historia es útil porque es
fácil de us ar, están dis poni bles en cualquier mo mento, se pueden usar en l a red y son
flexibles. Los recursos de simulación en historia son los juegos de estrategia,
reconstrucción virtual de objetos y/o escenarios his tóricos (Sánchez, 2004; Valverde,
2010).
Por su par te, los hipermedia en la enseñanz a de la hi storia son l a base de la
disciplina, pues esta em plea recursos como: grabaciones audiovisuales de un discurso
político, un periódico digital, epí grafe, monume nto, objeto arqueológico, fotos, entre
otros. Estos mism os medios son fuentes prim arias y se encuentran en formatos
digitalizados en la red y a y udan a iniciar a los alu mnos en el aprendizaje d e la historia a
través de la investigació n. P or otra part e, las h erramientas constructivas que se pueden
empelar en el aula de hist oria, e integran divers os medios digitalizados, son los wiki
cooperativos, blogs y bitácoras (Trepat y Rivero, 2010; Rivero, 2010).
Los ambientes de a pren dizajes constructivos impulsan el cambio concept ual a
través de la construcción de modelos sintá cticamente diferentes. Est os modelos
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
86
construidos por los alu mnos so n mediadores e ntre l a teoría p ersonal y l os objetos o
hechos de su mundo histórico (J onassen, 2008). Cuando los alumnos constru ye n
modelos para representar he chos históricos y comparan sus r esultados con los
historiadores, le s permite identificar discrepancias e ir afinando los suy os. De este
modo, la construcción y comparación entr e pe rspectivas diferentes en la hist oria, a yuda
a que los alumnos se r evisen y hagan ajustes nece sarios en sus modelos mentales
internos. Asimis mo, ésta construc ción de model os l es permit e mejorar el proceso de
cambio conceptual e involucrase mucho más en s u aprendizaje (Jonassen, 2008).
Cuando los alumnos se e nfrentan a un cambio conceptual confuso, a tr avés de un a
pregunta o problema compli cado, construir y e mplear un modelo les p e rmite predecir,
inferir, especular y hast a ex perimentar con di ch o modelo, a través de una autonomía
intelectual. Los modelos construidos por los alumnos son in dependientes del mundo y
sus teorías, haciéndolos autónomos . Así, los medios tecnoló gicos mediadores d el
aprendizaje e im pulsores del cambio conceptual se convierten en sencillas herramientas
de investi gación. Par a J onassen (2006) la construcción de m odelos hace que el alum no
se comprometa más con su aprendizaje y esto se debe a que:
a) Construir modelos es un proceso n atural de l a me nte. C uando un sujeto se encuentra
con un fenómeno o hecho desconocido, inst intivamente se plantea hi pótesi s y por lo
tanto constru ye su t eoría personal del hecho. Est o es un modelo ment al interno de
una realidad que intenta comprender.
b) Se puede afirmar que m odelar es absolutamente constructivo al construir un modelo
mental externo, mediado por un medio tecnológico.
c) Al querer formular u na teoría p ersonal, el mod elado s e p resenta como un ambiente
para compro bar hi pótesis , analizar resultados, h acer inf erencias, reflexionar y , en
general, desarrollar competencias.
d) Modelar requiere que los alumnos manifiesten sus r azonamientos, este es el
fundamente cognitivo para el cambio conceptual.
e) El proceso que m ás involucra al alumno de manera co gnitivamente conceptual es el
modelado, lo que lo convierte en una variable importante para el cambio co nceptual.
El cambio conceptual requiere de una reo rganización del conocimiento conceptual
a través de cambios r adicales en los model os o esquemas mental es, y puede
desarrollarse en un tiem po prolongado en el aul a de his toria. A pesar d e esto, si el
cambio conceptual depende de la tarea que se realiza en el aula para analiz ar hechos y
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
87
acontecimientos históricos, la constru cción de m odelos a y uda a crist alizar aquellos
conceptos que requi eren organizar o estru cturar, facilitando el proceso. P ara facilitar
este proceso se pu eden emplear herramientas tecnológicas que permitan construir
modelos m entales representativos e interpretativos generando fenómen os o hechos
físicos, visuales o lógicos.
2.3.1.2.- Herramientas mentales para el cambi o conceptual
Jonassen (2006) denomina herra mient as mentales a las h erramientas tecnológicas para
construir modelos mental es, pues funcionan como una herramienta de apo yo que aligera
el trabajo d el alumnado , para que este pued a c entrar s u pensamiento de forma más
productiva. De modo que a las herramientas mentales se l es asi gna el ro l de calcular,
almacenar y extraer información, mientras que el alumno asume la responsabilidad
cognitiva de id entificar y o rganizar p atrones de información p ara j uzgar y
conceptualizar sobre ello. Esto no quiere decir que re ducen el procesamiento de la
información, su objetivo es solo hacer eficaz el proceso de razonar. Por lo tanto, muchas
herramientas mentales s on de uso m uy generalizado y se pu eden emplear en di versas
área s del currículo por que fa cilitan el procesami ento cognitivo como herramientas
cognitivas.
La s herramientas cognitivas generan un ambiente de aprendizaje donde los
alumnos son estimulados a p ensar más sobre el tema o problema bajo estudio, que si no
contaran c on dichas herramientas. Porque, según Jonassen, sin las herra mient as
mentales sería m ás difíci l pensar profundamente , y a que estas facili tan el proceso de
aprendizaje, razonamiento y permiten el enfoque constructivo en el aula. La s
herramientas que se incluyen bajo este enfoque son “base de datos, sist emas de
expertos, herramientas de sistemas y pobla ción dinámicas, agentes que enseñan y
ambientes de manipulación directa” (Jonassen, 2006:22). Estas herra mient as m entales
ayudan a representar relaciones dinámicas y ca usales, generando apre ndizajes
significativos.
Engel, et al. (2010) recomiendan recursos tecnológicos que facilitan la en señanza
y el aprendizaje si gnificativo, porque estos ay udan en la actuac ión del alumno como
constructor d e su ap rendiz aje al diseñar sus representaciones, antes que ser un r eceptor
pasivo de los recur sos. Esto se debe a que, al trabajar el alumno en un modelo m ental a
través de un re curso d igital o t ecnológico, investiga y r ecopila i nformación para
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
88
construir s u representación mental. Est e p roceso de construcción “ex ige” que el alumno
aclare sus ideas, profundice en ellas y reo rganice sus p ensamientos a tra vés de la
información recopilada, resolviendo problemas, completando vacíos d e conocimiento y
aclarando in comprensiones. Este proceso le permi te g en erar nueva s ideas y teorías,
desarrollando la competencia investigativa.
La competencia investi gativa a y uda a los alumnos aproxim arse a s ist emas
complejos de conocimiento y plate ar hipótesis. E ste proceso consume m ucho tiempo al
elaborar a mano redes semántica s como una línea de tiempo de l os hechos en una
cultura, sin embargo, el us o de una herramienta i nformática a y ud a a h acer qu e aquellas
actividades que restan energía y tiempo, e incluso puedan distraer al alumn o, le
permitan c entrarse más en seleccionar la información histórica ade cua da pa ra crear
dicha línea. Al centrarse en la selección de la información, el alumno se invol ucra con
mayor f acilidad en oper aciones cognitivas más complejas, intentando comprender la
distribución de los dife rentes períodos de tiempo en una c iviliz ación y alc anzar e l
cambio conceptual de tiempo.
Este cambio se puede alcanzar a través de los recursos tecnológicos o
herramientas mentales, a y udando al alumno a involucrarse en exploraciones y
descubrimientos de su mundo, reconstruido artificialmente, y examinar sus modelos
mentales s obre dicho mundo . Huang , et al . (2010), pl antea la importancia de estrategias
de apre ndizaje qu e se alcanzan con herramientas tecnológicas. En el cuadro a
continuación se expone una adaptación de algunas estrategias para el área d e historia.
Cuadro 2: Estrateg ias de aprendiza j e constructivas con herramientas m e ntales o ambientes de
aprendiza je i nform áticos
Aprendizaje
situado
Es i mportant e que los alum nos aprendan d e situac iones reales, pero c om o
esto no siem pre es posible por razones de espacio, cost o, hechos del
pasado que no se pueden r epetir, o incluso por seg uridad, se pueden
emplear ambientes tales como museos virtuale s o microm undos de
culturas pasadas. Estas herram ientas ayudan que los alumnos tengan una
interacción directa con el c ontenido del aprendizaje en espac ios que
parecen r eales, con feedb ack m ul timodales com o visual , auditivo y/o
táctil. Este tipo de ambien te crea un sentido de pr esenci a que m otiva al
alumnado a procesar c ogni tivamente el material de aprendiza j e de for ma
m ás prof unda (Huang , et al. , 2010).
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
89
Juego de rol El j ueg o de rol ayuda a los alumnos a situarse en una realidad y
comprenderla mejor desd e la p erspectiva del p ersona j e q ue i m itan, un
hecho o acontecimien to hi stórico, o incluso el traba jo de un historiador;
como por ejemplo, identificándose con el rol del comisario de un museo .
En este sentido, un ambiente en 3D ayuda a mediar la exploración y
construcción en un ambiente de aprendiza j e que parece más rea l que una
herram ient a visual plana com o una página web.
Aprendizaje con
problemas
“El aprendiza j e basado en la r esolución de problem as ( ABP) intenta
m ej orar las debilidade s en la instrucc i ón didáctica a l motivar a los alum nos
a desarrollar la habilidad de pensamiento independ iente” (Huang, et al. ,
2010:1174). Las herram ientas mentales o in form áticas sirven para que l os
alumnos, en grupos pequ eños, puedan resolver un problema con la
intervención m ínima del profesor. Por ejem pl o, el uso de simuladore s u
organizadores gráfico s facilita la tarea de análisis y reflexión pe rmitiend o
observar un problem a cambiando v aria bles o desde dif erentes á ngulos,
sumerg iendo a los alumnos en un a m biente de exploración de los
constructos de l problema.
Aprendizaje
creativo
Para resolver problem as se requiere una correlación entr e el pensam iento
creativo y el aprendizaje c reativo. La i m aginación permite al alumno
visualizar ideas y conceptos nuevos para encontrar la soluc ión a l os
problem as ( Huang, et al. , 2010). Una herram i enta mental de visualización
ayuda al alum no pl asmar de form a visual sus ideas y reflexiones para
verlas con claridad y hacer los ajustes ne cesarios en su esquem a o modelo
m ental . En historia se trata de visualizar, a través de un mapa conceptual o
m apa mental, el desenlace de un even to que afecta la humanidad, como
por ejemplo la evolución de la especie humana. Esto facilita la resolución
de problem as en los alumnos, de manera creativa y sus dificultad es del
concepto tiempo (si glos, milenios, acon t ecimientos antes de Cristo y
después de Cristo ).
Aprendizaje
auto-regulado
El a prendiz aje auto- regulado es donde el alumno aprende a plantear metas,
seleccionar estrateg i as y a uto-ev a luarse . En este tipo de aprendiza j e el
alumno i ntegra sus conocim ie ntos pr evios y preconcepciones a una tarea
definida por el profesor, esto requiere una planific ación y fijar m etas. Las
herram ient as mentales o informáticas ayudan a que los alumnos realicen la
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
90
tarea y re flexionen b uscando alcanzar sus metas de aprendiz aje,
finalizando con una auto- e valuación. Esto se alcanza con facilidad al usar
redes semánticas u organizadores gráficos donde l os alumnos construy en
las diferentes f ases de la tare a, al com pararlas puede n observar como el
pensamiento va cam bian do a medid a que integran nuevos s aberes en su
esquema m ent al (Greene, et al. , 2010).
Debido a que en historia los problemas no tienen una so la respuesta como en las
ciencias, la im portancia de observar con las he rramientas mentales o informáticas el
proceso d e pensamiento, permite al profesor evaluar las ex plicaciones d e los alumnos
determinando si el pro blema histórico ha sido adecuadamente respondido, y a que
pueden ex istir m últiple s argumentos. La capa cidad de visualizar el proceso de
pensamiento del alumnado de manera con creta-digitalizada f acilita al profesor la
enseñanza de la historia, porque a yuda a ver dond e necesitan ma yor apo yo sus alumnos.
Lo visual en la hi storia, es tan importante como ver un experimento en la s ciencias, ver
crecer una pl anta d e un a semilla o una reacción quími ca, es t an importante como ver la
velocidad del desplazamiento de un objeto por su peso. Por l o tanto, en l a histo ria “ver”
los hechos históricos también es importante para comprenderlos.
Staley (2009) r esalta la importancia de lo visu al en la historia, tex to y sonido,
imagen y movi miento c ompiten entre sí, estos elementos dinamizan el mismo texto
escrito. Las palabras cobran vida sobre una pantalla a través de la s imágene s y
animaciones, de este mo do la hist oria cobra vida. Así, se busca que lo visual conecte
con aquella parte del c erebro que no oper a con el len guaje. Pues tanto gráficos,
esquemas como m apas, son portadores de inf ormación sofisticados y d ado que la
inteligencia visual y es pacial se encuentran en un mismo nivel que l a int eligenc ia
lingüística, los ordenadores pueden apo y ar estas int eligencias a través del canal visual.
La combinación d e lo visual con el t exto hac e que la h istoria s e vuel va más
representativa en sus estr ucturas, pues la simul taneidad permite un ma y or pensamiento
asociativo. Por ejemplo, en un organizador gráfico s e combinan no sol o l as palabras qu e
representan hechos históricos, s ino que pueden ir acompañados de im ágenes de esos
hechos, permitiendo, en una sola mirad a, identificar las partes más pequeñas que form an
un todo. Se gún Stale y (200 9) esta posibili dad q ue presenta el ord enador o cualquier
recurso tecnológico para expo ner lo visual y lo tex tual en una pantalla, son muy útiles
para descubrir las relaciones estructurales en historia.
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
97
través de descripciones e interrelaciones de los conceptos (Jonassen y Carr , 2000; Hong
Kong Curriculum Development I nst itute, 2001; Ca mpos, 2005; García, 2008).
En el proceso de la construcción de las interrelaciones, la capacidad de i ntegrar
una gran cantidad de información i nvolucra l a activación de ambos hemisferios
cere b rales, esto p ermite la construcción de abstracción . El or ganizador g ráfico facilita,
a través de se gmentos de conceptos manejables en imágenes o gráficos, el proceso de
relacionar los conceptos nuevos con las ideas e xi stentes. Esto favorece el aprendizaje
pues elaborar los gráficos exige que el alumno investigue de manera activa, así, el
recurso contribu ye a mej orar la comprensión de un tema o u n concepto (J onassen y
Carr, 2000; Hon g Kong Curriculum Develop ment Institute, 2001; Campos, 2005;
García, 2008).
La i nvestigación activa requiere m anejar y alm acenar una cantidad gr ande de
información que debe ser procesada p ara alcanzar el cambio con ceptual. Pa ra f acilitar el
manejo de tal cantidad de i nformación, promover el recuerdo, l a recuperación y
aplicación del conocimi ento en problem as nuev os, el or ganizador gráfico a yuda en el
procesamiento profundo del conocimiento, apoyando un crite rio de selección y
jerarquización (Jonassen y Carr, 2000; Campos, 2005; García , 2008 ). Bax endell (2003)
sugiere usar el organizador gráfico al iniciar y cerrar un tema o unidad aca démica y no
sólo para comprender un concepto.
La compre nsión del c oncepto re qui ere d e sis temas de pensamient os que
involucran el aná lisis y síntesis, los organizadores g r áficos facilit an este proceso al
identificar las “partes” de un “todo” representando l os conceptos de un área de estudio
(Jonassen y Ca rr, 2000; Hong Kong Curriculum Development Institute, 2001; Campos,
2005). C omo los sistemas de p ensamiento se emplean en todas las materias de estudio,
Baxendell (2003) afirma que es mu y út il y recomendable emplear de manera consistente
los organizadores g r áficos. Al ser consistente con su uso, los alumnos e mpiezan a
utiliz arlos de forma indepe ndiente como técnica de organización en otros á mbitos de sus
vidas y para resolver problemas.
La i dentificación y r esolución de p roblemas es un elemento importante en e l
desarrollo del pensamie nto, pues representa l a capacidad de descubrir situaciones
problemáticas e inda gar o investigar para r esolverlas. Al construir organizadores
gráficos se involucra en el proceso de resolución de problemas, ex presando de manera
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
98
visual diversos proceso d e resolución, la compara ción de estos permite esc oger la mejor
forma de r esolver un problema (J onassen y Carr, 2000; C ampos, 2005). Esta
comparación es im portante, Gar cía (2008) afirm a que el proc eso de cre ar, discutir y
evaluar cada o rganización gráfica es más importa nte que la herramienta como tal. Por lo
tanto, para promover la discusión, análisis y r eflex ión, el proceso de construcción a
través del aprendizaje cooperativo se v e favorecid o ya que el or ganizador gráfico a yuda
a que cada alumno visualice y comprenda las i deas de sus compañeros, o en grupo
transmiten sus ideas al resto de los compañeros (Campos, 2005; García, 2008).
Los or ganizadores gráfi cos son herramientas que proporcionan l a construc ción del
conocimiento y deben conta r con las sig uientes c aracterísticas (Bax endell 2003;
Campos, 2005; García, 2008):
• Simples
• Información va de lo general a lo
específico
• Expone ideas de manera visual (aunque
incluya texto)
•
Breves
• Integral (contener toda la información
necesaria)
• Lógico
• Busca y crea relaciones
Estas características ha cen más fácil el pro cesamiento de l a información y por lo
tanto la comprensión conceptual de un conocimiento y , facilita el cambi o conceptu al
(ver Fig. 1). Estas características se encuentran e n los diferente s tipos de organizadores
gráficos clasificados s e gún l a forma como or ganiza la i nformación en jerárquico,
conceptual, secuencial o cíclico (Hong Kong C urriculum Development Institute, 2001;
Baxendell 2003), o según su área de contenido (Bax endell 2003).
Independientemente de cómo se a grupen, l a construcción de todo organizador
gráfico debe seguir cinco pasos (Campos, 2005:34):
1. Identificar los términos y conc eptos, que van a ser relacionados en el tema.
2. Revisar la lista para completar o eliminar, en térm inos de importancia.
3. Agrupar elementos según relación/afinidad entre el los.
4. Organizar la estructura gráfica, estableciendo relaciones de inclusión y
subordinación, que ilustre las re laciones entre los términos (usando las
agrupaciones del paso anterior).
5. Evaluar el organizador gráfico en t érminos de claridad, consistencia y
veracidad de las relaciones. Hacer las correcciones correspondientes.
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
99
Un e jemplo donde se c omb inan las cara cterísticas de los org anizadores grá ficos al
aplicar los pasos para su elaboración (ver Fig. 1):
Fig. 1: Organizado r Gráfico para com prender el concepto tiem po entre siglo y m i lenio
El uso de los o r ganizadores gráficos benefici a tanto al alum nado como a
profesores. L os profesores pueden mos trar y explicar de forma sencilla l as relaciones
entre ide as y un contenido espe cífico, cómo los alumnos entiende n mejor las
explicaciones del profesor, generando ma yor ni vel de moti vación en la clase. El
profesor a yuda a sus a lumnos en la adquisi ción del conocimiento más fácilmente
planificando clases con ma y or y mejor interactividad. También actúa com o estrategia de
evaluación para evaluar a los alumnos en l a adquisición de conceptos u obs ervar el
proceso de pensamiento para a yudar los a id entificar sus errores y mejorar s u aprendizaje
(Hong Kong Curriculum Development Institute, 2 001).
Por otro lado, el organiz ador gráfico permite que comprendan cada con cepto de
un todo, sus relaciones, clarificar y or ganizar i deas. También a y uda a mejorar l a
memoria, comprender text os complicados al e xp oner las ideas en un organizador gráfico
para simplificarlas. Cuando se trabaja de man era coopera tiva, al intercambiar ideas por
medio de organizadores gráficos, los alumnos pueden reconocer y asimi lar diferentes
puntos de vist a (Hon g Kong Cu rriculum Development Institute, 2001). Y, para que los
organizadores gráficos s ean más e ficientes en el aula, los profesores de ben tomar en
cuenta las “tres Cs” de Baxendell (2003):
• Ser consistente : cr eando plantil las de organiz adores gráficos y establ eciendo un uso
rutinario de ellos en el aula.
• Coherentes : las etiquetas que s e emplean en su elaboración deben ser claras para
identificar con ma y or facilidad las relaciones ent re conceptos. Limitar el número de
ideas que se exponen en el organizador gráfico y mi nimizar las distracciones.
Tiempo
Siglos
Dimensión
de t iempo
Representan
cien años
Milenio Representa
mil años
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
100
• Encontrar form as creativas para integrarlo al aul a y usarlo durante todas las etapas,
así como las tareas pa ra la casa y los re pasos de e xámenes. Agregar imág enes,
porque el uso de texto acompañado d e una imagen a yuda a que el alumno haga
asociaciones vi suales ent re el concepto textual y l a i magen. T ambién implementarlo
con grupos cooperativos o en parejas, y a que el i ntercambio de i deas a través del
organizador gráfico mejora la reflexión.
De los tipos d e organizadores conceptual es que p ueden s er d e m a y or b eneficio en
la enseñanza-aprendizaje del concepto de tie mpo en la historia están el mapa
conceptual, mapa mental y la lín ea de tiempo . García (2008 ) considera que para
escoger el tipo de org aniz ador gráfico es i mportante qu e el profesor t enga claro cuáles
son los objetiv os que desean alanzar. Por eje mplo, si se desea qu e los alumnos
comprendan los conceptos sobre t iempo relacionados con milenios o siglos, se puede
elaborar un M apa Con ceptual o M apa M ental don de vi sualizar y r elaciona r l os cambios
de diferentes culturas que ex istieron de manera pa ralela en un mismo mil enio u observar
y relacionar las tácticas de guerra a tr avés d e l os s iglos, según las a rmas d e esas épocas.
Por otro lado, si lo que se bus ca es que los alumnos se ubiquen en p eríod os de ti empo
determinados, por ejemplo antes de Cristo y despu és de Cristo, para comprender mejor
la relación temporal, l a mejor opción de organizador grá fico que a yuda en esta
construcción conceptual, es la línea d e tiempo. A continuación se ex plicar án esto tres
recursos más a fondo.
El Mapa Conceptual y Mapa Mental
La idea ori ginal del map a conceptual fu e concebida por Novak en los años 60 como un a
ayuda al aprendiz aje significativo, porque fue colaborador de Ausubel. Mientras los
mapas mentales fueron t r abajados por Buzan en los años 70. Ambos tipos de m apas son
similares en cómo se co nstruyen, sin emb argo l os mapas mentales se apo y an sobre
todo en un elemento clave, como un tema y p rincipalmente en la imágenes (ver Fi g. 2).
Por otro lado el mapa conceptual trabaja con conceptos qu e se pueden exponer de
manera jerárquica (Campos, 2005; Villalust re y Del Moral, 2010) (ver Fig. 2).
El mapa me ntal es una buena forma d e inicia r u n nuevo tema en clase, pues el
objeto de estudio o análisis se m aterializa en una i mage n. D e la imagen central salen
ramificaciones de forma irradiada hacia otras i mágenes o palabras claves en ramas
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
101
Mapa mental de la roman ización de Hispan ia
Mapa conceptual d e la conq uista de
Hispania
Fig. 2. E j emplo de m apa mental y m apa conce ptual
superiores hacia ramas m ás sim ples de menor im portancia. Estas r amas so n iguales a las
estructuras de n odos que conectan inform ación e n los hipervínculos d e los hipertextos
facilitando la comprensión de un tema (Campos, 2005).
En la estructuración de la información el elemento más importante es la imagen,
estas fortalecen las asociaciones de ideas y conocimi ento, el pensamiento crea tivo y l a
memoria. De este modo se puede afirmar que l a palabra combinada con la i magen
fortalece el procesamient o de l a i nformación en el cerebro. El procesamie nto es por lo
tanto fortalecido por la r ecreación de la ima gen completa, el mapa mental, que sintetiza
una idea, s ustentada en p roposiciones verbales que son recordadas con ma y o r facilidad.
Para esto, se apo ya indudablemente en i mágenes, i conos cargados d e v alor semántico,
colores que representan códigos, letras de diferentes t amaños o tipos, flechas d e
diferentes grosores, entr e otros que sean convenientes. P or lo tanto es una estrategia
didáctica que a y uda a ca ptar de manera sintética e l objeto de conocimi ento haciendo uso
de ambos hemisferios, el hemisferio izquierdo, más l ógico y analítico con el derecho
que procesa mejor lo visual (Campos, 2005; Vi llalustre y Del Moral, 2010).
El mapa conceptual también se puede empl ear como estrategia di dáctica ,
ayudando a los profe sores a or ganizar el material de enseñanza y a l os alumnos a
aprender (Campos, 2005 ; Vi llalustre y Del Mora l, 2010). Como método a y uda tanto a
profesores como alumnos, a captar el significado de los materiales de aprendizaje, en
historia permitiría comp render numerosos relato s históricos alred edor d e un he cho o
evento, ejemplificando los contenidos de un área bajo estudio (Campos, 2005; García,
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
102
2008). Y cómo recurso se emplea para esquematizar un conjunto de significados
conceptuales que se encuentran dentro de una estr uctura (Tascón, 2004; Campos, 200 5).
Para que l os alumnos comprendan conceptos abstractos como “tiempo”, los
mapas conceptuales son repre sentaciones esp aciales de ideas e int errelaciones qu e
revelan una estructura significativa de cada alu mno, lo cual le a y uda a establecer un
aprendizaje in terrelacionado. De este mod o, se pres enta como una estrategia de
organización cognitiva q ue estructura el conocim iento. Es to se debe a que la mente se
encuentra estructurada de manera s emántica, del mismo modo que los nodos e ntre
conceptos del mapa con ceptual (Tascón, 2004; Campos, 2005; Villalustre y Del Moral,
2010).
Así, la construcción de un mapa conceptual permite org anizar nueva información
en estructuras de conoci mientos ya ex istentes, lo cual l a hace e fectiva como recurso
para visualizar el pensamiento y estructuras internas, representando un c onjunto de
significados con ceptuales. Asimism o, facilita una lectura co gnitiva tanto del
pensamiento del alumno como de un concepto nuevo. El mapa conc eptual ay ud a a
conocer l as ideas pr evias del alumno al i ntegrarla con el nuevo concepto, cl asificando y
generando jerarquías, lo cual crea un a fusión e ntre los conoc imientos pre vios y los
nuevos, presentando la habilidad para descub rir l a integración entre dos o más
conceptos que apa recen a la vista del alumno como in terrelac ion ados (Tascón, 2004;
Campos, 2005; García, 2008; Villalust re y Del Moral, 2010).
Para aprovechar al máxim o los mapas conceptuales es importante destacar qué
elementos los conforman y cómo se constru ye n. Los elem entos de un mapa conceptu al
son (García, 2008): a) E l concepto: este es deno minado por un nombre o etiqueta, es
una palab ra qu e desi gna un objeto de estudio o un acontecimiento. Existen conceptos
concretos, como la arquitectura romana y con ceptos abstractos, como el ti empo, que s e
encuentran e n la realidad pero no se pueden tocar. b) Las p alabras de enlace: son
preposiciones, adv erbios y palabras úti les para relacionar los con ceptos, como: para,
por, donde, entre otr as. Estas palabras de enlace permiten formular frases u oraciones
con un si gnificado ló gico para d escub rir la conex ión entre conceptos y comprender l a
interrelación de los mismos.
Dentro d e las palabras de enlace, c) la p roposición se realiza entre d os o más
conceptos. Estos se ligan por l as palabras enlace pa ra construir una sola unidad
semántica. Para visualiz ar mejor estos enlaces se emplean d) lí neas y flechas de enlace:
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
103
el uso de líneas es para l a unión entre conceptos, porque las palabras enlace establecen
las relaciones entre los c onceptos. Mientras en la s e) conex iones cruzadas se emplean
flechas. Las fle chas señ alan la con exión entre conceptos que pu eden estar en niveles
jerárquicamente dist intos pero se integran e n un solo conocimiento, pudiéndose
encontrar en diferentes segmentos del m apa, lo cual indica que tienen una relación
significativa (García, 2008).
La manera de construir l as relaciones en un mapa conceptu al es iniciarlo d esde un
área de cono cimiento f amiliar para los a lumnos. Para esto, s e debe ubicar el t ema,
identificar un trozo de t exto, un problema o un a pregunta que esté r elacionada con el
tema bajo estudio y del imit ar el área de conoci miento. Así se crea un contex to que
ayuda a establecer una est ructura jerárquica para el mapa conceptual. Cont extualizar un
mapa no tiene utilidad si no se ha formulad o una pre gunta de enfoq ue que le
proporcione ma yor valor al mapa. El mapa conceptual es un recurso para responder una
pregunta de enfoque, esto lo hace m ás rico. Es pr obable que al principio l os alumnos se
desvíen de l a pregunta enfoque al construir el m apa, la p regunta de enfoque es para
“enfocar” el problema que se desea resolver (Novak y Cañas, 2006).
Una vez planteado el problema, la pregunta de e nfoque y delimitado el dominio,
se procede a i dentificar l os conceptos claves, estos pueden establecerse p rimero en una
lista y ord enarlo desde el concepto general a los específicos, la función de la lista es
aproximar a los alumn os al conc epto para in iciar la construc ción del m apa. Los
conceptos de la li sta se van incorporando al mapa, algunos con ceptos se quedan en la
lista si no se le encuent ra una conexión con ot ros conceptos d el ma pa o no son
relevantes pa ra el concepto bajo estudio. L a con strucción de este prim er mapa a partir
de la lista es un mapa conceptual preliminar (Nov ak y Cañas, 2006).
Luego d el mapa preliminar se pasa a identificar si ex isten enlaces cruzados, estos
son clave par a observ ar s i los alum nos comprenden las relaciones e interrelaciones entr e
conceptos. En esta fase de construc ción ha cia el mapa “definitivo”, porq ue nunca está
terminado, l os alumnos deben comprende r que l os conceptos est án de alguna manera
relacionados. P ara iden tificar estas rel aciones es importante que empleen buenas
palabras de enla ce (Nov ak y Cañas, 2006 ). Por lo tanto para el mapa “final”, si es
necesario, se reacomoda n los conceptos para m ejorar l a estructura global generando
mayor claridad, esto se a lcanza luego de una f ase de indagación, reflex ión y evalu ación
del mapa preliminar.
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
104
La construcción de map as mentales y map as co nceptuales se elabora m ejor con
herramientas semánticas, porque permiten mover con ma yor fac ilidad los conceptos
junto con las f rases de enlace, o mover grupos de con ceptos cuando s e está
reestructurando el mapa. Incluso fa cilita cambiar el color del t ext o, enlaces y contornos
donde se encuentran los conceptos y , en el caso de los mapas mentales agregar
imágenes. Algunos re cursos que se encuentran disponibles en la web son:
CmapTools™, iMindMap6™ ( en 3D), popplet™, Mindj et™, Spicy n odes™ y
bubbl.us™. Estos recursos aligeran el trabajo de elaborar manualmente los mapas,
incluso facilitan corregirlos. También en los mapa s conceptuales y a elaborados en la
web, que se encuentran para el área de hist oria, se les está agreg ando i mágenes que
acompañan ciertos conc eptos, por ejemplo el desarrollo de la arquitectur a romana, se
comprende mejor si se l e agrega imá genes como dinteles, y el empleo de color a y uda a
visualizar mejor las jerarquías o relaciones.
La línea de tiempo
Para visualiz ar mejor l a s eriación d e un tiempo cronológico, el uso de la lí nea de ti empo
es l a herramienta más i dónea par a emplear en l a enseñanza de l a h istoria, porque es
importante alcanzar un sentido del ti empo. En historia se trabaja con fechas y estas
conllevan a un a constr ucción de un tiempo cronológico sobre l a d uración y/o
simultaneidad de hechos históricos. Las líneas de tiempo permiten seriar los eventos
históricos para que los alumnos puedan establecer causalidades y ex plicaciones de estos
mismos hechos (Trepat y Rivero, 2010). Por lo tanto, se trata d e aprender y co mprender
los sucesos relacionados con las fechas y construir nociones de m ulticausalidad, lo cual
es comprender de m anera compleja l a simultaneidad de hechos se gún sus múl tiples
causas, como el cambio, continui dad, otr as nociones tempor ales como proceso y
ruptura, y el man ejo de l as unidades d e tiempo cronológico tales como si glos , milenios
y otros (Equipo T I C d el Instituto Nacional de Formación Docente, 2012).
La s líneas d e ti empo s on una form a g ráfica o re presentación geomé tri ca para
representar, de manera ordenada, la cronología de hechos históricos. De esta forma se
pueden visualizar hechos y momentos históricos relevantes donde se i dentifican el
inicio y los fin ales de tales eventos (ver Fi g. 3) . P or lo tanto a y uda a “ relaciones de
sucesión y simultaneidad y la duración de los fenómenos y los intervalo s entre ellos.
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
105
Fig. 3: Ejemplo d e línea de tiem po m arcando el inicio y el fi nal de un evento
Así, se convierte en la b ase para l a elaboración ulterior de los fenómeno s temporales”
(Mattozzi , 1990:46) Esto permite observar con claridad la relación te mporal entre
eventos que se pres entan bajo enunciados breves, a compañados d e fotos, gráficos e
iconos que representan el o l os hechos (Mattozzi , 1990; Hong Kong Curriculum
Development Institute, 2001; Campos, 2005; Garc ía, 2008; Villalustre y Del Mor al,
2010).
Los eventos se colocan en un a líne a r ecta graduada en unidades de tiempo
apropiadas al he cho qu e se estudia, estas pued en ser: milenios, siglos, décadas, años,
meses, entr e otros; tamb ién se pueden usar las divisiones del tiempo: eras, períodos,
épocas, entre otros; incluso el us o temporal con vencional: a yer , ho y , ma ñana, antiguo,
moderno. Esta or ganización dot a de una e structura ló gica y se cuencial los
acontecimientos históric os bajo estudio. La exposición de e stos eventos de manera
visual facilita l a identificación de elementos principales como eventos, fechas
importantes, hit os, s ucesos o procesos históricos. También pr esentan la ventaja de
construir, a partir de una l ectura, los hechos y com prenderlos mejor, incluso comprender
mejor un tema a partir de líneas de ti empo di seña das po r ex pertos (Mattoz zi, 1990;
Campos, 2005; García, 2008).
De este modo, las líne as de tiempo diseñadas por expertos, o por el mi smo
profesor, se presentan co mo una estrategia de enseñanza para que los alumnos puedan
descubrir patrones y est ablecer relaciones entr e eventos y sucesos como un ejercicio
para aprender a us ar l as l íneas. Por otro l ado la const rucción de una línea de tiempo en
tareas colaborativas es un recurso o her ramienta qu e fomenta la refl exión, análisis e
interpretación conjunta y n egociación de los significados, lo cual favorece la
metodología constructiva en el aula (García, 2008; Equi po T I C del I nstituto Nacional de
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
106
Formación P rofesor, 201 2). La línea d e tiempo s e representa a t ravés de u na línea re cta
subdivida en unidades de tiempo, su construcción parte de diversas fu entes hist óricas lo
cual fa cilita “identificar los m omentos, recursos o eventos más i mportantes que
aparecerán en la línea” (Campos, 2005 :103).
Los p asos p ara construir la líne a son (Hon g Kong Curriculum Deve lopment
Institute, 2001; Campos, 2005):
1. Delimitar un tema o eventos en una fracción de tiempo específico.
2. Listar los eventos import antes a medida que s e hace l a investigación acompañados
con las fechas correspondientes.
3. Graficar la línea d e tiem po, colocar en l a línea el evento de ini cio y el ev ento final de
la l ínea de tiempo que se está estudiando para lu ego ubicar los eventos i ntermedios
en los espacios apropiados.
4. Los eventos se coloc an con enunciados o t í tulos ex plicativos, y pueden ir
acompañados de imágenes o gráficos.
5. Revisar la organización de l a línea par a asegurar la cl aridad y pr ecisión de la
información.
También se pueden elaborar lí neas d e t iempo múltiples o con ejes paralelos, esas
son dos o más líneas pa ralelas cu y a información necesita se r or ganizada, para luego
extraer conclusiones co mparándolas, para propo rcionar una con clusión breve sobre las
relaciones entre l os temas o eventos (Mattoz zi, 1990; Hong Kong C urriculu m
Development Institute, 2001). Ta ylor y Young (2003) consideran que el us o de líneas d e
tiempo compar ativas, multi-variadas, de c on ex ión local, desarrollos nac ionales e
internacionales son l íneas de tiempo que permiten ex poner niveles más altos de
sofisticación y complejidad histórica. Estos tipos de líneas de tiempo a y ud an a
comprender cómo e ra la vida de un determi nado grupo de person as en un m omento
dado de tiempo hi stórico. Por l o tanto se pu ede estudiar la sucesión como un concepto
de organización de h echos en el tiempo y la simult aneidad al identi ficar v arios
acontecimientos en un m ismo tiempo, este es un concepto que i ncluy e r elaciones
complejas de caus a y consecuencia (Equipo T IC del Instituto Nacional d e Formación
Profesor, 2012).
Así, tipos diferentes de líneas permiten alcanzar conceptu alizaciones dif erentes,
ayudan a desarrollar div ersos c ambios conceptuales y cruzar diferentes um brales de
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
113
del recurso es important e, para regular la enseñanza-aprendiz aje en el aula. Esto
involucra: aquello que se requiere de los alumnos, el mom ento y la frecue ncia con que
se emplea el recurso. Es ta información p ermite que el profesor determin e qué tipo de
ayuda necesit an su s alumnos y cuándo la deben recibir al usar los recursos tecnológicos
educativos (C abero, 20 04; Navia, Sil va, y Loz ano, 2007; Colomina, Ro chera, y
Naranjo, 2008).
Para C olomina, et al. (2 008) el rol del profesor en la evaluación de los r ecursos
tecnológicos educativos es fundamental, pues es él/ella quien debe ofrecer a y uda
cuando sus alumnos lo requieran al usar los recursos tecnológicos edu cativos, por lo
tanto, también deben hacer un seguimiento, así com o establecer la calidad de estos. Pues
es i mportante determinar qué es lo qu e hace de estos recursos tecnológicos
“educativos”, y qu e los alumn os aprendan al interactuar con ellos. Así, se puede decidir
la forma de incorporarlos: como entornos de investigac ión (simul adores, micromundos,
laboratorios virtuales, e ntre ot ros) o como herramientas de apo y o pa ra facilitar el
proceso del pensamiento (ejemplo: procesadores de palabras, bases d e datos, entre
otros) (Barberà y Badia, 2008).
La s h erramientas d e apoy o pu eden se r de utilidad, pero también se busca n en los
ambientes informáticos p ara el ap rendizaje constructiv o características que fomenten l a
investigación, J onassen (2006; 2008) llama estos dos t ipos de recursos h erramientas
mentales . Todas estas he rramientas tien en el fin de apo y ar el proceso de pensamiento y
fomentar el ap rendizaje y c ambio conceptual. Por otro l ado, C abero (200 4) considera
que deben se r mul timedias y t ener un a estructura no lineal. D e este modo, l a evaluación
de dichos recursos pueden ser vistos como una forma de i dentificar y valorar la
diversidad de apo y os ed ucativos, y de finir la inf luencia educativa h acia el alumno en
diversos momentos del proceso de constru cción del conocimiento (Mauri y Onrubia,
2008).
La ev aluación s e c entra entonces en identificar la calidad que dichos r ecursos o
herramientas mentales tienen sobre la calidad d el proceso d e enseñanza-a prendizaje. Se
busca identificar la
capacidad para transfor mar l as rela ciones entr e l os tres a gentes educativos,
principalmente, el p rofesor, y los alumnos y lo s contenidos invol ucrados en el
proceso d e enseñanza y aprendizaje y su consi guiente impacto sobr e el p roceso.
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
114
En seg undo lu gar, resp onde a su ca pacidad para transformar las prácticas de
educación habituales creando nuevos escena rios educativos cada vez más
variados, influ y entes y decisivos que se combinan con los y a exis tentes (Barberà y
Badia, 2008:30).
Esto involucra tres di mensiones en la evaluación de la calidad d e dichos recursos:
(1) int eracción con la t ecnología p ara la efectividad del aprendizaje; (2) sat isfacción del
alumno y del profesor; (3) acceso a los recursos (Barberà, Mau ri y Onrubi a, 2008). De
este modo, la evaluación de l a calidad de un r ecurso te cnológico como herramienta
mental, debe considerar tanto los asp ectos tecnológicos como los aspectos di dácticos-
pedagógicos (diseño inst ruccional e int eractivid ad) y l as interrelacio nes de otros
elementos (Mauri y Onrubia, 2008).
Los asp ectos did ácticos-pedagógicos involucran la reflexión sobre las pr ácticas
educativas al i ntroducir l as TIC en el aula (Barber à, Mauri y Onrubia, 200 8). Se pueden
alcanzar a t ravés d e l a evaluación parcial , donde se estudian determinado s elementos,
componentes o dimensiones de un tipo o v arios ti pos de capacidades o co mpetencias, un
aspecto del currículo, lo s cuales propor cionan elementos clave p ara un análisis; y la
evaluación global , qu e determina aspectos clave de un conjunto, cómo: curso, etapa,
desarrollo g lobal del al umno o dim ensiones personales del alumno, proceso de
enseñanza, entr e otros (Colomina, et al. , 2008; Escamilla, 2011). Estos aspectos no
serán an alizados en este estudio ya que se centra m ás en la selección de l os recursos por
los profesores y se interesa por los aspectos tecnológicos en el ámbito educativo.
Los asp ectos t ecnológicos invol ucran también aspectos didácticos tales como:
uso del recurso en el aula, la c alidad para p romover o adecuarse a l proceso d e
aprendizaje constructivo, significativo y cambio c onceptual, cómo los prof esores lo
emplean, ad aptan o modi fican en el aula, la potencialidad del recurso pa ra proporcionar
ayuda, y la dificultad o facilidad, que sirven co mo indicadores del proceso formativo
(Barberà, Mauri y Onrubia, 2008; Colomi na, et al. , 2008). Esto puede ha cerse a t ravés
de una evaluación de criterio , donde se comparan resultados d e un proceso con
dimensiones previamente establecidas y metas que se desean alcanzar. Por otro l ado,
también está la evaluaci ón normativa donde la comparación se hace en un grupo,
instituto, profesore s y recur sos educativos qu e actúan como un “conjunto” par a
comparar con ot ros alumnos, inst ituciones, profesores o recursos. Estas evaluaciones
pueden ser complementados con otras (Escamilla, 2011).
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
115
Dentro de l a evaluació n de los aspectos tecnológicos desde una perspectiva
didáctica, l os elementos i mportantes a tomar en cuenta son la interactivi dad, la teoría de
aprendizaje, que deter minará la interactividad del recurso con los alum nos y las
competencias que a yudarán a d esarrollar. E sto a g randes ras gos es el dis eño
instruccional de un r ecurso tecnológico. La inter actividad involucra la in teracción del
alumno o usuario con el recurso y s e pued en identificar: la flex ibilidad para presentar
información (texto, im ágenes, animaciones u otros) y las a y ud as que se ofrecen, lo cual
se refleja en la satisfacción general al usar el recurso (Cabero, 2004; C olomina, et al. ,
2008). P or otro lado, esta interactividad debe ap oyarse en un a teoría det erminada de
aprendizaje . Así se ti ene qu e la interactividad con un recurso conductista es menor que
la de un recurso con una base constructiva.
En este sentido , se t iene que los primeros recu rsos educativos tecnoló gicos s e
basaban en el conductismo, pero los adelantos tecnológicos han permitido que estos se
puedan diseñar desde un a perspectiva constructiva. Este recurso constructivo presenta
un diseño d e instrucción no lineal y un aument o del control por el al umno. Como
ejemplo se pu ede citar los hipermedias, mul timedia, sim ulaciones investi gativas y d e
realidades virtuales, y micr omundos. Son rec ursos que promueven las construcción
activa del si gnificado o el conocimiento, y a que el di seño instruccional constructivo
pretende generar espacios de construcc ión y es tos diseños instrucc ionales ante s que
agregar i nformación al conocimiento de los alumnos, buscan generar un c ambio
conceptual (Karagiorgi y Sy m eou, 2005).
Los diseños instruc cionales constructivos son un gran r eto para los dise ñadores
instruccionales, pues co mo herramientas co gnitivas a yuda n a los alumnos a interpretar y
manipular aspe ctos que s e encuentran involucrad os en un problema específico. P or l o
tanto son herramientas de visualiz ación para representar un problema, herramientas de
modelado, herramientas de apo yo y h erramientas para recoger y an alizar información.
Estos recursos aplicados en aprendizajes colabor ativo a y udan en la co-co nstrucción de
significados (Karagiorgi y Sy meou, 2005). L a diversidad de modelos que permiten
construir estas herram ientas mentales s e emplean también pa ra evaluar los
conocimientos y procesos de pensamiento de los al umnos, que suelen ser m ás profundos
al emplearlas (Jonassen, 2006).
Sin embargo, aunque s e desea llevar a los alumnos a un pensamiento más
profundo, C abero (2004) advierte que se corre el riesgo de confundir, si lo s alumnos no
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
116
tienen l os conocimientos previos necesarios, inclu so si el pro fesor no h a planificado l os
objetivos que lograrán alcanzar a través de dich o recurso. El ries go es que el alumno
puede desorientarse co gnitivamente o sufra una sobrecarga cognitiva. Para evitarlo es
importante evaluar el r ecurso antes de us arlo, de este modo se lo gra prest ar apo yo a los
alumnos en los momentos adecuados como andamiajes en el apr endizaje. Por lo tanto, si
se dese a que los alumnos alcancen un cambi o co nceptual en su aprendiz aje, se deben
emplear h erramientas qu e los ll even a desarrollar lo a través de problemas, ex periencias
y pro ceso de pensamiento (J onassen, 2006).
Por otro l ado, la resolución de problemas también busca desarrollar en los
alumnos las competencias . Precisamente, Florián, B aldi ris, y Fabregat (2009:55)
resaltan la importancia d e las comp etencias afirm ando que “son pro cesos complejos que
las personas ejecutan para poder resolver problemas y r ealizar ac tividades ”.
Consecuentemente d eben s er tomadas en cu enta en el m omento de evaluar los recursos
tecnológicos educativos. Para eso, los criterios de evaluación d e competencias en l os
recursos tecnológicos educativos son importantes y que los objetivos educativos sean
alcanzados a través de dichos recursos. Así, tomar decisiones educativ as de mejora
conceptual y pro cedimental benefician tanto a l os alumnos como a los profesores
(Zapata, 2010). Esto p ermi te aumentar el grado de sati sfacción tanto para alumnos,
como profesores, por l o cua l se de ben valorar diferentes elementos en los recursos
(Colomina, et al. , 2008).
En la evaluación d e los recursos, s ean estas a través de inst rumentos o t écnicas,
debe s er sustentadas en una o más teorías. La evaluación que se apo ya sobre una teoría
específica, a y uda a mejorar el us o del recurso en e l aula. Engel, et al. (2010) consid eran
que si el alumno recibe dicho apoy o por parte d el profesor, pu ede imp ulsarse más el
proceso de aprendizaje. En resumen, los recursos tecnológicos educativ os con más
potencial de transformación y mejora “son los que ocupan un puesto fund amental en la
manera en que profesorado y alumnado or ganizan su actividad conjunta en torno a los
contenidos y las tareas de a prendizaje” ( Engel, et al. , 2010:123). Así, la teoría de
aprendizaje m ultimedia busca precisamente asegurar que los r ecursos tecnoló gicos
educativos puedan alcanzar una buena c alidad didáctica a trav és del diseño inst ruccional
adecuado de dichos recursos.
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
117
2.4.1.- Teoría de aprendizaje multimedia
La calidad di dáctica de las T IC dependen de su diseño ins truccional, pues si el diseño es
adecuado para la cons trucción del conocimiento, el alumno pued e alcanzar el
aprendizaje significativo y el c ambio conceptual. Aquellas herramientas que a y uden a
los alumnos a modelar sus conocimientos serán las más aconsejables en un aula
constructiva, como los mapas conceptu ales q ue permit en a guiar el proceso de
investigación o un micromundo que se abre como ambiente de ex perimentación
(Jonassen, 2006). Estas herramientas mentales deben ge ner ar un cambio en la memori a
a lar go plazo para que tr anscurra el aprendiz aje: Sweller (2005a) resalta que este es el
objetivo principal de la instrucción.
De modo que una de las principales funciones del dis eño instruccional es asisti r al
alumno en alcanzar un a claridad y fluidez similar a los expertos, en la for ma d e pensar.
Si un profesor quier e qu e sus alumnos aprendan h istoria, debe ll evarlos a que piensen y
actúen cómo hist oriadores, de esto trata el cambi o conceptual y traspasar el con cepto
umbral. S weller conside ra que el cambio conc eptual se observa cuando el alumno ha
traspasado el/l os concepto/ s um bral/es al expresarse con la misma fluidez que un
experto al realizar un a construcción hábil del conocimi ento en el área de estudio. Est os
entornos de construcción de conocimiento transmiten información o se presenta n como
espacios que son su sceptibles de trans formar. Son dinámicos, dado que pu eden simul ar
aspectos espaciales y te mporales de s ucesos, hechos , fenómenos o actividades (Barberà
y Badia, 2008 ).
Este di namismo se apo ya en sistemas semióticos compl ejos que se enc uentran
organizados de manera formal en el r ecurso informático. Estos s istemas i nflu ye n en los
usuarios o alumnos que interactúan con ellos, tanto en la planificación de las acciones
como la interacción para que el programa r esponda a sus necesidades (Barberà y Badia,
2008). Dentro de este si st ema, se identifican tres potencialidades fund ament ales de los
entornos de aprendizaje (Barberà y Badia, 2008; E ngel, et al. , 2010):
1. Interactividad : conjunto d e acciones que el r ecurs o informático permite a l usuario.
Estas acciones p roducen cambios inmediatos en la pantalla del ordenador creando
un ambiente más a ctivo con la información. Los cambios pueden s er interpretados
como feedback o r etroalim entación. Estos feedback s estimulan al alumno a
reorientar sus acciones y cómo de form a recíproc a, esas a cciones producen cambios
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
118
en la pantalla. Así, el feedback es clave p ara dar lugar a ma y or interacción, con lo
cual el alumno puede co nstruir más s u conocimi ento. Por esto se puede observar
que en recursos con di seño instruccional conductista, las interaccione s van de
ninguna a una interacció n mu y baj a, mientas la i nstrucción constructiva tiene una
interacción muy alta y casi constante.
2. Multimedia: es la capacidad que tienen los recursos de disponer d e diferentes
sistemas si mbólicos, como el lenguaje or al, tex to, imágenes, animación,
movimiento de imágenes, lenguaje matemático, sonido, sist emas gr áficos, i mágenes
en 3D, pueden ser más según avance la tecnología. L os ob jetivos de estos m edios es
presentar y t ransmitir la información con ma y or fa cilidad al usuario o que éste
pueda interactuar y ver fácilmente su interacción e n el feedback .
3. Hipermedia: esta es una combinación entre l a multim edia y l a utili zación de l a
lógica hipertext ual al pre sentar y transmitir i nformación. Es una organiz ación
compleja de información a través de nodos conectados por enlaces o vínculos.
Dado que l a conexión de estos nodos se asemejan a la form a de pensar, l a
hipermedia contribu ye a facilitar el aprendizaje sig nificativo y mejora la
comprensión, sin embargo también puede generar confusión o un abordaje
superficial de la información. S i se comprende l a lógica, p ermite que cada alumno
recorra las rut as de info rmación o interacción s egún sus int ereses y necesidades
particulares.
Así, los hipermedias y multim edia pueden aumentar la interactividad en los
entornos de aprendizaje informáticos, y dado que el hi permedia se a po y a en los
multimedia, del m ismo modo la interacción depe nde de los medios de i nteracción. C on
el uso de los mul timedia y el apr endizaje a t ravés de éstos, sur ge la teoría de
aprendizaje multimedia , esta parte de la carga cog ni tiva. Así, los mul timedia bien
diseñados apo yan el aprendiz aje interactivo o const ructivo sin sobrecarga r la m emoria
de trabajo del alum no. Estos ambientes se basan en diseños instruc cionales para
alcanzar un aprendizaje significativo, su di seño instruccional brinda muchas
posibilidades de interacción, apo y ándose en d os o más medios para t ransmitir la
información. La teoría d e aprendizaje multimedia ha sido origina lmente propuesta por
Mayer (2001; 2005a).
Mayer (2005a) plantea unos principios multimedia que enfocan el uso de m edios
digitales, tales como el s onido, la animación u otr os, que se relacionan con principios y
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
119
objetivos educativos y di dácticos. Estos se rela cionan con el diseño instruccional de los
recursos T I C , por lo tanto es importante buscar en la enseñanza, modelo s educativos
que se ajusten a los procesos de aprendiz aje. Así, el m odelo educativo se v e reflejado en
el diseño instruccional d e los materiales educativos de t ipo mult imedia. Estos pueden
generar cambios tanto en contenidos como en estrategia s metodológicas, según la teoría
instruccional base, para desarrollar nuevas destrezas y cambios en las actividades del
aula (Salinas, 2004).
Los cambios están relacionados con el modo de presentar el contenido, l o que se
denomina dis eño inst ruccional , y para comprenderlo mejor es n ecesari o analiz ar los
principios del aprendizaj e mul timedia y sus mit os. Dado que los conocimi entos de las
estructuras cognitivas humanas se or ganizan en una arquitectura cognitiva, estos s e
procesan a través de las tres m emorias: sensorial, de trabajo y a la rgo pl azo (Sweller,
2005a; Latapie, 2007 ; Ma y er, 2010 ). En esta organización co gnitiva, la información
externa debe entrar primero por canales separado s que procesan material verbal (sonido)
y visual (text o, imágenes o animaciones), sin embargo, el cerebro solo puede procesar
una cantidad determinada de info rmación a l a vez . Cuando esta cantidad d e información
excede la capacidad de la memoria de trabajo, a t ravés de cualquier canal o cana les, se
genera una sobrecarga cognitiva en el alumno (Latapie, 2007).
Para no sobrecargar la memoria de tra bajo, cuy a misión es almacenar la
información y lu ego p ro cesarla, en el diseñ o instruccional d e un recurso se debe tomar
en cuenta la capacidad de dicha memoria de trabaj o. Tanto el diseño, como el empleo de
recursos, pueden influir positiva o nega tivam ente en el aprendizaje del alumno
(Guerrero, 2006). En la selección de un multimedia, S weller (2005a) resalta cinco mi tos
a tomar en cuenta en l a enseñanza-aprendizaje: Mi to 1: la instruc ción a travé s del
multimedia produce más aprendizaje que las clases recibidas dir ectamente de un
profesor en el aula o por otr os medios . Esto no siempre es verdad, inves tigaciones de
Sweller (2005a), y Hardin y Ziebarth (2000) afirman que los profesores p ueden preparar
a sus alumnos de manera exitosa empleando o no , uno o varios m ultimedia o software.
Por lo tanto, el aprendizaje se genera con o sin estos recursos, pues el uso de los
multimedia no produce ma y or aprendiz aje.
Dentro de este mismo orden de ideas se tie ne el Mito 2: s e cree que los
multimedia pueden moti var más que la enseñanza tradi cional y por end e aumentar el
aprendizaje . Sin embar go, los resultados de i nvestigaciones demostra ron que no
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
120
aumenta el aprendizaje. En algunos casos éste de crecía, porque los alumnos bajaban su
empeño en aprender, co nsideraban qu e e ra nece sario m enos esfu erzo. Esto se d ebió a
que el atractivo de l a i nfor mación aumentaba por el multi media. Al descubrir que la
motivación no ge nera ma y o r aprendizaje, se e nfocó l a atenc ión en indagar sobre el
apoyo pedagó gico de los multim edia, pues se pensaba se gún el Mito 3: que los
multimedia ada ptaban su instrucción a los diferentes estilos de apr endizaje . Esta
cree n cia se debía a la flex ibilid ad que prese nt a este medio p are el dis eño de una
instrucción, y a que todos los medios pueden ser empleados en una vari edad de estilos de
aprendizaje. S in embar go, esto tampoco es verda d, lo que demuestr a la in vestigación es
que se presenta como a poyo durante el aprendizaje y este apoyo se debe i r retirando
poco a poco (Sweller, 2005a).
El apo y o en el aprendizaje l leva al si guiente, Mi to 4: los multimedia q ue van
acompañados de un agente pedagógico activo (cómo un personaje ) aumenta la
posibilidad de aprendizaje en el alumno . Al estudiar su utilidad, se descubrió lo
contrario a lo esperado, el agente peda gógico ge neraba una sobr ecarga cognitiva en el
alumno. Por otro lado, los multi media con diseños inst ruccionales adecuados que
empleaban, de manera controlada, los agentes pedagógicos, alcanzaban los mismos
resultados que los que n o l o util izaban. Aparte de esto, la p ro gra m ación y diseño de
dicho agente peda gógico aumenta el costo del multimedia mucho más que exclu y endo
el agente pedagógico (Sweller, 2005a).
Por último el Mi to 5: el mul timedia permite que el diseño de instrucción pueda
diseñarse de tal manera que el alumno tenga el control de su aprendiza je, apoyándose
sobre una pedagogía por descubrimiento . No ob stante, se descubrió qu e esto no era
favorable en aquellos c asos donde el alumno no tenía los conocimie ntos previos
necesarios. Al mi smo ti empo, si no contaban con un apoyo, por parte del profesor o una
introducción previa, el multim edia no era útil. En los casos donde el al umno contaba
con los conocimientos básicos y s e le agregaba un agente p edagógico al di seño
instruccional, este tendía a interferir en el aprendizaje (Sweller, 2005a).
Los cono cimientos previos son un elemento a to mar en cuenta para el aprendizaje
constructivo, dado que el mismo aprendizaje s e construy e sobr e ellos. En este caso el
diseño de ambientes i nformáticos de corte constructivo debe suminist rar un espacio rico
dentro del cual los alum nos pueden negociar el significado. Estos espacios no pueden
estar fra gmentados com o se hacía con el diseño instruccional tradicional, más bien
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
121
deben ser un ambiente rico en información y ex periencias para los alumnos, donde
sientan la necesidad de cuesti onar sus concepciones “erradas” y s entir que el recurso los
puede apoyar en el proceso de reflexión (Kara giorgi y S ymeou, 2005).
Los ambient es que apo yan la reflex ión requiere n del aprendizaje colaborativo e
involucran una abundancia de herramientas menta les cu y os diseños instruccionales son
enfocados desde l a p erspectiva constru ctiva. P or lo cual no se puede esper ar que un solo
recurso tecnológico cub ra las necesidades del aprendiz aje constructivo. Estos recursos
deben permitir trabajar c on ejemplos de la vida rea l, ayudando el pensamiento reflexivo
y el modelado. También ayudarán a qu e los alumnos constru y an de maner a colabor ativa
sus teorías y articulen unas con otras (Karagiorgi y S ymeou, 2005). Es i mportante que
en estos ambientes const ructivos informáticos o herramientas mentales siempre se evite
la sobrecarga co gnitiva, evaluando los recursos d esde los principios multimedia: a) del
multimedia, b) la atención dividida y coherencia, c) la modalidad, d ) redundancia, e)
gestión del procesamient o esencial, f) prin cipio de coherencia, g) aprendizaje basado en
claves sociales, h) la animación e interactividad, y j) el principio de interacti vidad.
Según Fletcher y Tobi as (2005), el p rincipio del us o de multim edia se basa en
apoyar un tex to con i mágenes, tornándolo más eficaz que cuando se presenta sin
imágenes. Incluso cu ando una anima ción es acompañada con s u n arración, la r etención
es ma y or. Un ejemplo de esto sería acompañar la ex plicación de una reconst rucción de
una edific ación de una casa romana con n arración, o un text o explicativo de la casa
romana con im ágenes para apo y a r es a i nformación. Ma y er (2002) expl ica que la
presentación multi media (por ejemplo imagen con tex to o animación con narración),
motiva al alumno a construir un modelo visual de lo que se está apren diendo con el
modelo verbal del tema. Cuando se conectan las dos representaciones, l a visual con la
verbal en la explicación, se genera un proceso profundo de comprensión.
De modo que las representaciones multimedia que presentan información por do s
canales dife rentes (por ej emplo vi sual y auditivo) no generan una sobrecarga co gnitiva,
y habrá un pro ceso más profundo de comprensión que si se presentan las im áge nes con
el text o (ambas son procesadas por lo visual). No obst ante, aunque ha y una
comprensión profunda, Fletcher y Tobias (2005) advierten qu e a niv el de la aplicación
de habilidades, los mul timedia generan aprendiz aje significativos mu y bajos. Esto
coincide con el mito que ex pone Sweller (2005a) sobre el hecho de que lo s mult imedia
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
122
no produc en ma y or aprendizaje, y más motivación no es sinónimo de ma y or
aprendizaje.
Al desear aum entar el aprendizaje, al gunos dis eñadores instruccion ales han
indagado sobre la int egr ación de múltiples fuentes de información en un sol o ambi ente
de ap rendizaje, esto genera el p rincipio de la aten ción dividida . Este principio explica
que l a información que se presente en el mult imedia, sea tex tual o imagen, no se d ebe
dividir. Hacer el esfuerzo de int egr ar informació n de ambientes diferentes genera una
sobrecarga cognitiva en el alumno. Es importante, liberar las memori as de una carga
para que pu eda generarse el aprendizaje, evitando la atención d ividida (A y r es y Sweller,
2005).
La atención dividi da surge cuando, física o temporalmente, se presentan dos
informaciones de mane ra d ispar, por ejemplo texto y text o, o texto y ecu aciones
matemáticas, cada uno en pantallas dife rentes. Por e jemplo, un t exto que c ontenga
información sobr e la const rucción del panteón no puede ir s eparado de la descripción
geométrica del mismo, se debe hacer alusión a ella cuando se coloca en un apartado
seguido del tex to o la im agen. De modo que es i mportante evitar colocar la información
de manera dispar o colocar l as que se en cuentran separadas y ten gan r elación, en un
mismo ambiente (A yres y Sweller, 2005). En el ca so que se genere una atención
dividida, el aprendizaje se entorpece, y no bene ficia el aprendiz aje por de scubrimiento
como lo plantea Sweller (2005a), pues se crea una sobrecarga en la memoria de trabajo.
La s im ágenes juegan un pape l mu y importante en la c arga de la memoria de
trabajo, pues a partir de un texto , el alumno construy e un a representa ción superficial de
la cual ex trae la r epresent ación semántica para construir su propio modelo mental. Estos
pueden d esarrollarse d esde niveles b ajos como p r ocesos sensoriales hasta el más alto d e
la construc ción de un m odelo mental. Para movil izar los enlaces entre la información
verbal y la imagen, esta s deben ser activadas pa ralelamente en la memor ia de trabajo,
por eso es important e evitar la aten ción divida y generar una condición de contigüidad.
La conti güidad es favorecida p or el uso de los canales auditivo y visual, a y ud ando a
mantener la atención (Jamet, Gavota y Qua ireau, 2008).
Siguiendo con el uso del canal visual, surge el si guiente principio, el princ ipio de
modalidad . J amet, et al. (2008) afirma que las animaciones de objetos o movi mientos
son más efectivos que imágenes estáticas, por otro lado, Low y Sweller (2005 ) ex plican
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
129
primarias y s ecundarias (ejemplo, sitios web específicos pa ra hist oria) y ser un apo y o
para l a investigación y c omprensión de los h echos hist óricos (ejemplo: l as herramientas
mentales).
La investigación y comprensión de l os hechos hi stóricos involucra un proceso de
pensamiento constructivo, algo difícil de observa y evaluar, so lo s e pued e obs ervar bajo
un “conocimiento ej ecutor”, o se a, a tr avés d e la forma como el alumn o manipula la
información y sus ideas. Esto, según Karagiorgi y S y meou (2005), implica que se
requieren medidas de transferencias de aprendizaje. P or lo tanto, en la primera
evaluación de una h erramienta menta l, antes de su uso con los alumnos, debe ser
sometida a una evaluación inicial por parte del profesor , como primer paso para la
selección del recurso.
Para l a selección es im portante centrar la e valuación en una t eoría específica.
Karagiorgi y S y meou (2 005:22) ex plican que “el constructivismo es una teoría bi en
documentada del saber, aún no es una teoría de enseñanza bien documentada […] se
puede concluir también que el constructivism o no es una teoría de diseño instruccional,
más bi en es una t eoría de aprendizaje”. S in embarg o, un profesor que está evaluando y
seleccionando recursos TI C, busc ará característi cas en éste que apo y e n el aprendizaje
desde esta teoría. Estas características s on: a) que permitan construir modelos mentales
a t ravés de la ex periencia; b) que las t areas a realizar en esos ambientes de aprendizajes
se relacionen con la r ealidad; c) pres entar un espacio que a yude en la abs tracción; d)
diseño de inst rucción que permite el trabajo i ndependiente; e) posib ilidad de
transacciones instruccionales esenciales que se ad apten a una diversidad de sit uaciones,
lo que también implica que se pue da usar en diferentes temas o c ontenidos de la
materia. P or lo tanto, tod os estos elementos se r esum en en que el recurso basado en la
teoría constructivista permite un aprendizaje activo .
Aunado a estas caracterís ticas de diseño instruccional deseablemente constructivo,
también se escojan recursos con ot ro tipo d e estrate gia, si l a actividad así l o requiere.
Así, es posi ble en contrar recursos cu y o diseño i nstruccional no s e centra en un a sola
teoría de aprendizaje. Se gún Gros (2002) existen 60 mo delos diferentes, pero, a pesar de
esta cantidad de combinaciones, las dif erencias s on irrelevantes. Y no s e debe olvi dar
que el conductismo y el cognitivismo también tienen sus fortalezas (Karagiorgi y
S y m eou, 2005). Si el profesor trabaja con una sol a teoría de ap rendizaje en su aula, esto
es obra r d e forma no constructiva, porque se pueden emplear herra mient as
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
130
complementarias según los objetivos de l a activ idad de aprendiz aje que se t enga en
mente (Jonassen, 1999). Por ejemplo, para int roducir un tema nu evo, un recurso cu y o
diseño instruccional es r est ringido, secuencial e in formativo es m ejor. Luego, cuando se
desea pasar a la adquisición de conocimientos más avanzado, una herra mienta
constructiva es la más apropiada (Karagior gi y S ymeou, 2005).
La selección de un recur so requiere identific ar el tema o concepto po r des arrollar
y seleccionar un método o inst rumento de evaluación. También se puede hacer a través
de una revisión de la lit eratura sobr e evaluaciones de recursos o la consul ta con otros
profesores. Cualquiera que sea el m edio que esco ja el pro fesor, d ebe estab lecer criterios
que le ay uden a defini r qué e lementos deben ser evaluados pa ra considerar l a
información que recibe como úti l para sus fin es. Por ejemplo, Owings y Hofer (2008)
examinaron en su estudio diversas investi gaciones con el uso de l a tecn ología en l as
Ciencias S ociales y d escubrieron que l as investi gaciones presentaban muchas
limitaciones, especialmente a quellas que eran c ualitativas e involucraban el uso del
recurso y el seguimiento, lo cual hace que la inform ación en esos estudios no sea fiable.
En especial, estas invest igaciones cualitativas carecen d e destalles impor tantes e
incluso si dichos logros eran sostenibles como i nformación para us ar esos recursos. Es
importante res altar tamb ién que, p ara los profesores centrados en l a enseñanza de sus
alumnos, aunque ten gan en su aula l os sujetos de estudio, no pueden in vertir todo su
tiempo en diseñar un a i nvestigación, pues esto implica tener experiencia en decidir el
método de investi gación i deal, determinar los criterios o di mensiones d el estudio y
seleccionar uno o varios i nstrumentos y /o técnicas. S in embargo, si el profes or no quiere
involucrarse en un estudio de esta ma gnitud, puede de igual fo rma efectuar un a
evaluación ini cial para se leccionar un recurso, tant o solo o con un grupo de compañeros
o colegas. Para la s elección de los recursos los criterios de evaluación o di mensiones es
el punto de partida.
2.4.2.1.- Criterios de evalua ción o dimensiones
La ev aluación de los rec ursos necesita partir de una o varias teorías que sus tenten la
misma evaluación, lo cual le da sol idez a la evaluación. De estas mismas teorías puede
partir la selección de criterios de evaluación y /o dim ensiones. C oll, Mauri y Onrubia
(2008) expli can que par a evaluar la calidad del uso de los recursos informáticos es
importante centrar dicha evaluación en comprender las variables qu e generan los efectos
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
131
e impactos en la enseñanza apoyada por las T IC, su uso en el aula y como transforman
la práctica en el aula. Esto se debe a que en ocasiones el diseño instruccional de las
herramientas tecnológicas no s on aprovechad as por los pro fesores y, en el caso contario,
estas herramientas limitan y di ficultan las acti vidades. Una vez más, se resalta la
importancia de evaluar previamente el r ecurso antes de int roducirlo en el aula, y que
esta selección s e estable zca a partir d e un ins trumento con di mensiones o criterios bien
definidos.
Muchos t rabajos relacio nados con el uso de las T IC en el aula p resentan
dimensiones o criterios para la evaluación de los recursos, e i ncluso para evaluar
entornos de ap rendizaje en línea a través del e-learning. Las di mensiones para evaluar
estos entornos t ambién son út iles ya qu e al i gual que l os recursos, son ambientes d e
aprendizaje. A continuación se presentará en los siguientes cu adros (C ua dros 4.1, 4.2,
4.3, 4.4) las dimensiones o criterios de algunos tr abajos, (la disposición en el cuadro se
basa en las fechas y el orden alfabético de los auto res):
Cuadro 4.1: Cuad ro r esumen de di m ensiones, criterios o f actores para la e valuac i ón gene ral de
recursos tecno lógicos
Autores Dimensiones/C riterios/Factor es
Elissavet y Econom ide s
(2003) Elementos a ev aluar en el diseño de p antalla:
a) Carga Cog ni tiva
b) Percepción
c) Atención
Dim ensione s para ev aluar y m edi ción de actitudes de l usuario (a
través de la obs ervación):
1. Facilidad de uso
2. Eficacia de uso
3. Facilidad de record ar
4. Pocos errores
5. Placer de uso
Siragusa, Dixon y Dixon
(2007)
Modelo I DOL, dim e nsiones di dácticas:
• Análisis:
- Analiza a los apr endices
- Análisis del abo rdaje pedagóg i co/filosófico
- Análisis del con texto de apr e ndizaje
- Análisis de la m et a instrucc ional
- Análisis del ro l del educado r
• Estrategia
- Estrategia de d esarrollo de i n strucción basad a en la web y
de entrega
- Estrategia de d esarrollo organizaci onal
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
132
-
Selección y desarrollo de m ateriales instruc cionales
- Escribir y produ cir instrucción
• Evaluación
- Evaluación de d iseño y con ducta form ativa
- Revisión de l a instrucción
Barberà y Badia (2008) Dim ensione s:
1. Actividades de con strucción
2. Diseño instrucc ional para i ncrementar la part icipación
3. Niveles de inte ractividad
4. Impacto de la c alidad de la interacció n en el aprendiz aj e del
alumno
Coll, Mauri y O nrubia
(2008)
1. I ntera ctividad tecn ológica potenc ial
2. I ntera ctividad didá ctica potencial
3. I ntera ctividad tecn ológica real
4. I ntera ctividad didá ctica real
Liaw (2008) Satisfacción del u suario:
• Característica d e los aprendices (s atisfacción per cibida):
- Auto- efica cia
- Auto- dirección
• Factores am bi entales (util idad percibida) :
- Calidad del sis tema
- I nterac ción sinc rónica y/o asincrón ica
Mauri y Onrub ia (2008) - Destinatarios
- I dentif icación d el recurso
- Características generales de l diseño
- Com pone ntes técnicos
- Características de la información
Sun, et al. (2008 ) Algunos factores para la sat isfacción de los us uarios, se div iden en
seis dimensiones (ambiente s e-learning):
• Dim ensión Usuario:
- Actitud del usua rio hacia lo s ordenadores
- Ansiedad del us uario hacia el ordenador
- Auto- efica cia del usuario
• Dim ensión Tecnología:
- Calidad de la te cnología
- Calidad del I nt ernet
• Dim ensión Diseño:
- Utilidad percibid a
- Facilidad de uso p ercibida
• Dim ensión Ambiente:
- Diversidad de ev al uaciones
-
Percepción de la s interacciones d el usuario con o tros
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
133
Cuadro 4.2: Cuadro resumen de di mensiones, criterios o f actores para l a evaluac ión y m edici ón
de competencia s
Autores Dimensiones/C riterios/Factor es
Cabrera (2007 ) • Com pet encias a evaluar
• Objetivos de a prendizaje
• Valoración de las aportacio nes de los alum nos:
- Actividades
- Participación
- Feedback (re troalim entación)
• Transferencia : transferenci a entre lo aprendido a la vid a real
• I nt egración: de conocimien tos, habilidades y actitudes a otras
asignaturas y mom e ntos difere ntes
• Ev oluci ón: la pr ogresión de las com pete ncias que se adquiere
Cuadro 4.3: Cuadro resumen de di mensi ones, criterios o factores para la evaluación del cambi o
conceptual
Autores Dimensiones/C riterios/Factor es
Duit, et al. (2007 ) A. Facilitar la con s trucción del conocim ient o
B. Relevancia y significado de las experiencias de ap r endiz aj e
C. I nt eracc ión socia l
D. Motivando l a independenci a de los alum nos
Cuadro 4.4: Cu adro resum en de métodos para la evaluación de l a carga cog nitiva
Autores Dimensiones/C riterios/Factor es
Brünken, Plass, y Leutner
(2003) • Objetividad (Subjetivo y Objetivo)
• Relación caus al (Directa e I ndirecta)
Al examinar estos autores y las dimensiones, criterios o factores que han
seleccionado para sus estudios en l a evaluación d e re cursos, se observa qu e ex isten tres
dimensiones principales, estas son los aspectos in struccionales , la calidad di dáctica que
incluyen las compet encias, y la carga cognitiva . A continuación se expondrá l o que
cada una de est as dimensiones involucra en la evaluación de las herrami entas mentales
o recursos informáticos.
Aspectos instruccionales
Un buen diseño instruccional s e basa en el conocimi ento que se tiene sobre las
estructuras co gnitivas hu manas, s egún la o rganiza ción de la arquitectura cognitiva, esto
es im portante p ara asegurar l a efectividad del d iseño instruccional (Swell er, 2005a).
Así, partiendo de las estructuras mentales la instrucción se diseña para facilitar la
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
134
asimilación y p ara qu e s ean m ás e fectivos los refuerzos o feedback (P aredes, 2004). De
modo que el us uario o el destinatario es el centro de la instrucción en un d iseño basado
en la teoría constructivista (Karagiorgi y S y meou, 2005).
La s características de l os destinatarios o usuarios se deben t omar en cuenta dado
que sus ritm os y estilos de apre ndizaje, conocimientos previos y capacidades, son
individuales. Por esto se busca ajustar l as características del recurso T IC a las
capacidades del alumno y las comp etencias qu e s e desean alcanzar. Este a juste t ambién
se refiere al apo y o necesario que el profesor deb e ofrecer, pu es repercutirá de manera
directa en el desa rrollo de las competencias. To mando en cuenta estos elementos, los
recursos T IC deben responder a los perfiles d e cada alumno, adecuándose a sus
necesidades a trav és de actividades, estructura, e xt ensión y profundidad. Así, un buen
recurso TIC debe rá co ntar con contenidos d e calidad, ser veraces, actualiz ados,
organizados de m anera lógica, con conc eptos, v ocabulario y estru cturas gramatic ales
comprensibles (García Pascua l, et al. , 2004; Gue rrero, 2006; Fleitas, 2009; García,
2011). Si n embar go, si el recurso es constru ctivo debe centrar su dis eño ins truccional en
lo constructivo.
El diseño inst ruccional constructivista se basa en la resolución de proble mas, es
un espacio diseñado para resolver p roblemas. Puede presentar ambient es en que ocur re
un fenómeno a i nvestigar, hay “piezas” para const ruir o para asociar. L o que busca el
diseño i nstruccional de tipo constructivo es fac ilitar, estimular y recrear la complejidad
de la vida real. La m eta de este tipo de ins trucc ión es enseñar los procesos de
investigación que los ex pertos suelen usar cuando manejan tareas o problemas
complejos (Karagiorgi y S y m eou, 2005).
Para facil itar las instrucciones, se toman en cuenta elementos que son importantes
y facilitan la interacció n con el rec u rso, estos son: el di seño gr áfico, los colores,
distribución de elemento s t ales como im ágenes, t ext o, gráficos, sonid o, anim aciones u
otros. La s i mágenes no deben apa recer como un e lemento de estética, estas deben captar
la atención del alumno y transmitir de una manera rápida la informació n, también se
emplea como complemento, siempre y cuando no redunde l a inform ación. Si un
material t ecnológico pr esenta u n ex ceso d e im ágenes, esto pued e generar fatiga,
desmotivación o confusión en el estudiante por l o cua l es aconsejable evitarlo
(Guerrero, 2006).
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
135
Al hablar de image n siempre surge el interrogante sobre qué c olores pueden
motivar o no. Es acons ejable evitar emplear re cursos que combinan u n exceso de
colores, o fondos con colores fuertes cu yos contenidos se encuentran ex cesivamente
resaltados, pu es este genera fati ga visual. Así, s e aconseja recursos qu e emplean fondos
con tonos tenues y t exto oscuro. Sin embargo con los adolescente s s e puede encontrar
recursos que inclu y an colores vi vos, con altos contra stes entre el fondo y el contenido,
así mism o, los fondos son oscuros con textos claros. No se puede ol vidar que el color
debe estar po r encima d e lo estético dando prior idad m ás a la funcionali dad didáctica
del color (Guerrero, 2006).
En algunos recursos, la funcionalidad didáctica depende del tex to. Este no debe
ser mu y ext enso, s i es ex tenso y tiene varias opciones de recursos T IC, es pre ferible
escoger el qu e presente el texto en dos columnas , con pá rrafos cortos y q ue contengan
una sola ide a, evitando el cansancio visual. Si el t ema s e comprend e mejor con recursos
visuales, es preferible escoger aquellos cu y o te x to solo es un acompaña nte de las
imágenes (Guerrero, 2006). Cuando la s imágenes son acompañadas de narración o
algún sonido, esta d ebe tener una inten ción didáctica. El uso de la música puede crear
una imagen abstracta relacionada con los sentim ientos, y en caso de que el sonido sea
una narración, está sirve para romper con la monotoní a de un contenido.
Sin embargo, el soni do t ambién puede ser un dist raer y sob recargar l a mem oria de
trabajo, por l o t anto se debe presentar en cantidades pequeñas y relacionadas con
imágenes, ya que puede ser tan important e como los elementos gráficos (Paredes, 2004;
Guerrero, 2006). No obs tante, exist e desde mucho un debate sobre lo que se debe o no
incluir en el diseño i nst ruccional s egún M ull er, et al. (2008). Incluso, se ha
argumentado que el m aterial y el medio deben ser interesantes y relevantes para motivar
al usuario a aprender , ot ros consideran que l a información so lo debe estar relacionada
con los r esultados del aprendizaje. P ero la infor mación no es lo úni co i mportante del
diseño instruccional, también lo es la interactivi dad.
La inter actividad la definen Engel, et al. (2010) como la capacidad que ti ene el
recurso tecnológico de permitir una relación acti va con la información. Los recursos
interactivos se dividen en: dinámico : l a capacidad que tiene el recurso tec nológico par a
comunicar la i nformación en el transcurso de un tiempo, represe ntando aspectos
temporales de l as activi dades, suc esos, hechos o fenómenos. Formal : procedimiento
preciso, en un orden det erminado para pod er int eractuar con el ordenado r y respetar la
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
136
representación de la información. Esto involucra el acceso a la información, su forma de
representarla y la posibil idad de inter actuar con el recurso. El control d e l a interacción
con el recuso motiva al alumno y cautiva su inte rés ( García P ascual, et al . , 2004), esto
se o btiene a través de l a transfere ncia del cont rol sobre el recurso TIC al us uario,
fomentando el aprendizaje autónomo.
Para el aprendizaje autó nomo el control debe f acilitar l as acciones de a vanzar,
retroceder, recibir más i nformación, identificació n del sitio donde se encuentra, a y uda,
escoger un a opción, dar una respuesta e incluso poder abandonar la sit uación didáctica
cuando s e de sea (Paredes, 2004). Ta mbién la int eracción debe tener características
amigables, donde la n avegación e i nteractividad no crean demasiad o esfuerz o o
limitaciones. Esto genera una satisfacción, la cual es importante para mejorar las
experiencias educativas de los usuarios (Sun, et al. , 2008). Si la int eracción entre
usuario y recurso es fácil, la calidad didáctica puede aumentar.
Calidad didáctica
En la calidad didáctica se encuentran varios elementos a considerar, como l o son el
objetivo, el contenido, la moti vación, las posibles actividades y evaluaciones. Para tod o
profesor el objetivo es u n punto de partida en la organización de un a cla se pues éste
guiará el proceso de enseñanza-aprendizaje, y en el recurso TIC determina rá su utilidad
didáctica (Pa redes, 2004; Guerrero, 2006). C omo el enfoque d e aprendiz aje determinará
los objetivos y el tipo de aprendiz aje qu e se espera a lcanzar, debe estar claro qu é
herramienta TIC se p uede emplear para alcanzar los objetivos y desarrollar
competencias. P or ejemplo, un recurso que fom ente el aprendizaje constructivo como
una herramienta ment al, debe permi tir una in teracción para promover el desarrollo de la
competencia investigativa.
Para la competen cia del tratamiento d e la infor mación y la competenci a di gital,
los contenidos en los re cursos T IC de la w eb son de suma importancia en historia pues
pueden ser fu entes pri marias como secund arias. Así, l os contenidos deben ser
excelentes en su calidad didáctica, y si no están adaptados al currículo, entonces el
profesor debe adaptarlos. En l a selección de estos recursos, el profesor de be buscar que
estos cumpl an con algunos elementos m ínimos, esto s, s egún Gue rrero (20 06), pueden
ser: a) i nformación distribui da en un orden lógico; pued e ser de tipo jerárquico,
partiendo de lo más sim ple a l o más complejo. Sin embarg o esto es bastante difícil en
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
137
los hipertextos, po r l o cual b) la información debe rá poder conse guirse con facilidad. El
contenido debe permitir c) una lectura fácil, reco rdando que la memoria de trabajo es
limitada, la información se pu ede pres entar en un idades peque ñas pero no
extremadamente cort as, para evitar l a sensaci ón de no haber conse guido nada y
desmotivar al estudiant e. Por último, d) la inform ación deb erá ser funcional, práctica y
presentada de manera estética para que sea atra y ente y motivadora.
También se sugiere que el recurso presente enl aces a ot ros si tios y fuent es de
información relacionadas al tema qu e se investiga , para o btener información adicional,
esto fomentará l a comp etencia de tratamiento de información di gital. Si se busca un
recurso que extienda el modo de actu ar en clase, es importante i dentificar si cuenta con:
ejemplos; preguntas si gnificativas; ejercicios; pr oblemas que indiquen actividades de
análisis, reflexión, desarrollo y solu ción (Guerrero, 2006). Si el material no cuenta con
algunos de estos element os, el profesor pu ede compensarlo generando actividades en el
aula con los alumnos.
La s actividades deberían también fomentar la autonomí a, ini ciativa y en ge neral
proporcionar her ramientas cognitivas para pot enciar el aprendizaje del alumnado
(Fleitas, 2010). Com o se observa, la calidad didáctica es un factor de evaluación
complicado al seleccionar un recurso T I C , porque las teorías de aprendizaje determinan
su uso (Elissavet y Eco nomides, 2003). Cuando se aborda la cuestión del u so de l a
teoría de apr endizaje en ambientes de aprendizaje informáticos, e l diseñador
instruccional deb e conte star a la p regunta de cómo se puede a yudar a los usuarios a
aprender. La eficacia de la ay ud a debe variar según la n aturaleza d e la función del
momento en que se propicie (Coll, 2010).
La s ayudas que se le propicien al alumnado a través del diseño instrucc ional
deben pe rmitir acciones que se basen en p atrones de actuaciones tales como generar
“preguntas, re spuestas, interpretaciones, directrices, e xpl icaciones, demostraciones,
valoraciones, invit aciones a l a acc ión” (Coll, 2010:44). Estas están vinculadas a l as
funciones de las com petencias básicas qu e dependen de estrategias educ ativas
adecuadas a la edad. Es to l leva al segundo elemento en la calidad didáctica que está
formado por la estructura y la motivación . L a estruc tura de un recurso tecnológic o
depende de la programación de las estrategi as que se presenta a través de la
interactividad. P ara la ad quisición de las estrate gias, Velilla (2008:82) res alta una doble
característica:
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
138
- Por un lado deben ir orientadas a la consecución de las finalidades-competencias
básicas (al menos, en el ámbito que le corresponde a las Ciencias Sociales).
- P or otro, estas estrategias deben se r los ejercicio s mismos d e esas competencias.
De tal forma, que la participación en las m ismas formen al alumnado en esas
capacidades para la adquisición de las cuales está aprendiendo.
La estructura define la naturaleza de la instrucción y por otro l ado, la motivación
puede estimular al i nformar al usuario qu é es lo que va a alcanzar al finaliz ar el uso de
dicho recurso. El terce r elemento es el contr ol por p arte del usua rio sobre la
interactividad (Eliss avet y Economides, 2003). Este control se refiere a que la
interacción que p ermita l a TIC o l a her ramienta mental, entre ma yor inter acción, ma y or
control ti ene el usuario, y puede al canzar m a y or proceso mental. Así, por ejemplo u n
recurso como el mapa c onceptual a y uda a los alumnos en la clasificación jerárquica,
ordenar, si ntetizar y analizar como pro ceso b ásico. También puede gener ar fo rmas d e
razonamiento inductivo, deductivo e hipot ético, incluso alca nzar procesos superiores
tales como resolución de problemas y tom a de decisiones. Por su parte, VIRGO 1.0
puede permitir que el alumno tome decisiones, d esarrolle su creatividad e inventiva en
los procesos superior es de pensamiento como ta mbién desarrollar procesos básicos y
formas de razonamiento.
De este m odo, un instrumento o técnica de ev aluación de recursos T I C para la
educación deb e incluir los componentes de l a tax onomía de los proc esos mentales (ver
Cuadro 5). Así cuando los usuarios son más capaces, la int eracción les permite
desarrollar m a y ores ni veles de competencia. Si el control lo tienen los usuarios también
permite adaptar algunas diferencias, facilitando el manejo de la información.
Cuadro 5: Taxonom ía de lo s procesos m entales y niveles de razonamiento seg ún su com pl ejidad
Procesos básicos
•
Observación
•
Com paración
•
Relación
•
Clasificación sim pl e
•
Ordenamiento
•
Clasificación je rárquica
•
Análisis
•
Síntesis
•
Evaluación
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
145
Satisfacción
La satisfacción r elacionada al uso de un r ecuso se debe a que el usu ario se si enta
satisfecho con el, para esto, el estudio de Liaw (2008) se centra en el usuario como
evaluador. El i nstrumento es un Modelo de Uso en Tecnología, ll amado 3-TUM (según
sus siglas en in glés). El modelo pr esenta una tri ada entre una teoría co gnitiva social,
teoría del comportamient o planificado y un mode lo de tecnolo gía aceptada. El estudio
diseña un instrumento con Escala Likert que mide las actitudes individuales y así
identifica la satisfacción, con una escala que va desde (1) fu ertemente en desacuerdo a
(7) fu ertemente de acuerdo. Así, los ni veles de características individuales y el sistema
de calidad evalúan cómo las característ icas indi viduales y el sistema de calidad influye
en los componentes a fectivos y cognitivos. Es i mportante identifica r la satisfacción que
un usuario tiene sobre un rec urso porque si dicho r ecurso le agrada, habrá ma y or
posibilidad de mejorar el aprendizaje.
Construcción de conocimiento
Para medir el aprendizaje a t ravés del uso de ambientes, recursos TIC o herramienta
mental, J onassen (2006) presenta una he rramienta sencilla con t res niveles de
evaluación. Di cha propu esta se divide en dimensi ones con su s rúbricas para realizarse a
través de la observación:
Evaluando la cons trucción de conocim iento
• Observación y reflexión
• Interacciones de los aprendices
• Originalidad de las interpretaciones
• Curiosidad/interés/perplejidad
• Constru y endo modelos mentales y constru y endo significado
Evaluando Auto-Regulación
• Planteando sus propias metas
• Regulando su propio aprendizaje
• Aprendiendo cómo aprender
• Articulación de metas y enfoques de actividad
• Uso de herramientas mentales para apo y ar las met as de aprendizaje
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
146
Evaluando Colab oración
• Interacción entre aprendices
• Interacción con personas fuera de la escuela
• Negociación social
• Distribución de roles y responsabilidades
Por su lado, Florián, et al. (2009) presentan una tabla que ex pone la taxonomía
de los tipos d e evaluación que se pueden uti liz ar para medir la adq uisición de
competencias (ver Tabla 1):
Tabla 1: Taxonom ía de nue vos tipos de evaluac iones para m edir las com petencias en el pro ceso
de e-learning
Nombre de la
evaluación
Definición
Evaluación
sumativa
Después de un período de trabajo, el alumno presenta un test o prueba que
el profesor r evisa y c oloca una nota. La m eta de l t est es resum i r el
aprendiza je del tema o m at er ia.
Evaluación
Formativa
Se considera una evaluación “formativa” cuando el feedback o
retroalimentación de las actividades de aprendizaje se usan para adaptar la
enseñanza y al canzar las necesidades del alumno quienes toman el control
de su propio aprend izaje.
Evaluación a
través del
Portafolio
La evaluación con el portaf o lio resalta y coloca en evidencia el proceso de
aprendiza je com o una demostración activ a del conocim iento. Se usa para
evaluar el proceso de apre ndizaje y sus r esultados. También motiva a los
alumnos a i nvolucr arse en su e valuació n, su i nteracció n con otros alumnos,
profesores, padres y u na co munidad m ás amplia.
Autoevaluación
Es una evaluación donde los alum nos hac en j uicios sobre su propio trabajo.
Los alum nos critican su propio trabajo y generan j uicios sobre s us
fortalezas y debi lidades.
Evaluación de
pares
Los alumnos evalúan el trabajo de ot ros alumnos, tanto formativo como
sumativo.
Feedback de 360
Grados
Es un feedback que viene de lo que hay alrededor del alum no. El nombre
hace referencia a los 360 grados alrededor de un círculo. El f eedback es
presentado por subordinad os, pa res y pro fesores. Tam b ién incluye una
autoevaluación y , en algunos casos, un feedback de fuentes externas.
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
147
Evaluación de
Com petenci as
específicas
Se r elacionan directamente las com petencias e specíficas a ocupaciones
específicas, y s e enfocan en el “conocer” y el “hacer ”. Las competencia s
individuales son un t ipo par ticular de com pe tencias específicas.
Evaluación de
Com petenci as
Transversales
Estas afectan varios cam pos y son transferibles a un a multit ud de funciones
o programas de entrenam iento. Se enf ocan en el “d eber ser”. L os tipos
especiales de com pet encias transv ersales son las com pet encias
colaborativas. Estos permiten a un grupo de individuos realizar un trabajo,
y el resultado es el esfuerzo com ún y la cohesión hacia el logro de una meta
común.
Fuente: Tabla ex t raída de F lorián, et al. (2009 :56)
Por últ imo, para la evaluación de conocimientos, Zapa ta (2010) propon e dos
tipos de evaluación en l a red u evaluación on-li ne , cuando los alum nos están
trabajando con los recursos:
1 La ev aluación colaborativa: incluye debates virtuales, foros y grupos de trabajo.
En realidad se centra en evaluar el recurso des de la producción que hacen los
alumnos al usar dicho recurso.
2 La ev aluación interactiva por su pa rte es una pr oducción i ndividual. Igual que l a
anterior s e fundamenta en evaluar el r ecurso a través de lo que el i ndividuo puede
producir.
Estas dos evaluaciones, aunque se apoyan en la producción del usuario con el recurso,
no significan que se evalúe a p artir del p roducto final, se refi ere a qu e se evalúa el
proceso a partir de lo que se va produciendo con d icho recurso.
Carga cognitiva o carga de trabajo
Paas, et al. (2003) sugieren para medir la c arga cognitiva, el uso de un cuestionario o
múltiples escalas de difere ncial semántico que indican el nivel de car ga co gnitiva
experimentada al usa r el recurso. El cu estionario o la escala ayudan en la
autoevaluación de l os pr ocesos cognitivos. Aunq ue esto puede p arecer cuestionable, los
usuarios son capaces d e p untuar su carga m ental percibida. Estas escalas i ntentan m edir
el esfuerzo mental, f atiga y frustración, que s egún Paas, et al. presentan una alta
correlación, y son s ensibles a las diferencias relati vamente pequeñas d e carga cognitiva.
Estos instrumentos son válidos, fiables y no intrusivos.
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
148
Como instrumento fiable, Kalyuga y Plass (2009) también proponen el uso de la
Escala Likert en este caso de nueve puntos, desde (1) extremadamente fáci l p asando por
(5) ni fácil ni difícil finalizando con (9) ext remadamente difícil. Sin embargo, as eguran
que no ha y un a escala ab soluta y que estas deben ser m u y s ensibles para m edir l a car ga
cognitiva relacion adas c on el diseño de la interfaz. C ómo técnica, se puede emplea r l a
doble t area, ésta consiste en que el usuario, al est ar util izando el recurso se le pide que
realice una tar ea secundaria sencilla, al m ismo tiempo esta debe afectar el sistema de
procesamiento d e l a m emoria de trabajo que está comprometida con la tarea principal.
Como ejemplo puede s er: cliquear con el ratón lueg o de recibir un mensaje. La
velocidad de la respuesta funcionará como medida para la carga cognitiva.
Por su part e, Brünken, et al . (2003) propon en diferentes métodos bas ados en
medidas subjetivas u obj etivas, indirectas o direct as. La s m edidas subj etivas , indirectas ,
es un instrumento tipo cuestionario que se a pli ca luego de usar el recurso, así los
usuarios informan el ni vel de esfuerzo mental para comprender l a info rmación o la
actividad. Las directas , miden la carga cognitiva im puesta, para esto se emplean escalas.
La s medidas obj etivas , indirectas , se miden a través del desempeño de las tareas
de aprendizaje y depen den del pro ceso de al macenamiento y recuperación de la
información. El proceso involucra comparar dos o m ás multimedia sobre un mi smo
tema, se asume qu e en tre más aprende el us uario, menos car ga extraña tien e la
instrucción. También, se puede medir el tiempo q ue se tard a el usuario p ara realizar una
tarea en cada multimedi a. En l as m edidas objetivas , directas , se us an las resonancias
magnéticas funcionales, que mi de la actividad mental. Otra medición se hace a través de
una doble tarea, donde los usuarios deben p articipar en dos ta reas p aralelas (por
ejemplo, una d e aprendiz aje y otra de moni toreo), “si ambas tare as req uieren d e los
mismos recursos verbal y /o visual en la memoria de trabajo, entonce s los recursos
disponibles verbal y visu al ti enen q ue ser distribuidos entre ambas tareas” (Brünken, et
al. , 2003:57), si esto lim ita, es que exist e una sobrecarga cognitiva.
Por últim o, el Í ndic e de Carga de Tarea NASA, conocido como el NAS A-T LX
( NASA-Task Loa d Index ), diseñado especialmente para medir la car ga de tr abajo o carga
cognitiva. Consiste en seis sub-escalas donde s e ponderan s us puntuaciones, las
variables con las que se trabaja son: Mental, Física y D emandas Temporales,
Frustración, Esfuerz o y Ejecución. Este i nstrumento es el r esultado de una investigación
que logró aislar y defini r, de forma e mpírica, los fac tores r elevantes para la carga
C AP ÍT ULO II: Est ado de la Cuest i ón
149
cognitiva o de t rabajo. Es un instrumento que se ha t raducido en m ás de una docena de
idiomas, incluido el español, administrado de forma verb al, por escrito o por ordenador
y también h as sido modificado o adaptado (Arquer y Nogareda, 1999; Hart, 2006).
Se h a usado por m ás d e 20 años, y se considera que la ca rga d e trabajo s e define
no sol o por la exigenc ia de la tarea, sino que ha y una combinación de f actores
relacionados con l a apreciación subjeti va de la carga. Al gunas personas, por ejemplo,
consideran q ue el ritmo de exigencia de u n trabajo es una carga, ot ro puede considerar
que es la cantidad de tareas, o l a compl ejidad d e l as mismas. El método NASA parte de
estos criterios, por lo t anto establece como punto de partida defini r la(s) f uete(s) de l a
carga para lue go valorar estas. S u ventaja radica en que se puede emplear de forma
inmediata o retrospectivamente (Arquer y Nogareda, 1999; Hart, 2006).
La ventaja de cada uno de los métodos, instrumentos o técnica es que cada uno
mide o evalúa un aspecto im portante de los recursos t ecnológic os o los TIC en el aula
(ver Tabla 2 ). Sin emba rgo, par ece necesitar cinco diferentes instrumentos o técnic as
para valorar un solo recurso, lo cual implica una inversión de tiempo mu y grande para el
profesor y conocerl as. Est o significa que es i mportante reducir esta cantidad de
métodos, técnicas o instrumentos de evaluación a una o dos.
Tabla 2: Resum en de l os instrumento s y técnicas em pleadas en otras inv esti gac iones
Factores a eva luar Instrumentos Técnicas
Calidad de recur sos Escala Likert (E lissavet y
Econom ides, 2003)
Cuestionario con p reguntas
cerradas (Colom i na, et al. ,
2008)
Auto- infor m e (Owings y Hofer,
2008)
Observando alum nos ( Owing s y
Hofer, 2008)
Diseño Instrucc ional Modelo I DOL - Escala de
diferencial sem ánt ico
(Siragusa, et a l. , 2007)
Cuestionario ce rrado (Maur i y
Onrubia, 2008)
Satisfacción 3-TUM - Escala Lik ert (Liaw,
2008)
Construcción de
Conocimiento Rúbricas para obs ervación (Jonassen,
2006)
Evaluación co laborativa (Zapara,
2010)
Evaluación inte ractiva (Zap ara, 2010)
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
150
Com petenci as Evaluación sum a tiva - test
(Florián, et al. , 2009 ) Evaluación (Florián, et al. , 2009):
- Formativa
- Portafolio
- De pares
- De com petencias específica s
- De com petencia transversal es
Autoevaluación (F l orián, et al. , 20 09)
Feedback 360
o
(Florián, et al. , 2009)
Carga Cog nitiva o
m ental Cuestionario ce rrado
(Brünken, et a l. , 2003)
Cuestionario con escala de
diferencial sem ánt ico (Paas, et
al. , 2003)
NASA- T LX – Escala
diferencial sem ánt ico (Arq uer
y Nogareda, 1999; Ha r t, 2006)
Escala Likert (K alyuga y
Plass, 2009)
Desempeño de t areas com parando
hiperm edias (Brünken, et al . , 2003)
Medición de tiem po en una tarea y
comparando h ipermedias ( Brünken,
et al. , 2003)
Tareas paralelas (Brünken, et a l. ,
2003)
CAPÍT U L O I I I
Estudio E m p í r i c o
C A P Í TULO III
E s t u d i o Empírico
153
3.1.- Método
La presente tesis se en focó desde l a inv estigación cooperativa y a que el núcleo del
estudio lo conformaron los pr ofesores qu e participaron c omo co-investigadores. La
investigación cooperativa involucra tanto al investigador como profesores en la
investigación, cu ya relac ión es de i gual a i gual, h aciendo que el profesor pase a ser un
co-investigador y d eje de ser un su jeto de investigación (Bartolomé, 1986). No obst ante,
en este estudio el “sujeto ” de la investi gación es el recurso web p ara la enseñanza del
concepto tiempo. Dado que el profesor es quien emplea di chos r ecursos con los
estudiantes, es important e que p articipe como co-in vestigador para determ inar, desde su
perspectiva y experien cia, la selección y utilidad de dichos recursos. La evaluación d e
los recursos se llevó a cabo por los profesores, l as fases de decisión y reflexión se
desarrollaron en un ambiente virtual siguiendo el proceso de la investigación
cooperativa. Por lo cual, el estudio se apoy a en m étodos empleados en la investigación
virtual derivados de la etnografía virtual (Álvarez, 2009; B a y m y M ar kham, 2009;
Bea ulieu y Es talella, 201 1; Hine, Kendall, y Bo yd, 20 09). Se tomaron estos métodos del
campo etnográfico virtu al y a que aún no existen trabajos en entornos educativos que
involucren métodos adaptados a estudios en contex tos virtuales.
3.1.1.- Investigación Cooperativa en entorno virtual
Dentro d e la investigación cooperativa, la co-participación entre investi gador y
profesores es im portante , se i nicia con un pun to de pa rtida común, este debe s er un
problema compartido. En la presente investigación el problema se identificó en un
diagnóstico previo al estudio por la investigadora, la identificación de un problema por
un sujeto externo a las instit uciones es lo que se i dentifica como un est udio de tipo
externamente iniciado. En un a investi gac ión cooperativa ex ternamente i niciada, se gún
Oates (2002), es el inves tigador q uien origina la i nvestigación, y a su vez se encuentra
externo a la realidad del contex to donde se realiza el estudio, exclu y éndolo de se r un co-
sujeto del estudi o, m ientras los profesores son co-sujetos y co-investigadores d el
La invest igación cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivos TI C pa ra la enseñanza
154
estudio. S i los profesores identifican el problema y p roponen el estudio, la investigación
sería internamente in ici ada , pero en est e c aso como los profesores s e enc ontraban
geográficamente separados, no podía surgir la necesidad de evaluar en conj unto.
Por otro lado, no se puede realizar un diseño de investigación acción apoyada ,
porque el investigador ex terno propone la investi gación y cómo se debe realizar esta,
exclu y endo la posibil idad que los profesores propongan estrategias para obt ener datos,
dejando al profesor en un rol secundario (Oates, 2002). Por lo tanto, el profesor en la
investigación cooperativ a es l o qu e dete rminó e l dis eño del estudio . En este c aso se
conclu y e qu e el estudio tiene un diseño d e investi gación externamente ini ciado y que el
rol del investi gador en t odo caso es de poca participación, solo c omo asesor quien
sugiere estrate gias o pl antea pre guntas para m otivar l a reflex ión y moderar l as
discusiones. En este contex to, la I nternet se presenta como una h erramienta de
comunicación, un lugar de encuentro entre co-investigadores qu e a su vez determinó la
dinámica m isma del p roceso d e reflexión y di scusión par a la co nstrucción del
conocimiento.
En la construcción de l os saberes, la investi gación a través de Internet como
ambiente tecnológico, ofrece dif erentes opciones metodológicas pa ra el est udio, ya que
puede se r considerada c omo una her ramienta, l ugar, o fo rma de ser (Álvarez; 2009;
Hine, et al. , 2009). Así, a l incrementar las comunicaciones y colaboracione s en la red se
van aumentando l as mediaciones d e l os re curso de Internet en las prácticas de
investigación ( Beaulieu y Es telella, 2011). En el presente estud io, los recursos de
mediación permitieron que la c omunicación entre profe sores f uese más f ácil. Estos
recursos p articipan en tres transformaciones dent ro del contex to investiga tivo (Baym y
Markham, 2009 ): 1) convergencia de medios ; 2) id entidades med iadas; y 3)
transcendencia de los lí mites geográficos, p ermi tiendo de este modo una riqueza en la
recolección de los datos para el trabajo.
La conve rgencia de m ed ios empleados fueron el correo electrónico y grupo de
discusión o foro dentro de un gr upo virtual. En el foro, s e les pidi ó a los profesores que
escogieran una id entidad diferente a l a su y a real, para qu e a t ravés de un alias s e
protegiera la identidad de ca da co-investigador/co-sujeto, tal cual como lo e x ige la
Institutional Review Board en Estados Unidos, pa ra ase gurar el anonimato del su jeto en
la investigación. Relacionado a la transcenden cia de los l ímite s g eográf icos , es
necesario establecer lo s l ímites dentro del propio espacio virtual (Hine, et al. , 2009), en
C AP ÍT ULO V: A náli s is y Discus ión de los Resu ltados
257
• SlideShare™, para col ocar diapositi vas en format P owerPoint™, PDF™,
Ke y not e™ u OpenOffice™.
• WordPress.org, para elaborar blogs.
• Podcast™, para elaborar blogs en formato audio.
• Vocaroo™, programa que facilita grabar sonido.
• Stupeflix ™, progra ma que permite editar vídeos.
• TimeRime™, para elaborar Líneas del tiempo.
• Glogster EDU™, red social donde se pueden cre ar a fiches int eractivos gr atuitos o
Glogs™.
Todos estos recursos abiertos son herramientas que permi ten construir
representaciones mentales para diferentes tipos d e aprendizaje o tem as. Lo importante
de los recursos abiertos es que las actividades que se planteen con ellos deben s er
constructivas y los alumnos son l os que deben c onstruir con ellos, pues si lo hacen los
profesores, convierten la herramienta en un recurso c errado porque i mpiden la
interacción. El producto final de una herramienta abierta aprovechada por el profesor
para c rear sus recursos y presentarlos a sus alumnos , corta el proceso constructivo,
haciendo que el aprendizaje sea de forma tradicional, de repetición y memorización.
Dado que ya exi ste una dinámica entr e pro fesores de his toria p ara reco mendar
recursos TIC, es importante e stablecer una m etodolo gía de selección con una base
científica, como lo es la Investigación Coop e rativa. La investig ación cooperativa
combina pasos sistemáticos con un ambiente d e i ntercambio que son tanto formal como
informal, involucrando la investigación y el anális is a través de la acción y reflexi ón, en
grupos d e discusión. Para fomentar una fertilización cruzada de la i nformación, como la
que proponen Alaminos y Castejón (2006 ) es bu eno establecer grupos d e profesores de
un instituto como t ambién de diferentes instit utos, comunidades autónomas e incluso
países.
5.1.4.- Establecer grupos y ob jetivos
El si guiente paso en la investi gación cooperativa e s establec er los gr up os y objetivos. El
primer paso para constituir los grupos fue invitar a profesores a participa r en el estudio a
través de un cor reo (ver Anexo 1). Estos pro fesores primero particip aron en l a entrevista
La Investigac ión cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivo s T IC p ara la en s e ñanza
258
para l a Fase 1, a p artir de allí , a los int eresados s e les hizo llegar un se gundo corre con
la información más com pleta sobre el estudio (ver Anexo 8). Ést a incluí a el título del
trabajo, objetivo general, un resumen de la teoría de aprendizaje con la que se estaba
trabajando, resumen de l a metodología de i nvestigación para el trab ajo (Investigación
Cooperativa Virtual), por último se les colocó los dos t ipos de compromisos que podían
elegir pa ra p articipar en el estudio. El tipo 1 r equería participar en l a discusi ón a partir
de una evaluación del recurso con el instrumen to diseñado en el estudio, y el t ipo 2
aparte de r ealizar lo m ismo que el t ipo 1, también debían aplicar un segundo
instrumento (NASA-TLX) y par ticipar en la discus ión.
A los participantes se les envió un segundo correo (ver Anex o 8) con
explicaciones más concretas y resumidas ya qu e l uego d e la prim era respuesta muchos
profesores deseaban pa rticipar pero no h abían se leccionado en qu é tipo de discusión
participarían. Con el ter cer correo (ver Anexo 8) se expuso más a fondo sobre la
investigación, solicitánd oles una vez más q ue escog i eran el tipo de grupo de discusión
en el cual querían participar, se les ex puso de forma resumida los result ados de la Fase 1
(Análisis de l a situación), los tres recursos q ue se iban a evaluar a djuntando el
Instrumento para evalu ar materiales educativos co n tecnología en las Cienc ias S ociales,
y las no rmas ge ner ales para la di scusión inclu yendo la cantidad de int ervenciones por
semana. A partir de esta carta, nueve profesores manifestaron querer participar.
Los p rofesores s e ubic aron en dos grupos, cu atro se identificaron con el Tipo 1 de
participación (evaluar con un instrumento los recursos y discutir en el foro) y cinco en
el Tipo 2 (evaluar con dos instrumentos l os recursos y discutir en el foro). Se abrieron
dos gr upo de discusión a t ravés de Google Grupos ™ y se les envío la invitación (ver
Anexo 8) a cada prof esor dando la bienven ida al grupo y sol icitándoles que
manifestaran su disponi bilid ad de tiempo para conectarse en el foro. Tambi én se les
informó que los particip antes del g rupo que no i mpartían clases en un mismo nivel
educativo, y en el Grupo 2 se les agregó que el gr upo est aba formado por profesores
representando diferentes países. Más adelante en la di scusión una co-investiga dora del
Grupo 2 se pasó al Grupo 1, así que el análisis descriptivo a continuación de los dos
grupos incluye a esa participante. Los grupos se fo rmaron de la siguiente manera:
Grupo 1:
Los participantes del Grupo 1 son en general españoles (Asturias;
Aragón; Mérida – Bad ajoz y Madrid) y u na de Ar gentina, con tres
C AP ÍT ULO V: A náli s is y Discus ión de los Resu ltados
259
profesores entre 1 año y 4 años de servicio y uno con 22 años. Durante
su formación, los profesores no recibieron preparación en el uso de l as
tecnologías en el aula, en mayor grado este ha s ido de forma autodidacta.
La forma ción que algunos han recibido son:
1. a través de cursos pagados por ellos mis mos;
2. múltiples cursos so bre informática a ni vel usuario, y d espués todo
lo referente a blo gs de aula, cursos de Pow erPoint™, utilización
de Internet, cursos del CPR s, CAP;
3. cursos presenciales y on line sobre contenidos virtuales y
plataformas de enseñanza on-line como Edmodo o Elearning;
4. cursos virtuales gratuitos patrocinados por el gobierno argentino.
El 80% de los pa rticipantes de este grupo son p rofesores con pocos años
de servicio cuya prepara ción en el uso de la T IC en el aula ha si do a
través de su propia experiencia.
Grupo 2:
Los cinco i ntegrantes que participaron en el grupo 2 están formados po r
profesores de Argentina ( 1), México (1), Col ombia (1) y España (2) (San
Clemente – C uenca y M adrid). Dos tienen entre 4 y 5 años de se rvicio,
los otros tres s e encuentran entre 9 y 10 años. Do s de l os profesores no
recibieron formación en uso de las te cnolo gías en el aula, dos dicen
haber recibido lo básico, uno indicó que su aprendizaje sobre la
utiliz ación didáctica de herramientas informáticas lo ha hecho a partir de
su experiencia en el aula. El último profesor explicó que participó en un
curso de formación d el profesorado en informática. En ge neral es un
grupo muy homogéneo.
Con relación a la ne gociación del objetivo, se mantuvo el objetivo sobre la
evaluación de los t res r ecursos que se les prop uso originalmente. Aunque se in tentó
negociar el objetivo ini cial, expl icando en uno de los correos que se p odía cambia r
según sus necesidad es, no hubo respuesta sobre este asp ecto, po r lo cual se consideró
que todos aceptaban e l objetivo general de los ciclos de discusión. También se les
participó que se les enviaría un resumen de cada d iscusión sobre el cual podían opi nar si
no estaban de acu erdo, ver las diferentes “ realidades” y re flexiones de cada co-
La Investigac ión cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivo s T IC p ara la en s e ñanza
260
investigador p ara mejor ar la calidad de sus conocim ientos como lo proponen Reason
(1994) y Reason y Heron (1999) en sus trabajos.
5.2.- 1
er
Ciclo - Análisis con VIRGO 1.0
En el análisis de los ciclos de discusión no se usaron los alias de los participantes,
asignando a cada co-investi gador un núm ero p ara identificar sus interve nciones en la
discusión, y de este mod o asegura la protección d e la identidad de los participantes. P or
otro lado, los ciclos se iniciaron primero con una fase de acción que involucraba
primero un uso activo del recurso para conocerlo y luego la aplicación del instrumento
de evaluación para seguir con varios ciclos de reflex ión. En el caso del Grupo 2, los co-
investigadores no envia ron el Instrumento respon dido cuando evaluaron VIRGO,
aunque s e l es pidió reiteradas veces, nunc a respon dieron a la solicitud. S in embargo, las
preguntas en los foros de di scusión se apo yaron sobre los resultados de di cho
instrumento. P or su par te en el Grupo 1, los profesores devolvieron e l instrumento
relleno para la evaluación de VIRGO.
Fase 2 - Acción: Análisis d e VIRGO con el Instrumento p ara evaluar m ateriales
educativos con tecnología en las Ciencias Sociales
A los co-investigadores se l es pidió aplicar el I nstrumento para Evaluar Materiales
Educativos con Tecnolo gía al r ecurso VIRGO antes de inicia r los ci clos de r eflexión.
Para esta fase los co-investigadores d ebían inter actuar con V IRGO, y lue go evalua rlo.
De los dos grupos, solo el Grupo 1 (3 co-investigadores ver Anex o 9) devolvieron el
instrumento respondido a continuación los resulta dos:
GRUPO 1:
Es un recurso qu e se puede emplear en el área d e historia a través del cual se representa
una realidad simulada (considerado así por dos profesores), cu yos elementos
computacionales s on aceptables (43%), estos elementos apuntan a un diseño
instruccional de tipo constructivo. Para t rabajar con VIRGO es n ecesario tener al gunos
conocimientos previos, el 67% de l os profesores considera que l os alumnos nece sitan
ayuda y que deben apo yar s us estudiantes en un 70%. Un profesor (33%) manifestaba
que los alumnos no necesitan a yuda, y consi dera que el apo y o que se les d ebe brindar es
solo en 33%. Un co-investigador consid era que el recurso s e pu ede aprovechar pa ra
C AP ÍT ULO V: A náli s is y Discus ión de los Resu ltados
261
crear muestras, aunado a esto, s e pued e aplicar en historia entre un 70% (2 profesores) a
un 100% (1 profesor).
VI RG O pued e ser ada ptado a algunos temas (pudiendo ser este sobre l os
romanos) de l os conten idos curricula res entre un 50%-90%-100%, cada profesores
evaluó su adaptación en porcentajes diferentes y dos de ellos consideran que necesita
ser apo ya do con otros re cursos, mientras uno no cr ee n ecesario e l apoyo de otros
recursos. S egún dos prof esores, V IRGO p ermite poner en práctica nu evas técnicas para
alcanzar el aprendizaje, y un profesor piensa que a veces se pu ede adaptar. S in embargo,
todos los co-investigadores están de acuerdo que este r ecurso pu ede ad aptarse a los
diferentes t ipos de apr endiz aje de sus alumnos, desa rrollar su creatividad, motivarlos y
fomentar el trabajo cooperativo.
Con relación a las competencias, el alcance de e stas, según la opinión de los
profesores, varía de acuerdo a la forma como el profesor lo aplique:
a) Competencia en comunicación lingüística: 20%-30%-70%
Desarrollando: La descripción, oportunidad de adquirir y aplic ar v ocabulario
técnico relacionado con un tema específico de his toria.
b) Competencia en matemática: 20%-30%
Desarrollando: Conocimiento sobre aspectos cuantitativos y espaciales, de una
realidad que permite col aborar con la adquisición de aquella medida don de el tema
en cuestión incorpora proporciones, reconocimiento de formas geométricas, así como
criterios de medición, y su representación gráfica.
c) Competencia en el conocimiento y l a interacción con el mundo físico: 20%-80%-
90%.
Desarrollando: Todos los elementos de la competencia.
d) Tratamiento de la información y competencia digital: 80%
Desarrollando: Todos los elementos de la competencia exceptuando el a nálisis de l a
información de forma crítica.
e) Competencia social y ciudadana: 40%-80%-90 %.
Desarrollando: Todos los elementos de la competencia.
f) Competencia cultural y artísti ca: 90%-100%.
La Investigac ión cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivo s T IC p ara la en s e ñanza
262
Desarrollando: Todos los elementos de la competencia.
g) Competencia para aprender a aprender: 60%-70%.
Desarrollando: Todos los elementos de la competencia.
h) Autonomía e iniciativa personal: 70%-90%-100%.
Desarrollando: Todos los elementos de la competencia.
En general s e cumple con un 66% de las competencias (promedio de los porcentajes
totales).
Según dos co-investigadores, el recurso pued e mot ivar al alumnado a plantearse
problemas y la interacción con este per mite c omprobar hipótesis, por otro lado un
profesor consid era que esto podría suceder a v eces. Todos están de acuerd o que a través
de VIRGO se observan resultados de la ex perimentación directa/virtual. Se identifican
como ventajas:
• Visualización de piezas que son reales y de uso cotidi ano, acerc ando el mundo
romano al actual.
• Crear de forma colectiva un catálogo que podría ser de distintas épocas y estilos.
• Posibili dad de utili zarlo para llevar a c abo un a prendizaje por descubrimiento
que permitiría a los alumnos mejorar su experiencia educativa.
Aspectos a tomar en cuenta al usar el recurso en el aula:
• No se puede qued ar con el hecho de que el alumn o se familiarice con la c reación
de exposiciones, también s e debe p rofundizar más en al gunos aspectos apunt ados
a la hora de evaluar las competencias.
• Los alumnos deben contar con conocimientos previ os del espacio curricular.
• Es necesario a compañar al alumno en la actividad con la función de superar las
cuestiones que surjan debido a un uso ex ceso de términos museísticos.
• Los alumnos no pued en servirse de V IRGO de manera autónoma, n ecesitan el
apoyo del profesor para hacerlo.
Fase 3: 2
do
Ciclo - Discusión sobre VIRGO
GRUPO 1:
C AP ÍT ULO V: A náli s is y Discus ión de los Resu ltados
263
A continuación se expone, por pre gunta, las intervenciones de cada pr ofesor y los
resúmenes d e cada discusión (las i ntervenciones originales s e encuentran en el Anexo
10).
Pr i mera discusión:
1. ¿Considera que los elementos instruccionales son adecuados? Argumente su
respuesta.
Co-investigadora 1: En general sí, hay algunos elementos i nstruccional es que no
se encu entran a la vista, para retroceder ha y que picar en l a
zona del título pero no hay ningún botón que lo indique,
tampoco la opción de salir, aunque si la de cerrar...
Co-investigadora 2: En general, yo t ambién considero que los elementos
instruccionales son adecuados ( salvo en el caso del elemento
retroceder, ya comentado). De esta manera no surgen
complicaciones a la hora de manejar la aplica ción y acceder
a la información, y r esulta ser un recurso int uitivo y de fácil
manejo.
Co-investigadora 3: Los elementos instruccio nales son adecuados par a el uso que
damos a la página, aunque parece que a veces se ría necesario
algún t ipo de indicación que hiciera la navegación más fácil e
intuitiva.
Co-investigadora 4: Creo que lo s que hay s on adecuados, pero ins uficientes. Se
echa en falta explicaciones sobre el tipo de funcio nes de cada
sección de la web.
RESUMEN 1: Ustedes consideran que l os elementos instruccionales s on
adecuados, sin emb argo s e observan f allas tales como: 1) no
hay un a forma fácil de r etroceder; 2) es necesari o algún tipo
de indicación qu e h a ga la navegación más fácil; y 3)
explicaciones sobre las funciones de cada sección.
La Investigac ión cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivo s T IC p ara la en s e ñanza
264
2. Sabemos que el recurso no posee texto, pero ¿la manera como se han d istribuid o
los espacios de VIRGO son fáciles d e usar? O sea, ¿es un recurso de uso
intuitivo? ¿Puede ver a sus al umnos trabajando con él sin mucha ayuda s uya?
Co-investigadora 1: Es intuit iva l a consulta de los catálogos y el ver las
exposiciones ya hechas, pero a l a hora de crea r una nueva
exposición no esta claro cómo hay q ue buscar la s piezas que
yo quiero poner en mi exposición, es decir, los criterios d e
búsqueda son complicados, habría que revisar primero cómo
están catalogadas o clasificadas todas las piezas o la mayoría
y después hacer una búsqueda con esas palabras clave, es
decir sería mejor tener agrupadas las piezas por palabras
clave previamente.
Además l os criterios son muy museísticos y los chavales no
saben buscar en un museo; y si son de arte se basan más en
criterios de uso (utensilios de cocina, ornamentación, ...) o
estéticos.
No he aplicado el recurso en el aula tendría que probarlo
muchas más veces y estar segura de su uso, además tendría
que preparar la unidad didáctica de Roma teniendo en cuenta
el uso de esta herramienta e n concreto. Para chavales de
ESO, en 1º es cuando se ve Rom a sería un uso acompañado y
colaborativo. Con alumnos de bachiller, y puesto que son
clases menos numerosas , se podrí an hacer colecciones
interesantes.
Co-investigador 2: Y a he dicho que me parece un recurso intuitiv o, de manera
que considero que los espacios están bien distribui dos en
VIRGO y son f áciles de usar. Comparto plenamente el
comentario de la compañera: resulta intuitivo sobre todo la
manera de consultar el catálogo y el ver las exposiciones ya
hechas, pero no tanto e n lo re lativo a la c reación de una
nueva exposición.
C AP ÍT ULO V: A náli s is y Discus ión de los Resu ltados
265
En este punto, n o eres capaz de averiguar a la primera como
debes extraer las piezas del catálogo e incorporarlas a l a
exposición qu e tú qui eres crear. Por t anto, los criterios de
búsqueda re sultan fallidos y habría que reconsiderarlos;
comparto también la afir mación de que dichos criterios son en
exceso museísticos, con l as difi cultades que ello conlleva en el
alumnado. Por último, opino que el alumnado podría trabajar
de forma autónoma en bachillerato, mientras que en la ESO
habría que aco mpañarl e en la actividad y fomentar l a
colaboración y el apr end izaje colaborativo. En mi caso, no he
podido aplicar el recurso al aula.
Co-investigador 3: Es muy int uitiva l a con sulta de l os catálogos que ya están
hechos, aunque cr eo q ue hacer las exposicion es costaría
mucho trabajo a nuest ros alumnos, porque les fal tarían
muchos conocimientos de museografía.
Co-investigadora 4: Creo que l e f alta texto, para aclarar en un momento
determinado s i se está seguro de pinchar en un l ugar u otro.
Podría uti lizarse texto que apareci era tras unos segundos con
el rató n sobr e la página. ¿Puede ve r a sus alu mnos
trabajando con el sin mucha ayuda suya? No. Creo que
pedirían ayuda .
RESUMEN 2: P ara usar el recurso falta conocimiento de museo grafía. Exis te
problemas al bus car l as pie zas para elaborar una nuev a
exposición, la solución sería agruparlas bajo pala bras clav es.
El re curso se pu ede emplear mejor de for ma autónom a en
bachillerato, sin embargo, en l a ESO se deb ería acompañar
con una actividad, fom entar la colaboración a través del
aprendizaje colaborativo.
La Investigac ión cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivo s T IC p ara la en s e ñanza
266
3. Según su conocimiento sobre los tipos de sof tware, ¿dentro de que categoría de
softw are lo ubicaría?
Co-investigadora 1: Dentro del s oftware de aplicación, de uso grat uito y
educativo, según las categorías de wikipedía.
Co-investigador 2: Es un s oftware gratuit o y e ducativo.
Co-investigador 3: Se t rataría de un software de aplicación, de uso educativo,
libre y gratuito.
Co-investigadora 4: Software de aplicación educativo/de diseño.
RESUMEN 3: S oftware de apli cación.
Segunda discusión:
1. ¿El m anual que les he enviado da las expli caciones pertinentes sobre cada
sección de VIRGO?
Co-investigador 3: El manual enviado sí que responde a las pr eguntas que
pueden surgir en relación con la creación de exposiciones y
la navegación por ellas. Además, el ejemplo es m uy expresivo
y sirve de forma perfecta para mejorar la compre nsión.
Co-investigador 2: El manual da explica ciones pertinentes sobre cada sección d e
VIRGO, resolviendo las dud as que se habían planteado
respecto a la aplicación en este punto.
Co-investigadora 1: Sí, el manual responde a las i nstrucciones de uso del
programa.
RESUMEN 1: El manual de VIRGO responde a l as instrucciones de uso del
programa, las pre guntas que pueden su r gir relacionas a la
creación de e xpos iciones y nav egación, y l as explicaciones
son pertinentes.
C AP ÍT ULO V: A náli s is y Discus ión de los Resu ltados
273
desarrollo co gnitivo de l os alum nos de la ESO y la otra en los
criterios museísticos. Según lo que se comprende, lo que hace
difícil el uso de VIRGO en el aula, es que el alumno no está
familiarizado con los criterios museísticos. Por lo cual el
problema no es usar el programa p ara montar un os objetos en
una ex posición, sino ir más allá, es la transcendencia de esa
exposición.
6. ¿Serviría VIRGO sol o para la enseñan za del tema de l os romanos? ¿Có mo l o
introducirían en su aula? Y ¿bajo qué tema de Roma lo emplearía?
Co-investigador 3: Yo creo qu e VIRGO puede servir para la ens eñanza de
cualquier tema que consideremos qu e pu ede necesitar un
apoyo visual. Por ejemplo, se puede utilizar para cualquier
tema de Arte (Arte romano, por ejemplo), pero también
supongo que se puede us ar para otr os temas de carácter, por
ejemplo, económi co, al permitirnos crear imágenes
tridimensionales de, por ejemplo, la máquina de vapor de
Watt.
Co-investigador 2: N o creo que sirva sol o para el tema de Roma, puesto que ya
he dicho que puede ser vir para q ue el alumno perciba una
imagen completa del re pertorio artístico de una civiliz ación
determinada o época cualquiera. Se me ocurre a bote pronto
que puede servir tamb ién para el tema d e los primeros
pobladores, para que el alumno clasifique el utillaje d e los
diferentes pueblos preromanos.
Co-investigadora 1: Si. Al fi nal de la explicación del t ema, como traba jo en gr upo,
para diferenciar los objetos en el tiempo; también se podrí a
elaborar una unidad didáctica que hiciera ref erencia a los
aspectos cotidianos de l a vida en Bí lbilis, leyendo textos d e
Marcial que hace n referencia a la ciudad en la épo ca
imperial, la m ayoría de objetos de Bílbilis son de la vida
cotidiana y se podría hac er una colección con objetos de este
La Investigac ión cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivo s T IC p ara la en s e ñanza
274
tipo para comparar l a forma de vida de los habitant es de la
ciudad con el momento actual. Sobre t odo en 1º de l a ESO y
en Arte en BAC.
RESUMEN 6: En general se ve como un apo y o visual. Se puede usar p ara
cualquier tema de A rte c omo el Arte romano, o en una uni dad
didáctica r elacionada a aspectos cotidi anos de la vida en
Bílbilis. Pero tambi én se puede usar para otros temas que no
sea el de Roma, los ejemplos que han citado son:
− Una colección con los objetos para comparar la forma de
vida de los habitantes de la ciudad de Bíbil is con el
momento actual.
− Temas de carácter econ ómico, si se puede, más adelante
crear imá genes t ridimensi onales, por ejemplo, la máquina
de vapor de Watt.
− Permitir que el alumno perciba una imagen completa del
repertorio artístico de una civili zación determinada o época
cualquiera.
− Diferenciar los objetos en el tiempo.
− El tema de los primeros pobladores.
−
Clasificar el utillaje de los diferentes pueblos preromanos.
7. ¿Qué tipo de actividad propone?
Co-investigador 3: A l a hora de hablar de actividades creo que, por ejemplo, se
puede plantear una actividad en la cual el alumno vaya
“paseando” por la sala del “ museo” que hemos creado, y
utilizando las imágenes p ara hilar un discurso sobre el tema
que estamos explicando. Por ejemplo, volviendo al tema d e
Roma, se puede util izar imágenes de mosaicos y otras obras
de Arte que sean lo bast ante expr esivas como pa ra utiliz arlas
en un d iscurso histórico, de forma qu e los estudi antes puedan
C AP ÍT ULO V: A náli s is y Discus ión de los Resu ltados
275
servirse de esas imágenes como ejemplos para escribir un
resumen del tema.
Co-investigador 2: L o introduciría en el au la con el obj etivo de que el alumno
captase la herencia de los romanos en el territorio, como
actividad complementaria al final del mapa de contenidos de
Roma. Podría ser una actividad en la que cada uno escogiese
una parte del territor io peninsular , partiendo de la di visión
administrativa de lo s romanos, y t uviese qu e cre ar una
exposición en la qu e hub iera piezas de c erámica, por ejemplo,
típicas de la zona, mezcladas con piezas actuales , tr atando de
captar la herencia rom ana en nuestro t erritorio. O se me
ocurren t ambién, inscripciones funerarias, comparando c on
las actuales; lucernas y ver que nos ha quedado de ellas…
Co-investigadora 1: Y a he comentado la acti vidad en el apartado anterior. Con
los de arte se podría intr oducir el tema de la arqu itectura y de
la pintura con los restos de columnas y de estatuas, aunque
no hay muchas, y se p odría hacer otr a colecc ión con este
tema, además es muy interesante poder ver la r econstrucción
de los vídeos de Bílbilis para poderse hacer una idea de los
edificios de la ciudad; y sobr e todo de l as pint uras,
comparándolas con otras reconstrucciones de otras villas
romanas.
RESUMEN 7: Para un discurso histórico, l os estudiantes pueden s ervirse d e
esas imágenes como ejemplos para escribir un resumen del
tema. Así, en la ac tiv idad, el alumno o el profe sor va
“paseando” po r la sala del “museo” que ha creado (o que el
profesor pud o haber cre ado previamente), y uti liza la
exposición para hil ar un dis curso sobr e el tema que se está
explicando.
Como actividad comp lementaria al final del mapa de
contenidos de Rom a, con el objetivo de que el alumno capte l a
herencia de los romanos en el territorio. Cada un o escoge una
La Investigac ión cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivo s T IC p ara la en s e ñanza
276
parte del t erritorio peninsular, partiendo d e l a división
administrativa de lo s romanos. A partir de esto crearían una
exposición con, por ejemplo, piezas de cerámica, típicas de la
zona, mezcladas con piez as actuales, tratando de captar la
herencia romana en el territorio español.
Trabajar también con las inscripciones funerarias, comparando
con las actuales; lucernas y ve r qué ha qu edado de ellas en la
vida actual.
Una col ección con los o bjetos para comparar la forma de vida
de los habitantes de la ciudad de Bíbilis con el momento
actual.
En arte s e podría introdu cir el tema d e la arquitectura y de la
pintura con los restos de columnas y d e estatuas.
Ver la r econstrucción d e los vídeos de Bílbilis para ha cerse
una idea de los edificios de la ciudad.
Con l as pint uras, comparar con varias reconstrucciones de
villas romanas.
8. ¿Qué es para ust ed un softw are de aplicación? ¿Es u n software d e ejer citación y
práctica un softw are de aplicación?
Co-investigador 3: Desde mi punt o de vista, el soft ware de aplicación sería el
que nos permite realizar alguna actividad concreta (escribir
un texto, gestionar las cue ntas… ), así que si un programa
concreto nos p ermite ej ercitarnos y practicar a lgo, también
sería un software de aplicación.
Co-investigador 2: El softw are de apli cación coopera con el us uario en la
realización de las tareas, es decir, requiere de su concurso y a
su vez ayuda al usuar io en l a realización de una tarea
típicamente humana. Co n lo cual, un softw are de ejercitación
y práctica creo que pu ede ser u n soft ware de aplicación,
porque a través de él, el usuario puede ejercitarse con la
C AP ÍT ULO V: A náli s is y Discus ión de los Resu ltados
277
ayuda de un ordenador en un tarea determinada.
Co-investigadora 1: Para mí, un softwar e de aplicación es el que se puede utili zar
interactuando para crear algo de f orma educativa o lúdica,
en este caso creo que es de apl icación porque se puede cr ear
algo con distintos crit erios.
RESUMEN 8: P ara el grupo, un softwa re de aplicación es igual que uno de
ejercitación y práctica. Pero, creo que un software de
aplicación es como una hoja de cálculo, procesador d e
palabras, a yudan a re alizar t areas típicamente hum anas… este
tipo de software tambi én los l lamo software abierto. Los
software abiertos permit en aprender de manera constructiva,
los de ejercitación y práctica son s oftware cerr ados, porque
solo permiten responder a ejercicios, un ejemplo típi co es un
software que presenta eje rcicios de suma, resta, mul tiplicación
o divisi ón. P or lo tanto podemos decir que un software abi erto
es un softw are que facilit a el aprendiz aje constructivo y el
cerrado el conductist a. U n vid eo es un recurso cerrado, p orque
el sujeto no puede interactuar con él.
Tercera discusión:
1. ¿Pueden hacerse adap taciones con VIRGO pa ra que inclu ya la adq uisición d e la
noción d e tiem po, y ap render sobre siglos, milen ios, antes d e Cristo, después de
Cristo?
Co-investigador 3: Yo creo que sería pos ible hacer algún t ipo de ad aptación q ue
permitiera considerar la noción del ti empo, intent ando que la
“visita” se hiciera de forma cronológica, yendo de l o más
antiguo a lo más reciente , intentando que lo qu e los y las
estudiantes vieran se estructurara de manera cronológi ca.
Además, se p odría completar con algún ti po de actividad
que sirviera para hacer hincapié en los cambios que se
experimentan en los artefactos a través del tiempo.
La Investigac ión cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivo s T IC p ara la en s e ñanza
278
Co-investigador 2: Supongo, en la línea de la compañera, que sería posible hacer
algún tipo de adaptación que contemplará la noci ón de tiempo
en VIRGO. Ya l o anticipábamos en la anterio r discusión:
podríamos trabaj ar con algún ejercicio complementario a la
actividad de la visita virtual, a t ravés del cual el al umnado
tuviese presente de alg ún modo la noción d el t iempo, por
ejemplo, visionar varias exposiciones y a su vez mostrar otros
objetos de diferentes edades relacionados con las mismas,
murales que nos muestren el paso del tiempo a través de un
objeto, los cambios en el v estir, en el utillaj e…; también
podríamos trabajar a través del montaje de la ex posición,
pues supongo que se podrán estructurar las piezas de la
exposición siguiendo algún tipo de secuencia cronol ógica.
Co-investigadora 1: Y o creo que sí se puede introducir la noción de tiempo en la
elaboración de la exposición porque no es necesario exponer
en un museo las p iezas por usos o características sino que lo
normal es dividirla en el ti empo haciendo hi ncapié en la
diferencia entre l a prime ra parte de los asentamientos de los
romanos en Bílbilis con la Bíl bilis celtibérica o la imperial.
Dividiendo la exposición en salas de las di stintas etapas o en
la misma sala hacer dif erenciación d e objetos d e una u otra
etapa destacando las diferencias o similitudes.
RESUMEN 1: − Hacer la “visita” de forma cronológica, yendo de lo más
antiguo a lo más reciente, intentando qu e se vean
estructuradas de manera cronológica.
− Completar una actividad que sirva para hacer hi ncapié en
los cambios que se experimentan en los artefactos a través
del tiempo.
− Hacer va rias ex posiciones donde s e muestran o bjetos de
diferentes edades relacionados con las mismas , murales
que m uestren el paso del ti empo a través de un o bjeto, los
C AP ÍT ULO V: A náli s is y Discus ión de los Resu ltados
279
cambios en el vestir, el utillaje y otros.
− Trabajar a través del montaje de la exposición,
estructurando las piezas de la ex posición siguiendo una
secuencia cronológica.
− Dividir las piezas en el tiempo, haciendo hi ncapié en la
diferencia entre la p rimera pa rte de los asentami entos de
los romanos en Bílbilis con la Bílbilis celtibér ica, o la
imperial.
− Dividiendo la exposición en salas de las distintas etapas.
− En la mism a sala hacer diferenciación de obj etos de una u
otra etapa destacando las diferencias o simili tudes.
2. ¿Puede la elaboración de la exposi ción ser un distractor para los alumnos?
Co-investigador 3: Tal vez, l a elaboración de la e xposición puede dist raer en
ocasiones al alumnado, porque podría hacer que se fijara n
más en l o formal (en el pro pio proceso de elabor ación de l a
exposición) que en el contenido. Para evitar esa d istracción,
habría que i ntentar que se dieran cu enta de que es
más importante el contenido que la exposición en s í misma.
Co-investigador 2: En mi opinión, sin ningu na duda, en cierto modo es una de las
cosas que he intentado d ecir a lo largo de esta discusió n sobre
VIRGO. Volviendo a la pasada discusión; en ella,
argumentábamos que ha bía un exceso de criterio s museísticos
en VIRGO y mostrá bamos cierta preocupación por un exceso
de formal idad en la apli cación, por l o t anto, ni que decir qu e
sería conveniente que el alumnado no se quede solo en el
aspecto formal de la actividad y profundice sobre ella. ¿Cómo
podemos superar ese elemento dist ractor qu e p arece ser la
elaboración de la exposi ción?, pues como apunt a la
compañera con e xplicaciones complementarios a VIRGO que
consigan que el alumna do pro fundice en la acti vidad y vaya
más allá del puro for malismo de la aplicación, es decir, no
La Investigac ión cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivo s T IC p ara la en s e ñanza
280
podemos quedarnos en la mera actividad sino que debemos
animar al alumnado a que capte t odas las potenciales que se
desprenden de VIRGO.
Co-investigadora 1: Si es un re curso a ut ilizar y más i nteractivo que otros
deberían enriquecer la forma de ver los restos de un a
civilización in situ más que distraer.
RESUMEN 2: Dos co-investigadores es tán de acuerdo en que si puede habe r
ocasión de distracción y otra opinión, insinú a que no, que m ás
bien considera que deb e enriquecer la clase . Es importante
comprender que las opiniones de l os co-inve stigadores
siempre depend en d e los alumnos con los cuales han
trabajado. Sin e mbargo, lo que se resalta c omo ba se de l a
distracción, es la formali dad de la aplicación. El peligro por lo
tanto es que los/as alu mnos/as disfruten más del proceso
crea tivo de la elaborac ión de la exposición y olviden el
objetivo de la actividad, el contenido de la materi a.
Por lo tanto, la distracción de V I RGO en el apr endizaje va a
depender de las caracterís ticas de los alumnos y la actividad.
De modo que, se debe a nimar a los alumnos a captar t odas las
potencialidades de VIRGO y que s e tome conci encia de qu e es
más importante el conte nido que l a exposición en sí mism a.
Esto s e logra cuando el a lumnado profundizan en la actividad,
por lo tanto las instrucciones d e esta deben ser claras y
directas, y el tiempo de trabajo preciso para que se dediquen a
la actividad como tal.
3. ¿La separación d e los espacios, hacer el catálo go primero, luego en ot ro espacio
se monta la exposición, para ver el montaje e n otro, puede dar l a sensación de
que esta fraccionado? ¿O esos espacios s eparados son un a ventaja?
Co-investigador 3: Desde mi punto de vista, la separación de espaci os puede ser
una ventaja o un inconveniente dependiendo de l a manera en
que se enfoque. Por ejemplo, si el proceso de montaj e de la
C AP ÍT ULO V: A náli s is y Discus ión de los Resu ltados
281
exposición es tan largo que para ve rlo terminado en otro
espacio hay que esperar a otro momento, entonces sí es un
problema, por que puede hacer que algunas perso nas pierdan
de vista la relación entre las dos etapas del proceso. Sin
embargo, si el tiempo dedicado a l montaje no es muy dilatado
y da tiempo a ver el resultado inmediatame nte después,
entonces puede ser una ventaja en tanto que puede ayudar a
que se den cuenta de que esa relación existe.
Co-investigador 2: Quizás pueda ser una desventaja, en el sentido de que quite
agilidad a la aplicación y la dil ate en el tiemp o, aunque ni
mucho menos en exceso , pero de t odas formas no considero
que la separación o no de los espacios sea un tema r elevante
más allá del puro formalismo. Además, en m i opinión, no
influye demasiado a la hora de obtener una vis ión completa
en VIRGO, p ues al fin y al cabo int enta ser una actividad
progresiva, ¿ no?, y el pu nto f inal de la misma es l a exposición
ya terminada y es ahí donde el alumno puede obtener una
visión completa de l a actividad, sin perjuicio de la
organización anterior de los espacios.
Co-investigadora 1: Y o creo que lo que no tiene que dejar es pasar mucho t iempo
de uno a ot ro paso porque entre otras cosas hay que inclui rlo
en una progr amación y no tenemos tanto tiempo para cada
tema. Hay que hac erlo con los chavales rápido sin dejar
pasar muchas clases entre una y otra etapa.
RESUMEN 3: Desventajas:
Es problemático si el pr oceso de montaje d e la e xposi ción es
tan largo que para verlo terminado en ot ro espacio hay que
esperar a otro momento, porque puede hacer que algunos
alumnos pierdan de vist a la relación entre l as dos etapas del
proceso.
Si se deja pas ar mucho t iempo entre u n paso a o tro, ha y que
La Investigac ión cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivo s T IC p ara la en s e ñanza
282
incluirlo en una programación porque no se tiene t anto tiempo
para cada tema.
Ventajas:
Si el tiempo dedicado al montaje no es muy dilatado y da
oportunidad a ver el resultado inmediatamente después,
entonces puede ser una ventaja en tanto que puede a y ud ar a
que los alumnos se den cuenta que existe una rela ción.
La s eparación de los espacios no i nfluye demasiado a la hora
de obtener una vis ión c ompleta en VIRGO, pu es al fin y al
cabo intenta ser una actividad progresiva, y el punt o final de
la misma es la exposición ya terminad a, es ahí donde el
alumno puede obtener una visi ón completa de l a ac tividad, s in
perjuicio de la organización anterior de los espacios.
4. ¿Les p arece q ue VIRGO p uede ayu dar a alcanzar algunas competencias?
¿Cuáles? ¿Por qué? Y ¿Cómo? (¿algún ejemplo ?)
Co-investigador 3: En primer lugar , sobre el t ratamiento de la información y
competencia di gital, ya que se está aprendiendo a manejar
una herramienta di gital, y eso supone, no solo que al final del
proceso van a saber us arla, sino que también se van a dar
cuenta del potencial que ti ene el mundo digital en general.
Además, están aprend iendo tambi én a serv irse de l a
información de mane ra autónoma para crear otros
materiales.
En segundo lugar, l a competencia para apr ender a aprender,
porque están aprendiendo a elaborar materiales que pueden
servirles par a continuar su aprendizaje de maner a
autónoma.
Co-investigador 2: Estoy completamente d e acuerdo con la co mpañera en el
tema de las competenc i as. Yo v eo también las dos que ve
ella:
C AP ÍT ULO V: A náli s is y Discus ión de los Resu ltados
289
para construir su muestra (al menos eso me pasa a mí)
RESUMEN 4: Se considera que expl icar el us o de V IRGO sería br eve,
requiriendo sol o 5 minuto s. Aun así, para la tarea de cr ear la
exposición se requiere mayor tiempo con un apo yo inicial.
5. ¿Qué conocimientos previos cree que se requi ere para usar VIRGO?
Co-investigadora 4: Considero que para usar VIRGO no es nece sario tener
conocimientos previos, p ero es obvio que en un aul a de clase
se darán, ya que s e r equiere qu e ellos com plementen lo
aprendido en el aula.
Co-investigadora 5: Ninguno. Los a lumnos están acostumbrados a la u tili zación de
herramientas virtuales.
Co-investigadora 3: Los j óvenes de hoy son nati vos digitales. C reo que con l os
conocimientos que poseen son más que suficientes .
RESUMEN 5: No s e nec esitan conocimientos previos para man ejar VIRGO,
pues l os alumnos son nativos digitales y están acostumbrados
a la utilización de herramientas virtuales. Si n embargo, el
profesor debe dar el apoyo en el aula, porque ese es su rol.
6. ¿No creen que se p u eda estar sub estimando la capacidad de los alu mnos de la
ESO?
Co-investigadora 4: En mi caso, C olombia, considero que se sub estima a los
estudiantes mucho, pues algunos docentes prefier en continuar
sus modelos pedagógicos clásicos, (no es de negar que así
también apr enden), pero, es importante que seamos nosotros
los que participemos u n tanto del mundo en el que los
educandos se mueven ho y, y es indudable que las TIC son una
herramienta para estar más cercanos a ellos. Claro, con
normas claras.
La Investigac ión cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivo s T IC p ara la en s e ñanza
290
Co-investigadora 5: No creo qu e se subestime, sino que está infrautili zada, quizás
por la falta de capacidad y de tiempo de los profesores.
Co-investigadora 3: No, creo que les propone que sean cre ativos y les da las
herramientas para ello. Lo que pue de ocurrir es que el
docente no disponga de tiempo par a evaluar l a actividad de
TODOS los alumnos y p or l o t anto no se apl ique. En realidad
yo desconocía la existencia de este programa.
RESUMEN 6: La co-inve sti gadora 4 si considera qu e los a lumnos son
subestimados porque muchos profesore s siguen aplicando
modelos pedagógicos clásicos y a que así también aprende, y la
co-investigadora 3 y co-investigadora 5 piens an que l as
capacidades de los alumnos están infrautilizadas. Según estas
dos profesoras, s e debe a la falta de capacidad y de t iempo d e
los profesores. S e necesita tiempo para que puedan ser
crea tivos y pa ra evaluar la actividad de todo el alumnado.
7. ¿Qué tipo de actividad propon e?
Co-investigadora 4: Indudablemente los estudiantes siempre proponen acti vidades
más dinámicas, que estén relacionadas con el celular, juegos,
uso de redes sociales o uso de la web.
Nosotros l os do centes necesitamos herramientas virtuales que
tengan contenido ya diseñado para ser implementado en las
clases. No es lo mismo ser docente de aul a, con poco tiempo
para elaborar tus materiales, que ser docente inv estigador, en
donde pue des dedicar mayor tiempo al diseño de material.
Por ello, s ugiero la creación de herramientas virtuales
listas para impl ementar en el aula.
Co-investigadora 5: Creación de sus propias exposiciones.
Co-investigadora 3: Una actividad grupal que cuenta con la creación de un
catálogo. En esta debe rán explicar el criterio y los pasos
C AP ÍT ULO V: A náli s is y Discus ión de los Resu ltados
291
seguidos para armarla. Además, por ser una pr esentación
para t odo el curso, el resto de los participant es deberán
evaluar las fortalezas y debilidades de cada uno de lo s
catálogos presentados.
RESUMEN 7: En general se propone u sar VIRGO para hacer ex posiciones y
crear un catálogo. En el caso de los catálogos se pueden
evaluar las fort alezas y debilidades de cada uno de ellos por
los mismos alum nos.
Tercera discusión:
1. Al u sar VIRGO ¿p ueden hacerse actividades para la adquisi ción de la noción d e
tiempo, y ap render sobre siglos, milenios, antes de Cristo, después de Cristo?
¿Cómo se podría hacer?
Co-investigadora 3: Los alumnos podrían se parar los objetos entre aquellos que
fueron f abricados antes y después de Cristo y hacer
periodizaciones según cada civilización o milenio. Por otra
parte en la página se indi ca a que siglo pertene ce cada
elemento, lo que le facilita la actividad.
Co-investigadora 4: Clar o que sí, uno pued e t rabajar l os conceptos en clase y
afianzarlos en la práctica al us ar VIRGO.
a. *Crear un catálogo*: aquí puede n seleccionar todas las
piezas que corresponda n a un período determinad o, puedo
crear un catálogo que habl e de las piezas con datación antes
de Cristo y organizarlas en orden cronológico p ara que los
estudiantes las observen y analicen y comparen l as fechas en
que se crearon. Puedo crear dos catálogos de períod os
históricos diferentes, cada uno con sus respectivas
referencias, d escribiend o el conte xto cultural y la datación
para que los estudiantes comparen.
b. *Luego crear exposición,* al lí realizar una cartelera de
información donde se especifique la informac ión d e cada
La Investigac ión cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivo s T IC p ara la en s e ñanza
292
pieza, posibilitan do que e l estudiante asocie con los conceptos
y realice paralelos.
RESUMEN 1: Actividades:
− Separar obj etos po r fecha de fab ricación (antes y despu és
de Cristo) y h acer pe riodizaciones se gún cada ci vilización
o milenio.
− Crear un c atálogo: se leccionar todas l as piezas qu e
correspondan a un período determinado, crear u n catálogo
que hable de las piezas con da tación antes de Cristo y
organizarlas en orden cronológico, así l os alumnos las
pueden obse rvar, analizar y comparar l as fe chas en que s e
crearon.
− Crear do s catálogos de períodos his tóricos diferentes, cada
uno con sus respectivas referencias, describiendo el
contexto cultural y la datación p ara que lo s alumnos
comparen.
− Al crear un a exposición, elaborar una cartelera de
información donde se especifique la in formación de cada
pieza, posibilit ando que el alumno asocie con los concepto s
y r ealice paralelos.
2. Por otro lado, ¿puede la elaboración de la exposición ser un distractor para los
alumnos? La separación d e los esp acios, h acer el ca tálogo pri mero, luego en
otro espacio se monta la exposición, para ver el montaje en otro ¿puede dar la
sensación de que esta fraccionado? ¿O esos espacios separados s on una
ventaja?
Co-investigadora 3: La realización de diversos pasos es una ventaja para que los
alumnos vayan recordando y “a prehendiendo” las
características, las texturas y la periodización d e l os objetos.
Muchos de ellos t ienen memoria visual pe ro a veces no lo
saben y el he cho de verlos varias veces, refuerza la actividad
sin que algunos se percaten de ello. N o es “ estudi ar”, sino
C AP ÍT ULO V: A náli s is y Discus ión de los Resu ltados
293
hacer la actividad y nada más.
Co-investigadora 4: La organización asignada para la plataforma no es una
dificultad en sí, pues al navegar repetidas v eces en ella s e
aprende el manejo.
El montaj e de la exposición inicialmente pu ede ser agradable,
pero en la medida qu e se construya el catá logo, puede
tornarse monótona, pues sólo dispone de figura s, vitri nas y
vídeos. La posibilidad de tener otras herramientas
interactivas podrí a mejorar la pl ataforma. Por ejemplo:
personajes, grabación de voz, inserción de otras i mágenes, en
fin.
RESUMEN 2: Ambas están de acuerdo que la organiz ación de VIRGO no
dificulta el trab ajo, pues al navegar r epetidas v eces se aprende
el manejo. Es una ventaja porqu e l os alum nos van recordando
y “aprehendiendo” las características, t exturas y p eriodización
de l os objetos. Muchos de ellos t ienen memoria visual aunque
no lo sepan, el hecho de verlos varias veces, refuerza l a
actividad sin que se percaten de ello.
El m ontaje de la exposición inicialmente puede ser agradable,
pero lue go puede volverse monótona, porque V IRGO por los
momentos sólo dispone de fi guras, vitrinas y ví deos. La
posibilidad de tener otr as herramientas interact ivas podría
mejorar la plataforma. P or ejemplo: personajes, grabación de
voz, inserción de otras imágenes.
3. ¿Les p arece q ue VIRGO p uede ayu dar a alcanzar algunas competencias?
¿Cuáles? ¿Por qué? Y ¿Cómo? (¿Algún ejemplo?)
Co-investigadora 3: Creo que les da autonomía para crear e llos mismos el
conocimiento, es decir, ti enen las herramientas y eligen como
utilizarla s, les permite exponer y desplegar ante sus
compañeros las habilidades en relación a VIRGO.
La Investigac ión cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivo s T IC p ara la en s e ñanza
294
Co-investigadora 4:
Competencia artística y cultural, Competencias cognitivas,
Competencias de desarrollo personal.
Los estudiantes aprender de manera aut ónoma, para crear
los catálogos deben tener imaginación y manejar el
conocimiento de las diferentes piezas para poder agruparlas
según lo esperado, requieren valorar la información teórica y
la que br inda la plataforma, e incluso pueden cr ear nuevas
ideas de trabajo. L a const rucción del trabajo les p ermite
valorar otras culturas y revisar sus l egados arqueológicos y
tecnológicos.
RESUMEN 1: Competencia: artística y cultural, co gnitivas, desarrollo
personal y autonomía. Sobre todo l a autonomía pues tienen las
herramientas y eligen co mo uti lizarlas, l es permite ex poner y
desplegar ante sus com pañeros las habilidades en relación a
VI RG O. Por ot ro lado, cuando crean los catálogos deben tener
imaginación y manejar el conocimiento de las diferentes
piezas para agruparlas s egún lo esperado, se p retende valor ar
la información teóric a y la que b rinda la plataforma, e inclus o
pueden crear nu evas ideas d e trabajo. La construcción del
trabajo les permite valor ar otras culturas y revisar sus legados
arqueológicos y tecnológicos.
4. ¿Quieren hacer más comentarios relacionado con VIRGO?
Co-investigador 4: Se convertiría en una pl ataforma útil siempre y cuando se le
agreguen más herramientas que dinamicen la construcción de catálogos.
5.3.- 3
er
Ciclo – Análisis de VIRGO
Fase 4: Acuerdo para un segun do ciclo de acción y reflexión
Se les propuso p ara l a si guiente fase ev aluar V IRGO con el instrumento que mi de la
carga de trabajo (NASA-TLX, v er An exo 3), y todos los del Grupo 1 gustosamente
continuaron, inclu y endo la co-investi gadora que se paso del Grupo 2 al Grupo 1.
Fase 2 –
Acción: Evaluaci ó n d e C a r g a C o g n i t i v a d e V I R G O
Se ex ponen los resultado s d e
vaciados en el instrumento y l a s h o j a s d e c á l c u l o s e e n c u e n t r a n e n
Co-
investigadora 1: VIRG O 1 . 0
Se puede observar en l a Fi g . 8 q u e e n g e n e r a l l a c a r g a c o g n i t i v a q u e p u e d e g e n e r a r e l
trabajo con V IRGO para l a C o
embargo, al analizar la ca r g a d e l a s d i f e r e n t e s d
presenta con el
mayor pes o ( 5 p t o s ) e n l a c a r g a c o g n i t i v a y l l e g a h a s t a u n 7 5 % g l o b a l d e
la medición. Comparada c o n l a s d e m á s d i m e n s i o n e s , l a d i m e n s i ó n e s f u e r z o s i g u e c o n
un 60% de m edición, pero s u p e s o e s b a j o ( 2 ) e n
mental cuenta con un 50% d e c a r g a y u n p e s o
parte el r endimiento al trab a j a r c o n V I R G O e s d e u n 5 % l o c u a l e s e x c e l e n t e ( e n t r e m á s
bajo se registe la dimensi ó n r e n d i m i e n t o , m e j o r r e
tiene un peso alto (4)
res al t a n d o s u i m p o r t a n c i a
nivel de f rustración.
El co
que s
u peso e n la ca rga d e t r a b a j o e r a
encuentra ausente.
Fig. 8: Distribución d e la C arg a d e t r a b a j o s e g ú n l a s d i f e r e n t e s d i m e n s i o n e s y l a C a r g a c o g n i t i v a
global de l a C o
Como conclusión, V I R G O e x i g e n u n a g r a
exigencia mental es med ia
alta para la co-
investi gador a 1 ,
y por lo tanto ti ene
un buen r e n d i m i e n t o .
C AP ÍT ULO V: A náli s is y Discus i ó n d e l o s R e s u l t a d o s
A c c i ó n : E v a l u a c ión de Carga Cognitiva d e VIRGO
S e e x p o n e n l o s r e s u l t a d os de
l NASA-T LX d e forma descriptiva.
v a c i a d o s e n e l i n s t r u m e n t o y las hojas de cálculo se encuentran en
el An e x o 1 1 .
i n v e s t i g a d o r a 1 : V I R GO 1.0
S e p u e d e o b s e r v a r e n l a F ig. 8 que en general la carga co gnitiva que p u e d e g e n e r a r e l
t r a b a j o c o n V I R G O p a r a l a Co
-investigadora 1 es medianamente
b a j a
e m b a r g o , a l a n a l i z a r l a c a rga de las dif erentes d
imensiones, la ex igen c i a t e m p o r a l
m a y o r p e s o (5 ptos) en la carga co gnitiva y lle ga hasta u n 7 5 % g l o b a l d e
l a m e d i c i ó n . C o m p a r a d a c on l as demás dimensiones, la dim ensión esf u e r z o s i g u e c o n
u n 6 0 % d e m e d i c i ó n , p e r o su p eso es bajo (2) en
la car ga de tr abaj o . L a e x i g e n c i a
m e n t a l c u e n t a c o n u n 5 0 % de carga y un peso
media
(3) en la carga d e t r a b a j o . P o r s u
p a r t e e l r e n d i m i e n t o a l t r a bajar con VIRGO es de un 5% lo cual es ex ce l e n t e ( e n t r e m á s
b a j o s e r e g i s t e l a d i m e n s i ó n rendimiento, mejor r e
ndimiento se t iene c o n e l r e c u r s o ) ,
r e s a ltando s u importancia
en la carga d e trabajo a d i f e r e n c i a d e l
E l c o
-investigador ex perimentó
20% d e frustrac i ó n
u p e s o e n l a c a r g a de tr abajo era
bajo (
1). Por últim o, la exi g e n c i a f í s i c a s e
F i g . 8 : D i s t r i b u c i ó n d e l a C a r ga de traba j o según l as diferent es dim ensiones y l a C a r g a c o g n i t i v a
g l o b a l d e la Co
- investigadora 1 para el recurso de VI R GO
C o m o c o n c l u s i ó n , VIRGO exigen una gra
n i nversión de tiemp o y e s f u e r z o , l a
al usar el re curso. La c arga cognitiva no es
c o n s i d e r a d a
i n v e s t i g a d o ra 1,
y a que es fácil de usar porque l a frustra c i ó n e s m u y b a j a
u n b u e n rendimiento.
C A P Í T U L O V : A n á l i s i s y D i s c u s ión de los Resu ltados
295
Los resultados
e l A nexo 11.
S e p u e d e o b s e r v a r e n l a F i g . 8 q u e e n g e n e r a l l a c a r g a c o g n i t i v a q u e pue de generar el
baja
(46%). S in
i m e n s i o n e s , l a e x i g e ncia temporal
se
m a y o r p e s o ( 5 p t o s ) e n l a c a r g a c o g n i t i v a y l l e g a h a s t a un 75% global de
l a m e d i c i ó n . C o m p a r a d a c o n l a s d e m á s d i m e n s i o n e s , l a d i m e n s i ó n e s fuerz o sigue con
l a c a r g a d e t r a b a jo. La exigencia
( 3 ) e n l a c a r g a d e tr abajo. Por su
p a r t e e l r e n d i m i e n t o a l t r a b a j a r c o n V I R G O e s d e u n 5 % l o c u a l e s e x c elente (entr e más
n d i m i e n t o s e t i e n e c on el recur so),
y
e n l a c a r g a d e t r a b a j o a diferencia del
2 0 % d e f r u s t r a c ión
y determinó
1 ) . P o r ú l t i m o , l a e x i gencia física se
F i g . 8 : D i s t r i b u c i ó n d e l a C a r g a d e t r a b a j o s e g ú n l a s d i f e r e n t e s d i m e n s i o n e s y la Carga cog ni tiva
n i n v e r s i ó n d e t i e m p o y es fuerzo, la
considerada
muy
y a q u e e s f á c i l d e u s a r p o r q u e l a f r u s t r a ción es mu y baj a
La Investigac ión cooperativa como m o d e l o d e s e l e c c i ó n d e r e c u r s o s c o n s t r u c t i v o s T I C
296
Co-
investigador 2: VIRG O 1 . 0
Se puede observar en l a Fig . 9 q u e p a r a e l C o
de ma y or carga (85%) y pe s o ( 5 ) r e l a c i o n a d o c o n l a s d e m á s d i m e n s i o n e s , s i n e m b a r g o
la dimensión ex igencia me n t a l t a m b i é n s e r e f l e j a a l t a
parte el r endimiento se mu e s t r a m o d e r a d o e n u n 5 0 % c o n u n p e s o i n t e r m e d i o ( 3 ) , y e l
nivel de frustración, aun qu e t i e n e u n p e s o m o d e r a d o ( 2 ) , e s t á p r e s e n t e e n u n 4 5 % . L a
exigencia temporal n o se m u e s t r a m u y s i g n i f i c a t i v a p u
un bajo peso (1), mientras l a d i m e n s i ó n e x i g e n c i a f í s i c a n o a p a r e c e c o n c a r g a . L a c a r g a
cognitiva global se presenta e n u n 6 6 % , p u d i é n d o s e c o n s i d e r a r m o d e r a d a m e n t e a l t a .
Fig. 9: Distribución d e la C a r g a d e T r a b a j o s e g ú n
Cognitiva g lob a l d e l C o
Como conclusión, el u s o d e V I R G O p a r a e s t e c o
esfuerzo y ex igencia m ent a l , g e n e r a n d o e s t a s d o s v a r i a b l e s m a y o r p e s o e n l a c a r
cognitiva. También la
carg a c o g n i t i v a a l u s a r V I R G O
puede considerar que para e l c o
Co-
investigadora 3: VIRG O 1 . 0
Se puede observar en l a Fi g . 1 0 q u e e n g e n e r a l
Co-
investigadora 3 es mo d e r a d a m e n t e b a j a 4 5 % . P u e s t a n t o l a e x i g e n c i a m e n t a l ,
exigencia temporal y el esf u e r z o s e p r e s e n t a n e n u n 5 5 % d e l a c a r g a g l o b a l , a u n q u e d e
estas tres dimensiones el e s f u e r z o e s e l
mental (3) y por último ex i g e n c i a t e m p o r a l ( 2 ) . P o r o t r o l a d o , l a d i m e n s i ó n r e n d i m i e n t o
es buena (35 %) y po see un g r a n p e s o ( 4 )
nivel de frustración como l a e x i g e n c i a f í s i c a t i e n e n
L a I n v e s t i g a c i ó n c o o p e r a t i v a c o m o modelo de se l ección de recurs os constructivo s T IC
para l a e n s e ñ a n z a
i n v e s t i g a d o r 2 : V I R G O 1.0
S e p u e d e o b s e r v a r e n l a F i g. 9 que p ara el Co
-
investi gador 2 la dim ensió n e s f u e r z o e s l a
d e m a y o r c a r g a ( 8 5 % ) y p eso (5) relacionado con las demás dimension e s , s i n e m b a r g o
l a d i m e n s i ó n e x i g e n c i a m e ntal t ambién se refleja alta
(75%) con un pes o d e 4 . P o r o t r a
p a r t e e l r e n d i m i e n t o s e m uestra moder ado en un 50% con un peso inte r m e d i o ( 3 ) , y e l
n i v e l d e f r u s t r a c i ó n , a u n q ue tiene un peso moderado (2), está presente e n u n 4 5 % . L a
e x i g e n c i a t e m p o r a l n o s e muestra mu y significati va pu
es está presente e n u n 2 5 % c o n
u n b a j o p e s o ( 1 ) , m i e n t r a s la dimensión e xi genc ia física no aparece con c a r g a . L a c a r g a
c o g n i t i v a g l o b a l s e p r e s e n t a en un 66%, pudiéndose considerar moderad a m e n t e a l t a .
F i g . 9 : D i s t r i b u c i ó n d e l a C arga de Trabajo s egún
las diferen tes dimension e s y l a C a r g a
C o g n i t i v a g l o bal del Co
-
investigador 2 para e l recurso de VI RG O
C o m o c o n c l u s i ó n , e l us o de V I RG O pa ra este co
-
investigador r e q u i e r e m u c h o
e s f u e r z o y e x i g e n c i a m e n tal, g ene rando estas dos variables m a y or p e s o e n l a c a r
c a r ga co gnitiva al usar VIRGO
es
un poco alta , p o r l o c u a l s e
p u e d e c o n s i d e r a r q u e p a r a el co
-
investi gador 2 el uso de este recurso no
i n v e s t i g a d o r a 3 : V I R GO 1.0
S e p u e d e o b s e r v a r e n l a F ig. 10 que en general
la carga cognitiva con V I R G O p a r a l a
i n v e s t i g a d o r a 3 e s m oderadamente baja 45 %. P ues tanto la ex i g e n c i a m e n t a l ,
e x i g e n c i a t e m p o r a l y e l e s fuerzo se presentan en un 55% de la carga g l o b a l , a u n q u e d e
e s t a s t r e s d i m e n s i o n e s e l esfuerzo es el
de ma yor peso
(4) s e guido p o r l a e x i g e n c i a
m e n t a l ( 3 ) y p o r ú l t i m o e x igencia temporal (2). P or otro l ado, l a di mens i ó n r e n d i m i e n t o
e s b u e n a ( 3 5 % ) y p o s e e u n gran peso (4 )
en l a car ga de trabajo
. Por s u p a r t e , t a n t o e l
n i v e l d e f r u s t r a c i ó n c o m o l a exigencia física ti enen
poco peso (1 ) , d e e s t a s d o s
p a r a la en se ñanza
i n v e s t i g a d o r 2 l a d i m e n s i ón esfuerzo es l a
d e m a y o r c a r g a ( 8 5 % ) y p e s o ( 5 ) r e l a c i o n a d o c o n l a s d e m á s d i m e n s i o nes, sin embargo
( 7 5 % ) c o n u n p e so de 4. Por otra
p a r t e e l r e n d i m i e n t o s e m u e s t r a m o d e r a d o e n u n 5 0 % c o n u n p e s o i n t ermedio (3), y el
n i v e l d e f r u s t r a c i ó n , a u n q u e t i e n e u n p e s o m o d e r a d o ( 2 ) , e s t á p r e s e n t e en un 45%. L a
e s e s t á p r e s e n t e en un 25% con
u n b a j o p e s o ( 1 ) , m i e n t r a s l a d i m e n s i ó n e x i g e n c i a f í s i c a n o a p a r e c e c o n carga. La carga
c o g n i t i v a g l o b a l s e p r e s e n t a e n u n 6 6 % , p u d i é n d o s e c o n s i d e r a r m o d e r a damente alta.
l a s d i f e r e n t e s d i m e n s i o nes y la Carga
i n v e s t i g a d o r 2 p a r a e l r e c u r s o d e V I R GO
i n v e s t i g a d o r requiere mucho
e s f u e r z o y e x i g e n c i a m e n t a l , g e n e r a n d o e s t a s d o s v a r i a b l e s m a y o r peso en la car
ga
u n p o c o a l t a, por l o cual se
i n v e s t i g a d o r 2 e l u s o d e e s t e r e c u r s o n o
le es mu y fácil.
l a c a r g a c o g n i t i v a c o n VIRGO para la
i n v e s t i g a d o r a 3 e s m o d e r a d a m e n t e b a j a 4 5 % . P u e s t a n t o l a e xigencia mental,
e x i g e n c i a t e m p o r a l y e l e s f u e r z o s e p r e s e n t a n e n u n 5 5 % d e l a c a r g a g lob al, aunque de
( 4 ) s e g u i d o por la ex igencia
m e n t a l ( 3 ) y p o r ú l t i m o e x i g e n c i a t e m p o r a l ( 2 ) . P o r o t r o l a d o , l a d i m e n sión rendimiento
. P o r su p arte, tanto el
p o c o p e s o ( 1), de estas dos
dimensiones el nivel de f r u s t r a c i ó n c o n t i e n e m a y o r p o r c e n t a j e ( 3 5 % ) q u e e l d e l a
exigencia física (10%).
Fig. 10: Distribu ción de la C a r g a d e T r a b a j o s e g ú n l a s d i f e r e n t e s d i m e n s i o n e s y l a C a r g a
Cognitiva g loba l d e l a C o
Como conclusión, pa r a l a c o n
de tiempo, esfuerzo y exige n c i a m e n t a l
es bueno
y a que le ha gen e r a d o p o c a f r u s t r a c i ó n
muy alta, esto demuestr a q u e l a c o
aunque requiera de cierto e s f u e r z o .
Co-
investigador 4: VIRG O 1 . 0
Se puede observ ar en la Fi g . 1 1 q u e p a r a e l C o
la que tiene ma y or carga de t r a b a j o ( 5 5 % ) , p e r o c o n p o c o p e s o ( 2 ) . A é s t a d i m e n s i ó n l e
sigue la dimensión ex igenc i a t e m p o r a l d e u n 4 5 % c o n u n p e s o d e 3 , l a e x i g e n c i a m e n t a l
tiene ma y or peso (4) per o c o n s o l o u n 3 0 % , p o r s u p a r t e , e l r e n d i m
peso tiene (5) y demuestra u n a l t o r e n d i m i e n t o p u e s l a t a r e a n o a f e c t a n e g a t i v a m e n t e e l
rendimiento (30%). P or últ i m o , e l n i v e l d e f r u s t r a c i ó n ( 2 0 % ) y p e s o ( 1 ) s o n m u y b a j o s ,
y la exigencia físic a se e nc u e n t r a t o t a l m e n t e a u s e n t e e n l a
carga cognitiva es de un 36 % , l o c u a l
Como conclusión, e l u s o d e V I R G O p a r a e l c o
esfuerzo y exi gencia te mp o r a l m o d e r a d a , s i n e m b a r g o l a d i m e n s i ó n q u e m a y o r p e s o
ejerce sobr e l a carga cog
ni t i v a e s e l r e n d i m i e n t o , y e s t a e s p o s i t i v a . L a c a r g a c o g n i t i v a
al usar V I R GO es mu y bu e n a p o r e s o e l r e n d i m i e n t o , h a c e q u e e s t e r e c u r s o
fácil al co-investigador 4.
C AP ÍT ULO V: A náli s is y Discus i ó n d e l o s R e s u l t a d o s
d i m e n s i o n e s e l n i v e l d e frustración contiene m ayor porcentaje (35% ) q u e e l d e l a
F i g . 1 0 : D i s t r i b u c i ó n d e l a C arga de Trabajo según l as diferentes dim ens io n e s y l a C a r g a
C o g n i t i v a g l o b al de la Co
- i
nvestigadora 3 pa ra el recur so de VIR G O
C o m o c o n c l u s i ó n , p ara la con
-investigadora 3
VIRGO exige un a g r a n i n v e r s i ó n
d e t i e m p o , e s f u e r z o y e x i g encia mental
. Sin embargo,
el rendimiento co n e s t a a p l i c a c i ó n
y a q u e l e h a g e nerado poc a frustración
. En
gene ral la carga c o g n i t i v a n o e s
m u y a l t a , e s t o d e m u e s t r a que la co
-
investi gadora 3 t iene cierta facili d a d p a r a u s a r l a
a u n q u e r e q u i e r a d e c i e r t o e sfuerzo.
i n v e s t i g a d o r 4 : V I R G O 1.0
S e p u e d e o b s e r v a r e n l a F i g. 11 qu e p ara el Co
-
investi gador 4 la dimen s
l a q u e t i e n e m a y o r c a r g a d e trabajo (55%), pero c on poco peso (2). A é s t a d i m e n s i ó n l e
s i g u e l a d i m e n s i ó n e x i g e n cia temporal de un 45% con un peso de 3, la e x i g e n c i a m e n t a l
t i e n e m a y o r p e s o ( 4 ) p e r o con solo un 30%, por su parte, el rendim
iento e s e l q u e m a y o r
p e s o t i e n e ( 5 ) y d e m u e s t r a un alto r endimiento pues la t area no afecta n e g a t i v a m e n t e e l
r e n d i m i e n t o ( 3 0 % ) . P o r ú l timo, el nivel de frustr ación (20%) y peso (1) s o n m u y b a j o s ,
y l a e x i g e n c i a f í s i c a s e e n cuentra totalmente aus ent e en la
carga de tar e a . E n g e n e r a l l a
c a r g a c o g n i t i v a e s d e u n 3 6%, lo cual
es bueno.
C o m o c o n c l u s i ó n , el uso de VIRGO p ara el co
-
investigador 4 r e q u i e r e u n
e s f u e r z o y e x i g e n c i a t e m poral moderada, si n embargo l a dimensión q u e m a y o r p e s o
n itiva es el rendimiento, y esta es positiva. La c a r g a c o g n i t i v a
a l u s a r V I R G O e s m u y b u ena po r eso el rendimiento, hace que este re c u r s o
C A P Í T U L O V : A n á l i s i s y D i s c u s ión de los Resu ltados
297
d i m e n s i o n e s e l n i v e l d e f r u s t r a c i ó n c o n t i e n e m a y o r p o r c e n t a j e ( 3 5 %) que el de la
F i g . 1 0 : D i s t r i b u c i ó n d e l a C a r g a d e T r a b a j o s e g ú n l a s d i f e r e n t e s d i m e n s i o nes y l a Carga
n v e s t i g a d o r a 3 p a r a e l r e c u r s o d e V I R GO
V I R G O e x i g e u n a gran inversión
e l r e n d i m i e n t o c o n est a aplicación
g e n e r a l l a c a r g a cognitiva no es
i n v e s t i g a d o r a 3 t i e n e c i e r t a f a c i l idad para usarl a
i n v e s t i g a d o r 4 l a d i m e ns
ión esfuerzo es
l a q u e t i e n e m a y o r c a r g a d e t r a b a j o ( 5 5 % ) , p e r o c o n p o c o p e s o ( 2 ) . A ésta dim ensión le
s i g u e l a d i m e n s i ó n e x i g e n c i a t e m p o r a l d e u n 4 5 % c o n u n p e s o d e 3 , l a ex ig encia mental
i e n t o es el que mayor
p e s o t i e n e ( 5 ) y d e m u e s t r a u n a l t o r e n d i m i e n t o p u e s l a t a r e a n o a f e c t a n egativamente el
r e n d i m i e n t o ( 3 0 % ) . P o r ú l t i m o , e l n i v e l d e f r u s t r a c i ó n ( 2 0 % ) y p e s o ( 1 ) son mu y bajos,
c a r g a d e t a r ea. En general la
i n v e s t i g a d o r 4 req uiere un
e s f u e r z o y e x i g e n c i a t e m p o r a l m o d e r a d a , s i n e m b a r g o l a d i m e n s i ó n que ma y or peso
n i t i v a e s e l r e n d i m i e n t o , y e s t a e s p o s i t i v a . L a car ga co gnitiva
a l u s a r V I R G O e s m u y b u e n a p o r e s o e l r e n d i m i e n t o , h a c e q u e e s t e r ecurso
le sea sea
La Investigac ión cooperativa como m o d e l o d e s e l e c c i ó n d e r e c u r s o s c o n s t r u c t i v o s T I C
298
Fig. 11.-
Distri bución de l a C a r g a d e T r a b a j o s e g ú n l a s d i f e r e n t e s d i m e n s
Cognitiva g lob a l d e l C o
Fase 3 – Reflexión: 4
to
Cic l o
La discusión qu e contin úa s e b a s a e n l o s r e s u l t a d o s d e l N A S A
Anexo 13). A l os co-
inves t i g a d o r e s s e l e s e n v í o , l u e g o r e l l e n a r l o s i n s t r u m e n t o s , l o s
resultados
analizados y ex p u e s t o s
los co-
investigadores recib i e r o n l a s
según esto se r
ealizó el aná l i s i s .
Según sus respuestas VIR G O t r e s d e u s t e d e s c o n s i d e r a n q u e e l u s o d e
genera mucha carga de t r a b a j o . L a e x i g e n c i a m e n t a l , e l
temporal en la mayor p ar t e d e s u s r e s p u e s t a s
1. ¿ Esta exigencia menta s e r e f i e r e q u e e l r e c u r s o l l e v a a q u e e l
reflexionar mucho al u sar l o ?
vez se necesita
pensar mu c h o ?
es im p ortante
invertir ti e m p o e n e n s e ñ a r a l o s a l u m n o s c o m o u s a r l o a n t e s d e
emplearlo en el aula?
Co-investigadora 3:
De s d e m i p u n t o d e v i s t a , l a e x i g e n c i a m e n t a l v i e n e s o b r e t o d o
de l h e c h o d e
he r r a m i e n t a , y p o r e s o c
ini c i a r s u u s o , l o s a l u m n o s a p r e n d a n s u
fam i l i a r i c e n c o n l a h e r r a m i e n t a .
Co-investigadora 5:
Pa r a q u e o r d e n e c r o n o l ó g i c a m e n t e y v e a t o d a s l a s
al t e r n a t i v a s ( e n c u a n t o a l o s e l e m e n t o s q u e t i e n e p a r a a r m
L a I n v e s t i g a c i ó n c o o p e r a t i v a c o m o modelo de se l ección de recurs os constructivo s T IC
para l a e n s e ñ a n z a
D i s t r i b u c i ó n d e l a Carga de Trabajo según las diferentes dim ens
io n e s y l a C a r g a
C o g n i t i v a g l o bal del Co
-
investigador 4 para e l recurso de VI RG O
C i clo
-
Discusión sob re Carga Cognitiva de V I R G O
L a d i s c u s i ó n q u e c o n t i n ú a se basa en los resultados del NASA
-
TLX (v e r o r i g i n a l e s e n
i n v e stigadores s e l es enví o, luego rellena r l os i n s t r u m e n t o s , l o s
a n a l i z a d o s y e x puestos
de forma grá fica como lo exige el ins t r u m e n t o . T o d o s
i n v e s t i g a d o r e s r e c i bieron las
valoraciones de los demás m iemb r o s
e a l i z ó e l a n á lisis .
S e g ú n s u s r e s p u e s t a s V I RG O tres de u stedes consideran que el uso d e
g e n e r a m u c h a c a r g a d e trabajo. La exigencia mental, el
esfuerzo y l a e x i g e n c i a
t e m p o r a l e n l a m a y o r p a rte d e sus r espuestas
su peran el 50% , lo c u a l e s b a s t a n t
1 . ¿ E s t a e x i g e n c i a m e n t a s e refiere q ue el recu rso ll eva a qu e el
usu a r i o t e n g a q u e
r e f l e x i o n a r m u c h o a l u s a rlo?
¿
O es q ue para co mprender como se u s a l a p r i m e r a
p e n s a r m ucho?
¿Es por eso que algunos d e u stedes c o n s i d e r a n q u e
i n v e r t i r t iem p o en enseñar a los alumnos com o u s a r l o a n t e s d e
D esde mi punto d e vist a, la exigencia mental v i e n e s o b r e t o d o
d e l hecho de
que hay qu e dedicar tiempo a apr e n d e r a u s a r l a
h e rramienta, y por eso c
reo
que es important e q u e , a n t e s d e
i n iciar s u uso, los alumnos apr endan su
u t i l i z a c i ó n y s e
f a miliaricen con la herramienta.
P ara que ord ene cr onológicamente y v e a t o d a s l a s
a l ternativas (en cuanto a los elementos que ti e n e p a r a a r m
p a r a la en se ñanza
i ones y l a Carga
i n v e s t i g a d o r 4 p a r a e l r e c u r s o d e V I R GO
D i s c u s i ó n s o b r e C a r g a C o g n i t i v a d e VIRGO
T L X ( ver originales en
i n v e s t i g a d o r e s s e l e s e n v í o , l u e g o r e l l e n a r l o s i nstrumentos, los
d e f o r m a g r á f i c a c o m o l o e x i g e e l i n strumento. Todos
v a l o r a c i o n e s d e l o s d e m á s m i e m b ros
del gr upo, y
S e g ú n s u s r e s p u e s t a s V I R G O t r e s d e u s t e d e s c o n s i d e r a n q u e e l u s o de
VIRGO no
e s f u e r z o y la exigencia
s u p e r a n e l 5 0 % , l o c ual es b astant
e.
u s uario tenga qu e
O e s q u e p a r a c o m p r e n d e r c o m o s e u sa l a primera
¿ E s p o r e s o q u e a l g u n o s d e u s t e d e s cons ideran que
i n v e r t i r t i e m p o e n e n s e ñ a r a l o s a l u m n o s c o m o usarlo antes de
D e s d e m i p u n t o d e v i s t a , l a e x i g e n c i a m e n t a l viene sobre todo
q u e h a y q u e d e d i c a r t i e m p o a a p render a usar l a
q u e e s i m p o r t a n te que, ant es de
utilización y s e
P a r a q u e o r d e n e c r o n o l ó g i c a m e n t e y vea todas las
a l t e r n a t i v a s ( e n c u a n t o a l o s e l e m e n t o s q u e t i ene para arm
ar
C AP ÍT ULO V: A náli s is y Discus ión de los Resu ltados
305
vocabulario técni co rela cionado con el tema que se t rabaja. En el si guiente gráfico ( Fig.
12) se puede observ ar el porcenta je de obtención de l a competencia lin güística según
cada h erramienta. Un evaluador consid era qu e los mapas conceptuales a y udan a
desarrollar la comunicación lingüística en un 50% los o tros tres, entre el 80 al 90%.
Fig. 12: Com uni cación ling üística
b) Competencia matemática
Estos recursos fomentan ac tividades de conoci miento sobre aspectos c uantitativos y
espaciales. En el si guiente gráfico (Fig. 13 ) se puede observar el porcentaje de
obtención de l a comp etencia m atemática por recurso. Uno d e los evaluadores
consideran que l os mapa s conceptuales a y udan a desarrollar la competencia Matemática
en un 10%, otro en 20 y los demás en 30%.
Fig. 13: Com pe tencia Mate mática
La Investigac ión cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivo s T IC p ara la en s e ñanza
306
c) Competencia en el conocimiento y la interacción con el mundo f ísico
Estos recursos a y udan a desarrollar especialmente la percepción. En el si guiente gráfico
(Fig. 14) se puede ob servar e l porcentaje de obtenc ión de la competencia d el
conocimiento e interacción con el mundo físico p or recurso:
Fig. 14: Conocimiento e interacción con el mundo físi co
Dos de los evaluadores consideran que los map as conceptuales a yuda n a desarrollar el
conocimiento e interacción con el mundo fís ico en un 60%, el otro en un 10%, m ientras
que el cuarto profesor considera que no se alcanza ninguna habilidad.
d) Tratamiento de la inf orm ación y competencia digital
En un 89% se desa rrollan todas las habilidades b ajo esta competencia. En el siguiente
gráfico (Fig. 15 ) se puede observar el porcentaje de obtención de la competencia del
tratamiento de la información y competenci a digital por herramienta:
Fig. 15: Tratam iento de la i nformación y competencia digital
C AP ÍT ULO V: A náli s is y Discus ión de los Resu ltados
307
Dos de los evaluado res consideran qu e los mapas conceptuales a yudan en e l tratamiento
de la información y com petencia digital entr e 70% a 80%, mientras que los otros dos
profesores consideran que se alcanza en un 90%.
e) Competencia social y ciud adana
Se desarrollan en un 99% todas las habilidades bajo esta competen cia. E n el siguiente
gráfico ( Fig. 16) se puede observar el porcentaje de obtención de la competencia social
y ciud adana por re curso. Tres de los evalu adores consid eran que los mapas conceptuales
ayudan a desarrollar l a competencia so cial y ciudadana en un 90%, sin embargo, un
profesor considera que solo se alcanza en un 20% .
Fig. 16: Com pe tencia socia l y ciudadana
f) Competencia cultural y artística
Los mapas conceptuales eva luados ay ud an a de sarrollar en un 10 0% todas las
habilidades bajo esta competencia. En el si guiente gráfico (Fig. 17) se puede observar el
Fig. 17: Com pe tencia cultural y ar tística
La Investigac ión cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivo s T IC p ara la en s e ñanza
308
porcentaje de obtención de la competencia cultural y artíst ica según cada recurso. Cada
evaluador considera qu e los mapas conc eptuales a yudan a desarrollar l a competencia
cultural y artística en diferentes porcentajes 10%, 60%, 80% y 90%.
g) Competencia para aprender a aprender
Los recursos evaluados ayudan a d esarrollar en u n 100% todas las h abilidades b ajo esta
competencia. En el siguiente gráfico (Fig. 18) se puede obse rvar el porcentaje de
obtención de la competencia de apr ender a apr ender se gún cada recurso . Dos de los
evaluadores consideran que los mapas conceptual es a yudan en la competencia aprender
a aprender en un 80%, los otros entre 90 y 100%.
Fig. 18: Com pe tencia de A prender a aprende r
h) Autonomía e iniciativa p ersonal
La s herramientas para construir mapas conceptuales a y ud an a desarrolla r en un 100%
todas las habilidades para aprender de manera autón oma. En el siguiente gráfico (Fi g.
19) se puede observar el porcentaje de obtención de la competencia de autonomí a e
Fig. 19: Com pe tencia de A utonomía e inici ativa perso nal
C AP ÍT ULO V: A náli s is y Discus ión de los Resu ltados
309
iniciativa personal de cada recurso. Tres d e los e valuadores consideran q ue los mapas
conceptuales a y ud an en l a competencia de autono mía e iniciativa personal en un 80% y
el otro profesor en un 90%.
Estos mapas conceptuales como herramienta, permiten plantear pro blemas,
comparar hipótesis y ex perimentar. No requieren conocimientos previos porque es
sencillo, se puede us ar para experimentar, generando resultados bu enos, es á gil y no
crea grandes di ficultades . Sin e mbargo, aunque sea fácil e intuit iva, su elaboración
puede crear problemas porque la construcción de mapas es un proceso relativamente
complejo. Es to se debe más a la compleji dad de la t area antes que al recurso en sí. Por
lo tanto, el profesor debe revisar los mapas diseñados por sus alum nos. Aunado a esto,
el profesor también deb e explicar los objetivos de la actividad y todo lo relativo al tema
con el que se v a a trabaj ar, también expl icar a lo s alum nos la im portanci a de usar este
tipo de mapas para clarificar contenidos y fijar conceptos.
Es un recurso mu y rico en cuanto a la ut ilización de elementos qu e organiz an y
planifican el pensamient o concreto sobre aspecto s abstractos y concretos en m ultitud de
área s del aprendizaje. Ta mbién tiene i mportancia practicar la técnica de m apas mentales
previa a la ut iliz ación del recurso, sobre tod o porque es mu y com pleto para l a
presentación de ideas y su consecuentes rela ciones. Es importante animar y motivar a
los alumnos a usar los mapas para a y ud arlos en su estudio, aunque tambi én s e pued en
hacer con PowerPoint™.
Líneas de Ti em po
La s líne as de t iempo ana lizadas fueron: Dipit y , C ronos, TimeToast y TimeRime. Según
los elementos instruccion ales, el alumn o ti ene bu en control del recurso y la bús queda d e
información que puede hacer sin salir del recurso y enlazando a otros sitios, la
localización de ésta opción es fá cil. Es relevante que las líneas de tiempo elaboradas con
estas herramienta permiten ver la información en una sol a pantalla o en cuadros
separados, y . El uso de los colores es adecuado y no emplea colores vivos. En general,
los textos en este recurso son ins ertados por los usuar ios y e stos de ben ser cortos,
exponiendo una i dea, y l a l etra de un estilo y tamaño fácil de l eer, en esta herrami enta
estos cambios están bajo el control del usuario.
Según la calidad did áctica-pedagógica este r ecurso es, sobr e todo, constr uctivo y
cognitivo, y un pro fesor agrega que también cond uctista, por lo cual dep enderá d e cómo
La Investigac ión cooperativa como modelo de se l ección de recurs os constructivo s T IC p ara la en s e ñanza
310
se emplee en el aula. P ara trabaj ar con este r ecurso es im portante que el alum nado ten ga
conocimientos previos, requiriendo el apo y o del profesor en un 40% o 70% (depende
del recurso). Por su parte, las líneas de tiempo como organizadores gráficos apoyan los
objetivos de l os temas de historia entre 80 y 100 %, y se pued e adaptar al cu rrículo entre
40-50% o 80-90% dependiendo del recurso. S in e mbargo, l os profesores advierten que
no se d ebe aplicar solo, debe s er apo y ado con otros recursos. A y ud a a pone r en práctica
nuevas técnicas para al canzar el aprendizaje y se adapta a las dif erencias de los
alumnos, también des arrolla la creatividad y cooperación. I ncluso es muy útil para
motivar a l os alumnos, y a que ameniz a los conte nidos, facilita la organización de la
información y su representación, ordenando cronológicamente acontecimientos
históricos de un tema.
Dado que se puede o rdenar c ronológicamente l os temas, esto a y uda a l os al umnos
a clarificar los contenidos y fijar conceptos, manejar y ordenar cronológicamente
diferentes fuentes d e inf ormación, links, víd eos e imá genes asociadas a l os tex tos que
pueden insertar para en riquecer la presentación. S e pueden s eguir en form a cronoló gica
los acontecimientos, d estacar los más importantes, mencionar los secundarios e incluir
vínculos con información complementaria.
La s líneas se pueden el a borar de forma colaborat iva o individual, consultar otras
líneas de tiempo, compartirlas y comentarlas por cualquier usu ario qu e la lea. Ti ene un
zoom temporal para elegi r l a ampli tud de la dis tanc ia temporal entre un evento u otro,
y a que concede un intervalo mínimo de una hora y un intervalo máximo de 500 años.
De modo que se puede utili zar también como una rutina diaria o como un estudio de los
diferentes acontecimientos. A continuación s e ex pone las competencias y habilid ades
con los porcentajes que le han proporcionado los profesores, y los promedios.
a) Competencia en com un icación li ngüística
La s habilidades que se adquieren en esta competencia son: la descri pción y
argumentación, oportuni dad de adquirir y aplicar vocabulario t écnico relacionado con l a
historia. Cada evaluador ha considerado q ue las lí neas de ti empo ayudan a desarrollar la
comunicación l ingüística entre un 40%, 70%, 80 % y 90%. En el s iguiente gráfico (Fig.
20) se puede observar el porcentaje de obtención de la competencia lingüíst ica:
[Document text truncated for crawler view.]