Lois Tobío: vida e obra dun humanista galego e un galeguista universal
Full text
Dr. XESÚS B LAN CO EC HAURI , profesor Dout or Titular de Ética e Fil osofía
Política da Universidade de Santiago de Composte la, na súa calidade de Director do
Traballo de Inve stigación re alizado por Do n FRANCISCO FIDE L MASEDA
MASEDA, sobre Lois Tobío: vi da e obra dun humanista galego e un galeguista
universal , para a obtenc ión do grao de Doutor,
DECLARA:
Que o mencionado trab allo de investigación reúne os requisitos de forma e contido
legalmente establecidos para ser presentado a trámite e defensa pública.
O que se fai constar ós efectos oportunos.
Lugo, a 28 de abril de 2 010
Asdo.: Dr. Xesús Blanco Echaur i
O Autor:
Asdo.: Francisco F idel Maseda Maseda
A Constanza T obío So ler,
initium dimid ium facti
A Victoria Rod ríguez Viera, quen pa ra
min sempre será o Uruguai
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ÍNDICE
Agradecementos .............................................................................................................. 13
Limiar .............................................................................................................................. 15
1. A obra de Lois Tobío ............................................................................... 23-64
1.1. Arquivos, bibliotecas e institucións consultadas ................................................ 24
1.2. Catalogación cr onolóxica das fontes tobianas .................................................... 25
1.2.1. Uns apuntamentos ................................................................................... 25
1.2.2. Catalogación ............................................................................................ 28
1.3. Clasificación das carpetas do arquivo persoal de Lois Tobío
segundo o autor .................................................................................................. 60
2. Marcando a sen da .................................................................................... 65-84
2.1. Facendo memoria ............................................................................................... 66
2.1.1. Advertenc ia inicial ................................................................................... 66
2.1.2. Viveiro e Compostela .............................................................................. 66
2.1.3. Galicia no primeiro terzo do século XX .................................................. 68
2.1.4. Matizacións sob re o exiliado e o exilio galego........................................ 75
3. Wie es au ch sei, d as Leben, es ist gut ......................................................... 85-198
3.1. Tobío segundo Tobío.......................................................................................... 86
3.1.1. Un pequeno bosquexo in trodutorio e uns apuntamentos ......................... 86
3.1.2. A infan ci a é a patria do home: Viveiro.................................................... 88
3.1.3. O espertar da c onciencia ga le ga : Santiago .............................................. 95
3.1.4. No centro do mundo: Berlín .................................................................. 110
3.1.5. O ―europeo‖ c hega a Ma drid ................................................................. 121
3.1.6. A lealdade ás ideas: Sofí a ...................................................................... 128
3.1.7. De volta á crúa realidade: soños rotos ................................................... 147
3.1.8. Seguindo o destino: o exilio .................................................................. 156
3.1.9. Fin da peregrina xe ................................................................................. 177
3.2. Anexo ............................................................................................................... 185
3.2.1. ―Cursillo de introducción a la Historia de Bizancio‖ (4 - IX -1946) ........ 186
3.3. Apostilas ás senlleiras Décadas de T.L ............................................................ 188
8
3.3.1. Consideracións iniciais .......................................................................... 188
3.3.2. O xerme ................................................................................................. 188
3.3.3. Nos soportais ......................................................................................... 189
3.3.4. Unha autobiografía ga lega ..................................................................... 190
3.3.5. Diversas opinións sobre As Décadas de T.L ......................................... 192
3.3.6. O noso particular parece r ....................................................................... 196
4. Dignificando a cultur a galega ................................ ................................... 199-228
4.1. Tobío no Seminario de Estudos Galeg os ......................................................... 200
4.1.1. Un vencello indisoluble ......................................................................... 200
4.1.2. Un seminarista de de zase te anos ........................................................... 201
4.1.3. Un labor xulgado ................................................................................... 213
4.2. Anexos .............................................................................................................. 215
4.2.1. ― Razón de como se f und óu e tivo desenrolo o Seminario
d´Estudos Galegos ‖ ................................................................ ............... 216
4.2.2. ― Confere ncia lida na Gal ería Sargade los de Madrid na
Exposición Homenaxe ó Seminario de Es tudos Galegos‖,
9- II -1979 ................................................................................................ 219
5. Loi tando por u nha Galicia Aut ónoma ................................................... 229-310
5.1. Tobío redac tor do I Anteproxecto de Estatuto e fundador
do Partido Galeguista ...................................................................................... 230
5.1.1. Unha escusa ........................................................................................... 230
5.1.2. As primeiras militancias ........................................................................ 230
5.1.3. A nece sidade dun marco autonómico propio ........................................ 231
5.1.4. A unión do galeguismo .......................................................................... 236
5.1.5. Un triste remate ..................................................................................... 242
5.2. Anexo ............................................................................................................... 245
5.2.1. ―Exposición presenta da pol-a poñenza encarrega da de
redac tar o Antepro y eito de Estatuto da Galiza‖, S eminario
de Estudos Galegos: Seizón de cenzas, Sociaes, políticas
i-económicas , maio de 1931 .................................................................. 246
5.3. Pensamento galego e galeg uismo político. Autonomía, nación
e política en Tobío ............................................................................................ 252
5.3.1. Uns lindeiros ......................................................................................... 252
9
5.3.2. Os primeiros pasos: A etapa pre-republicana ....................................... 253
5.3.3. Ó fin tempos de liberda de: a et apa da II República Española .............. 257
5.3.4. Lonxe da casa c omún: A etapa do exilio americano ............................ 275
5.3.5. Un breve esquema ................................................................................ 279
5.3.6. Recapitulando: o exemplo de L ois Tobío ................................ ............. 280
5.4. Anexos .............................................................................................................. 283
5.4.1. Escolma de ―O galeguismo do porvir‖,
El Pueblo Gallego , 5-VIII -1926 ............................................................ 284
5.4.2. Escolma de ―Refre isóns encol do momento aitual da Galiza‖,
Nós , 15- IX -1931 ................................................................ .................... 287
5.4.3. Escolma de ―Ba ses para unha orgaización política da Galiza‖,
Galicia: revista do ce ntro galego de Bos Aires , x ullo de 1940 ............. 292
5.4.4. ―O liberalismo galeg o‖ (conferencia lida no Centro P ontevedré s
de Bos Aires, 11- IV -1958) ................................................................ .... 296
6. As angueiras do ex ilio ................................ ................................................. 311-414
6.1. Tobío no Centro Republicano Español ............................................................ 312
6.1.1. Galeguismo vs. Republicanismo? ......................................................... 312
6.1.2. Un recordatorio: Tobío integ rante do Centro Espa ñol Republicano .... 312
6.1.3. Participacións en carg os directi vos e Comisións .................................. 313
6.1.4. Colaboracións en radio, prensa e algunha conferencia ........................ 315
6.1.5. Lois Tobío Axente Oficioso da República no Urugua i ........................ 318
6.1.6. Re trato dun home sempre implicado .................................................... 321
6.2. Anexos ............................................................................................................. 323
6.2.1. Carta de Manuel Blasco Garzón (6- VI - 1946) ...................................... 324
6.2.2. Carta de José Giral (20-VIII- 1946) ...................................................... 325
6.2.3. Circular nº 1 do Ministerio de Estado (21-V III -19 46) ......................... 326
6.2.4. Carta de Manuel Blasco Garzón (13- IX -1946) .................................... 328
6.2.5. Carta de Luis Tobío (21- XI -1946) ........................................................ 330
6.2.6. Carta de Manuel Blasco Garzón (10- II -1947) ...................................... 331
6.2.7. Carta de José Giral (10- II -1947) ........................................................... 332
6.3. Tobío tradutor .................................................................................................. 333
6.3.1. Unha desculpa inicial............................................................................ 333
6.3.2. Tradutor por supervivencia: as tr aducións de Tobío ó castelán ........... 333
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noso criterio, e no doutros máis, o maior expoñente do x énero memorial da li teratura
ga le ga contemporánea), sen desbotar o uso das esc asas fontes sec undarias pa ra
desenvolver e complementar a p escuda sobre a súa vida. Con r elac ión á sú a obr a,
entendemos que o fundamen tal é a súa p rodución escrita, a maior parte d ela espallada ó
longo de multitude de xornais e re vistas das xeog rafías galega e alén do mar . E,
asemade, unha bo a cantidade da mesma é case qu e por completo descoñecida entre nós.
Por iso, o primeiro obxe ctivo da nosa investigación foi sempre pescudar, localizar,
arquivar e catalogar a obra esc rita tobiana ata o límite do no so temp o e enerxías.
Cremos que − a excepción do seu epistolario, que requiriría dunh a achega específica − , e
guiados pola ambición de abarcar a totalidade da súa produción, polo menos como ideal
regulador, e non sen dificultades, temos satisfe ito este propósito. Ag ardamos que nun
futuro esta primeira ach ega e c atalogac ión, que x amais debe considerarse definitiva,
sexa útil para os lectores do noso país ou doutras latitudes e para que outros
investigadores nese por vir non moi tar dío poidan enriquecer ou completar o noso
traballo. Non obstante, entendendo sempre qu e o estudo da obra escrita supó n o fito
principal, tampouco pod e un deix ar de lado a intensa participación e o desenvolvemento
de enerxías do autor en moi tas actividades culturais e políticas de grande significación
para a nosa ter ra. Como veremos ó longo das páx inas posteriores, Lois Tobío dedicou
toda a súa vida e as súas forzas a loitar, xa fora a prol da autonomía galega (coa
redacción do I Anteproxecto de Estatuto para Galicia), outror a por mant erse firm e á
legalidade republicana o u ocupándose de temas máis específicos dende o Seminario de
Estudos Galeg os, como o estudo etnog ráfico e socioec onómico da súa Ga licia e do seu
Viveiro natal. Ou dando o seu pa recer sobre temas de política internac ional, como se
pode ver no seu labor xo rnalístico no e xilio uruguaio. Sen obviar a creación do
estatutario xurídico do Consello de Galicia, a organización do I Congreso da emigración
ga le ga , a edi ción da I Historia de Galicia e o estudo doutro g ale go ilustre coma el, o
Conde de Gondoma r. Todas estas cousas e moi tas máis, namentr es procuraba
activamente a recuperación do noso vilipendiado idioma, tr asladando á nosa lingua e á
súa irmá, o español, as obras de Go ethe, Rilke, Brecht, os irmáns Man n... e outros
tantos gra ndes escritores univer sais. Facendo un traballo impaga ble e sen
recoñece mento durante case un século.
Como ben se pode observar no noso índice, case que a tot alidade dos capítulos
levan incorporados documentos, conferencias, cartas, artigos.., na súa maio ría inéditos e
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descoñec idos, que cómpre rescatar e qu e teñen p esado moito no estudo de cada u n dos
aspectos do noso traballo . Dalos a coñecer consideramos que é unha obriga para nós e ó
mesmo tempo fornece e enriquece a nosa mode sta contribución. Caso este último de
tódalas conferencias citadas nos anexos 1 , sempre con r espectivo consentimento de
Constanza Tobío Soler.
Polo manifestado e xusti ficado con anterioridade, o noso traba llo non se
merg ullará c on profundi dade ou evitará certos temas por f alla de docu mentación e
coñecementos especializados para tocalos. Así , p or exemplo, a eiva prim ordial foi que
nos atopamos perante a im posibilidade de tratar dalgún xeito que considerara mos
axeitado a participación de Lois Tobío no Consello de Galiza, or g anismo do cal ideou o
seu estatutario xurídico a petición de Castelao. Porque , máis aló d e ter certas probas
escritas, como saber por verba s do propio viveirense e dos seus coetáneos que grazas a
este o Consello tomou c orpo de s eu como fideicomisario da nosa vontad e autónoma, o
que nos equiparaba de facto cos xa constituídos g obe rnos autonóm icos de Cataluña e
Euskadi, non podemos falar de como naceu esa idea e foi des envolvi da; posto que o
viveirense perdeulle a pis ta ós documentos relativos ás consideracións que lle fixo sobr e
o dito organismo ó de R ianxo, ó deixalos en Urugua i antes da súa volt a a España, por
medo ás posibles represións.
No caso das aproximacións ó labor de Lois To bío no S em inario de Estudos
Galegos, ou no tocante ó Partido Galeguista, moit os dos materiais relativos ós membros
(entre eles Tobío) e ás propias i nstitucións perdéronse ou foron espoliados durante a
ditadura franquista, polo que estas non foron todo o completas que desexaramos. Por
riba de dito, á hor a de xulgar o pap el de Tobío como membro do novo Seminario de
Estudos Galegos, r estaurado nos anos d a tr ansición democrática, e do cal o viveirense
exercería co tempo o cargo d e pr esidente, soamente nos quedaría po r mencionar que ó
final non escollemos engadir a súas ache ga s no capítulo correspondente, por falla d e
materiais e fontes primar ias; inda que no arquivo persoal que custodia C onstanza Tobío
áchase unha carpe ta referente ó Sem inario de Estud os Gale g os (falamos do novo) que
tivemos opción de consu ltar. Pero consideramos que os papeis que a compoñen pouco
ou nada poderían aportar á nosa investi ga ción, in cluso chegado o caso desviala por uns
camiños que non temos por apropiados. Porque estar íamos falando de contadas carta s
1 Con relació n ó s d itos a nexos, deb em os co nsig nar que te mos respectado rigor osamente a ortografía
orixinal de todo s os textos aquí rep roducidos.
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cruzadas entr e Isaac Díaz Pardo (grande promotor da iniciativa) e o propi o Tobío, nos
que o primeiro ll e pide a súa adhesión, consello e lle vai dando conta das preocupacións
á hora d e atopar un tecid o x urídico (entre a do cumentación encontrase un informe dun
avogado) axeitado para a nova I nstitución; ade mais dunha serie de recortes de xornais
onde se reflicte a intención de resucitar o espírito do antigo Seminario.
Se falamos da faceta de xornalista de Tobío nos seus anos de exilio americano,
non consideramos conveniente, dado qu e d esbordaría o obxecto deste estudo, o entrar
en profundidade na case que interminable serie de artig os publicados en El Día e no seu
Suplemento Dominical. Os primeiros relativos á II Gu erra Mundial e ás súas
consecue ncias. Cousa que ben poderían f acer nun futuro historiadores contemporáneos
expertos neste conflito bélic o. No caso dos editados no Suplemento, estes
corre spóndense cun amplo e diverso abano de teimas e querenzas persoais de Tobío que
farían que a nosa tese doutoral se dirixise por uns camiños tan variados como enleados
ata converterse nunha especie de arañeira que distaría moito dos obxectivos
previamente fixados.
Entroncando coa faciana periodística de Lois Tobío, non lle dedicamos un
capítulo aparte á súa par ticipación no Sempre en Galiza , espazo radiofónico do que foi
un dos fundadores, posto que dos do ce anos n os que este exerceu como editorialist a da
audición, case non se conserva n documentos e as testemuñas de primeira man que
xulgaran o seu labor son xa inexistentes. Sen comentar o escaso da bibliografía, tanto en
papel como no pouco número de cintas da emiso ra que deses anos se conservan, e que
cremos que non serí a tar efa nosa recuperar por falta de medios económicos e materiais,
senón máis ben dalgunha entidade ou institución do noso país.
Seguindo coas delimitacións da nosa investigación, tampouco afr ontamos dende
o punto de vist a filolóxico, por carecer das competencias pertinentes propias a este
campo de e studo, o capítulo dedica do á tarefa de Tobío como tradutor.
Para rematar cos li ndeiros do noso campo de traballo, cando nos r eferimos ó
apartado mono gráfico sobre o I Cond e de Gondomar, soamente nos qu eda com entar
brevemente −porque dito apartado ten unha introdución propia na que afondaremos na
súa concepción− como e ste se basea no punto de vista tirado dos tex tos de Lois Tobío
sobre o seu benquerido Gondomar. O que non exclúe o uso de literatura secundaria
sobre o do Val do Miñor e a súa é poca.
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En canto á de cisión de divi dir o noso traballo en dez bloques que abranguerían o
título do mesmo, ollamos como no punto número un aparece a primeira ca talogación
completa, feita de maneira cronolóx ica, sobre a obra tobiana, para o cal nos servimos
dunha serie de carpetas e cd´s pertence ntes ó ar quivo persoa l do viveirense e cedidos
agarimosamente pola súa filla, Constanza Tobío, sen esquecer , po r outra b anda, que no
catálogo se insiren así mesmo os fr oitos das nosas pe scudas en diversos arquivos,
bibliotecas e institución s, galegas e d e alén d o mar. Cousa esta que non elimina a
posibilidade da aparición de máis textos tobianos, porque a semente da súa prolífica
produción achase espallada tamén por Cuba e Venezuela, e no propio Uruguai e na
Arxentina os materi ais que custodian certas in stitucións aínda están p or c atalogar
debidamente. E non descontemos os novos descubrimentos que na propia Galicia se
dean. En gadir, no qu e afecta ó tema da ordenación dos materia is de Lois Tobío, que
incluímos tamén a clasifica ción das carpetas, estruturadas segundo os seu s criterios, do
seu arquivo persoal de Madrid.
En ca nto ó segundo dos apartados da nosa tese , albiscamos brevement e a
situación da Galicia de comezos do pasado sécul o XX . Ax eitado pórtico para entr ar no
terceiro dos grandes apa rtados, o relativo ó desenvolvemento da vida do noso obx ect o
de estudo. E que mellor voz para contala que a del mesmo. P olo que na súa elaborac ión
contamos coa inestimable axudas das fermosas Décadas d e T.L. −que nos permitimos
apostilar no derradeiro capítulo da terceira parte− complementadas xunto cunha serie de
fontes secundarias que nos axudan a facernos unha boa idea do amplo e im portante
periplo vital de Lois Tobío.
Despois de ex posta a v ida do de Viv eiro, atoparémonos como o s re stantes
agrupamentos da nosa investiga ción d edícanse a expoñer (seguindo unha serie d e
unións temáticas e cr onolóxicas) as principais actividades culturais, políti cas,
intelectuais e investigadoras nas que este tomou parte.
Así ollamos como a cuarta das seccións encamíñase a lembrar o r ol decisivo que
Tobío xogou na xestación da maior empresa cult ural da Galicia do s éculo XX: o
Seminario de Estudos Ga legos. Cabe dicir que, por cuestión de non rac har a unidade
temporal (o que da ría lugar a equívocos saltos no tempo) e a claridade narra tiva,
optamos por separar a devandita sección da nú mero seis , ―As angueiras do exilio‖,
malia a relación continuísta no traballo a prol da posta en recoñecemento da cultura
ga le ga .
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No tocante ó quinto compartimento, entraremos de cheo na p articipac ión activa
de L ois Tobío no ga leguismo políti co, tanto como fundador do Partido Galeguista,
como na sú a faciana de redactor do I Anteproxecto de Estatuto para Galicia durante a II
República. Engadindo de particular achega un estudo no que tratamos de dese nguedellar
o tecido do pensamento galego e g aleguista do viveirense.
Retomando a x a mencionada sexta sección, nela incluímos unha investigac ión
sobre a descoñecida par ticipación de Lois Tobí o no Centro R epublic ano Español de
Montevideo (intimamente relac ionada, así o veremos, co efémero cargo que exerceu
como Delega do no Uruguai do Goberno da Repú blica Española), ó carón das relevantes
tarefas culturais do exilio americano −o I C ongreso da Emigración Galega e a edición
da Historia de Galiza d e Pedra y o− nas qu e Tobí o tivo un es encial papel protag onista.
Da mesma maneira, aproximarémonos á súa faciana de tradutor −lembrando as nosas
limitacións, p osto que n on somo s filólogos− ó español e ó galego. Facendo fincapé
nestas últimas, auténtico aga sallo consistente en verter ó noso idi oma parte do mellor
doutras linguas, para contribuír ó rexurdimento, a normaliz ación da lingua g alega e ó
intercambio universal, no que as nosas verbas circularan polo mundo e as do mundo por
Galicia.
Falando agora do sétimo bloque, o carácter monográfico deste abrangue unha
vella obsesión de L ois Tobío polo estudo do seu benque rido Don Diego S armiento de
Acuña, I Conde de Gondomar, á quen dedicou os seus serodios anos (agás un primeiro
escrito no exilio e os restantes artigos e c onfere ncias xa no seu retor no a España, os
libros de Tobío sobre o conde van dende mediados dos oitenta ata unha obra póstuma
no ano 2005). O viveirense indaga na figura do de Val Miñor, non só polo seu am or
pola investig ación histórica senón tamén porque era sabedor de que o Conde fora un
ga le go de lei en tempos de esc uridade para a nosa caste; e a tra vés do seu estudo se
reivindicaba e s e sumaba a favor da nosa di gnificación e orgullo como pobo. Ma is,
sobre todo, porque un T obío cre nte nos arcanos vía na fi gur a d e Gondomar un trasu nto
de si propio: un diplomático galego como el, que viviu tres séculos antes.
Xa no colofón, e antes das conclusións da nosa investig ación, centrámonos
nunha selección das pala bras que Lois Tobío brinda ós nosos máis destacados homes,
reflectidas no anexo no que se in clúen dous te xtos inéditos que dan boa proba do
coñecemento de tan habe lenciosos persoeiros, a través das valiosas reflexións que nos
mesmos fai o de Viveiro.
21
Por último, e relacionado co carácter poligráfico de Tobío que como case que a
totalidade dos seus co etáneos de xeración sob resaía non só po lo seu compromiso ético e
civil senón tamén por estar dotado dun saber enciclopedista e humanista que abarcaba
tódalas facetas do ser h umano, atopamos a necesidade de elaborar unha cat alogac ión
temática da produción to biana para unh a mellor compre nsión das eclécti cas pólas que
sempre tocou o seu atinado verbo.
Se volvemos novamente sobre o título, por que falamos na nosa intitulación de
Lois Tobío com a un humanista galego e un galeguista universal? No tocante ó primeiro
aspecto, o viveir ense, en consonanc ia con case qu e todos os g randes persoeiros galegos
da época, destacou como grande polí grafo e humanista, non soamente polo vasto cultivo
e exposición do seus sa beres senón pola int egración dos valores humanos no amplo
sentido da verba . Porque como home, nada humano ll e era alleo. O x eito humanista de
Lois Tobío pretendía estruturar o espírito do home, en contraposición á cultura
hexemónica contemporánea, centrada nun saber que poderiamos denominar
―tra nsper sonalist a‖, que oll a a civiliz ación como un feito externo e inabarca ble onde
todos traba llan arreo, p ero cada un aporta á cultura o seu quefacer e specializado,
limitado, deixando de l ado o demais. Emporiso, vemos como Tobío fuxía deste
concepto mecanicista, máis propio do mundo industrial, baseado nun rendemento
estanco e opta por un e stilo intelectual, non carente dunha saudable esp ecialización;
pero convencido d e que o primordial é a construción do ser humano com o totalidade.
Por poñer un exemplo, na súa obra, as e grexias figuras de fó ra éranlle ta n próx imas e
paralela s como as insignes galegas, e costumes, feitos, terras e p aisaxes alle os tiñan un
celme de galeguidade e viceversa.
No relativo á caracterización do viveirense como galeguista universa l, Tobío
decatábase de que, por un lado, o universa lismo serve para a chegar ó noso pobo
innovacións e prést amos útiles para el e, por outra banda, é v álido para presentar a unh a
Galicia que tiña ca racterísticas propias e valores de seu que debe rían ser conservados,
potenciados, coñecidos e recoñecidos en pé de igualdade coa s outr as culturas que
conforman o mundo. R ecalquemos que Lois Tobío exerceu de cidadán no orbe pero sen
esquecer nunca as súas raizames e a súa loita pola dignificación da cultura g alega, xunto
coa nosa ha rmónica liberdade de escolla como po bo. Durante as sú as viax es e a forzosa
estadía no exilio forxou unha galeguidade exclusiva pero non excluínte, int egra dora
pero propia, po rque el b en sabía que se podía ser universal pero posuír ó mesmo tempo
22
raíces. A todo o dito, inda se enga diría que Tobío, humanista galeg o e g aleguista
universal, destac aba por ser dono dun pensamento heterodoxo, tolerante, aberto e non
dogmático, dialogal e construti vo, que buscab a s empre sumar e contribuír, non illarse e
crear fronteiras; o que visto dende a distancia e desc oñecemento actual da súa efixie,
inclusive se podería male ntender.
Como colofón de todo o manifestado n este Limiar debemos finalizemos con
estas exemplares verbas do mestre Tobío que resumen perf ectamente todo un amplo
periplo vital consagrado a Galicia: “Foi fermoso vivir coa ilusión de estar axudando a
restaurar a vella casa común, encanastrada por alleos e alleiros, para despois
enriquece la con novas construccións”.
1. A obra de Lois To bío
24
1.1. Arquivos, bibliotecas e institucións consultadas
Arquivo persoal de Constanza Tobío Soler
Páxina web da familia Tobío: http://www.telefon i ca.net/w eb2/fam tobi o/_sg g/m 6 m 1_1.htm
Arquivo da Real Acade mia Galega
Arquivo Histórico Universitario da Univer sidade de Santiago de Compostela
Biblioteca I ntercentros do Campus de L u go, Universidade de Santiago de Compostela
Biblioteca Xera l da Univ ersidade de Santiago de Compostela
Biblioteca Provincial de Lugo
Arquivo Galego da Emigrac ión
Arquivo Sonoro de Galicia
Instituto de Estudios Galleg os P adre Sarmiento
Museo de Pontevedra
Arquivo Xeral da Universidade Complutense de Madrid
Biblioteca Nac ional de España
Universidade L ibre de Berlín
Casa de Ga licia de Mont evideo
Biblioteca do Pa tronato da Cultura Galega de Montevideo
Centro Galego de Bos Aires
Biblioteca Nac ional da República Oriental do Uruguai
Arquivos do Centro Republicano Español de Montevideo
Arquivo persoal do pr ofesor doutor Ca rlos Z ubillaga Barrera
Fondos do CEGAL (C entro de Estudios Gallegos da Universidade da República,
Uruguai)
Fondos do CEINMI ( Cen tro de Estudios I nterdiscipli nare s sobre Inmigración)
Museo da Emigrac ión Galega na Arxentina
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1.2. Catalogaci ón cronoló xica das fontes to bianas
1.2.1. Uns apu ntamentos
Para empezar deb emos lembrar e fa cer fincapé en que esta catalo g ación
cronolóxica non sería posible sen a axuda de C o nstanza Tobío, quen ag a rimosamente
nos cedeu unha serie de cartafoles e de mat eriais en cd - rom (que gardan documentos
escaneados deses cartafoles, para a súa mellor conservación ou pola sú a relevancia,
relacionados coa etapa d o ex ilio americano de Tobío) que conteñen textos publicados e
inéditos do noso benquerido Lois Tobío.
No tocante ás carpetas usadas nesta investigación, teremos en conta que nos foi
imposible usar todas elas (96 en tot al), cousa que sería máis propia d un grupo de
investigadores que dun traballo deste rango como o que presentamos. Xa que logo,
forman parte da nosa escolma en p apel e e n medi os informáticos os seguintes
cartapacios: nº 11 (artig os El Día ), nº 19 (Estatuto Galego), nº 20 (artigos e conferencias
lidas en América sobre t emas non galegos), nº 21 ( Hist oria de Galiza ), nº 30 (Gabriel
Miró), nº 22 (artig os do Suplemento Dominical de El Día e doutros x ornais
estranxeiros), nº 31 ( Otero Pedra y o), nº 35 e 36 (Castelao), nº 41 (C onfere ncias e
inéditos en América, nº 41 bis (Confere ncias e artigos de España), nº 43 (materiais
relativos ó novo Seminario de Estudos Galegos) nº 88 (Premio Trasalba) e nº 90 (Cuba).
Polo que estamos dicindo, parecera que todo no s viñera x a dado de antemán,
mais non foi así. Todos os documentos catalogados anteriore s á Guerra Civil Española,
agás un, que consignamos na propia catalogación cunha nota a pé, foron b uscados por
nós en arquivos, bibliotecas e institucións galeg as 2 .
2 Así, por exemplo , mencionamos unha esco lma dalgunha s das p ublicacións ga legas e alé n do m ar (per o
que se po den ollar dende Ga licia) que co nsultamos . Nós ( 19 20-1935), A Nosa Terra (1 92 0-1972). No
tocante a esta publicación imos m encionar un curio so cas o que nos aconteceu e q ue amosa unha ce rta
precaried ade das nosas institució ns. O feito foi que n in na B iblioteca Xeral nin na I ntercentro s da USC se
conservan no mesmo edificio a edición facsí mile d e A Nosa Ter ra e os se us í ndices. Po r exe m plo, na
Xeral e na I ntercentro s te mos os nú meros da revi sta d ende 1 916 ata 1972, pero non existen o s índices
onomásticos, de au tores, etc. que facilitarían sob re maneira o traballo . Ditos índices si se achan na
Biblioteca de Maxisterio do C ampus d e Lugo, i nda que a í a colección áchase corta d a po rque non p osúen
os número s relati vos ó e xilio. Po lo q ue par ece mentira q u e tivera m os q ue facer do ce mil qu iló m e tros para
atopar a co lección co mpleta no GE GAL ( Centro de Estud os Galegos) d a uruguaia U niversidad de la
República . Céltiga (1 924 -1932), Galicia : Dia rio d e Vig o (1 922 -1926), El Pueb lo Ga llego (19 24-1933),
Alma Gallega: revista del Cen tro Gallego de Montevid eo (1919 -1967), Galicia: revista del Centro
Gallego de Buenos Aires (1940 -1964) e Ga licia: revista de la fed eración de socied ades gallega s de la
Argentina (1941 -1963).
32
51) ―A vila d´estabañon: le enda‖ 26 , Alma Gallega: revista de Casa de Galicia de
Montevideo (número ex traordinario dedicado al Día de Ga licia). Montevideo,
25-VII- 1941.
52) ―Catal a frol d´a uga frí a‖ 27 , Alma Gallega: re vista de Casa de Galicia de
Montevideo (número ex traordinar io dedicado al Día de Galicia). Montevideo,
25-VII- 1941.
53) ―Pág inas románticas: Nicomedes P astor Díaz‖ 28 , Alma Gallega: revista de Casa
de Galicia de Montevideo (número extraordinario dedicado al Día de G alicia ).
Montevideo, 25-VII-1941.
54) ―Rusia y las democracias‖, El Día , 28-V II -1941, p. 4.
55) ―El error de Francia‖, 30-V II -1941, p. 1 0 (c iclo de conferen cias :
―Considerac iones sobre el problema de Francia‖ 29 ).
56) ―L os resultados de la capitulación‖, 31-VII-1941, p. 9 (ciclo de conferencias :
―Considerac iones sobre el problema de Francia‖).
57) ―La política de Franco‖, El Día , 4-V III - 1941, p. 4.
58) ―Caracter es antagónicos‖, El Día , 13-V III - 1941, p. 4.
59) ―El drama espiritual del J apón‖, 13 -VIII - 1941, p. 10 (ciclo de conferencias :
―L os problemas del Japón‖ 30 ).
60) ―La realidad social japonesa, 14-VIII-1941, p. 11 (ciclo de confere ncias: ―Los
problemas del Japón‖).
61) ―La política interna del J apón‖, 15-VIII- 1941, p . 9 (ci clo: ― L os problem as del
Japón‖).
62) ―El expansionismo japo nés‖, 16-VIII-1941, p. 9 (ci clo: ― Los problemas del
Japón‖).
63) ―La tray e ctoria de Turquía‖, El Día , 21-V III -1941, p. 5.
64) ―El mundo islámico y la guerra‖, El Día , 29-V III -1941, p. 4.
65) ―Japón en la enc rucijada‖, El Día , 6- IX -1941, p. 4.
66) ―La propaga nda nazi‖, El Día , 13- IX -1941, p. 4.
26 Segundo Constanza Tob ío, o seu proxenitor recolleu esta lenda baixo o pseudónim o de Lois de
Chousela (pob o próximo a Viveiro ).
27 De novo Constanza T obío fainos a indicació n de que este breve p oema foi escrito po lo seu pai baixo o
pseudónimo de J ohan de Solovio (lu gar de Santiago de Compostela o nde se atopa a igrexa de San Fiz).
28 Constanza To bío cre que ese editor ial é probab lem ente a utoría do seu pai, cousa nada estraña, por que
no d ito número d e Alma Gallega , Lois Tobío fig ura na Co m isión de Redacción.
29 Como no resto d o ciclo d e conf erencias d e Radio Ariel non se conserva n os materiais.
30 Idem.
33
67) ―Ide ntificación del Estado y el partido en el régimen nazi‖, 18- IX -1941, p. 9
(ciclo de c onferencias : ―El nazism o y la diplomac ia‖ 31 ).
68) ―La actitud de B ulgaria‖, El Día , 18- IX -1941, p. 5 .
69) ―La doble fun ción de la diplomacia nazi‖, 19- IX -1941, p. 10 (ciclo de
conferencias: ―El nazismo y la diplomac ia‖).
70) ―Las democracias ante la penetra ción nazi por la diplomac ia‖, 20- IX -1941, p. 10
(c iclo de conferencias: ―El nazismo y la diplomacia‖).
71) ―Turquía y los estrechos‖, El Día , 23- IX -1941, p. 5.
72) ―La a ctitud de las masas populare s‖, 25- IX -1941, p. 11 (ciclo de conferencias:
―Las democrac ias neutrales ante la guerra‖ 32 ).
73) ―La ur gencia d e una total solidaridad democrática‖, 26- IX -1941, p. 9 (ciclo de
conferencias: ―Las democracias neutra les ante la guerra‖).
74) ―América, esperanza de Europa‖, 27- IX -1941, p. 11 (ciclo de conferenc ias: ―L a s
democracias neutrales a nte la guerra‖) .
75) ―La g uerra económica‖, El Día , 29- IX -1941, p. 4.
76) ―Finanza s de guerra‖, El Día , 5-X-1941, p. 4.
77) ―Frac aso de una diplomacia‖, El Día , 13-X-1941, p. 5.
78) ―La g uerra en el mar‖, El Día , 18-X-1941, p. 5.
79) ―El valor de lo s estudios sociales‖, 23 -X-1941, p. 12 (ciclo de confer encias :
―Diez charla s sobre la So cieda d y el Estado ‖ 33 ).
80) ―El indi viduo y la colecti vidad‖, 24 -X-1941, p. 16 (ciclo de conferencias : ―Diez
charlas sobre la Sociedad y e l Estado‖).
81) ―El fenómeno soci al‖, 25 -X-1941, p. 10 (ciclo de conferencias : ― Diez charlas
sobre la Soci edad y el Estado‖).
82) ―Terr or en Europa‖, El Día , 25-X-1941, p. 5.
83) ―La e ntraña del Estado‖, 30 -X-1941, p. 11 (ciclo de conferencias : ―Diez charlas
sobre la Socieda d y el Estado‖).
84) ―Hobbes o el absolutism o‖, 31 -X-1941, p. 9 (ciclo de conferencias : ―Diez
charl as sobre la Sociedad y e l Estado‖).
85) ―Rousseau o l a democr acia‖ , 1 - XI - 1941, p. 10 (ciclo de conferencias : ―Diez
charlas sobre la Sociedad y e l Estado‖).
31 Dadas en Ra dio Ariel; pero non se conservan.
32 Idem.
33 Idem.
34
86) ―El estado y la moral‖, 5 - XI -1941, p. 11 (ciclo de confer encias : ―Diez charlas
sobre la Socieda d y el Es tado‖).
87) ―La tensión ge rmano - norteamericana‖, El Día , 5- XI -1941, pp. 5-6.
88) ―Heg el o la deifi cación del Estado‖, 6 - XI -1941, p. 12 (ciclo de conferencias :
―Diez charla s sobre la So cieda d y el Estado ‖).
89) ―L ib eralismo y demo cracia: a ntítesis y síntesis‖, 7 - XI -1941, p. 11 (ciclo de
conferencias : ―Diez charlas sobre la Socie dad y el Estado‖).
90) ―El estado totalitario‖, 8 - XI -1941, p. 11 ( ciclo d e conferencias: ― Diez c harlas
sobre la Socieda d y el Estado‖).
91) ―Cuatro voc es‖, El Día , 15- XI -1941, p. 5.
92) ―La supe rioridad aére a‖, El Día , 19- XI -1941, p. 5.
93) ―La crisis japonesa ‖, El Día , 26- XI - 1941, p.5.
94) ―Las campañas de Rusia‖, 27- XI -1941, p. 10 (ciclo de conferencias : ―En torno a
la guerra de Rusia‖ 34 ).
95) ―L os orígenes‖, 28- XI -1 941, p. 16 (ciclo de conferenc ias : ― En torno a la guerra
de Rusia‖).
96) ―L os demócratas ante la guerra rus a‖, 29- XI - 1941, p. 12 (ciclo de conferenc ias :
―En torno a la guerra de Rusia‖).
97) ―La para da de Berlín y el nuevo orden‖, El Día , 30- XI -1941, p. 4.
98) ―Síntomas gra v es‖, El Día , 6-X II -1941, p. 5.
99) ―Alemania y la Guerra del Pacífico‖, El Día , 11-XII-1941, p. 5.
100) ―La rebelión contra la dominación nazi‖, 11-X II -1941, p. 12 (ciclo de
conferencias : ―La Europa de Hitler‖ 35 ).
101) ―L os amigos de Alemania‖, 12-XII-1941, p. 10 (ciclo de c onferencias : ― L a
Europa de Hitler‖).
102) ―El nuevo orden‖, 13-XII- 1941, p. 11 (ciclo de conferencias : ―La Europa de
Hitler‖).
103) ―China y Japón‖, El Día , 15-XII -1941, p. 4.
104) ―La retira da alemana‖, El Día , 22-XII- 1941, p. 4.
105) ―La crisis del eje ‖, El Día , 26-X II -1941, p. 4.
34 Idem.
35 Idem.
35
106) ―L os objetivos del Japón‖, 26-XII-1941, p. 11 (ciclo de conferenc ia s : ―L a
Guerra del Pacífico‖).
107) ―El Japón y Rusia, 27-XII -1941, p. 13 (ciclo: ― L a Guerra del Pacífico‖).
108) ―La posición de los Estados Unidos en el Pacífico‖, 29-XII -1941, p. 10 (ciclo:
―La Guerra del Pacífico‖).
1942
109) *Heller, Hermann, T eoría del Estado . México, Fondo de Cultura Económica,
1942.
110) ―Wake y Hong Kong‖, E l Día , 8-I-1942, p. 5.
111) ―Sobre la retira da alemana en Rusia‖ 36 (ciclo: 10-I -1942, p. 9).
112) Sección en Radio Ariel titulada: ―Panora mas de l a Guerra ‖ 37 , 17-I-1942, p. 14 e
31-I-1942, p. 10.
113) ―Desmane s nazis‖, El Día , 18- I- 1942, p. 4.
114) ―En torno a Río‖, El Día , 20-I-1942, p. 5.
115) ―La política del temor‖, El Día , 25-I-1942, p. 4.
116) ―Australia amenazada‖, El Día , 4- II - 1942, p. 5.
117) ―La g uerra por las comunicaciones‖, El Día , 22- II -1942, p. 4.
118) ―La I ndia ante la guerra‖, El Día , 27- II -1942, p. 5.
119) ―Rosseau y l a doctrina del nazismo‖, Afirmació n: Revista de ideas e ideales .
Montevideo, marzo de 1942.
120) ―Las acusac iones de Daladier‖, El Día , 6- III -1942, p. 5.
121) ―Turquía y la ofensiva de primavera‖, El Día , 11- III -1942, p. 5.
122) ―La g uerra psicológica del J apón‖, El Día , 20- III -1942, p. 5.
123) ―La 5ª c olumna en oriente‖, El Día , 23- III -1942, p . 4.
124) ―La suer t e de Rumania‖, El Día , 31- III -1942, p. 3.
125) ―Las andanzas de B o ris‖, El Día , 16- IV -1942, p. 4.
126) ―La prod ucción bélica‖, El Día , 20- IV -1942, p. 4.
127) ―Exterior: Reacc ionarios y aventureros‖, El Día , 25- IV -1942, p. 4.
128) ―El Vatica no y la guerra‖, El Día , 7-V-1942, p. 5.
129) ―Presiones f allidas‖, El Día , 12-V-1942, p. 4.
36 Non te m o s consta ncia de que este ciclo estivese co m posto po r máis dunha conferencia.
37 Derrad eira referencia sobre a s particip acións de Tob ío en Rad io Ariel , posto que a partir de entón non
atopamos nin gunha anotación m áis sob re a s súas colab oracións na e m isora; engad indo, po r riba, que ó
pouco d eixa de facerse público o program a de e misións de dita Rad io no xornal El Día .
36
130) ―El codicia do Cáucaso‖, El Día , 15-V-1942, p. 4.
131) ―La retag uardia nazi‖, El Día , 23-V-1942, p. 4.
132) ―Torpe za y di gnidad‖, El Día , 26-V-1942, p. 4.
133) ―El panora ma bélico‖, El Día , 4- VI - 1942, p. 4.
134) ―El oca so de una camarilla‖, El Día , 8- VI -1942, p. 4.
135) ―L os vi ejos mariscales‖, El Día , 12- VI -1942, p. 4.
136) ―L a políti ca de Laval‖, El Día , 23- VI -1942, p. 4.
137) ―Cambio de e scena‖, El Día , 29- VI - 1942, p. 3.
138) ―La efica z democracia‖, El Día , 3-VII- 1942, p. 3.
139) ―Guerra de continentes‖, El Día , 14-V II -1942, p. 4.
140) ―El saqueo de Francia‖, El Día , 19-VII-1942, p. 3.
141) ―La agricultura y la guerra‖, El Día , 28-V II -1942, p. 3.
142) ―Hitler a nte el Cáucaso‖, El Día , 3-VIII-1942, p. 3.
143) ―Jefes sin pueblo‖, El Día , 4-VIII - 1942, p. 3.
144) ―El deseng año de Hitler‖, El Día , 16-V III - 1942, p. 3.
145) ―El pape l de la retaguardia‖, El Día , 24-V III- 1942, p. 3.
146) ―La unión de Eur op a‖, El Día , 30-V III - 1942, p. 3.
147) ―El Japón y la g uerra‖, E l Día , 12- IX -1942, p. 4.
148) ―Las ofe nsiv as de Rommel‖, El Día , 17- IX -1942, p. 4.
149) ―La ag itación balcánica‖, El Día , 24- IX -1942, p. 4 .
150) ―Las mentira s de los nazis‖, El Día , 4 -X-1942, p. 3.
151) ―El pape l del Islam‖, El Día , 11-X-1942, p. 3.
152) ―L os n eutrales‖, El Día , 21-X-1942, p. 4.
153) ―Eg oísmo totalitario‖, El Día , 25-X-1942, p. 4.
154) ―Terr or creciente‖, El Día , 1- XI -1942, p. 3.
155) ―El esfuerzo supremo‖, El Día , 6- XI -1942, p. 4.
156) ―Gra ve fracaso‖, El Día , 18- XI -1942, p. 4.
157) ―La movilización fr anquista‖, El Día , 30- XI -1942, p. 3.
158) ―Las estafa s de los nazis‖, El Día , 4-XII- 1942, p. 4.
159) ―L os errores de Hitler‖, El Día , 8-X II -1942, p. 4.
160) ―Compás de e spera‖, El Día , 14-X II -1942, p. 4.
161) ―Síntoma inequívoco‖, El Día , 19- XII-1942, p. 4.
162) ―La posic ión de Franco‖, El Día , 29-X II -1942, p. 4.
37
1943
163) ―El episodio de Da rlan‖, El Día , 9-I-1943, p. 4,
164) ―Propuestas de paz‖, El Día , 14- I- 1943, p. 4.
165) ―La seg unda línea antidemocrática‖, El Día , 19-I-1943, p. 4.
166) ―Rumania y Hungría‖, El Día , 22- I -1943, p. 4.
167) ―El progra ma nazi y la guerra‖, El Día , 30-I-1943, p. 4.
168) ―El mito de la derr ota‖, El Día , 10- II -1943, p. 4.
169) ―L os qu e aprovechan de la guerra‖, El Día , 16- II -1943, p. 4.
170) ―Oportunas puntualizac iones‖, El Día , 22- II -1943, p. 4.
171) ―G enerosidad y convenie ncia‖, El Día , 27- II -1943, p. 4.
172) ―La misión de Be igberder‖, El Día , 7- III -1943, p. 3.
173) ―Exterior: pelig ro en África‖, El Día , 25- III -1943, p. 4.
174) ―Turquía y la guerra‖, El Día , 26- III -1943, p. 3.
175) ―Exterior: para las post - guerra‖, El Día , 30- III -1943, p. 4.
176) ―La ha zaña de Roosevelt‖, El Día , 5- IV -1943, p. 4.
177) ―Exterior: el ocaso de l eje‖ 38 , El Día , 13- IV -1943, p. 4.
178) ―Exterior: demasiado tarde‖ , El Día , 28- IV -1943, p. 4.
179) ―Previendo pr oblemas‖, El Día , 29- IV -1943, p. 4.
180) ―B uen indicio‖, El Día , 11 -V-1943, p. 4.
181) ―La política post - bélica d e la unión‖, El Día , 15-V-1943, p. 4.
182) ―La g uerra en el Pacífico‖, El Día , 18-V-1943, p. 4.
183) ―La r uina del fascismo‖, El Día , 23-V-1943, p. 3.
184) ―Exterior: justicias de la for tuna‖, El Día , 30-V-1943, p. 4.
185) ―Alemania ante la derrota‖, El Día , 5- VI -1943, p p. 3-4.
186) ―La posic ión internacional del franquismo‖, El Dí a , 9- VI -1943, p. 4.
187) ―La rendición de Italia‖, El Día , 18- VI -1943, p. 3.
188) ―En el sudeste de Europa‖, El Día , 21- VI -1943, p. 3.
189) ―Una homoge neización necesaria‖, El Día , 25- VI -1943, p. 3.
190) ―Dos puntas de Europa‖ 39 , 26- VI - 1943 (conferencia lida no Centro Republicano
Español de Montevideo).
38 O artigo non vén asinado por T obío nin por ninguén.
39 Da mesma consérvanse soamente ap untamentos, e non o contido íntegro . Por outra b an da, nos p apeis
que tan xe ntilmente nos cedeu Constanza T obío atopamos unha me nción á citada co nferencia do xornal
de Mo ntev ideo ( La Razón , 27- VI -1943 ), titulad a ―En el C.R. Español diser tó Luis T obío‖.
38
191) ―¿La guerra en el crepúsculo? ‖, El Día , 2-VII-1943, p. 3.
192) ―España y la mon arquía‖, El Día , 9-VII-1943, p. 3.
193) ―La g uerra en Rusia y la propaganda alemana‖, El Día , 10-VII-1943, p. 3.
194) ―I t alia ante la invasión de Sicilia‖, El Día , 17-VII -1943, p. 3.
195) ―El futuro de Europa‖, El Día , 26-V II -1943, p. 3.
196) ―En torno a una caída‖, E l Día , 31-VII- 1943, p. 3.
197) ―Exterior: Bulgar ia y el Eje‖, El Día , 5-VII-1943, p. 4.
198) ―La c uestión italiana‖, El Día , 6-VIII -1943, p. 3.
199) ―Una nue va ofensiva de paz‖, El Día , 14 -VIII -1943, p. 3.
200) ―De f ortaleza a ciudadela‖, El Día , 22-VIII-1943, p. 3.
201) ―Nac iones desunidas‖, El Día , 23-V III - 1943, p. 3.
202) ―Ganar la pa z‖, El Día , 29 -VIII -1943, p. 3.
203) ―El fin de un re inado‖, El Día , 3- IX -1943, p. 3.
204) ―Las inmora lidades fascistas‖, El Día , 11- IX -194 3, p. 3.
205) ―L os gobiernos en el exilio‖, El Día , 15- IX -1943, p. 3.
206) ―La rendición de la armada italiana‖, El Día , 16- IX -1943, p. 3.
207) ―La f ortaleza se cuartea‖, El Día , 20- IX -1943, p. 3.
208) ―El miedo al ca os‖, El Día , 29- IX -1943, p. 3.
209) ―La organización del mundo en la post - guerra‖, El Día , 5-X-1943, p. 4.
210) ―El último frac aso de Hitler‖, El Día , 9-X-1943, p . 3.
211) ―La actitud portug uesa y el franquismo‖, El Día , 17-X-1943, p. 3.
212) ―La tra nsformación política de China‖, El Día , 20-X-1943, p. 4.
213) ―Finis ge rmaniae?‖, El Día , 1- XI -1943, p. 3.
214) ―Exterior: el problemas yugoe slavo‖, El Día , 3- XI - 1943, p. 3.
215) ―L os n eutrales y la guerra‖ 40 , El Día , 15- XI -1943, p. 3.
216) ―Exterior: El mundo árabe‖, El Día , 21- XI -1943, p. 3.
217) ―L os Est ados Unidos en el Próx imo Oriente‖, El Día , 25- XI -1943, p. 4.
218) ―La de mocracia española se organiza‖, El Día , 27- XI -1943, p. 3.
219) ―Las elecc iones norteamericanas‖, El Día , 5-X II-1943, p. 3.
220) ―Exterior: la posición de Turquía‖ , El Día , 11-X II-1943, p. 3.
221) ―Las mona rquías y l a guerra‖, El Día , 16-XII-1943, p. 4.
40 T am én apar ece o mesm o artigo en: E spañ a Republica na: ó rgano d el Cen tro Rep ublicano Español d e
Bueno s Aires . Bos Aires, nº 722 , ano XXVI, 4 -XII-1943, p. 3.
39
222) ―En el centro del polv orín Balcánico: La rosa y el sable‖ 41 , Suplemento
Dominical El Día , 19-XII-1943.
223) ―La revolución italiana ‖, El Día , 19-X II -1943, p. 4.
224) ―En el frente de la producción‖, El Día , 26-X II- 1943, p. 2.
225) ―El destino de Ale mania‖, El Día , 31-XII-1943, p. 3.
1944
226) ―Pelig ros para la democracia‖, El Día , 8- I -1944, p. 3.
227) ―La posic ión del franquismo‖, El Día , 13-I-1944, p. 4.
228) ―En la Eur opa Oriental ‖, El Día , 15- I -1944, p. 4.
229) ―Las últimas espera nzas‖, El Día , 22-I-1944, p. 3.
230) ―La libe ración de los Balcanes‖, El Día , 27- I- 1944, pp. 3-4.
231) ―L os l ímites de la política realista‖, El Día , 29- I -1944, p. 3.
232) ―La muer te de una política‖, El Día , 5- II -1944, p. 3.
233) ―Exterior: mito que se desvane ce‖, El Día , 9- II -19 44, p. 3.
234) ―L os n azis y el futuro d e Alemania‖, El Día , 16- II -1944, p. 3.
235) ―L os t itubeos de Turquía‖, El Día , 21- II -1944, p. 3.
236) ―B ulgaria y Finlandia‖, El Día , 25- II -1944, p. 3.
237) ―Las gra nd es democracias y E uropa‖, El Día , 26- II -1944, p. 3.
238) ―Deducciones de una derrota‖, El Día , 11- III -194 4, p. 3.
239) ―Franc o y los ali ados‖, El Día , 18- III -1944, p. 3.
240) ―La solidar idad de las democracias‖, El Día , 21-II I -1944, p. 4.
241) ―Las bata llas que se acercan‖, El Día , 24- III -1944, p. 4.
242) ―La suer t e de Hungría‖, El Día , 31- III -1944, p. 3.
243) ―El derecho a elegir la forma de gobierno‖, El Día , 4- IV -1944, p. 3.
244) ―La g uerra en los Balcanes‖, El Día , 5- IV -1944, p. 2.
245) ―Rumania en la ba l anza‖, El Día , 13- IV -1944, p. 4.
246) ―En el aniversario de l a Segunda República Española‖, Suplemento Dominical
El Día , 16- IV -1944.
247) ―El ordena miento económico mundial‖, El Día , 20- IV -1944, p. 4.
248) ―Las re s ervas alemanas y el seg undo frente‖, El Dí a , 21- IV -1944, p. 4.
249) ―Exterior: la conducta de los neutra les‖, El Día , 27 - IV - 1944‖, p. 4.
250) ―Por tierr as centroeuropeas‖, El Día , 2-V-1944, p. 3.
41 Sobre Bulgaria.
40
251) ―El problema político grieg o‖, El Día , 7-V -1944, p. 3.
252) ―Las complic aciones europeas‖, El Día , 11- V-1944, p. 4.
253) ―El destino de F inlandia‖, El Día , 19-V-1944, p. 3.
254) ―La unión de Eur op a‖ , El Día , 28-V-1944, p. 3.
255) ―La a dministración de las tierras liberadas‖, El Dí a , 3- VI -1944, p. 3.
256) ―Seg uridad e ideología‖, El Día , 7- VI -1944, p. 4
257) ―En el Asia oriental‖, El Día , 10- VI -1944, p. 3.
258) ―La lucha en China‖, El Día , 13- VI - 1944, p. 4.
259) ―La invasión y la guerra de nervios‖, El Día , 21- VI - 1944, p. 3.
260) ―La rendición incondicio nal y el aniquilamiento de los pueblos‖, El Día , 2 3- VI -
1944, p. 3.
261) ―En el extremo oriente‖ , El Día , 28- VI - 1944, p. 3.
262) ―El ac oso de Alemania‖, El Día , 1-VII-1944, p. 3.
263) ―El renace r de Francia‖, El Día , 5-V II -1944, p. 4.
264) ―El oca so del belicismo‖, El Día , 13-V II -1944, p. 3.
265) ―Ad portas‖ , El Día , 20- VII-1944, p. 4.
266) ―Alemania se prepara para a ganar la paz‖, El Día , 5-V III - 1944, p. 3.
267) ―La tray e ctoria política de Turquía‖ , El Día , 8 -VIII-1944, p. 4.
268) ―Se desmorona el imperio hitleriano‖, El Día , 11-V III -1944, p. 4.
269) ―El pape l de la armada alemana‖, El Día , 18-V III - 1944, p. 3.
270) ―El viraje de Rumania‖, El Día , 30-VIII -1944, p. 4.
271) ―La camar illa búlgara‖, El Día , 8- IX -1944, p. 4.
272) ―Las espera nzas de los naz is‖, El Día , 11- IX -1944, p. 3.
273) ―Un peligro para la democracia‖, El Día , 20- IX -19 44, p. 4.
274) ―La c uestión y u goeslava‖, El Día , 23- IX -1944, p. 3.
275) ―El problema de la reconstrucción de Francia‖, El Día , 7-X-1944; p. 4.
276) ―La tác ti ca del caos‖, El Día , 13-X-1944, p. 3.
277) ―Problemas á rabes‖, El Día , 26-X-1944, p. 4.
278) ―La rendición incondic ional‖, El Día , 30-X-1944, p. 4.
279) ―El aislamiento en Nor teamérica‖, El Día , 7- XI -1944, p. 4.
280) ―Las declar aciones de Franco‖, El Día , 10- XI - 1944, p. 4.
281) ―El bloque occ idental‖, El Día , 19- XI -1944, p. 4.
282) ―La resistenc ia alemana‖, El Día , 23- XI - 1944, p. 4.
41
283) ―Na Porta Dunha Nova Etapa‖, A Nosa Terra . Bos Aires, ano XXV III , nº 433,
decembro de 1944, p. 11.
284) ―La ag itación en los países liberados‖, El Día , 8-X II- 1944, p. 4.
285) ―La nue va Yugoeslavia‖, El Día , 13-XII- 1944, p. 4.
286) ―L os su cesos de Grecia‖, El Día , 20-X II -1944, p. 4.
287) ―La situac ión en China‖, El Día , 28-XII-1944, p. 4.
1945
288) *Durant, Will: La vida de Grec ia: Historia de l a civilización griega desde sus
orígenes y de la del cercano oriente desde la muerte de Alejandro hasta la
conquista romana, con una introducción sobre la cultura prehistórica de creta.
2 vols. Bos Aires, Editorial Sudamericana, 1945.
289) *Mann, Thomas, Oíd, alemanes: dis cursos radiofónicos contra Hitler 42 . Bos
Aires, Editorial Nova, 1945.
290) ―El destino de Austria ‖, El Día , 6- I- 1945, p. 3.
291) ―Franc ia se recobra‖, El Día , 12-I-1945, p. 4.
292) ―La rec onstrucción de Europa‖, El Día , 22- I-1945, p. 4.
293) ―El armisticio que ve ndrá‖, El Día , 29-I-1945, p. 4.
294) ―La reunión de los tre s‖, El Día , 7- II -1945, p. 4.
295) ―Exterior: el drama búlgaro‖ , El Día , 12- II -1945, p. 2.
296) ―La c onferencia de Crimea‖, El Día , 16- II -1945, p. 3.
297) ―El oca so del sol naciente‖, El Día , 21- II -1945, p. 4.
298) ―L os bol sones de resistencia alemana‖, El Día , 9- III -1945, p. 4.
299) ―Reg ostos de monarquía‖ 43 , Orensano , ano 1, nº. 9, 10 de marzo de 1945, p. 5.
300) ―En la Espa ña franquista‖, El Día , 12- III -1945, p. 4.
301) ―L ib ertad y planifi cación‖, El Día , 19- III -1945, p. 4.
302) ―Turquía y los estrechos‖, El Día , 26- III -1945, p. 3.
303) ―El terr orismo alemán‖, El Día , 19- IV -1945, p. 4.
304) ―L os frentes olvidados‖, El Día , 23- IV -1945, p. 4.
305) ―Un recue rdo a Viena‖, El Día , 28- IV -1945, p. 3.
306) ―Un serio pe ligro‖, El Dí a , 30- IV -1945, p. 3.
42 Esta o bra foi r eeditada no ano 20 04 por Ed iciones Península, coa p articularidade que na r eedición
figura B ernardo Moreno como co tr adutor xun to a Lois T obío. Ma tiz q ue explicare m os co n m áis de talle
nun capítulo d edicad o á faceta com o tradutor de T obío.
43 Publicad o tamén en A Nosa Terra , B os Aires, m arzal 194 5, ano IXXX, nº 446, p. 3.
48
455) ―Exterior: la situación en B ulgaria‖, El Día , 7- IX - 1947, p. 5.
456) ―Siluetas renacentistas. El fracaso de Arentino‖, Suplemento Dominical El
Día, 7- IX -1947.
457) ―En torno al problema alemán‖, El Día , 13- IX -1947, p. 4.
458) ―Exterior: en Yug o eslavia‖, El Día , 19- IX -1947, p. 4.
459) ―De la vieja artesanía: Los azabacheros composte lanos‖, Suplemento Dom inical
El Día , 21- IX -1947.
460) ―Exterior: el problema de Corea ‖, El Día , 25- IX -1 947, p. 5.
461) ―Aye r lle gó a Montevid eo el escritor esp añol J osé Bergamín‖ 61 , El Día , 2-X-
1947, p. 7.
462) ―De los Balcanes: La cu estión de Macedonia‖ , Suplemento Dominical El Día , 5-
X-1947.
463) ―Exterior: Palestina y la U.N‖., El Día , 9-X-1947, p. 5.
464) ―Aye r pronunció el escritor Bergamín la primera conferencia d el cursillo con el
ella se inagur ó el instituto de C. Hispano- Urugua y o ‖ 62 , El Día , 11 -X-1947, p. 7.
465) ―Exterior: la situación en Rumania‖ , El Día , 16-X-1947, p. 5.
466) ―De un rinc ón del cantábrico‖ 63 , Suplemento Dominical El Día , 19-X-1947.
467) ―Exterior la cue stión del Irán‖, El Día , 22 -X-1947, p. 5.
468) ―En Checoe slovaquia‖, El Día , 27-X-1947, p. 5.
469) ―Ciudades Europeas: De la vieja Praga‖, Supl emento Dominical El Día , 2- XI -
1947.
470) ―Pasado y pres ente. La ópera de Viena‖, Suplemento Dominical El Día , 1 6- XI -
1947.
1948
471) *Durant, Will, César y Cristo. Historia de la civilización romana y del
cristianismo desde sus comienzos hast a el año 325 D. de. C., 2 vols. Bos Aires,
Editorial Sudamericana , 1948.
472) *Hesse, Hermann, Narciso y Gol dmundo . Bos Aires, Editorial Sudamericana,
1948.
60 Idem.
61 Idem.
62 Idem.
63 Sobre Viveiro.
49
473) *Mann, He inrich, La madurez del rey Enri que IV . Bos Aires, Editorial
Sudamericana , 1948.
474) ―Un recue rdo de Miró‖, Suplemento Dominical El Día, 25-I-1948.
475) ―Viejas catedrales: Ma rtirio y gloria de Reims‖, Suplemento Dominical El Día ,
25- IV -1948.
476) ―Cuatro libros galleg os en la Ex po del libro galleg o organizada por el Centro
Galleg o de Buenos Aires‖, 31 -VII-1948 (conferencia).
477) ―Confere n cia sobre Yepes‖, novembro de 1948 (lida no Atene o de Montevideo ).
1949
478) *Poesía inglesa e francesa vertida ao galego . Bos Aires, Alborada, 1949.
479) ―Arte Bizantino: L os mosaicos‖, Suplem ento Dominical El Día , 30- I -1949.
480) ―Compostela‖ 64 . Las Españas , vol. 4, nº 12- IV -1949, pp. 16-17.
481) ―Nieve s de antaño. Zoe o la coque tería‖ , Supl emento Dominical El Día, 5- VI -
1949.
482) ―Dos perspectiva s de la Ciudad J acobe a: Compostela‖ 65 , 30-V II- 1949.
483) ―Historias del otro bosq ue de Viena‖ 66 , Suplemento Dominical El Día , 31-V II -
1949.
484) ―L os juego s florales de l a lengua catalana‖, Suple mento Dominical El Día , 4- IX -
1949.
1950
485) ―Poema de Jean Arthur Rimbaud: versión de Lois Tobío‖ 67 , La noche:
suplemento del sábado , nº. 15,1950, p. 5.
486) ―Castelao, mensaxeiro da terra‖, A Nosa Terra ( núm ero espe cial adicado a
Castelao) . Bos Aires, ano XXXII, nº 474, 25-VII-1950, p. 20.
487) ―El españolismo de Artigas‖ Lealtad: órgano de l Centro Republicano Español
de Montevideo . Montevideo, ano VII , nº 211, 12- X-1950, portada .
488) ―En torno a la escultura románica‖, Suplemento Dominical El Día , 22-X-1950.
64 Repr oducido en La Voz de Galicia , o 25 -V-1993, e tamén no Heraldo de Vivero baixo o título
―Compostela, arr ullada por d os ríos‖, 4 - VI -1993, p . 4.
65 I déntico contido q ue o a r tigo ―Compostela‖, Las Espa ñas . .. No n obstan te, d escoñecemos o l ugar da
publicación do mesmo.
66 Catedral d e San Esteban.
67 A poesía de R imbaud que T obío trad uce e aparece r eproducida en La Noche , é ―Qua nd le front de
l´enfant‖, ( ―Cando a fronte do neno‖). Este poema publícase ta m én e n Po esía in glesa e fran cesa vertida
ao galego, obr a co lectiva na que, ap arte d as vers ións de Lois T obío, figura unha selecc ión d e poe m as
vertidos ó noso id ioma por P lácido Castro e Florencio Delga do Gurriar án.
50
489) ―E l mensaje de Rosalía de Castro‖, Suplemento Dominical El Día, 30- XI - 1950.
1951
490) ―Homena xe a Castelao no 1º aniversa rio do seu pa samento‖ 68 , xaneiro de 1 951,
Sempre en Galiza , As Nosas Voces nº 5 , Homenaxe a Manuel Meilán, a
memoria galeguista en Montevideo. Arquivo Sonoro de Galicia (Consello da
Cultura Galega), 199 4.
491) ―Del turismo en la E dad Media‖ 69 , Suplemento Dominical El Día , 18- III -1951.
492) ―De la hist oria cercana: Fernando I, Zar de los búlgaros‖ , Suplemento Do minical
El Día, 29- IV -1951.
493) ―Nieve s d e antaño: La condesa de Castiglione‖, Suplemento Dominical E l Día,
24- VI -1951.
494) ―Divagaciones sobr e el pie‖, Suplemento Dominical El Día, 2- IX -1951.
495) ―Nieve s de antaño. Agnes Sorel y Jacqu es Soeur‖, Suplemento Domini cal El
Día, 21-X-1951.
496) ―La imag en de la flor‖, Suplemento Dominical El Día , 25- XI -1951.
1952
497) ―Redouté y Audobon o l a flor y el pájaro‖ , Suplemento Dominical El Día, 6-I-
1952.
498) ―Viejas trova s sobre el mar de Vigo‖, Suplemento Dominical El Día , 3- II - 1952.
499) ―Estampas románticas. Un amor otoñal‖ 70 , Suplemento Dominical El Día, 13-
IV -1952.
68 Primeiro edito rial da audició n radial S empre en Ga licia (ata o de agora descoñecid o) do q ue tem os
constancia. Cfr. co libro encar gado do es tudo do progra m a, obra de Rebolo Vázquez, Mónica, Bos Días
Galego s. Eiquí Semp re en Ga liza . San tiago de Compostela, Edicións Laiove nto, 2002. De entre os
editoriais de Lois T obío que a autor a menciona na súa obra, recollid os entre o íntes, a m igos dos
fundadores e colaborador es da audición, e outros que non i ncluíu per o que tivo a xentileza de pr estarnos,
o m áis antigo data d e 1 953. Po r outra banda, queremos d eixar patente o curioso feito d e q ue, inda que
figure este p rimeiro editorial no catálogo de fondo s inéditos do Arquivo Sonor o de Galicia , pertencente ó
Consello da Cultura Galega, nunha gravación doada p olo galeg uista emigrado na Arxentina, Segundo
Pampillón, en realid ade o mesm o leva xa case que dez aseis ano s editado p olo propio Consello da Cultura
Galega. Resultou ser q ue este organis m o i ncluíuno e n As N osas Voces n º 5 , co n motivo da homenaxe a
Manuel Me ilán ce lebrad a no ano 199 4 . A voz q ue po demos e scoitar na casete é a do propio Meilán.
Advírtese na e ntradiña inicial á lectura de dito ed itorial q ue este era o bra de Loi s T obío; ig ual que os
editoriais lidos ata o ano 196 2. P ara rem atar, no q ue afecta á d ata exacta deste pri meiro editor ial, esta non
é m enc ionada en ni ngún momento, polo que a d escoñecem o s; i nda que pod emos ap ostar que a mesma
caeu o pri m eiro do m ingo d o recente estread o ano 1 951, non só por ser o día no cal se rad iaba o esp azo,
senón tamén porque Castelao m or reu u n 7 de xaneiro de 1950, e o seu aniversario ó ano seguinte
correspo ndía en domingo, dat a que lembra m o s era a de saída ó ar da em i sión.
69 Sobre as peregrinaxes a Co mpostela.
70 Francisco Renato Chauteaubr iand e Leontina de Ville nueve.
51
500) ―Estampas viejas. La vida de un libretista‖ 71 , Suplemento Dominical El Día, 16-
IV -1952.
501) ―La nove la de Sargadelos‖ 72 , Suplemento Dominical El Día , 18-V-1952.
502) ―Un magna te de nuestro tiempo‖ 73 , Suplemento Dominical El Día, 5-VII- 1952.
503) ―Sobre el centenario de una famosa novela d e Al ejandro Dumas. Es dudo so que
María Duplessis, se llamara en vida ʻ La Dama d e las Cameliasʼ 74 ‖ (29?- VI -
1952).
504) ―Discurso del D r. Luis Tobío sobre C astelao‖ 75 , Lealtad : órgano del Ce ntro
Republicano Español de Montevideo. Mont evideo, ano IX, 11-V III - 1952, pp. 5 -
7.
1953
505) ―Arredor da saudade‖, La saudade: ensayos . Vigo, Galaxia, 1953; pp. 64 -71.
506) ―Nieve s de antaño. Cristi na de Sue cia y sus amores‖ , Suplemento Domini cal El
Día, 21- VI -1953.
507) ―A zanfona ‖, Sempre en Galiz a , 8- XI -1953.
508) ―Abolengo y e logio de la boina‖, Suplemento Dominical El Día , 27-X II - 1953.
1954
509) ―Viejas trovas del mar de Vigo‖ 76 , Galicia: rev ista del Centro Gallego de
Montevideo . Montevideo, febre iro de 1954, pp. 17 -18.
510) ―Sobre las br ujas‖, Suple mento Dominical El Día , 9-V- 1954.
511) ―La pint ura biz antina y nuestro tiempo‖, Imago Mundi . Bos Aires, ano I, nº 5;
septiembre de 1954, pp. 64-69.
512) ―Destacada actuación dos intelectuais galegos en Montevideo ‖ 77 , Alma gallega:
revista de Casa de Gali cia de Montev ideo . Montevideo, outubro de 1954, pp.
50-52.
71 Lorenzo da P onte.
72 Repaso po los orixes da fábrica de cerámica da Mariña l ucense.
73 Randolph Hearst.
74 Artigo de o rixe descoñecida.
75 Extracto da conferencia.
76 Mesmo contido que ―Viej as trovas sobr e el mar de Vigo‖, Su plemento Do minical El Día , 3- II - 1952.
77 Destaca mos q ue a co nsecución deste ar tigo deu lugar a un fei to b en subliñable. O caso é que se un
consulta tódo los números co ntido s no cd -ro m que aco mpaña a edición fac símile desta re vista − que est ivo
ó co idado de Girgado, Luís Alonso, A lma Galleg a [ arquivo d e ord enador] Santiago d e Compostela:
Centro Ra món P iñeiro p ara a investigación en Hu manidades, 2006 − co m p robamos q ue no lugar onde
deber ía ir o arriba citad o artigo de Lois T obío, claramente se ve co m o grande parte das d úas p áxinas que
o compoñen foron arrincadas, sen q ue se poid a albiscar o nome e a si natura. S e ndo esta curiosamente a
única eiva q ue atopa mos na repr odución dos trinta e oito s nú m eros co ntidos no cd, e cedido s p ola
52
1955
513) ―La Esc ultura Integral de Eduardo Yepes‖, Élite . Caracas, 22-I- 1955.
514) ―El último amor de Goe the‖ 78 , É lite . Cara cas, 5- II -1955.
515) “Gondom ar, b on galego”, Galicia emigrante , ano 2, nº. 12, xuño-xullo de
1955, pp. 18 e 25.
516) ―Homena je a Rosalía de Castro‖ 79 , Lealtad : órgano del Centro Republi can o
Español de Montevideo. Montevideo, ano XII , nº 294, 1- VI -1955, p. 3.
517) "O me nsax e de F ollas Novas‖ 80 ,15- VI -1955.
1956
518) ―La cultura gallega bajo el fr anquismo‖, Lealtad: órgano del C entro
Republicano Español de Montevideo . Montevideo, ano XII, nº 302, 1 - III -1956,
p. 5.
519) ―Opiniós encol do Con greso‖, Primeiro Congreso da Emigración Galega, 24 ao
31 de Xulio de 1956 . Bos Aires, Editorial Nós, 1956, p. 219.
520) "Ga licia y la libertad" 81 , 14- VI -1956 (conferencia lida no C entro Republicano
Español de Montevideo).
1957
521) ―El paisaje e n la literatura‖, Suplemento Dominical El Día , 7-VII-1957.
522) ―La imitac ión de los defectos‖, Suplemento Dominical El Día , 21-VII- 1957.
523) ―En torno a Musse t‖, Suplemento Dominical El Día, 24-VII -1957.
524) ―Nieve s de ant año. Los devaneos de Madame G reuze‖, Suplemento Do minical
El Día, 13-X-1957.
525) ―Por terra s d e Galicia‖, Sempre en Galiza , 10- XI -1957.
526) ―Caldas de Reis‖, Sempr e en Galiza , 1-XII -1957.
Biblioteca Nacio nal de Montevideo, a Fundación Penzo l e a Real Acade m ia Gale ga. Non o bstante e
parad oxalm e nte, logra mos f acer nos c unha co pia do escrit o de Lois T obío , porque se conser vaba na
Biblioteca Xeral da Universid ade de Santiago de Co mpostela ese número en papel de Alma Gallega .
Mágoa que os resp onsables do cd -rom da edició n facsímile no n cor rixan ese grave erro.
78 Ulrica von Lev etzo w.
79 Resumo das verbas p ronunciadas p or Lois Tobío co gallo da homenaxe á súa parente Rosalía de Castro.
80 O título da co municación e a data están tiradas das Décadas d e T.L. Non ob stante, non se conserva p or
desgraza o texto d a conferencia entre o s materiais cedido s por Constanza T obío.
81 D.T.L. , p. 595. Mencionada e d enominada na ob ra de Tobío c o título d e ―L a luc ha del pueblo gallego
por su libertad‖, ollaremos máis ad iante , no capítulo dedicado ó Centro Re publicano Español de
Montevideo, l ugar onde foi dada a conferencia, co mo nas ac tas do Con sello Direct ivo d e d ita institución é
trocado o nome orixinal e fin almente esa co municación apar ece pro nun ciada baixo o título de ―Galicia y
la libertad ‖. E con ese no m e s ae ta m én no orixi nal que nos cedeu Con stanza Tob ío.
53
527) ―Aventura y d esventura de Cagliostro‖ , Supleme nto Dominical El Día, 15-XII-
1957.
1958
528) ―O Humanismo de Otero Pedrayo ” , Ramón Oter o Pedrayo: a súa vida e a súa
obra: homaxe da Galicia Universa l. Caracas, Centro Galego de Caracas, 1958,
pp. 32-33.
529) ―O tra xe tradicional galego‖, Sempre en Galiza , 26- I- 1958.
530) ―O viño na Ga liza‖, Sem pre en Galiza , 16- II -1958.
531) ―O liber alismo galego‖ 82 , 11- IV -1958 (conferencia lida no Cent ro Pontevedrés
de Bos Aires).
532) ―Viaxando por Ga licia‖, Sempre e n Galiza , 18-V-1958.
533) ―Audición‖ 83 , Sempre en Galiza , 31-VIII- 1958.
534) ―A Ulla‖ , Sempre en Galiza , 10- IX -1958.
535) ―Celanova ‖, Sempre en Galiz a , 24- IX -1958.
536) ―O ca stiñeiro en Galiza‖, Sempre en Galiza , 14-X II -1958.
1959
537) ―A poboac ión galega rural‖, Sempre en Galiza , 2 9- III -1959.
538) ―Cambados‖ , Sempre en Galiza , 5- IV -1959.
539) ―Polas Rías Ba ixas‖, Sempre en Galiza , 12- IV -1959.
540) ―Unha dura prob a‖ 84 , Sempre e n Galiza , 26-IV-1959.
541) ―Poetas galeg os de hoxe‖, Sempre en Galiza , 24-V -1959.
542) ―Rosalía‖, Se mpre en Galiza , 12-VII- 1959.
543) ―Xelmíre z‖, Sempre en Galiza , 19-VII- 1959.
544) ―Otero Pe draio‖, Sempre en Galiza , 16-VIII -1959.
545) ―O Congreso da Emigración‖ 85 , Sempre en Galiza , 11-X-1959.
546) ―B a y on a‖, Sempre en Galiza , 18-X-1959.
1960
547) ―Álvaro Cunque iro‖, Sempre en Galiza, 25 - IX -1 960.
548) ―Concepc ión Arenal‖, Sempre en Galiza , 13- III -1960.
82 Data tirad a de A Nosa Terra , ano XVI , nº 501, abr il de 1958, p. 4. Conferencia pronuncia da no Centro
Pontevedrés d e Bos Aires.
83 Conmemoración d o oitavo aniversario de Sempre en Galiza .
84 Editorial solidario coas crúas in undacións q ue sufrira o Ur ugu ai.
85 Sobre o Congreso da Emigració n celebrado en Esp aña polas autoridad es franquistas.
54
549) ―Xohán Vicente V iqueira‖, Sempre en Galiza , 5- VI -1960.
550) ―Fragmento Editorial‖ 86 , Sempre e n Galiza , 9- VI -1960.
551) ―O teatro galego‖, Sempre en Galiza , 11-XII-1960.
1961
552) ―Guillermo Schulz‖, Sempre en Galiza , 2-X-1961.
553) ―Un ga llego garibaldino‖ 87 , Sempre e n Galiza ,15-X -1961
554) ―Refle xiones sobre la litera tura Galega‖ , xuño de 1961 (conferencia lida no
Centro de Artes e Le tras do x ornal El País de Montevideo) .
555) ― L a crisis española del siglo XX ‖ 88 , Combate , San J osé de Cos ta Rica, x ullo e
ag osto de 1961, pp. 73-7 4.
1962
556) *Purdy , James: El sobr ino . Bos Aires, Editorial Sudamerica na, 1962.
557) ―Curros Enr íquez‖, Semp re en Galiza , 5-VIII -1962.
1963
558) *Quigley , Carrol:. La evolución de las civilizaciones: introducción al a nálisis
histórico . Bos Aires, Hermes, 1963.
1964
559) ― O Eur opeismo de F eix óo‖, Galicia: revista del Centro Gallego de Buenos
Aires . Bos Aire s, nº 538, ano XXXI, xullo -agosto de 1964, pp. 15-16.
560) ―Actualidad d e Feijóo‖ , 17-XII- 1964 ( conferencia lida no Centro Galego de
Madrid ).
1965
561) Valoración de Pondal . Montevideo, Casa de Galicia, 1965.
1968
562) ―Viveiro, ay er y ho y‖, Heraldo de Vivero , 20- I- 1968, p. 10.
1969
563) ―O nomeamento d e Gondomar como embaix ador en Londres‖, Grial , nº. 24,
1969, pp. 133-162.
1970
564) ―Na historia do rexurdir da literatura galega‖, Nós , ano 50, nº. 145, 30-X-1970,
pp. 53-54.
86 Sen título; versa sobre a emigrac ión galega.
87 Leonardo Sánc hez Deus.
88 Trátase dunha rec ensión.
55
565) ―O erasmismo de Gondomar‖, Grial , nº. 28, 1970, pp. 129-159.
1973
566) ―Gondomar e o g alego‖, Grial , nº. 40, 1973, pp. 133-144.
1974
567) Gondomar y su tri unfo sobre Raleigh . Santiago de Compos tela, Bibliófilos
Gallegos, 1974.
568) ―Unha fonte‖ 89 , Ronsel , nº. conmemorativo do cincuenta aniversario da súa
publicación, 1974, p. 47.
1977
569) ―Outra s dúas cartas en galeg o a Gondomar‖ 90 , Grial , t. 15, nº. 57, x ullo-
setembro de 1977, pp. 366-367.
570) ―Gondomar, un ga lego univer sal ” , 8- II -1977 (conferencia lida na Cai xa de
Af orros de Vigo).
1978
571) ―A Socio - economía‖, T estemuñas e perspectivas en homenaxe ao Semina rio de
Estudos Galegos . Sada, Ediciós do Castro, 1978, pp. 81-85.
1979
572) ―Seoane , na lembranza‖, Grial , nº. 65, 1979, pp. 361-362.
573) Bodas de Oro de los L icenc iados en Derecho por la Universidad de Santiago de
Compostela, promoción 1928 91 . S antiago de Compos tela, Universidad de
Santiago de Compostela, 1979, pp. 5 -10.
574) ―A tr aducción poética na li teratura gale g a‖ , 12 - III -1979 (conferencia li da no
Ateneo de Madrid).
1980
575) **Rilke, Rainer M., Os Sonetos a Orfeu 92 . Sada, Ediciós do Castro, 1980.
576) ―A amistade de Bacon e Gondomar‖, Grial , nº. 68, 1980, pp. 210 -215.
577) ―Unha poesía relixiosa en defensa da nos a fala‖, Grial , nº 70, t. XVIII, 19 80, pp.
494-495.
89 Reprod ucido tamén no Heral do de Vivero , 18 -XII-1987, p. 10.
90 O b uscador d a Biblioteca da Universidade de San tiago d e Co m postela ad xudícalle a Lois T obío o
seguinte artigo de Xosé María Barr eiro Duro, ―A fa una en Queixumes dos Pinos‖, Grial , tomo XV, nº 57,
xullo-sete m bro de 197 7, pp. 3 59 -365. Erro quizais producido porque xust o a continuac ión se ato pa o
artigo de To bío, ―Outras dúas cartas en gale go a Gondo mar‖.
91 Lois To bío é o encargado d e pronunciar un discurso neste a cto en rep resentación dos se us compañeiros.
92 Reeditado no ano 2005 par a a colección Biblio teca Galega do xornal La Voz d e Galicia .
56
578) ―Galeg o familiar escrito a comenzos do século XVII‖ , Grial , nº. 69, xullo -
setembro de 1980, pp. 357-358.
1981
579) ―O galeg uismo de Gondo mar‖ 93 , 1981 (confe rencia li da na Irmanda de Galega de
Madrid).
580) ―Texto para a lectura na presentación dos Cadernos do novo Seminario de
Estudos Galegos ‖ 94 , 9-X-1981.
1982
581) ―Sobre o Himno Galego‖ 95 , 27- IX -1982, Crónicas Galegas de Am érica, Rolda
Te rce ira . Sada, Ediciós do Castro, 2001, p. 378.
582) ―Verbas pronunciadas co ga llo da presentación do libro de Valentín Paz
Andrade‖, Castelao na luz e na sombra . Sada, Ediciós do Castro, 1982.
1984
583) A intervención de Gondomar nos problemas internacionais da pes ca. S ada,
Ediciós do Castro, 1984.
584) ―Cuestiones de pr ece de ncia en la Corte Inglesa durante la embajada de
Gondomar ” , Revista de Estudios Internacionales, nº 2, abril-xuño de 1984, pp.
385-414.
585) ―Era mismo de Gondo mar: P acifismo‖ 96 , Heraldo de Vivero , 18 -V-1984 ,
portada.
586) ―Armando Cota relo Valledor‖, Heraldo de Vivero , 25-V-1984, por tada.
1985
587) ―O meu Vive iro‖ 97 , Heraldo de Vive ro , 4- I- 1985, portada.
588) ―A humanidade de Caste lao‖ , 17-I-1985 (conferencia lida no C entro Galeg o de
Madrid).
1986
589) ― Verbas pronunciadas c o gallo do cincuenta aniversario da aprobación do
Estatuto Galego de 1936‖.
93 I nda que aparece m encion ad a nas Décadas , Consta nza Tobío non loca lizou o texto entre o s
docu m en tos que custod ia do seu pai.
94 Verbas enviadas po r carta a I saac Díaz Par do.
95 Resposta de Tob ío por carta a unha petic ión de Neira Vilas. O caso foi que este q uixo saber a m o do de
enquisa entre os se us amigos c ando fora a primeira vez e co m o eles esco itaran o Hi mmn o Galego.
96 Reproduce o artigo parcial mente o contido d e ―O eras mi smo de Gondomar‖, Grial, nº 28, 19 70, pp.
129 - 159.
97 Reeditado no mesmo xornal o 21 - III -2003, portada.
57
590) ―Lembra nza de Antón‖ 98 , Heraldo de Vive iro , 28- II -1986.
591) ―Con Castelao no Plata‖ 99 , A Nosa terra. Extra , nº. 5/6, 1986, pp. 33-35.
592) ―Poeta Comprometido: Pondal‖, A Nosa terra. Extra , nº. 7, 1986, pp. 9-12.
1987
593) Gondomar y los católicos ingleses. Sada, Ediciós do Castro, 1987.
594) **Bre tch, Berltolt , Nai coraxe mais os seus fillos : versión ao galego de L ois
Tobío. Sada, Ediciós do Castro, 1987.
1988
595) ―Piedade pra as fontes‖, Heraldo de Vive ro , 8- I -1988, portada.
1989
596) ―Os valor es éticos en Castelao‖, Actas do Congreso Castelao . Santiag o de
Compostela, Universidade de Santiago d e Co mpostela, Xunta de G alicia,
Fundac ión Castelao,1989 , pp. 225-236.
1990
597) ―Lembra nza de Ramón‖ , Homenaje a R. Martínez López . S ada, Ediciós do
Castro, 1990, pp. 131-135.
598) ―Mensaxe de L ois Tobío co gallo do corenta aniversario da audición radial
Sempre en Galiza ‖, 1990.
599) ―Relendo « De Vill ahermosa a la China» ‖, Heraldo de Vivero , 14- IX -1990,
portada.
1991
600) Catro ensaios sobre o conde d e Gondomar 100 . T rasalba, Patronato R. O ter o
Pedrayo, 1991.
601) ―Discurso lido co ga llo da concesión do Premio Trasalba‖, 13 - IV -1991.
1992
602) ―L im iar‖, Galicia e a sociedade de Nacións . Vigo, Editorial Galaxia, 1992, pp.
9-12.
98 Sobre An tón Villar P onte.
99 Reed itado en catro series no Heraldo d e Vivero : ― Con Castelao no Plata (I)‖, 2 4 - XI -2000, portada;
―Con Castela o no Plata ( II)‖, 1 -XII-2000, p . 5; ― Con Cast elao no Plata (II I)‖, 8 -XII-200 0, p. 5 ; ―Con
Castelao no Plata (e IV)‖, 1 5 - XI I-2000, p. 5 .
100 Compilació n d e catro artigos sobre o Conde de Gondomar: ―O nomeame nto como em ba ixador en
Londres‖, ―O erasmi smo de Gondo mar‖, ―A a mistade con Baco n‖ e ―Actitude verbo da lingua gale ga‖
(―Gondomar e o gale go‖) .
2. Marcando a senda
66
2.1. Facend o m emoria
2.1.1. Advertenc ia inicial
O noso obxecto nestas páxinas non é outro que o de propiciar unha mí nima
información indicativa sobre a Galicia do primeir o terzo do sé culo XX, na que naceu e
deu Lois Tobío os seus primeiros pasos no eido da política e da cultura, para dot ar ó
lector dun mínim o mar co referencial qu e se com plementará e ampliará a continuación
cunha mirada máis global arredor da vid a do vi veirense narrada no capítulo ―Tobío
segundo Tobío‖. S en esquecer, para rematar, algunhas matizacións que tamén
axuntaremos sobre a fi gura do exiliado en xeral e sobr e o exilio galeg o en particular,
dada a calidade de expatriado do de Viveiro.
2.1.2. Viveiro e Com postela
Encetaremos, xa que logo, polo berce de Lois Tobío, o concello de Viveiro 110 .
En canto a este, a súa p oboación viña decrecendo anualmente d ende a década final do
século XIX un -0,39% por mor da forte e migración alén mar. Aínda que nos d ez
primeiros anos do novo século a tendencia viraría e o rit mo de crecemento demográfico
acadará un 0,42% cada ano. Pola contra, a cidade de Viveiro en si c receu n esas mesmas
datas (finais do século X I X p rimeiros dez anos do XX) a un ritmo anual dun 1%, inda
que entre 1910 e 1920, cando contaba a vila cunha poboación de 3.351 habitantes,
sufrirá nova mente o g olpe das correntes migratorias cara a América.
No eido político, o Viveiro de principios de século XX enceta coas disputa s 111
entre os turnist as liberais e conservadores. Loitas que al g unha que out ra vez finali zaban
de forma nada democrática e dialoga l. Pero non todo foron controversias no Viveiro
deses anos, ou así nolo amosa a celebración en setembro de 1911 da efeméride do
centenario do nacemento do seu paisano máis ilustre, Nicomedes Pastor Díaz.
Conmemoración na c al tería ocasión de participar de primeira man o p ai de L ois Tobío,
Lois Tobío Campos, mestre na vila naquela tempada.
110 Datos tirad os da En ciclopedia Galega Universal . Vigo, Ir Indo, T omo nº 16, 1999 , p. 410.
111 Chao Espi na, E nrique, Historia de Viveiro . Sada, Ediciós do Castro, 198 8, p. 289. Lembra o autor da
obra com o as co usas en tre os l iberais e conser vadores ían ata tal p unto que b uscaban o ap oio do s mineiros
da Silvarosa par a facer p resenza de forza. Por outra band a, ta mén nos dá co nta da morte dunha muller,
como vítima colater al nun tiroteo ocorrido durante os enfron tament os en tre ámbolos dous bandos.
67
Noutro orde de cousas, xa naquel entón a vila nat al de Lois Tobío tiña unha certa
actividade mineira, destacando as minas de Silvarosa, e indus trial con empre sas
madeireiras, ou outras coma os talleres de Chavín, onde se fabricaban os daquela
novidosos mot ores de Dion Bouton. Sen esquecer a im portancia que dende sempre
tivera a pe sca para esta cidade da mariña lucense.
Mudando de loc alización, falemos agora de Santiago de Compostela, c idade
crucial na vida de Tobío á ca l marcharía cos seus pais por mor de continuar os seus
estudos. Esta caracterízase polo seu estancament o poboacional 112 que viña x a do sécul o
XVIII e se estendeu ata a ch egada da II R epública.
Compostela 113 destacaba n aquel entón pola perda de case qu e todo o seu pul o
industrial e comerc ial, virando cara a converterse nunha cidade de servizos, académicos,
sanitarios e ec lesiásticos.
Se de política tratamos, Santiago non esca pou tampouco das redes dos partidos
turnantes, aínda que o p redominio político de Montero Ríos na súa cidade natal era tal
que o seu x enro, Manuel García Prieto, acadará a representación como deputado polo
distrito de Santiago de nde 1893 ata 1910.
Se nos referimos á Univ ersidade Compostelá 114 compre apuntar que a comezo s
dos anos vinte albíscase un cambio na vella alma mate r 115 , non soamente pola g rande
112 Gran En ciclopedia Galleg a (dirixida po r Otero Pedrayo). Santiago de Co m p ostela, T omo nº 28, p. 44 .
Sobre 1 754 a pobo ación d e Santiago era duns d ezasete mil habitantes, super ando con crec es ós nove mil
cincocentos d a Coruña e ós d ous mil ci ncocentos d e Vi go; inda así, as torna s virarán e car a ó ano 1910,
pois Compostela ti ña d aquela uns v inte catro mil tresce ntos habitantes, namentres a cidad e herculina e a
cidade olívica andaban xa polos co renta mil.
113 Lois T obío, Bodas de Oro de los Licen ciados en Derecho por la Un iversidad de Sa ntiago de
Compostela promo ción 1928 . Santiago de Com postela, Uni versidad de Santiago de Compostela, 1979, p.
8. Comenta T obío, co gallo do cincoenta aniversario da s ú a promoción de licenciad os en D ereito, o que
segue sobre a sit uación da capital galega d urante os seu s anos de est udante: “ [ …] era aq uella
Compostela, tan reco gida, tan en simismada, ta n vuelta sobre sí después d e siglos de vi vir en el mund o,
para el mu ndo. Era ama ble, casera, pueb lerina; e n cualquier lugar, fuera para mo rar, comer, beb er o
esparcirse, uno estaba siemp re en su ca sa, en realida d era como u na gran casa d e todos, co mo una g ran
pensión familiar, incluso en la calle, incluso en la alameda nuestro gran jardín familia r” .
114 Lois Tob ío, opus cit. , pp. 7 - 8 . Dinos Tobío o seguinte sobr e a alm a mater santiag uesa: “Y nuestra
Universidad, nuestra facultad. Recuerdo aquellas ma ñanas del in vierno san tiagués, sin ca lefacción o
muy rudimen taria. ¡Cuánto frío p asábamos, señor! Era u na un iversid a d espartana, a ustera, severa, sin
mucho más confort qu e en siglos pasa dos […] Las cla ses eran po co numerosas, co mo deben ser, no de
intento sino por la s circunsta ncias. Ven ían poco s estudian t es. El pro fesor con ocía p erfectamen te a cad a
alumno , p ara bien y para mal. No era el alumnado solamente u n número, una ficha , un no mbre en una
lista sino un ser de carne y hueso , guapo o feo, elega nte o desmañado , al que se podía tomar, y se
tomaba , simpa tía o an tipatía. Lo cua l no deja ba tamp oco de ten er sus inco nveni entes. Solía n p redominar
los exámen es orales, ho y materialmente imposibles, a simismo para bien o para ma l. El con tacto humano
era estrecho y esto tiene su valo r. Estab a en tonces la enseñan za má s cerca del viejo estilo clásico.
Diálogo , que, cuando el profe sor era bueno , resultaba fecundo y sugeren te. No se h acía en n uestra
facultda d investigación p ropiamente dicha ni h abía seminarios o a penas”.
68
presión demográfica do alumnado que precisa no vos espazos e facultades, senón tamén
porque a sensibili dade p erante a nov a situación social e polí tica impón o traballo
científico como unha me ta irrenunciable da nosa Universidade.
En 1922 o ministro galego Rodríguez de Viguri crea as F aculta des de Ciencias e
de Filosofía, esta última de importancia porque será ond e cursará Tobío o seu primeiro
ano de estudante universit ario, posto que ata o momento os estudos cursados na mesma
eran preparatorios para o ingre so nas Facultades de Dereito e Farmacia.
A media de alumnos ma triculados nos estudos u niversitarios entre 19 00 e 1936
achégase a uns 1.500. A incorporación da muller á vida universitaria galega ten lugar no
ano 1914, sendo as dú as primeiras as irmáns e e studantes de medicina J imena e Elisa
Fernández de la Vega, as que r emataría n os se us estudos cinco anos máis t arde cun
premio ex traordinar io. Dentro do p rofesorado, a Unive rsidade C ompostelá sofre a
incorporación de novos mestres 116 que introducen unha nova metodolox ía, na maioría
dos casos, d eprendida n o estranxeiro. É así co mo neses anos int egran parte d a alma
mater compostelá nom es como Ciriaco Pérez Bustamante, Luís Pericot, Po rteiro Garea,
Luís Iglesias, Parga Pondal… Tamén foron aqueles anos de problemática estudantil que
se facía eco dos problemas políticos, sociais e económicos do momento. Na
Universidade as Mocidades Galeguistas e sob re todo a FUE ( Federación Universitaria
Escolar) loitan por unha mobilización ac tiva do alumnado, ata aquel entón dominado
polas vellas oli garquía s restauracionistas. Pero a irrupción súbita da gadaña f ascista
botará todo a perde r.
2.1.3. Galicia no primeiro t erzo do século XX
O enceto do século X X non provoca en Galicia a crise de id entidade pola perda
das derradeiras colonias de ultramar coma su cedeu no resto do Estado Español. Pola
contra, este supón para a nosa terra o inicio da muda dos seus cimentos tradicionais de
base a gra ria c ara a unha socied ade m áis moder nizada, urbana e con s aída o sector
115 Sobre a Universidade Com p ostelá d o momento véxa se, Xosé Ramón Bar reiro Fernández, La
Universidad de San tiago . Santiago d e Co mpostela, Secretari ado de Publicación de la Universid ad, 1980 e
Isaura Varela, La Universidad de Santiag o 1900 -1936 . A Sada, Ediciós do Castro, p. 1989.
116 Lois Tobío , o pus cit. , p. 8. Sob re os novos profesores universitarios, ne ste ca so, os da Facultade d e
Dereito de Co mpostela, q ue Tobío ben coñeceu, comenta: “ […] había un g rupo creci ente de jóven es
maestros que n os traía n las última s nove dades d e la ciencia jurídica , que nos h ablaban de Hauriou y
Kelsen, Du guit, y Jèze, S chmitt y Heller; que e nsaya ban nuevos métod os d e en señanza y nos iniciaban en
los d e in vestigación. Con ellos se nos abría u n panora ma sugestivo y esperanzado r, má s allá de lo
estrictamente pro fesional, el a fán puro de saber, la seductora curiosidad científica” .
69
terciar io. Para que teña lugar este relevante cambio estrutural que albiscamos foi
necesario, segundo Ra món Vill ares 117 , que se p roducisen tr es grandes fitos. 1) A
consolidación dunha a gricultura de pequenos propietarios que tece unha rede asociativa
mediante o agrarismo e amósase c apaz de mergullarse no merca do interior español. 2) O
nacemento n as costas galegas dunha industria directamente ligada coa explot ación dos
recur sos m ariños. 3) Unha fonda metamorfose política e cultura l no que tivo un labor
principal a emigración galega 118 a terras americana s, qu e x unto co campesiñado
propietario e os industriais conserveiros confórmanse como os t res primordiais factores
sociolóxicos da Galicia dos primeiros trinta anos do século XX.
Xa que lo go, entraremos decontado nas causas des ta grande renovación. No a gro
a crise finisecul ar eu ropea de finais de 1880, desenca deada pola im portación de
produtos a grarios máis baratos de alén do mar, ten como consecuencia a aplic ación
dunha política proteccionista na defensa dos seus merca dos int ernos por parte dos países
europeos. Dita políti ca, aplicada tamén en España, deu lugar á creación dunha serie de
aranceis ás mate rias ult ramarinas que propiciar on como efecto benefi cioso para a
agricultura ga lega a súa integración no mercado estatal e a orientac ión case que
exclusiva dos seus rendementos cara ó sector gan deiro.
A mencionada crise non só troux o consecuencias para o campo galego, que
supuña o 85% de activ os agrarios no ano 1900, no seu sector produt ivo. Así os
arre ndadores viron minguados os seus ingre sos p osto que, como consecuencia colateral
e finalmente esencial, prodúcese unh a metonimia entre o cultivador directo da terra e o
propietario. Como froito desta identificación d áse o troco máis importante nestes
primeiros seis lust ros, que non é outro que a mutación do ca mpesiño foreiro nun
pequeno propiet ario. Para chegar a esta situación ten lugar a r edenc ión d o s foros 119 , xa
en tempos da ditadura de Primo de Rivera, na que inflúen, aparte das medidas
proteccionistas, o asociacionismo agrario e o ag rarismo 120 , unha produtiv a
117 Villares, Ra m ón, Hi storia de Ga licia . Vigo, Editorial Galaxia, 2 004, p. 308.
118 Villar es, o pus cit. , p. 328. A emigración ga lega da épo ca r esultou e minentemente mascu lina e de base
campesiña, te ndo bastante s casos de retornado s tempor ais ou definitivos. A mes ma gozo u d e l ugares de
acollida moi estables a ta a d écad a de 19 30. Arxentina ac olleu a metade do s emigrantes, Cuba a ter ceira
parte e o resto foi par ar a Uruguai, B rasil ou Estados U nidos. T ra la Guerra Civil, México e Venezuela
aparecen co m o destinos p redilectos.
119 Villar es, o pus cit. , p. 311. O decreto de r edención d os foro s apr obouse , tras varios intentos frustrados,
por P rimo de Rivera en 192 6 e co m o co nsecuencia d el extr aías e unha inde mnización fa vorable ó foreiro
equivalente a vinte veces o valor da renda redimid a.
120 Ramón Villares, Ga licia siglo XX . A Cor uña, La Voz de Galicia, 20 04, p. 29, 33 e 63. Dentro do
agrarismo destaca a figura do sacer dote ourensán Basilio Álvarez e de movementos co m o So lidaridad
70
comercializac ión dos ex cede ntes e, por enriba de todo, os cartos que os emigrados
enviaban de ultr amar qu e favoreceron a comp ra de maquinaria, a creación de novas
casas de labra nza e a cancelación de hipotecas sobre terras.
Xunto coa redención dos foros o outro g rande fa ctor moder nizador e
transformador do a gro galego é o reparto dos montes 121 e a súa conseguinte
privatización. Non obstante, tampouco deb emos desprezar as series d e melloras e
adiantos propiciados por unha incipiente ciencia agrónoma qu e propicia, grazas a un
mellor aproveitamento e uso intensivo dos solos, un incremento d a prod utivid ade no
agro g alego. Un agro que se especializa, xa que logo, nunha crecente importanc ia da
cabana bovina 122 , o que fa i que Galicia sex a a principal produtora de carne de toda a
cornixa cantábrica.
No que atinx e ó sector industrial, xa albiscamos con anterioridade que a
explotación dos recursos mariños ti vo unha impo rtancia d ecisiva no desp eg ue da nosa
industria. I nda que Villares resalta 123 que x unguido ó aux e das conserveiras galega s
tamén destacan outros fa ctores: os cartos enviado s polos emigrantes dende Amé rica, a
liberación do sal e que moitos dos empresarios c ataláns deixaran de enviar os beneficios
que obtiñan coa s súas empresas en G alicia ás sú as terras de orixe. Ademais, como no
Gallega, nacida en 19 07 a imaxe d e Solidaritat Catala na, que gozaro n de grande éxito no agro galego
mediante a pr omoción de so ciedades agrar ias, por medio de mitins, p ublicacións de xornais… O se u
principal fito foi a organizaci ón das Asambleas Agrarias de Monforte ce lebradas no m es de agosto do s
anos 1908 , 1910 e 1911. Os principais tema s tratados nas me smas foron: 1) Sol ucionar a cuestión foral. 2)
Moder nizar a agricultura galega mediante a in trodución d e novidad es téc nicas, d a m ellor a d o sistem a d e
cultivos, do créd ito rural, da necesid ade du nha p olítica forestal. 3) A d iscusión d un pro grama d e
rexeneración social e po lítica par a Galicia no q ue se a lbisca ban solució ns para pr oblemas tales co m o o
caciquismo ou a e mig ració n. P olo que ollamos , sen o agrari smo ca m bio s do tipo da redención de foro s ou
o repar to de montes co munais non se terían aceler ado. T amén os seus locais e organizac ións serviron
como plata forma de difusión de importantes novidades técnicas para o sector agropec uario. Vid. tamén d o
autor, Historia de Galicia , p p. 325 e 3 26. Dinos Villares aquí so bre o agrar ismo galego, quen chego u a
censar no a no 19 23, 234 sociedades e 801 sindicatos en toda Galicia: “Foi un movemento plural e
multiforme. In zaron as org anización s agraristas por Galicia ad iante, tiveron éxitos certos e soado s, pero,
como d iría Risco n o ano 1930, o agra rismo fo i u n ʻpa rtido malog radoʼ . Tivo a grande vantaxe d e ter
contribu ído a d otar dunha plataforma organ izativa ao campesiñad o e de estimular u nha rudimentaria
concien cia política, a traveso da prensa local, a presenza nos conce llos, os mitin s e as conce ntracións
agraristas, feitas mo itas veces en feiras e romarías. O agrarismo situo u ao camp esiñado galego nun
primeiro plano da historia, pero n on logrou darlle vo z po lítica p ropia, nun tempo no q ue inzaron Europa
adian te os partidos agr arios”.
121 Villares, o pus cit ., p. 31 3. Ó co ntrario da r edención foral a periodizació n da privatización d os montes
foise pospoñendo en diferentes xeiras, en 19 25 e en 1965, sendo que inda hoxe, a comezos do século
XXI , quedan ter ras de propiedade colectiva.
122 Villares, o pus cit., p. 316. O censo da cabana bovina pasa das 60 0 mil cab ezas no ano 1906, a d obrase
esta cifra nos anos vinte. Com o r esultado, esta foi a idade d e ouro d os tratantes d e ga ndo e das feiras no
sector.
123 Villares, op us cit. , p . 317.
71
caso do agro, do papel x og ado polas im portantes innovacións técni cas, neste caso, na
captura da materia prima primordial das conserveiras, a sardiña 124 .
En canto ó número de f ábricas este vese incremen tado e á altura de 1907 hai 106
conserve iras en ter ras galega s, cando soamente dous anos a ntes se cont abilizaban 82,
sendo Vigo o núcleo con serve iro princip al de todo o Estado Español e Galicia a maior
produtora do sector conserve iro, cun 59% de cota, e tamén a principa l e xportadora de
peixe de toda España , cun 60%. I sto débese , so bre todo, a que a industria ga lega das
conserva s multi plicou por sete a súa produción entre 1901 e 1935, cu nha media de
dezaseis mil toneladas anuais.
No mar galego non eran todo conservas e a industria naval, auspiciada polas
crecentes necesidades desta de materias pri mas, alcanza un grande pulo coa
implantación de diferentes estaleiros na ría de Vigo e no A rsenal d e Ferrol, grazas ó
Programa Naval iniciad o en 1907 polo goberno de Antonio Maura que impulsaba a
construción de buque s pa ra a armada española.
Pero a industria g ale ga do tempo non soame nte miraba c ara ó mar e nesta
tempada sobres ae tamén o valor do sector mineiro, que deu lugar a com ezos de século á
creación dunha seri e de sociedades mineiras que ex traeron, con maior ou menor éxit o ,
cobre, volframio, antimonio…
Tampouco esqueceremos aquí o aproveitamento do caudal dos ríos galegos que
foi crucial na transición ene rxética do c arbón á e lectricida de 125 , alcanzando tal nivel o
asunto que polo 1930 das cinco primeiras empresas do noso país tres perte ncían o sector
eléctrico.
A mestura dos fr oitos do comercio, a industri a e as re m esas da emigración
resulta esen cial no as entamento da a ctividade ba ncaria galega. Nos comez os da déca da
dos vint e 126 , en Galicia atopamos 135 casas de ban ca de eido local ou comarcal, com o
por exemplo, a de Hijos de Olimpio Pérez en S an tiago, a Banca Romero e n Ourense ou
a de Viñas-Aranda en Vigo, vencelladas á d omiciliación dos envíos de remesas
124 Ibidem . A p rincipios do século XX desbó tanse progresiva mente as artes de pesca p ouco intensiva s e
temporais co mo a chamada d o xeito e óp tase polo uso d a traíña , p ara aume ntar a capaci dade de cap tura
das sardiña s. Feito que se verá co mplementado a co mezos do s anos vinte co uso d o vap or nos bar cos de
pe sca que fará que os nosos navíos deixen as rías galegas e se tr asladen ao Gran Sol e a Terranova.
125 Galicia siglo XX , p. 29 . En 188 8 P onteved ra foi a p rimeira en incorp orar a iluminación eléctrica nas
súas r úas e edif icios. Do us a nos máis tar de , A Coruña tentará o m e smo, a í nda que non sería ata 1913
cando co nsiga unha ilu min ación eléctr ica co m pleta. No tocante a outras cidad es galegas, Lugo comezaría
en 1894 o uso de luz eléctrica e ó ano seguinte Ferro l e Santia go.
126 Villares, op us cit ., p . 321.
72
emigrantes e á ex pansión comercial; tres bancos rexionais, o Banco d e Vigo (1900), o
Banc o de La Coruña (1917) e o Banco P astor (1925), o únic o que so brevive; dúas
sucursais de bancos esp añois, o Ba nco Central e o Banco Hispanoamericano e tres
bancos estranxeiros, o máis importante deles, o Banco Español del Río de la Plata,
mediador entra ámbala s dúas beiras do Atlántico.
Malia a todo o dit o, a desapa rición da fidalguía, incapaz de adecuarse á nova
sociedade burguesa, e a súa conseguinte subs titución polos pequenos e medianos
agricultores é con moi to o acontecemento máis de stacable deste período. Xorden así un
campesiñado propietario 127 , unha burguesía comercial e industrial e un sector proletario
ceibe d e ataduras gremiais. Aínda que c abe lembrar tam én unha figura crucial destes
anos, os emigrantes r etornados 128 . Os chamados indi anos conforman unha ref erenc ia e n
vilas e aldeas e transplantan a el as innovacións polí ticas e sociais adquiridas en
América.
A transformación d a a gricultura, o desenvolvemento da banca, a vida p olítica
ou as iniciativas culturais e educativas non serían posibles sen os emigrados. Tampouco
xornais e revistas se farían rea lidade s en o con curso dos mesmos. No ámbito educativo,
a través das so cieda des de instrución creadas en América fund áronse en Galicia máis de
trescentas escolas que axudaron a alfabetizar a boa parte d a pobo ación galega.
Trouxeron tamén estes a política sindical e asociativa e fundaron sociedades agrarias. O
seu influxo vese tamén na música, na arquitectura… Polo que podemos corroborar a
manida expresión de que Galicia non se comprende sen América 129 :
“E grazas a Améric a e á súa influencia cultura l, moitos d os mitos europe izadores
que azunaron a cultura española da ʻIdade de Prataʼ tiveron, no caso galego,
cumprida expresión na relación con América. Porque a europeización de Galic ia
tivo un forte compoñen te de ʻam ericanización ʼ , t alv ez máis intensa na cultura
popular do que na a lta cultura letrada, que seguía sen quitar ollo de Madrid e
París” .
No eido político, os parti dos políti cos turnantes m antiveron a súa hexemonía en
Galicia ata o ano 1923 −soamente un deputado galego dos elix idos nas eleccións dese
127 Villares, op us cit ., p . 322. En 1930 un 65% d a poboación activa achába se no agro e na pes ca.
128 Galicia siglo XX , pp. 5 0 e 51. Os motivos para emigrar eran varios, entre eles, as ansias de mellora,
m otivo s pura m e nte aven tureir os, o medo ás qui ntas, a miseria do campo, a o presión do siste m a caciquil e
o exceso d e pobo ación. Pese ó dito , non e m igraba quen q uería senó n quen p odía, p osto que era necesario
ter cartos p ara pagar a viaxe e ter información necesaria so bre o d esti no ou incluso as red es de acollida.
129 Villares, op us cit , p. 333 .
73
an o non figuraba nas filas conservadoras nin n as liberais−, isto pese a qu e no resto de
España o ré xime da Rest aura ción comezaba a desfacerse.
Malia esa faciana, diversas tende ncias culturais e políticas levaban tempo
agromando nas cidades 130 e mesmo nalg unhas vilas galegas. Na cidade herculin a
naceron a Acade mia Galega e As Irmandades d a Fala. Na cidade xacobea ti vo o s eu
xerme o provincialismo e o r exionalismo. Na provincia de P ontevedra, a capital foi a
sede da asemble a fundacional do P artido Galeguist a e a cidade olívica co nverteuse no
principal exemplo de mo dernidade en Galicia do primeiro terzo do sé culo XX, o lugar
onde agromou unha x eración de x ornalistas comprometidos coa nosa terra e cabeceiras
inesquecíbeis como El Pueblo Gallego e Galicia . Tamén en Lucus August i ten lugar
outro dos principais fitos destes anos, que non é o utro que a primeira reunión, en 1918,
das I rmandades da Fala, x untanza de im portancia vit al no tr anscurso da cal o
movemento irmandiño se declara nac ionalista 131 .
Inda así, o principal foco de fecunda acción cultural e políti ca a p rol da causa
ga le guista acha o seu domicilio na cidade das Burgas. Foi no Ourense da époc a onde
aparece u a coñecida Xeración Nós, marabilloso grupo de escritores, investigadores e
dirixentes políticos que tive ron en Vicente Risc o e sobre todo, en Otero Pedrayo, ós
seus principais prócere s.
A ditadura de Primo de Rivera, instaurada com o consecue ncia dun golpe de
estado en setembro de 1923, gozou dunha ampla aceptación popular 132 . Os seus
compromisos de acabar co caciquismo, a g uerra de Marrocos e manter a orde públi ca
calaron en ca se que tódo los sectores da sociedad e. Intelectuais como Ris co, os irmáns
Vilar Ponte ou L osad a Dieg uez colaboraron nun primeiro intre con este novo réxime,
ata que se deca taron de que as súas promesas de mancomunidade galega eran falsas.
130 Galicia siglo XX , p. 2 7. A comezos de 1920 o volume de pob oación urb ana non supera ba o 1 5% do
total da habitantes de Galicia.
131 Villares, o pus cit ., p. 384 . Na Ase m blea Nacionalista ce le brada na cid ade de Lugo os d ías 17 e 1 8 de
novembro de 1918 apróbase a seguinte declaración f unda mental na historia do galeguismo: “Tendo
Galicia tód alas característic as esenciaes d e nacion alidade, nós no meámo -nos, de h oxe pa ra sempre,
naciona listas galego s, xa q ue a verba ʻ rexionalismoʼ non recolle tód alas aspiració ns nin encerra to da a
intensidad e dos nosos pro blemas” .
132 Galicia siglo XX , p. 110. Ade m ais das mencionadas, o utras das medidas levadas a cabo p olo xeneral
Primo de Rivera foron: supr imir os vel los partid os, pechar as cá maras parla mentarias, ca m b iar e perse guir
ós p rohomes do vello si stema, poñer co ncellos e deputació ns en m ans d un novo perso al p olítico e os
gobernos civís a cargo de milit ares. T ales m edidas co nstitúen o p rim eiro grande troco de elites políticas
que se fixo na Esp aña do século XX, e anticipan o que p orá en marcha o franq uism o inicial.
Paradoxal m ente, a p olítica de P rim o, que ti vo como consecu encia o re m ate das red es caciq uís e dos vellos
partido s, axudou ó enceto dunha política de m asas vital para as novas organizació ns republicanas.
80
eran considerados como repre sentantes da le ga lidade e lexitim idade republicana 141 .
México aplicou o principio diplomático de non re coñecer a ningún goberno establecido
coa ax uda militar estranx eira, por iso endexamais aceptou o goberno franquista e si o
derrocado republicano. Houbo que agardar ata 1977, cando se encetou a transición
democrática, para qu e ta l recoñecemento se p roducise, ch egándose incluso a facilitar a
reconstruc ión das institucións republicanas españolas no exil io.
Segundo estima cións 142 , México nos meses d e xuño e x ullo do fatídico 1939
recibiu uns 4.660 exiliados españois, dos que 147 eran gale gos; e aló por 1941
atopábanse no país azteca uns 300. En México, os galegos supuxeron o 4,2% das 20.000
persoas acollidas. O 2 % eran d e Coruña, o 0,9% de Ourense, 0,8% de Pontevedra e o
0,5% de L ugo. As condicións que dis puxo o goberno mex icano foi que os exiliados
financiase n a viaxe e os primeiros meses de estancia no país, que vivisen f óra da capital
azteca, argumentando que querían recibir un 60% de agricultores, un 30% de artesáns e
técnicos cualificados e un 10% de int elec tuais. Destacar que o exil io galeg o neste país
foi de grande nivel: científicos, escritore s, mestres , etc.
Noutros países de América Central, a sit uación dist aba moito da de México. Así,
en Guatemala, Ni caragua, Hondur as e Salvador triunfarán políticas autoritarias que
rexeitaron as súas relac ións coa República Española. O que unido á non presenza de
grandes colectividade s españolas, dificultou a recepción de exiliados.
En Estados Unidos o ex ilio tivo en x eral carác ter transitorio, a pesar da
existencia dunha boa colonia g alega na cidade de Nova York, unhas quince mi l persoas,
a comezos do século XX e a creación dende 1936 da Fronte P opular Antifa scista
Galega, que agrupou no seu seo a tódalas sociedades españolas de Nova York.
Entrementres, no Santo Domingo do novelesco ditador Trujillo produciuse un
proceso de aceptación, n on por sim patías política s deste cara á República senón por un
planeamento de colonización int erior e d e branqu eo da poboación, a uns 3.100 exiliados
141 Cagiao Vila, P ilar, ―Outra vez América, ter ra d e acolli da‖, O ex ilio g alego de 19 36: Po lítica ,
sociedad e, itin erarios . Sada, Edició s do Castro, 20 06, p. 107. Recolle a autora as seg uintes opin ións da
historiadora Clara Lida sobre as se nsacións que ca usou en tó dolos extractos sociais mexicanos a chegada
masiva dos rep ublicanos e spañois: ― simpa tía den de o s medios gob ernamentais e in telectuais,
ambiva lencia dende os n úcleos obreiros, reacció n dende a d ereita anticard enista, expectació n dende as
elites crioulas, etno fobia dende os sectores nacio nalistas radicais e suspicacia por parte d os antiguos
residentes españ ois ‖.
142 Véxase p ara o caso do p aís azteca as cifras apo rtadas por Núñez Seixa s, opus cit. , pp. 27-28 e
Enriqueta Tu ñon P ablos, ―El exilio gallego de 1 939 en México‖, O exilio g alego d e 1936 : Política,
sociedad e, itinerarios . S ad a, Ediciós do Castro, 2006, pp . 176 e 180.
81
españois, dos que, soamente, 23 eran galaicos. Pode resultarnos estraña est a situación
paradoxal do ditador Trujillo ó permitir a ch egada de exil iados españois dadas as súas
simpatías cara ó b ando franquista, pero a polí tica de xenofobia da illa e a instalación de
colonias agrícolas na fronteira haitian a leva ron a permitir esas chegadas. Aínda qu e a
escase za de a g ricultores entre os exiliados provoc ou que moi tos deles foran botados do
país. C abe mencionar q ue A República Domini cana tamén será lu gar d e paso cara a
outros destinos como Cuba, Puerto Rico, Vene zuela, Costa Rica ou Panamá.
No Caribe, a Cuba de Batista manterá unh a pol ítica de ambivalencia respecto á
entrada d e ex iliados. Aloumiñando a franquistas e a republic anos segundo os seus
intereses. Cuba foi para o exil io g alego un destino indirecto e en moitas ocasións un
país de tr ánsito cara a rumbos dispersos, e en menor medida operou c omo destino
directo en c ircunstancias particulares.
Xa en América do Sur 143 , Chil e ace ptou entre 2.200 -2.500 exiliados españois,
sendo 45 galegos. Na Arxentina dos 2.500 e xiliados, uns 138 eran de orixe galega.
Venezuela mantivo rel acións cos gobernos franquistas e coa República. O país
necesitaba un grande ap orte poboacional, de aí que permitise as sucesivas ondas de
exiliados. Aínda que nun primeiro momento por receos ideolóx icos e relixiosos,
Venezuela só admitirá a entrada ós nacionalistas vascos, por seren conside rados estes de
cerna profund amente católica. Tamén a Constitución venezolana do 36 consideraba
traidores ós anarquistas e comunistas, e tal supuña unha nova pexa para a admisión. Con
todo, en 1945 a Junta Patriótica Revolucionaria recoñecerá á República española como
a única lexítima e capa z de ter representación diplomática en Venezuela.
O Brasil supux o unha opción puramente circunstancial á recepción de exiliados
ga le gos, a maioría dos cales chegou no transcurso da guerra de Portugal.
Dos países mencionados, o exilio galego do Prata im plicou unha por centaxe dun
corenta por cento de tódolos destinos latinoamerica nos. Aínda que o deterioro da
situación política a rxentina na primeira metade da década dos corenta s ignific ou de
principio un obstáculo para a recepción d e ex iliados. Pero co tempo esta situación
inicial mudaría e as terr as do Prata converterían se par a os galegos, s e g undo verbas de
Castelao, na metrópole ideal dunha Galicia libre 144 . Mesmo o ve ciño Uruguai foi o
143 Núñez Seixas, opus cit. , p. 28.
144 Zubillaga, Carlos, ―El exilio gallego en Mo ntevideo ¿Subsidario o Au tóno mo?, O exilio galego de
1936: Política, sociedade, itin erarios . Sada, Edició s do Castro, 2 006, p p. 136 , 137. Danos conta aquí
82
terceiro país de Améric a La tina e o noveno do mundo en enviar axuda para a causa
republicana . Feitos desta índole motivaron que fose neses países a ámbalas dúas beiras
do Río da Prata onde tive se lugar a fundación do Consello de Galiza ou a celebración do
I Con gre so da Emigración Galega , entre out ros actos polí tico-c ulturais subliñables, nos
que Lois Tobío s ería un actor principal. Decatámonos de que Arx entina foi o lugar
central do ex ilio galego debido á presenza de Castelao , ó que sumamos que a c apital
porteña cont aba cunh a c olonia emig rante gal ega de varios centos de miles, só en Bos
Aires sobr e uns trescent os mi l, a cal propiciou ós seus compatriotas ex iliados tamén
ga le gos un clima e un caldo de cultivo favora ble que non podían atopar en ningún sitio
máis do mundo. O colectivo galego da cidade porteña estaba moi poli tizado, polo que
Castelao quixo sempre gañar ós emigrados p ara a causa republicana. Sen Arxenti na e
sen América en x eral, Galicia non t ería moitos dos signos prototípicos com o na ción,
como país que sobreviviu cunha unidade diferenciada. N ese s enso non deix a de ser
significa tivo que símbolos nacionais galegos como a bandeira , o himno, o Día de
Galicia, etc., resultase n talvez máis familiares para os emigrantes e exil iados que para os
propios habitantes d e Galicia: numerosos g alegos coñece ron alén do mar a cultura
ga le ga que non coñecían no seu país.
O continente ame ricano, xa que logo, re sultou elix ido como destino prefe rente
polos ex iliados galegos dadas as im portantes migracións cara a es as latitudes que se
sucederon entre 1870 e 1930. Polo que América se converteu novamente nunha terra de
ac ollida. As colectividades de ult ramar foron núcleos activos que prestaron unha grande
axuda á comunidade republicana. O exilio galeg o en América influíu no mantemento de
institucións propias x unto cos emigrantes que deseñaron unha cultura polít ica específica
que se deix aría ver en feitos como a creación dun tecido editorial, publi citario,
propagandístico, a conmemoración de datas d estacadas como a do 25 de x ullo ou o
Banque te de Conx o.
Este asocia cionismo vera se pre xudicado pola desunión existente entre os
partidos republicanos no exilio x unto coa presenza de adep tos ó réxime franquista entre
moitos dos novos emigrantes económicos que ían chegando e as antigas clases podentes
destes que se atopaban en terra s americanas.
Carlos Zubillaga da vantaxe q ue tiña na pri m eira metade da década dos corenta Mo ntevideo , e po lo tanto
Uruguai, sobre a veciña Arxen tina na recepción de exil iados republicanos esp añois.
83
Co paso do tempo ollamos como, por d esgra za, o exil io de 1939 non logrou o
obxectivo político de propiciar a c aída do réxime franquista e a restauración
republicana . Pero contribuíu decisivamente á transición democr ática trala morte do
caudillo co seu silenc io ex emplar c arente de ca lquera tipo de revanchismo.
En relación co ex ilio galego en América é lícito mencionar que s e tr ata da
historia non só dunha ausencia da patria perdi da senón tamén a dunh a doazón ás
sociedades am ericanas que acolleron a estes exiliados, nas cales deix aron a súa
influenza e marca visible s na evolución dos seus e idos cultural, social e incluso político.
Estes transterrados, termo acuñado por Xosé Ga os para así poñer o acento na privación
da terra, do lugar de orixe, ou o sim ple acto de ser exp ulsados, perderon o seu lugar na
Historia. En América estiveron os nosos mellores ho mes, o mellor de nós e da nosa
patria.
Dentro do exilio republicano español o ga lego no n é un subconxunto importante
e propio como sería n o ex ilio catalán e v asco. No Arquivo da emigrac ión gale g a
atópanse rexist rados uns 2.141 exiliados ga legos. Boa parte d estes ex iliados finaron sen
chegar nunca a ver de novo a súa patria. Houbo ex ilios á medida de cada persoa,
segundo fora a súa condi ción política, social, a sú a procedencia, polo que nos atopamos
ó fin e ó cabo con tantos exil ios coma perso as exiliadas; pero no fondo só se tratou dun
exilio de corenta anos de duración. A traizón das democracias occidentais, a cortina de
aceiro, as divisións ex istente s no seo dos part idos e institucións republicanos e a
repre sión dun totalitario réx ime franquista frustrou d urante catro decenios o soño destes
exiliados de ver a súa patria libre, a vella arela de que todo o q ue fac ían estaba ben feito
só se esta s obra s lograban repercutir no seu lar perdido.
3. Wie es auch sei, das
Leben, es ist gut
86
3.1. Tobío segu ndo Tob í o
“Lois Tobío, foi un dos principais persoeiros de Galicia
durante este último século, xunto con Castelao” . 145
3.1.1. Un pequeno esbozo introdutorio e uns apuntamentos
Como se pode rá observar, este capítulo inicial, baseado no achegamento e
presentación para moitos por primeira vez á bi og rafía tobi ana, ten por nome Tobío
segundo Tobío. Consideramos bá sica dita intit ulación, xa que log o, por unha serie de
cuestións que caen e n boa medida polo se u propio pe so. 1) O mesmo L ois Tobío
Fernández deix ou o teste muño do seu enteiro percorrer vital − as súas Décadas son
publicadas cando el ten oitenta e oito anos, e a derradeira d ata citada n elas é 1986 –
redac tado profusamente e en primeira pe rsoa. 2 ) Aínda que non foi Tobío Fernández o
único membro da sú a fa milia 146 que deixou constancia en forma de m emorias do se u
145 Díaz P ardo, Isaac, en declara cións a O co rreo g alego o 13-I II -200 3, o día seguinte d o pasa m ento d e
Lois Tob ío.
146 Tobío Campos, Lois, Memo rias , Br ión, 4 de novembro d e 188 3 e Crónica de la Familia , Viveiro,
1905 . Ámbalas d úas obr as poden ato parse no seguinte e nlace da pá xina creada pola f amilia Tobío. Os
Tobío (Bri ón -Viveiro): http:// www.telefonica.ne t/web2/famto bio/_sgg/m6m1_1.htm Est es manuscritos
de puño e letra d e To bío Campos foron ato pados en Ma drid, á morte de Xes ús To bío Fer nández, o
benxamín d os Tob ío Fer nández, qu en viviu e n Santiago at a o pasamento do s seus pais e foi o custodio
dos bens p aternos. No tocante á chegada ata nós aclarar que no intre de pr oducirse a m orte rep entina d e
Xesús T obío , o s ir m áns Carlos e Javier García Tobío , sobr iños do m e ncionado Xesús , o cupáronse d a
testamentaria, se ndo Javier Gar cía Tob ío q uen se e ncarga d o escaneado e posta na r ede dos do cumentos.
Estas Memo rias e Crónicas -os folios está n numerados p or nós, dado que non teñe n ningún tipo d e
numeración- escrita s como xa dixemos por Lois T obío Campos, malia non estaren publ icadas aí nda que
sexan de lib re acceso, cre m o s q ue son de vital importancia po r varios a spectos: 1 ) Po rque fan ver a
conciencia de si que tiña T obío Ca m pos, é d icir, o valor que par a el tiña plasmar as súas vivencia s
persoais e profesionai s, xa dende unha idade temperá . 2) Porque , como xa ap untamos no texto p rincipal,
nos p ropor cionan unha in formación de pri meira mán, que co mplementa, vé n dar ver acidad e, encher
baleiros, apo rtar outro punto d e vista distinto ó d o se u fillo. Do cal p ode m os ad iantar qu e xoga un clar o
papel predominante nos e scrito s paternos, así vere mos e d aremos boa pro ba. 3) Porque marcan un ha
pa uta, un m odo de actuar, que p olo menos dous dos fillos d e T obío Campos seguirán, ó noso obxecto de
análise, Lois Tob ío Fernández , e a súa ir m á Mar ía. P o lo que vemos q ue os d ous ir m áns maiores deixarán
plasmadas ta m é n a s s úas vivencias pola vía memorista e autobiográfica. O pri meiro, nas co nsabidas
Década s, e a se gunda na obra Anaco s da vida du nha muller Galega . Sada, Edició s do Castro , 2003.
Cómpre mencionar que María T obío da ta as súas memorias no ano 1980 e que esta s foron publicad as co n
m oito retraso, ad em ais d e conter un er ro, choca nte ó noso xuízo, co m o é o de citar i ncorrec tam ente no
limiar o ap elido da nai d e Ma ría Tob ío, á cal se lle cham a Mélida Fernández Veiga, cando de segundo
apellido er a Go nzález. Falando d as Memorias de T obío Cam p os, esta s, ó co ntrario que a Crónica de la
Familia e que as escritas pola s úa filla Ma ría, si te ñen unha xustificació n expresa, a í nda q ue a segunda, a
Crónica , p oida tratar se dunh a ponla d esgaxada da p rimeira e na que entre non só o ―eu‖ de Campos senón
o ― nosoutros ‖ q ue sería a familia crea da por el. P or exe mplo, nas Memorias q ue chegan co mo veremos
87
paso por este val de bágoas. Sen ir máis lonxe, o seu propio pai Lois Tobío Campos e a
súa irmá María de los Ángeles deixaron por escrito – cabe mencionar que con moi ta
menos claridade de detalles e extensión, posto que as Memorias de T obío C ampos
chegan ata 1938 e as da súa filla María rematan coa súa volta do exilio en 1947 – a súas
impresións vitais, que corroboran, amplifican e completan as ver bas de Tobío
Fernández, e algunhas das pincel adas do que aco ntece nos seus primeiros anos de vida.
No caso das Memorias d o pai atopamos referenci as sobre Tobío Fernánde z ata 1926, e
no caso das de María de los Ángeles, estas dat an as últ imas refe rencias ó seu irmán no
México de 1940. Eles so n, pois, actores secundarios dentro desta nos a tese, porque no n
esquezamos que nos seus escritos Tobío Fernández é un protagonista accidental. 3) As
biografías sobr e a fi g ura de Tobío limítanse, sensu estrictu , a dous pequenos libros 147
divulgativos, autoría de Xulio Ríos e de R osa P ascual Abal, baseados nas Décadas de
Tobío, e non nun traballo de investigación paralelo e comple mentario; s en desbotar e
menosprezar a existencia dun libro de homenax es 148 , no cal participan numerosos
persoeiros que ti veron a gra nde honra de poder tratar e coñecer a Lois Tobío e fan
referenc ia en terceira persoa a diversas pasaxes e aspectos da vida deste.
Expostos x a estes mot ivos, e tendo a posibilidade de que o noso cicerone, o noso
guía sexa o propio Tobío, parecería pouco menos que unha estulti cia non seguir o seu
periplo vital en base ó que el mesmo nos deixou escrito, sen, por suposto, deix ar de lado
outro tipo de fontes secundarias que nos apo rten luz, claridade e outro punto de vista
diferente ó de Lois Tobío.
Sen máis preámbulos, e sendo fieis, deamos a coñecer parte da ax itada e
proveitosa vida de Tobío, por Tobío, e vexamos os avatar es que lle acaeceron ó noso
ga le go máis ― universalista‖, pero menos ―universal‖.
ata 193 8 −el morrería en 1 943− soa m ente se fai refere ncia ó primoxénito, a Lois T obío, e nas C rónicas de
la Familia , si son incluídos, a m én de To bío Fernández, os seus oito irmáns. Pasando ó asu nto da
xustificación do p orque da redacción das Memorias , vexamo s o que nos di T obío Cam pos, folio nº 2: ― Es
el día 4 d e Noviem bre de 1883, d ía en que cumplo veintidos añ os. He determinad o llevar desde hoy est e
libro de mem orias, a tendiendo á que mi memo ria es poco fiel, con el fin de reco rdar los sucesos má s
notab les de mi vida (cuando) cuando lo d esee único ob jeto q ue me ha movido á emp render este trab ajo.
Daré comienzo por lo mas notable que me h aya suce dido en el curso d e mí vida hasta el día de h oy, con
algun os o tros da t os que crea [tachada a verba ajuntar] añad ir, y culmina ré desp ués a notando p or a ños á
medida que vayan transcu rriendo […] ‖.
147 Ríos, Xulio, O dip lomático qu e quixo e sou bo exercer de g alego no mund o . Vigo, I r Indo, 20 04 .
Pascual Abal, Rosa, D. Loís T obio: unha a proximación b iog ráfica . Val Miñor, IE M, 2001.
148 Lombao, Ma nuel… [ et al. ] , Homen axes a Lois Tob ío. Madrid, 1 3 xuño do 2 001 . Sada, Ediciós d o
Castro, 20 01.
88
3.1.2. A infancia é a patria do home : Viveiro
Lois Lucio Antonio Tobío 149 Fernández, como enteira e realmente se chamaba o
noso querido prot agonista, naceu en Viveiro (Lugo), o 13 de xuño de 19 06 150 , nunha
casa situad a enfronte d a pousada da Pola, na rúa Ca y uela. O se u pai, L ois Tobío
Campos 151 , era un mestre relac ionado coa Institución L ibre de Enseñanza, e cheg ou a
149 Lois To bío, As décadas de T.L. Sada , Ediciós do Castro, 1994, p. 102. A p artir de agora referir ímonos
á obra só coas siglas D.T.L . Véxase as curiosa s hipóteses que establece o autor sobre a orixe do seu
apelido . O que am osa a súa gr ande p aixón pola historia e a xeanoloxía, herdada sen dúbida do seu pai, e
a cal comparte co seu Co nde de Gondomar.
150 É curioso co ma Tob ío non menciona nas D.T.L. a data exacta do seu naceme nto e só nó s di que este
sucedeu un día 13, e q ue este día po r esa e outras circu nstancias favorables que ter án lugar na súa vida en
días tr ece, seralle b eneficioso, e nunca será superstic ioso en relació n a ese número senón tod o o contrario,
carrearalle sempre moita sorte. Vid. para o caso o que d i Lois T obío nas súas D.T.L ., p. 27 3 : “ […] qu e é o
meu nú mero da sorte po rque nacín en 13 e moitas cou sas boa s me pa saron n a vida en relación co ese
número” . Pero non di Lois T obío explicita m ente q ue nacera o 13 de xuño de 1906 , nin empeza por facer
referencia a esa d ata, cousa que ser ía co m prensible se nos d ecatamos que esta mos a falar dunhas
memorias escrita s en pri m eira persoa. O máis que chega a d icir, na páxi na 288 d as D.T.L ., f oi que naceu o
mes 6 do ano 6, sen engadir nesta ocasión que fora un día 13 . Data esta si m encionada p or completo nas
Crónicas de la Familia , folios nº 4 ao 12 -n as que, ad emais de aludir a dita data, tamén se nos a m o sa un
relato p ormen orizado dos pr imeiro s anos do Tobío Fernández e as súas pesaxe s, tallaxe s, nacemento dos
dentes, en fermidades, vacina s, cicatrices, prim eiras verbas pro nun ciadas… En Memo rias de T obío
Campos, folio nº 40 , inclusive se en gade q ue o 13 d e xuño caer a en mércor es, que vi u ó mundo ás catro e
cuarto d a mañá, que foi bau tizad o o neno o día 21 e que exercero n co m a pad riños Lucio Ferná ndez
Argüellez, (á sazón notario público de Viveiro, e motiv o de que lle fora d ado como segundo nome o de
Lucio aT obío Fernández, segundo o costume da ép oca ), e Matilde Fernández González, tía de T ob ío fillo.
Ámbolos do us padriños ta mén exerceron esa f un ció n na voda de T obío Campos.
151 Aparte do que nos poida aportar Tob ío Fernández sobr e o seu p ai e a i m axe que d el recolleu, ( pp. 12-
13 das D.T.L. ), onde se me nciona q ue c hegaba a Vi veiro co n 33 anos, despois du n pas o p or Ma drid, onde
fixera o grao na Esco la No rmal Central e puido coñecer p ersoal m ente a Gi ner d e lo s Ríos e gozar do seu
maxisterio e o dos se us coleg as da Instituc ión Libre d e Enseñanza. T ob ío Fernández destaca no aspecto
físico do seu pai co m o este t iña a imaxe dun ca baleiro da belle ép oque , dotado dun espíri to aberto e
comprensivo malia ser fervo ro so cató lico p racticante. P ese a estes ap untame ntos filiais, pod em os facer un
breve ache gamento mái s de p ri m eir a man se cabe aínda e demos unhas p inceladas sacadas das Memorias
do propio To bío Campos. Este naceu o 4 de nove mbro de 186 1, en Lamiño, na par roquia de Brió n, foi
bautizado co s nomes de Luis Andr és, sendo p rimoxénito e nacendo ó ano de matri monio d os seus pais,
exactamente co ma T obío Fernández. Ver folios nº 4 - 6, ―Matri m onio y linaje‖ , para ter u nha idea máis
precisa d a xenealoxía de T obío Campos. No to cante á súa chegada a Vi veiro, esta pro dúcese d un modo
rocambolesco e cando menos curioso o u rec hamante. A intención de To bío Cam pos, por aquel entón
mestre en Lousame , o cal era , segu ndo as súas verbas, “un luga r de p enitencia” (véxase o folio nº 25)
fora opo sitar á escola de Vigo. As praz as convocadas era n para Vigo, cu n soldo de 1 .375 pesetas , Viveiro,
con 1 .100 p esetas, Sa y ar, Laza e Valle d e Oro , co n 825 p esetas, respecti vamente. D este proceso de
oposició n fálanos a Gace ta d e Galicia detallada mente. Xa o 2 1-V-1892 se nos relata : “ Llamó la atención
a los concu rsantes la facilidad de ex presión y los co nocimientos po co co munes qu e adorna ron a l Sr.
Tobío, último de lo s que a yer hicieron eje rcicios práctico s” . Estas cal idades facía n prever un b o
desenvolvemento para os propósitos de To bío Cam p os de conseguir unha p raza en Vig o. Pero todo se
torce, como p odemos o llar no mesmo xor nal d ous días mái s tard e (23-V-1892 ). Vexamos o porque: ― Fué
coloca do en primer lug ar el Sr. Alfa lla, maestro de la cé lebre interinid ad d e Puentearea s, escuela que
desde h ace dos año s es propietario el S r. Miguez, po r op osición; pero q ue aún no ha tomado posesión,
pues dicho a yuntamien to no se la ha dado fundánd ose en el cariño que posee al S r. Alfalla . Es de
advertir que po r algún juez que se hizo simpático al p úblico p or su recto p roceder, fué co locado el Sr.
Alfalla en el un décimo lu gar. Pasó á o cupar el segundo el S r. Campos, q uien deb iera ocupar el primero,
dada la in mensa distancia, que el campo de la ciencia lo sep ara del Sr. Alfalla” . Esto provocará que
Tobío Ca m pos chegue moi desgustado á vila d e Vi veiro da que di ó po ñer o pé nela e n 1 892, folio nº 26
89
esta vila costei ra en 189 2. Como nos sinala Tobí o Fernández 152 : ―[...] era un home de
universal curiosidade, un enciclopedista coma os de antano (ou do s do futuro
interdisciplinar) [...] sabía moito de matemáticas, interesábase pola astronomía, estaba
moi informado de cienci as naturais, física e quí mica (c omezara a carreira de farmacia
que non chegou a rematar) e tamén de historia e de folklore do que publicou algúns
ensaios [...] ” .
Todos estes trazos paternos poden verse perfectamente reflectidos ó longo da
vida de Tobío fillo. Quen tivo un pai que, aparte de destacar polo seu fondo sentido
cívico e social 153 , se caracterizou por ser un home polifacético. Que fo i escrito r 154 ,
nas súas Memo rias : ― Que feo y viejo me pa reció” . Máis adiante di no folio nº 28: ― Dejaré Vivero no me
satisface la vid a de este pu eblo” . No s se guintes folios ( nº 29 e 3 0), verem os a constante o bsesión na que
se con vertiu par a T obío Cam po s o saír d e Vi veiro, te ntándoo pri m eiro mediante un ascenso, o cal é
frustrado p or un er ro ad m inistrativo á hora d e cubrir as instancias, e máis tar de c hegará coa mesma
finalidade a solicitar un tr aslado a Carmon a (Sevilla). É parado xal a actitude de T ob ío Ca m pos se a
comparamos ó m ani festado nas D.T.L. po lo seu fillo, on de se ve a un T obío Campos p erfec tamente
integrado na sociedad e viveir ense, nos seus acto s culturais, sociais, lúdicos, e qu e é quen de adicar lle un
poema á praia de Viveiro e outro ó seu principal perso eiro, Nicomede s Pasto r Díaz ( p. 7 0 das D.T.L.)
Contraponse esa actit ude á a mosada po r Campos nas súas Memo rias e Crónica s , onde nunca rec tifica
abertamente a s súas pri meiras impresións e cali ficativos sob re a vila, malia que si acabe senti ndo marchar
dela, co m o pod em os ollar nunha carta súa p ublicada no semanario viveiren se Verdad y Justicia , o 27 -V-
1916: ― Tras de veinticuatro a ño s de rudo batallar en el campo de la en señanza púb lica y privada de la
Muy Nob le y Lea l ciudad de Vivero, d eberes pa ternales in eludibles oblíga nme a separarme de este
pueb lo ta n q uerido, a l qu e h onraba en considerar como prop io y al que me ligan tan fu ertes v ínculos de
familia y afectos de ami stad. Y por eso, al tra sladar mi residencia a la también am ad a Compostela,
cumple a mi deb er y a mis p ensamiento s envia r un sentid o a diós de desped ida a los habita ntes d e esta
ciudad , y, en particular y muy efu sivamente, a todos los qu e fueron mis d iscípulos, present es y au sentes, y
a los amigos q ue me han disting uid o y hon rado con su a fecto. Aunq ue mi p osición y n uevo destino de
maestro de sección de la escuela práctica ag regada a la Normal de Sa ntiago sean bien modestos, no ha
de ser esto obstácu lo para o frecer sinceramente a los viva irenses, co mo desde a quí lo h ago, mis humild es
servicios. Que Dios ha ga prosperar a este hermoso país y colme de ventura s a sus habitantes. So n los
sentimientos y a nhelos q ue al marcharse abriga ”.
152 D.T.L. p. 70. T am én nos di Ríos, o pus cit. , p. 5: ― [...] un h ome aberto, interesado e receptivo cos
avan ces e inno vacións educa tivas da épo ca, pa rtidario da interdisciplin ariedade e, sobre todo, home de
universal cu riosidade” . E vexamos por últim o, unhas verbas sobre o seu pai do propio T obío recollidas
na p. 52 9, das D.T.L , co gallo do se u pasamento en 194 3: ― F ora un home recto e bo , católico e libera l [...]
Nel tiven un p ai e tamén un mestre [...] ensinoume a ser disciplin ado, metódico, responsable e
respectuoso cos demáis e coas su as o pinións; e respectou as miñas cando fun adulto . Nos t emp os en q ue
eu anda ba metido nas loita s es tudian tís contra a dicta dura de Primo e a prol da R epública, na FUE e no
galegu ismo, nunca me fixera o bservación ningunha verbo deso”.
153 El Regio nal , Dia rio de Lug o , ano XIX, nº 6 .602, 9 - II -1902, p. 2. Lois T obío Cam pos reúne os se us
compañeiros do partido [non di cal] para constituir a As ociac ión del Magisterio.
154 D.T.L. p. 7 0. Tobío Fernández recó rdanos a faceta de escritor d o seu pai, ademáis do libro Ecos y
Esbozos , que contén po emas en gale go e en castelán, m enc iona co mo a Colecció n de Ca ntigas da Mahí a
que o seu p ai recop ilou en 1880 , apareceu publicad a un século despois, xa b aixo o selo do novo
Seminario de Estudos Galego s, cun li miar de Xaquí n Lore nzo. T obío Campos nas súas Memorias , folio
nº 41, fala da publicac ión de E cos y Esbozo s , d a q ue di que ten poesías xa p ublicadas en xor nais e outras
inéditas. Mái s ad iante, no folio nº 4 3, fai referencia a Ros iñas d a Terra , dentro da cal hai poesías xa
publicadas no He raldo de Vivero . Por últim o , p ode m os at opar nos con dúas curio sidades ó resp ecto d a
prod ución literaria de T obío Ca m p os. Po r unha ba nda, nese mesmo folio nº 4 3, onde menciona a
publicación de Rosiñas , dinos así mesmo q ue rematou o borrad or d un libr o, Galleg os Ilustres , cr eado coa
96
Nestes primeiros anos 176 en Santiago, os Tobío comezarán por vivir 177 nunh a
pequena viv enda, en comparanza co a que tiñ an en Viv eiro, aínda que gardaba
resonanc ias homónimas no nome da rúa, posto que o edificio en cuestión se atopaba no
número seis de rúa de Sa n Fra ncisco, dian te do no vo hospital 178 en construción, onde o s
176 D.T.L. pp . 95 -97. P odemos ollar q ue nestes anos i nicia i s e n terras santiaguesas T obío Fernández no n
deixou de lado certos costu mes herdado s d o seu benquerido Viveiro, co mo eran as camiña das co n seu pai.
Sendo grazas a este s paseo s como p uido co ñecer as fe r mosu ras do barro co com p ostelán o u as
engaloiadoras e místicas vis ións dos per soeiros d o P órtico d a Gloria. Contrasta esta i dílica visió n coa
máis terreal que no s ofrece máis ad iante nas s úas D.T.L. , pp. 176-17 7, nas q ue se refire á relixiosidad e
compostelá d esta maneira: “A vid a relixiosa n aquel Santiago era a q ue co rre spo ndía a u nha cidade
pequ ena con sé a rcebispal (coma a Vetusta d e ʻLa regen taʼ ) qu er dicir mo ita buro cracia, mo ita
hipocresía, moita rexou ba, moita cerimo nia e p ouca relixiosidad e a uténtica. O ambiente da catedral era
máis espectacu lar que recollido, un e spléndido e evo cador tea tro de ópera con función todas a s mañáns
de domingo” . Para m ái s adiante, lou var o cambio exercid o grazas á che gada á sé arc ebispal de don
Manuel La go González : “ [ …] ese sí que era un espíritu verda deiramente relixioso e sup erior. E o seu
primeiro fito foi a cabar coas corruptelas e desarranxo s que alí había; pero as resistencias que nelo
atopo u enchérono de ama rgura e, se cad ra, a cortaron a sua vida. P ois a catedral e o ca bildo eran un
foco d e liortas e co nflictos e mesmo escánd alos, co rrendo verbo deso moito rexouba entre os sectores d a
clerecía e das o rdes relixiosa s, e ta mén no po bo” . P ara r em atar, vid. o ar tigo de Tobío Fernández,
―Compostela‖, Españas . Méj ico, Vol. 4 , n. 1 2, 1949, p. 16 . Onde fai unha enca ntadora semblanza d ende
o exilio da ca pital galega, da s úa xeografía, das súas xentes e rúas e d a súa idiosincrasia.
177 María T obío, opus cit. , p . 14. Vexamos que nos di a ir má d e Lois do vivir d iario naqueles te mpos:
“O que se pa saba da quela era un frío con denado. No n había me dio de q uentarse p ois n as casas o máis
que se podía ter era un braseiro qu e a pouco chegaba, e nos edificio s públicos non ha bía para quen tars e
nada de nada […] Se lembrásemos como se vivía n aqueles temp os, moito teríamos que falar. Como n on
había auga n as ca sas, había que ca rrexala da fonte; a s casas tiñan pozos n egros para o s sumidoiros e
varias veces a o ano había qu e d esocupalos, o que daba un cheirume que o in vadía todo. As cociña s eran
de ferro e hab ía que mercar a s piñ as p ara prendelas, traíana s rapa ce s qu e viñ an con burras ca rgadas e
despois de subila s ao s faiad os ou leva las a os a lmacéns tiñan que contala s, no que había que ter moito
tino po is como un se descoid ase, logo o engañ aban, xa que ao co ller dúa piñas en cada man para co ntar
de catro en catro era moi fácil coller u nha soa piña n a man, ou tamén , ao ter contado un ce nto, collíase
unha piña e sepa rábase e con ela ía botándose outras piñas a o termina r cada cento , pero no can to de
botar unha piña botaban dúas o u a o final esb arraban co pé e metían má is piñ as n o mo ntón dos centos.
Era un pouco picareiro todo iso, pero non para ban a quí os traballos. Había tamén que co mprar a leñ a
ou o carbón e se se mercaba un carro h abía que chamar a un h ome que a picase e a recollese. A roup a
sucia laváb ana a s mu lleres, lavan deiras, que se d edicaban a iso, pero facíano nos ríos e no inverno
collían mo ito frío e reuma s e o utras en fermidades que a caban con elas […] Para pa sar o ferro era de
risa porq ue había q ue u sar ca rbón ve xetal, o que cump r ía ace nder e logo soprar pa ra que n on se
apagase ou mornea se e ás veces perdía un o sen tido de tanto soprar […] Pola con tra, o qu e eu n oto é
que naqueles tempos comíase moito máis […] Lémbrome qu e d aquela na casa máis sinxela a co mida do
mediod ía era polo menos un caldo, un co cido o u u n prato de ca rne, e o utro má is lixeiro que pod ía ser un
peixe, e adema is, o postre, q ue moitas veces era de co ciña, ou sexa de doce. As ceas eran ca se como a
comida das doce […] ” .
178 Cfr. con María T obío, o pus cit. p. 11. Narra aquí a autor a co m o o ed ificio que estaba en co nstrución
era o novo ed ificio da Facultad e de Medicina e non o novo hospital co mo di o seu ir m án. Por o utra banda,
engade María o utros datos tal es co m o que antes d e chegar á casa da rúa San Francisco v iviron un tempo
nunha fonda, q ue a ater raxe en Santiago prod uciuse na primavera e que co traslado á rúa de Santo
Antonio ca mbiaron o m artela r dos ciceis -martelar que os deixo u por ce rto sen criada, posto que esta se
namorou p erdida m ente dun c anteiro - po lo máis pr osaico ruído d os c arros e os co ches de liña car a á
Coruña. Vid. así mes m o a s M emorias de Tob ío Ca m pos qu e nos dan a data exacta d a chegada d a familia
a Santia go, o 26 de m aio d e 1 9 16. Volvendo con María T obío, dinos na pá xina 12 das súa s m emorias que
comezaron as clases, no instituto para o seu ir m án Lois, nun colexio de monxas p ara ela e na Escola
Normal para o seu p ai e o resto do s seus irmán, en outono d e 1915 (o que debía supoñer que o curso
escolar remataba daq uela un a naco antes do que hoxe en día ou q ue estiveron sen clases a ta o com ez o d o
novo curso escolar).
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canteiros trab allaba n arreo de sol a sol, ante a mirada en g aioladora dun Tobío neno que
esculcaba apampado dende a atalaia da súa fiestra a arte de labr ar a pedra . Mester este
que non era do agrado da súa nai, qu en enfermou dos oídos por cousa de ta nto repenicar
de ciceis. Polo que, se guindo as recomendacións do doutor, a familia mudarase á máis
silenciosa pero i gualmente santa rúa de Santo An tonio, tamén situada nun número seis
para máis motivo de c oincidencia.
Temos, x a que logo, a Lois Tobío en S antiag o, aínda que botando de me nos o
seu Viveiro natal, as sú as xentes 179 e os seus xogos. Malia estas saudades, non había
moito tempo para a melancolía, o labor chamaba e Tobío Fernánde z debía preparar o
ingre so no Instituto Ge neral y Técnico 180 . Entrará no mesmo sen problemas, grazas á
súa prodixiosa memoria que o capacitaba para ap render li bros enteiros, no curso 1916 -
1917 181 . O ensino no instituto estaba baseado exclusi va e precisamente nun sistema
memorístico de aprendiz axe, no que por suposto Lois Tobío destacaba de x eito singular,
179 D.T.L. , p. 78 . Comenta Lois T obío o que segue d o ambiente santia gués que se atopo u: ― Os xo gos eran
en Sa ntiago algo diferentes do s de Vivei ro, máis ca nada no n ome, e así a o caño chamá banlle estornela e
á pa vana, pand a. Os rapa ces tampo uco eran coma aqu eles, pa recíanme máis retran queiros e chufóns,
menos g arimosos, se ca dra po rque eu viñ a de fó ra, era un alleo. Tamp ouco miñ a nai se afacía ao comezo
á xen te de Sa ntiago que a topaba unha miga solerte e descon fiada, e n on t iña aqu el xeito aberto e
familiar, sen mixiricos, da xen te d e Viveiro . Non tard aría, empo riso, en aco stumarse ao novo ambien te,
de seguro máis urbán, cortés e cumprimentei ro coma correspon día a unha cid ade de tan longa e
distinguid a tradición ”. Con todo , non para to da a familia foi igual d e duro o cam bio de aires. Vexamos o
que nos di Lois T obío nas súas D.T.L. , p. 87 , sobre a chegada d o seu pai a Santiago : “Para o meu p ai o
traslado a Santiago viñ era ser coma unh a volta á mocedad e, a aqueles an os de que ta n tas veces nos
falara, coma estudante de ma xisterio primei ro e d espois de fa rmacia a o tempo que traba llaba coma
manceb o de b otica nunh a do Tremo […] En San tiago atopara a lgún amigo ou compañeiro d os tempos de
estudan te, coma Victor Fraiz An dón, que era o d irector da Normal, e po lo tanto o seu xefe agora” .
180 To bío, Lois: ―Le mbranzas do instituto‖, Pasado e present e d o Instituto Xelmírez . Cor uña, Dep utació n
Pro vin cial da Coruña, 1997 , p p. 239 -241. Aquí po derán os lectores interesado s ato par de forma
condensada as le mbranzas p ertencentes á etapa de estudante de bacharel ato de Tob ío, senón queren facer
o ―esforzo‖ de ler as páxinas 79-84 d as súas fermosas D. T.L .
181 Crónicas de la Familia , folio nº 11. Conta T obío Ca m p os c omo o seu fillo Lois se matric ulou en 1º de
Bacheralato o 26 de setembro d e 1916. Ollamos tamén nesa m e sma páxina que T obío Cam po s se queixa
do ―baixo rende mento‖ no segundo a no acad émico no instituto d e Lois To bío, pois afir ma que
―soamente‖ saco u unha matr ícula de honra. Cabe dicir que temos no noso po der u nh as co pias do
expediente de Tob ío nos tempos de estudante de bacharelat o e de estudante de Dereito -polo que recibirá
un pre m io como m el lor expedien te d a Universid ade de Santiago - e podemos manifestar sen pexas q ue
ámbolos dous son abraiantes, pese ás críticas e esixencias pater nas. Non ob stante, T obío Fernández é aq uí
aquiescente coa versión do se u pai e e xplícanos nas súas D.T.L ., p. 86 , o po rque deste súpeto ―baixón‖
nas súas cali ficacións. P ero s ituémonos ante s en a ntecedentes. E ra o ano 1 919 , tempo da terrible gripe
española, que se levo u a pers o eiros tales co mo Po rteiro Garea e obr igou a p echar o s cen tros de ensino.
Circunstancia esta pola que Lois Tobío tivo que estu dar unha te m pada na súa casa. Xa temos logo o
xerme, só queda dicir sobr e o asunto das notas que: “A cau sa fora que un meu comp añeiro déra me a ler
as h istorias, qu e viña n en entregas con moi belidas ta pas, de Dick Turpin e Nick Carter, e era tal o
enga do que tiñan para min , sobre tod o o p rimeiro que a rredaba o s meus textos p ar a me mergullar n as
aventu ras daq uel eleg ante bandido inglés de casaca , antiface e tricornio e a sua pand illa d e Bata nero
[…] Eu metía eses caderno s entre ás lámina s do meu atlas de xeog rafía e cando algún entrab a no meu
cuarto, pasaba a folla a f acía coma se estivera a estuda r un mapa” .
98
o que non lle impedía criticar este sistema como unha típica pauliña: “unha das
manifestacións do medo ao libre razoar da vella España” 182 . Malia isto, non deixou de
sacar p roveito Tobío a estes anos. No seu transcurso tivo a ocasión de coñecer e trab ar
amizade con p ersonaxes, algún deles malogrados prontamente, como Xulián Magariños
Negre ira, o seu mellor amigo nos tempos do ensino secunda rio. Dous anos maior que
Lois Tobío, dotado dun 183 : “ […] fi no e fermoso traxeito, intelixente e sensible. Sabí a
atopar a vertente humorística nos feitos e nas xentes e non tardou en escribir contos
que me lía e que ti ñan moit a gracia”. P or outro lado, tamén ti vo gratas influencias entre
o gre mio dos profesores, destacando o maxisterio 184 exercido por F ederico Góme z
Llueca, profesor de xeoloxía, botánica e z oolo x ía, e por Ricardo Montequi, mestre de
física e química. Contrastaban estes as cendentes coa mala imaxe que lle proporcionaban
outros profesores coma o de re lix ión, causante e n parte do menoscabo da súa fe católica.
No tempo do instituto Tobío segue a d emostrar as súas inquietudes e a súa
precoc idade es cribindo u n poema épico sobre a b atalla das Nav as de Tolo sa 185 . Foron
estes anos ledos para o viveirense, non todo era estudo. Houbo te mpo nos seus
momentos de espare xem ento para completar a súa preparación musical, mediante clas es
de solfexo e piano, continuando así a paixón paterna , unha paixón familiar herda da: ― A
música: o mundo máxico da música na intimidade que ha ser ao longo da miña vida
lecer, ledicia e consolo” 186 . Amor este que compartía cos x ogos e paseos pola Ferradura
e coas visitas reveladoras ó cine os domingos pola tarde, pois nel coñecería un Lois
Tobío adolescente ós seus primeiros amores de x uventude, Greta Garbo e Marlene
Dietrich.
Pero non fa cía o ano ent eiro estadía na capital compostelá; chega da a te mpada
de estío Tobío desprazábase á terra paterna da Mahía. Alí tiña tres casas a onde poder ir,
a de Lamiño 187 , a de Guitiande e a d e Pedrouzos. A prime ira era a casa paterna na que
182 D.T.L., p . 82.
183 D.T.L., p . 80.
184 D.T.L. , pp . 83-84. Recalca T obío as súas impresió ns sob re estes dous m estres e as influencia s que
exerceron no se u e spírito. D e Gómez Llueca dinos: “ […] el me d eprendeu a non deixar pa sar un ha
falencia no sab er das co usas e ir de co ntado a remediala consultando libro s ou a mestres e n on deixa r
aquel baleiro na mente” . De Mo ntequi conta: “ […] co n Montequi aprendín a experimentar, a en saiar, a
sentir curiosidad e polo que debe vir” .
185 D.T.L., p . 81.
186 D.T.L., p . 109.
187 Na m iña asiste ncia a III T obíada, celebrad a o 13 de sete m bro do 2008, convidado p or Constanza To bío
-filla do meu benquerido Lois - ti ven a honra de poder coñecer a co marca da Mahía, de comer en
Guitiande, de peregrinar ó sa ntuari o de Santa Minia, de visitar a casa de Lamiño, a casa ond e naceu Tob ío
Campos e q ue visitaba nos veráns o seu fillo Lois, e p oder s aca rnos unha fotografía xunto con Constanza
99
moraba aínda o seu avó R amón, ós seus máis de noventa anos. Tratába se dunha casa
rural, en comparanza co a casa de estilo fidalgo de Guitiande, casa d a familia materna do
seu pai, a c al tiña unha b oa biblioteca ond e Lois Tobío puido deleitarse con exemplares
de obra do seu prezado p adre Feixóo. No que se r efire á casa de Pedrouzos, que estaba
habitada por unha prima do seu p ai, tiña a re g alía de aparecer sit uada enfronte do
santuario de Santa Minia 188 , edificado por un tocaio devanceiro de Tobío.
Este ambiente d a com arca da M ahía, como x a anticipamos en p áxinas
prece dentes, foi enriquec edor para Lois Tobío e a xudoulle a completar a v isión sobre a
terra galega 189 :
“As tempadas vranceiras que pasei na M ah ía significaron para min un mundo
novo, a rev elación dunha vida diferente da que a t a entón coñecera. Eu vivira a
miña primeira infancia nun mundo vilego e, en parte, mariñe iro polos meus
amigos e c ompañeiro s da escola do barrio da pesca dería de Viveiro. O mundo da
Mahía er a un mundo labrego. Ademáis atopei unha di feren cia na f ala. Anque os
meus pais falá banme semp re en castelán e empregábano entre eles (for a a lingua
do seu noivado, era a moda entre se ño ritos) a miña nai falaba sempre en galego
coa sua e as suas irmás e o meu pa i con todos os seus p arente s da Mahía sen
excepción. Ora o galego de Viveiro tiña un soar máis duro e seco que este
delicado e doce da Mahía [ …] O me u falar chocáralle, por eso, á miña t ía Elena
que dicía que eu f alaba coma os xalleiros, aqueles homes […] que baixaban á
Mahía a mercar por pouco diñeiro as froitas e legum azas que se desbo taban por
cativas”.
Tobío puido gozar e participar nestas estadías coma un máis do vivir 190 e dos
traballos do mundo labrego, o que lle axudou , como x a dixemos, a comple tar a visi ón
− coa po rtada do libro d as D. T.L. con e sa fermosa ca ricatura nela de Loi s To bíor − , perante da súa fachada.
Vexamos agora a descr ición que nos fai To bío Fernández, D.T.L. , p. 99 do fogar de Lamiño: “Era unha
boa casa de do us andares e tiñ a na pranta baixa u nha ampla cociña na q ue a la reira ocup aba case a
mitade dela. A lareira tiñ a n o m edio da beira unha cortada red onda para poder a chegarse á s olas e toda
ela estaba cuberta pola ca mp á da cheminea da que pen dur aba a g ramalleira co seu pote. A ca rón da
cociña estab a a ho rta á q ue se salía por unh a p equena porta, e máis a lá o p omar, mentr as q ue da outra
banda d a casa achábanse a s cortes do gando, vacas e cuchos e unha besta para as viaxatas [ …] ” .
188 D. T.L. , p p. 102-105. Nar ra L o is T obío, que este p arente se u, de no m e e apellid os ho m ón imos, trou xo
a Santa de Cádiz, lugar onde e migrara na proc ura d e trab allo e estivera servi ndo moitos anos a un ho me
de importancia, o cal l le concedeu co ma p remio p olos seus bos servizos escoller o que el q uixera.
Optando este de vanceiro p or elexir a r eliquia d unha Santa que o se ñor tiña no se u orato rio. A Santa en
cuestión, c hamábase Santa M inia; fora unha m ártir nos tempo s de Dio cleciano, co m o autenti ficaban o s
papeis, posto que fora sacada con tod as as da lei d unhas catacu m bas d e Roma; aínda así, non figura para
nada o seu nome no santoral nin nos trab allos re collidos polos bolandistas. Deixa ndo de lad o cuesti ón
nominais, o antergo de To bío Fernández coido u que debía co nstruirse unha capela p ara a Santa, q ue ata
entón estivera na súa casa. P ara elo, pedíulle axuda ós ve cinos que d eron axuda de abondo , pero non a
suficiente co m o para rematar a magna o bra que este imaxinara, po lo que a capela quedou a medio
edificar, feito que se p ode comprobar perfecta mente hoxe en día. O q ue non quedou a medio facer foi a
fama que gañou Santa Mi nia, cuxa romería quedou in staurad a o 27 de setembro e goza dunha grande
sona, non soa m ente na comarca da Mahía senón a ni vel de Galicia.
189 D.T.L., p . 105.
100
sobre a sú a terra galega. Estas visións calar án fondamente na sú a personalidade ó i g ual
que os ve ráns de amor devoto 191 , praia, tertulia no café, paseos, tenis e brisca, que
pasará retornando ó seu Viveiro natal xa a partires da súa época de univers itario.
No que afecta ó ambiente universitario da c apital compostelá, este atopábase
dividido en dous grupos 192 . O dos galeguistas, grupo polo que Tobío sentía especial
190 D.T.L., p. 106 -107. Aquel mundo enc hía de abraio e led icia a Lois T obío. Era un mun do sen tantos
corsés nin está ndares morais co m a o mundo vilego que el co ñecía: ― Os standard s mo rais d os n osos
labrego s eran neso moi difere ntes d os b urgueses e máis ben semellantes aos d os a ristócratas e dos reis
( máis tradiciona is) que no n teñen a mingua ser un ʻfitzʼ o u bastardo porque eso non lles imp ide ga ñar
batalla s de Lepa nto ou formar nova s dina stías. Pero o co nto é que pa ra min daqu ela, criado coma me
criaran, as co usas qu e alí vía e ou vía verb o deso non deixaban de chocarme […] ” . P ero non era todo
tempo p ara a diversión, ta mén o había para p arti cipar nos traballos, así nolo reflicte o m es mo T obío:
“ Seguía e mesmo axudaba nos traballos d a ma lla na eira d eica erguer o palleiro co roado cunha cruz
feita d e ca nas cra vadas en mazáns e no que lo go faríamos os rapa ces os nosos madureiros, aló b en
dentro, coa froita verde que apañábamos. Corta ba cun ha fouce os pend óns do millo cando cheg aba o seu
tempo e axudaba a reco ller os cerollos e fató ns, as peras e a s mazáns, e co rtar os acios d e cep as e parras
e bota los nos gu eiros, e arrinca r as ber zas e esfo llar as espig as de millo tolléndo lles a po ma e d espois
debu llalas esfrega ndo unha contra a outra, e alindar o g ando tendo ma n d o a dival e soster o ca neco
cand o munxían as vacas e máis outros labores que moito me gustab a facer ou axuda r ” . Por último,
tamén estaban a s noites, ó caró n da lareira, escoitando vellas historias co ntadas polos m áis anciá ns, cheas
de engados e ar canos. Vexa mos as se nsacións que esto p roducía e n Lois T obío: “Eu estaba a parviolado a
escoitar tod o aquello e sentía co ma un ve ncello misterios o cun pasado recuado que me daba u nha
grand e pa z e un ha gra nde ledicia, saber que era ú n é co ma un elo du nha longa cadea qu e ven d e moi
lonxe e quizais non teña rema te” .
191 P ermítimonos aquí un breve guiño e xogo de palab ras. A cuestión é q ue nestas te m p ad as estivais d e
Viveiro, Lois T obío co ñecera unha moza da que q uedou prend ado. A rapaza en c uestió n, cou sas do
destino, virá vivir a Santia go e T obío r etom ará a s úa amiza de con ela. Amizade que o fará pandear cara a
un fervoroso cato licismo, dad o que a rap ar iga era ó parec er das de m isa diaria. P olo que T obío decide
asistir a novenas, sermóns tris axios… Cabe d icir, q ue el xa for m aba par te das co ngregacións xesuíticas d e
San Esta nislao de Kostka e máis tard e d a d e San Luis G onzaga. C hegand o a ser secre tario da primeira.
Oficio que desempeñara numer osas veces ó longo da súa vida. Tanto contacto co cato l icismo estivo a
piques de lograr que T obío se decantase p or facerse crego. Finalmente, esta devoción iría m ing uando e
virando cara a unha actitude crítica, com a n os cita o pr opio T obío Fernández nas D.T.L. p p. 114-115:
“ […] certas lectu ras e con versas e reflexións fixé ronme ir deva lando cara unha relixión máis racion al,
libre de cerimonias reservas e baleiras, de pexas e ritualismos. Pero esto será un pr oceso long o , de
varios an os, con moito cismar e matin ar e mesmo mo ita lo ita interior, an que sen tindo sempre o má ximo
respeto pa ra todas as actitu des que non su poñan persecución nin d esgabo para ningún porqu e cada ún
ten o seu xeito de ver as cou sas e a verdad e esenci a l ninguén a coñ ece” . Po r outra banda, é nesta s
tempadas de Viveiro ca ndo p ode entrar en contacto con Pe pe Casariego, co cal organizar á o arq uiv o do
desleixado ar quivado municipal, o que lles acarr eará unhas a marg as e ocultas quei xas do Cronista O ficial
da vila e cos irmáns Vilar Po nte ós que T obío describe com o segue, D.T.L ., pp. 144 -145: “En canto os
irmáns Villar Po nte, eran sobrance iros pola p ersonalidad e e o saber e de min especialmente estimados
pola sua laboura a p rol de Galicia. Malia co incidiren ne sto, os d ous irmán s eran m oi d iferentes de
aspecto e carácter, pois mentras qu e An tón, d e corpo rexo, algo cangado d e costas, forte q ueixada e voz
de baixo, de xestos e falar pousado s, era home pragmático e reflexivo n os seu s xuicio s, Ra món viña ser
todo o con trario, n ervoso, fráxil, idealista: en breve, un romá ntico e p or eso , foi el qu en aguillou ao seu
irmán a fu ndar a Irmanda de da Fala” .
192 Cor robor an esta imaxe de división, non soamente do a m b ie nte universitario co m postelá n senón que da
meirande par te d a inte lectualid ade galega da épo ca, unhas verbas de A lfonso B ozzo na súa obra: Lo s
partidos p olíticos y la autonomía en Ga licia 1931 -1936 . Madr id, Editorial Akal, 19 76, p. 165. Recollidas
pola profesora Pascual Abal, opus cit. , pp. 16 -17. Que di n así: “O g alleg uismo neses an os va i ret rasar a
súa defin ición fro nte á Monarqu ía ou á Rep ública, deb ido, segundo Bozzo, principalmente á
heteroxen eidade dos seus compo ñentes. Hai sectores conservad ores, como o de Risc o contrarios á
definición republican a, p rincipalmen te po l o ca rácter democrático e laicista que esta contiñ a, outros
101
afección, e o dos non galeguistas. O gale g uismo era de raíz republica na, pero antepoñía
o problema de Galicia ó resto de conflitos estatais, en contraposición a unha grande
parte dos republicanos, que e ran centralistas, unitarios e x acobinos. O grupo dos
ga le guistas era e scaso e formado por xente de c lase media, profesores, estudante s,
profesionais liberais..; a base obreira non existía, posto que este colecti vo ou non se
preocupa ba polas cuestións políticas ou soñaba coa idea anarquista du n mundo sen
fronteiras e cunha soa lingua. A pesares destas aparentes diverxencias, as r elacións entre
os dous grupos eran fluídas ó atoparse xunguidos pola común tarefa de l oita contra a
ditadura de Primo, e as actividades políti cas durante estes tempos debían ser
clandestinas e baseadas nas redes e vencellos persoais. Tobío, home de espírito aberto,
non dubidará en manter relac ións con eses grupos menos afíns.
Despois de mencionar brevemente a pola rización exist ente no ambiente
universitario santiagués por aque les tempos, non debemos ignorar un ha semellante
dicotomía máis xeralizada que afectaba, xa non ó conxunto da mocidade, senón por
extensión, a toda a sociedade, entre os que se pr eocupaban dos problemas en maior ou
menor medida, segundo estes foran de carácter local e lle afectaran soamente á terra
ga le ga , ou se estes proviñan dun esp ectro m áis amplo, a capit al do estado, x a que logo
por extensión, España. Vexamos o que nos di Lois Tobío ó respec to do asu nto 193 :
― Pois había daquela en Madrid un fervedoiro cultural e político que asenllaba
rexenerar o estado e o vivir común en oposición á dictadu ra, seguindo a guía de
mestres il u stres, mo itos deles formados na liña da Institución Libre de Enseñanza.
Ese movimento irradiaba en maior ou menor medida a toda España. Ora,
resultaba manifesto que, cando de España falaban, quer no espiri tual quer no
material, pensaban, máis ca nada en Castela, Andalucía e Extremadur a. Por es a
razón, nunh a parte daquela mocedade santiaguesa as cousas de Galicia estaban
coma es quec i das ou embazadas porque o brillo da capital do estado non llas
deixaba ver a xeito e, mentras uns centraban o seu interés principalm ente no noso,
outros centrábano no que en Madrid se andaba a facer e n o que de alá viña. Non
había guerr a, xa que logo, entre eses dous sectores pois, alén da común arela de
saber e de estar informados, achábanse unidos polo vencello e t arefa urxente de
acabar coa dictadura. Doutra banda, a fron tera entre os dous sectores no n e ra
ríxida e pechada senón fluida e, por eso, non poucos pasarán máis adiante para a
banda do galleguismo coma tamén haberá algún que pandee despois para o
como V ilar Ponte, Viq ueira, Blan co Torres, etc., d efensores do rep ublicanismo progresista e outros como
o grupo de Bos Aires, Sú arez Pica llo, B lanco A mor, etc. que teñ en posturas socializan tes… Esta
situación fa vorecerá á d obre militancia no ca mpo ga leguis ta e en pa rtidos republica nos dalgún d eles
como V ilar Ponte. A partir d a procla mación da República no 1 931, o problema resolverase co a parición
do P artido Galeg uista, qu e na súa decla ración de principios un e os co nceptos d e nacio nalismo e
republica nismo”.
193 D.T.L. , p . 159.
102
falanxismo por medo e/ou com enencia ou por crer que podería ser un camino para
a rexeneració n de España” .
No Santiago d a épo ca había varios lugares onde s e c oncentrab an as
inquedanzas 194 das novas xeracións; nel podemos ver un brev e esbozo dos moito s
parladoiros, tipo café ― Es pañol ‖ , onde un mozo estudante García Sabell exercía xa o seu
maxisterio, pequena á gora de liberda de, aberta ós persoeiros santiague ses e ós
visitantes. Nas súas t ertulias 195 tocábanse tódolos paus, arte, literatura, pero, sobre todo,
falábase de políti ca, sen pexas, sen pontífices nin mandaríns. Outro dos lugares
xeradores de ideas era a librería do ala cantino, pero grande amante d a terra galega,
Arturo Cuadrado. Este home efectou x a por es es anos, sen apenas recursos, labores
editoriais, como a creación da revista Resol, hojilla volandera del pueblo . Ensaio de
máis altas tarefas editoras que porá en marcha no exil io a xudado por Luís Seoane.
Pero non deixemos de falar destas reunións sen ver a visión que nos mostra un
Lois Tobío que tivo a sorte de interactuar de pri meira man con moitos destes senlleiros
personaxes galegos 196 :
“Por aquelas tertulías e xuntoiros pasaron moitos dos rapaces que tiñan un
ferronciño cravado no espí rito e que, nal gúns casos, chegarían a agromar en obra
importante e p erdude ira: coma Anxel Fo le, enclaustrado, bohemio, cun eterno pit o
malo de arder nos beizo s, a medit a r, calado, nos seus contos futuros; coma Carlos
Martínez-Barbe ito de fina e re catada el eganc ia intelectual, entón namorado da
fada Poesía; coma Lu is Manteiga, poeta doce e unha miga triste; coma Al varo
Cunqueiro, louseño e lourido, vagoroso e romántico, a remar polo seu Mar ao
194 D.T.L. , p. 161. Manifesta Lois Tobío o q ue segue sob re esas novas xeracións: “Aq uela mocedad e tiña
grand e cobiza p or estar ao día. Líamos mo ito os e scritores rusos na que les tomiñ os de tap as verdes e tan
baratos d a ʻColección Un ivers alʼ . A revo lución ru sa, n oviña aínda, semellaba un abrente rosad o e cheo
de promesas, comezo d un mundo máis xusto e máis humán, e todo o ruso estaba de moda. E u lía tamé n
daqu ela moita poesía galega, castelá , francesa e mesmo catalana : Mara gall, o ʻHimne ibèricʼ, ʻLa vaca
cegaʼ . Despois de varios ano s cos román ticos, na a dolescencia , Zorilla, Espron ceda, o meu Pa stor Díaz,
Lamartine, e Musset, e ran agora os meu s compañeiros cotiáns os mod ernistas, Rubén , os p oetas
malditos, má is ca nada Verlaine (Ai, Verla ine!). Adoitab a ler a p oesía en vo z alta pa ra gustar d a sua
música, mesmo diante de amigos, en pequenos recitais caseiros. Dese xeito cheguei a saber de memoria
moitos poema s” . Máis adiante d as súas D.T.L., pp. 174- 175 , argumenta Tob ío co m o Xosé Fernández
Rofast, un co mpañeiro seu de u niversidade de orixe francesa, o introd uce na lectura de Mo ntaign e.
Experimentando T obío tamén ad miración po r Jérô m e Co ign ard e Anatole France: “Desta man eira e
tamén polo vieiro do s poetas, romántico s e malditos, irei entrando na literatura fra ncesa que tan t o
amarei e á que tanto lle deb o en formación e gozo” .
195 Fer nández del Riego, Fra ncisco: Ánxel Casal e o lib ro galego . Sada, Ed iciós d o Castro , 1 983, p p. 88-
90 , 202, 204 . Aparte d e corrobar a grand e importancia ta nto na calidad e como na cantidad e dos asistentes
ó falado iro d o café ― Esp añol ‖ , m e nciona d el Riego as re unións q ue se celeb raban a caró n da figura d o
malfadado Ánxel Casal no local da súa valiosa imprenta Nó s. Ás mesm as, ade mais de Tobío , asistían
m oito s dos perso eiros que terían un ha grande rele vancia na xestación do P artido Galeguista, homes co mo
Sebastián Go nzález García - Paz, Antón Fra guas, Manolo Beir as, o propio Pac o del Riego…
196 D.T.L. , p p. 158- 159.
103
Norde e a cantar cantiga s novas qu e se c haman Ribeira. E entre os ar tistas
plásticos, Maside, o escultor Eiroa, e Colmeiro, que viña a Santiago por veces
desde o seu retiro aldeán para enchou parse naquel ambiente máxic o e estimulan t e.
E moi sobrance iramente Luis Seoane cuio extraordinario e multiforme talento
esbrochaba entón principalment e no debuxo, en labor constante, nas clases, na
casa, no café, mentras seg uía a parolar cos compañeiros. Debuxaba no mármor e
das mesas do c afé, nos pro gramas de cine que ne l repartían, debuxo s de labregos e
mariñeiros, r etrat o s dos amigos que alí e stábamos , con liña segu ra, sobr ia e
expresiva”.
Aínda que con relación a todo isto, caberían unhas matizacións, a cidade
paradigma d a mod ernidade intelectual por aqueles primeiros anos do s éculo XX era
Ourense. Co g rupo Nós 197 capitaneado polo triunvirato de Pedra y o, Risco e Cuevillas ,
que en verb as de Tobío, ti ñan unhas altas antenas viradas cara a Eu ropa, pero sempre
buscando o proveito da s úa terra, pese a usar e traballar coas té cnicas máis novidosas e
traídas de fó ra – vale recordar a modo de inventario que foi Pedrayo o pri meiro tradutor
dalgúns dos fragmentos do Ulysses a unha lingua do estado español, a galega , para a
revista Nós , antes de qu e fosen traducidos ó castelán outros anacos da novela de J oyce
na Gaceta Literaria , afirmando sen pexas os seus tradutores qu e era a primeira vez que
tal cousa ocorría en Esp aña. E, en segundo, lugar estaba Compos tela, na que , como
vimos, unha parte da x uventude só se preoc upaba polos problemas da capital do e stado
e de todo o que de alí viña. Malia iso, Santia g o comezaba a saír do seu escurantismo
intelectual. Ba seado ata entón, case que exclusivamente, nun ensino universitario sen
azos de inquirir e investigar, nunha falta de liderato no eido das letras, adicado en boa
medida a escritos sobre t emas de historia e a rqueoloxía. Paradoxalmente, a ditadura de
Primo de Rivera supuxera un revulsivo para os bu lideiros e os pescudadores dun cambio
ideolóxico.
Despois desta presentación do ambiente compostelán daquel tempo,
retomare mos agora o t ema dos e studos de L ois Tobío. Rematada a époc a do
197 D.T.L. , pp. 164 -165. Vexamos as impresións que nos deix a Tobío sobre este xenial tri unvirato: “Do s
tres gra ndes de Ourense, mo i diferen tes de a specto e carácter, Otero tiña a rexa e ergu eita seren idade
dun men hir, a lgo da fondu ra de alma d un bardo reborda ndo humanida de. Risco era, en troqu es, co ma
unha lumiñ a vagaceira, esga rabelladora e i n queda, rebelde e desacou gada (ʻNós, o s inada ptadosʼ ), de
mente sotil, an alítica e escorrega nte e un pen dor polo místico q ue o levaría a interesarse a lgún tempo
polo ocultismo e as c renzas orientais ma lia ser católico practican te. […] Cuev illas, era, pola contra, un
dos h omes máis ra cionais q ue teño coñ ecido, mente clara e xeo métrica, asisado en todo . Modesto e
concien zudo no seu labor, de vontade rexa , posuía unha grande ho nradeza in telectual que freaba os
sobardo s da fantasía, alén de ter unh a senlleira no bleza de cará cter” . Ademais das i mpresións de Lois
Tobío , debemos mencionar o que ap unta a s úa irmá n Ma ría, o pus cit ., p . 18, quen dura nte a súa estadía
coma biblio tecaria en Ourens e, p uido gozar tamén d a co mpaña e a m izade destes tres grandes próceres
galegos.
104
bacharelato, Tobío non sabe ben aín da que estud ar, dado que era i g ual de eficiente nas
materias de ciencias como nas de letras. Aínda que ten máis habelenc ia para as letras, a
literatura e a hist oria que fitaba como materias máis fermosas. Estivo a piques d e
matricularse na recen creada sección de Historia da F acultade de Filosofía e Letras,
malia que todos lle falaban en contra do seu p ouco porvir e das súas escasa s saíd as
laborais. Finalmente, op ta por matricularse no curso preparatorio de Dereito que era
tamén común p ara a carreira de Filosofía e Letras. Tomando á súa vez unha decisión
que influirá no seu futuro inmediato e no resto de seu periplo vital, que non é outra cá
de empezar a aprender o idioma alemán.
Nos seus anos com a estudante de Dere ito 198 , carreira que escolle
definitivamente, entra en contacto con profesor es universitarios que o marcarán p ara
sempre. Nomes coma Ar mando Cotarelo 199 , que se converterá , máis adiante o veremos,
en guía, apoio e compañeiro de trab allo e causas comúns. Desa x enial fi gura dir á: “ [ …]
era un home de moitos s aberes, un enciclopedista, ao xeito de F eixóo ou Sarmiento […]
Era unha miga desordenado e un pouco bohemio, non moi coidadoso do seu vestir, de
fala chareteira e erudita, dunha memoria portentosa, cordial e gasalleiro, que se facía
querer de contado p olos seus alumnos” . E outra non menos decisiva coma Ciriaco
Pérez Bustamante 200 , que se tiña acheg ado á figura do Conde de Gondomar, espertará
en Tobío a curiosidade por esa figura, tendo, co paso do tempo, á mbolos dous a
oportunidade de compartir as súas reflexións e in quedanzas sobre a valía deste
inmorredoiro prócer g alego.
198 D.T.L., p . 1 32. Olle m os a c rítica que fai To bío ó respecto do s planos d e estudo d a Facultade de
Dereito: “ [ …] o en sino o ficial da facultade de dereito tiñ a un aquel pousón e rutinario que non ía alá de
formar profesionais discretos, no mello r dos casos, ou dar unh a base mínima para fu tur os avantamentos
dos que delo tivesen anceio . Non se facía in vestigación, no n había semin arios e, tod o o máis, dába nnos
unha s clases práctica s pola tarde a cargo d e axudantes que, p olo xeral, reducíanse a facernos apren der
textos lega is e presentar aplica ción prá cticas deses textos”.
199 D.T.L., p .120.
200 Idem. Cóntanos Lois T obío como o pro fesor Busta mante xa se tiña adicad o á fig ura do Conde de
Gondo m ar d ende os anos de cr eación do Semin ario de Estudos Galegos, no cal presentará unha
comunicación sobre este te ma. E máis adiante reto m aráo da ndo u n di scurso inagural da univer sidade no
curso 192 8-1929. As í retrata T obío o efecto q ue lle prod uc e esa introd ución por p arte do pro fesor Pérez
Bustamente na figura gondo mariana: ― Estes traballo s espertarán en min a a rela d e afondar no estud o
deste gran diplomá tico n oso e esa arela poderá ser cu mprid a mo itos a nos despois e ter ei a satisfacció n
de que o meu vello profesor asista á p resentació n do meu primeiro lib ro sob re Go ndomar no Museo de
América de Madrid e dig a nel palabras de emocionada lembranza” .
105
Na súa etapa d e estudante, cando cursaba primeiro de Dereito 201 , entr a en
contacto cun grupo de al umnos de diversos cursos, un deles, Fermín Bouza Brey , que se
atopaba nos de rradeiros anos da carreira de Derei to. Circunstancia que non im pediu que
se xuntara cun Tobío, aínda no preparatorio, b aix o o sino do profundo amor que tiñan
por Galicia e a súa cultura. Outros persoeiros cos que Lois Tobío tivo relación nesa
época, foron Xosé Fil gue ira, que na súa Po ntevedra natal xa puidera gozar do
maxisterio intelectual de Castelao e Losada Di ég uez; R amón Martínez L ópez, gran
conversa dor e todo corazón; Manuel Maga riños, que xa coñec ía como vimos da etapa
do bacha relato; Luc ho Bouza, irmán de Fermín, e con grande fa cilidade tamén para a
versificación; e Xulio Cordal Carús, que chegará co tempo a ser un dos mellores amigos
de Tobío. Con L ucho, Magariños e C ordal sacará Tobío por eses tempos unha revista de
ton satírico chamada A dral 202 , na que f acían unh a crítica mordaz dos pe rsoeiros da
Universidade e da c idade, cargando as tintas contra deles con artigos e caricaturas.
Non obstante, esta incursión ―anecdótica‖ en Adral 203 , a cal lle servirá p ara
establecer contacto e re lacións con moitos dos seus compa ñeiros, rapaces cos que
compartía ide as, inquedanzas e s entimentos, non será o principal fito d e Lois Tobío na
súa etapa universitaria. O mellor aínd a estaba p or che gar. C erto día que se atopaba no
201 Vid. El Hera ldo Galleg o, órgano de las co lectividades ga ll egas en el Plata , ano XVII, nº 687, 5 -XII-
192 6. Lois T obío resulta elixid o por aquel entón co mo me m b ro do Consejo Universitari o, o que dá b oa
prob a da im portancia que ti vo a súa figura entre os seus co mpañeiros.
202 D.T.L. , p. 122. Publicábase a revista d unha forma un ta nto sui xeneris , p ois usab an par a sacala ó prelo
unha cop iadora rudi m e ntaria consistente nu nha cubeta grande de fotógrafo chea dunha pasta de xelatina e
cola de p eixe e outros ingred ientes que T obío non reco rda, posto que a fór mula deu lla un a migo seu,
Antón Varela Lisarrague, q ue to maba clase s de p intura na Socied ade Eco nómica. Na por tada de Adral
podían verse o s d ebuxos d os catro redacto res − Lucho, Ma gariños, Cor dal e T obío− de per fil feitos p or
Lucho Bouza. En canto ó seu contido, non tiña n no seu inter ior ni ngunha pexa e n atacar a ta o m es mísimo
rector da universidade de Santiago, Blanco Rivero. Vid. así mesmo o q ue nos di Xo sé Filgueira Valverde,
VIII Adra l . Sada, Ed iciós d o Castro, 19 94, pp . 241 -243. Cóntanos Filgueira Val verde que a revista saí u
publicada p or primeira vez o 2 6 de ab ril de 1925, que se tirab an unha ducia de exemplares q ue ían de ma n
en man, que a red acción de A dral se ato paba na casa de T obío, e danos o s seudónimos d os red actores e
ilustrador es. Así Magari ños sería (Julio Marín), Tobío (Ariel Garcés), Cord al (Palo da Ch ousa, Cord iel e
Lauro Clarisel), Luc ho Bouza (Luccius) e o prop io Filgueira asinaría co m a Filcaria, nome que lle d era
Otero P edray o. Reláta nos ta mén co mo p articipaban no as unto Vid rián Freiría, P ena , Martínez López…
Como anécto da mencionar que en Adral, pese ó galeguism o militante de moitos do s seus co m poñentes,
usábase relativa mente pouco o galego, xa que lo go, porque quería ser reser vado para cotas máis altas.
203 Deb emos m encionar q ue non é soa mente este o único capítulo m áis ou menos escuro da etapa
uni versitaria de Lois T obío. Cabe dicir que cando falamos d e ―escuro‖ r eferímonos á mágoa que supó n
non ter m o s constancia escrita da existencia de Ad ral ou q ue no n saiba m os o por que dos seudónimos
escollidos polo s seus integra ntes. Raro e parad oxal r esulta ta mén o caso da cha m ada irmandade do s
Úbedas, cr eada polo poeta Feliciano Rolá n e i nteg rada p olos estuda ntes d e dereito da quinta de Tobío e
da que el mesmo for mou parte . Mencionada de paso por p rim eira vez na p áxina 1 57 e despois na 68 8 d as
D.T.L. e tr atada co n absoluto secr etismo. No n obstante , a s úa filla Constanza, ( en ―Lois, Galicia, aq uí y
allá‖, Homena xes a Lois Tobío : Ma drid, 13 xuño do 20 01 , p . 7 9), d éixanos alb iscar que os Úbedas eran
unos cóncla ves nos q ue par ticipar on o seu p ai e o s se us compañei r os de pro moción da Facultade d e
Dereito d e Santiago de Compo stela.
112
González, x ornalista de El Compostelano pero estudante de Dereito por aquel entón,
saíu o Castroviejo limpiño como unha pa tena por falla de probas.
Deixando de lado suceso s pintorescos, Lois Tobío debía ocuparse naquela época
de cumprir coa obriga postergada coa patria. É dicir, debía facer o servizo militar, coa
sorte de qu e o García Labella, que so amente era uns anos máis vello c a el e que pedira
unha prórro ga para po der opositar a cátedras, foi o seu compañe ir o de quintas.
Ingresaron así os dous en x aneiro de 1928 no V III Rexemento de Artillería de a Pé, que
tiña o seu cuarte l nunha vella escola de veterinaria en desuso na rúa do Hórre o. Aparte
da prox imidade da cas a de Tobío co cuartel, este alegou como motivo persoal para
apuntarse na artillería que non facía moi to uns ofi ciais desa unidade levantáranse contra
o ditador. Resulta anecdótico que L ois Tobío tivo que solicitar a mediación da súa nai
para poder entra r no r exemento por el escollido, pois sucedía casualmente que este non
daba a t alla para se r artilleiro. Esta estaba fix ada no metro sesenta e Lois Tobío quedaba
tan só a un centímetro da mesma (a realidade é qu e tivemos a oportunidade de ver o seu
pasaporte e o da súa dona e descubrimos que este media un metro e cincuenta nove
centímetros, por un s esenta e tres da súa mul ler); daquela, a persoa en cargala de tallalo
estaba no correcto. Polo que tivo que ser grazas á axuda materna, quen soli citou a
colaboración dunha anti g a compañeira de escola, a s azón irmá do coronel de artillería,
para que o asunto chegas e a bo por to.
No tempo do servizo militar 220 , entre chufas e brincadeiras, Tobío aproveitou
para converterse en sub oficial. O estudo fac íalle máis doados eses meses e, por outra
banda, aprendeu a montar a cabalo, c ousa qu e no futuro lle será de pr oveito para
ulteriores af eccións deportivas, se n esquecer o tir o de artillería que, desgraciadamente,
habería de perfeccionar na guerra.
Rematados os nove mes es de serviz o militar en novembro de 1928, Tobío x a
puido ter de novo todo o tempo libre pa ra d edicalo á Universida de e ó Seminario 221 .
Este último, xa se consolidara e establecera vencel los con outras institucións do e stado
español e mesmo de fóra del, como cun algún centro de Alemañ a. No re lativo á
220 D.T.L., p. 208. Vexa mos o qu e nos relata T obío desta tempad a: “A etapa no servicio milita r, qu e fixen
a varios niveis, foime, en conxunto, beneficiosa po rque puid en coñecer aspectos do vi vir deica entón
ignorad os, ademáis de ap rendar algunhas co usas da s que nada sab ía: pois de toda situación, mesmo
dura ou d esagradable, sempre se saca alg ún proveito coma exp eriencia ou h abelencia ou sab encia.
Puiden alí o bservar de p reto mentalid ades e a ctitudes totalmente inéditas para min, o mund o militar por
dentro, coa s suas esixencias, trab allos e absu rdos, se ca dra nec esarios, n on digo que non, para unha
cousa ta n inicua e inhumana coma a guerra, p ero que levan á inxusticia e ao contrasenso ” .
221 D.T.L. , p. 210. No verán de 1929 participará T obío na famosa xeira po r terras de Melid e.
113
Universidade, a Facultade de D ereito convocou por aquel tempo unha bolsa para
ampliar estudos no estranx eiro. L ois Tobío contaba co apoio dos catedráticos novos que
o animaban en tal devezo, a consellándolle que x a qu e dominaba o alemán dabondo
podía ir cara a es as terras a aumentar os seus coñecementos de teoría do estado e ciencia
política. Así a todo, o de Viveiro non era o único que se pr esentaba por a quel entón á
convocatoria d esa pensión. O outro solicitante era un parente dun vello catedrático de
historia do Dereito e D ereito romano, polo que este contaba co b eneplácito dos
catedráticos de máis idade mentres qu e os novo s apoiaban a Tobío. Fin almente e tras
varios tiras e a frouxas, optouse por resolver a tensa situación creada d unha forma
salomónica. Partíronse, ó cabo, a partes iguais os cartos asi gnados, co que a ax uda, que
xa era ínfima, quedou reducida a unha parte case irrisoria.
Pese as pex as que lle xurdiron, L ois Tobío continúa adiante coa sú a teima. No
inverno de 1929 embá rcase cun billete de terceira cara a Al emaña 222 no Cap Arcona,
arribando ó porto de H amburgo o 14 de novembro de 1929, onde debía tomar os
camiños de ferro que o levarían ó s eu destino fi nal, Berlín 223 : “ [ …] desde o calmo e
pequeno Santiago ata o g ran Berlín, daquela un dos c entros de má xima tensión
espiritual no mundo, un fervedoiro de saber e de arte, sen tan siquiera ter pasado
denantes por Madrid” .
Á súa chegada á fr ía capital de Alem aña, Tobío aló xase na Waitzstrasse , no
barrio de Charlottenburg , con Fe lipe Ferná ndez Armesto. Alí Lois Tobío disporía
dunha habitación de seu na ca sa de Frau Torn egg 224 , unha mul ler divorciada de ori xe
222 Gr ischkat, Natalie, ―Das liede rs d e Rosalía de Castro ás Décad as de T .L., a imaxe d e Alemaña a tra vés
dos gale gos ”, Actas do VI Congreso I nternacion al de Estudios Ga legos: un século d e estudios g alegos,
Galicia fóra de Ga licia : Universidad de La Hab ana, Facultad de Artes y Letras, Cáted ra de Cultura
Gallega, 17 a 21 de abril d e 2 000 . Sad a, Ediciós d o Castro, 2000 , pp. 534 -542. Fai unha a nálise da ac hega
que no paí s ale mán fan, ade mais do pro pio T obío, Camba, Castelao e Risco. Vid. tamén Me yer, Franc k,
―Cervexa, salc hichas, ideas pesad as. A ima xe d e Alemaña en Ca m ba, Risco e T obío‖, Grial , nº 131
(xullo-setembro 1996 ), pp. 331 -350. Ámbolos do us a utor es coinciden no ca so de T obío en que este non
perdeu o te m p o e se i m p licou de verdade na vid a ale mana -ía á universidad e, vi sitaba biblio tecas e
museos, co ñeceu a vida nocturna alemana e as súas festas e tivo ta m én unha moza ale mana - ata o punto
de chegar a considerala unha segunda patria. Non esq uenzamos que T obío foi trad utor de Goethe, Rilke,
os ir m áns Mann e B ertolt Brecht, e que re mata as súas D.T. L. cunha frase do seu benquerid o Goethe.
223 D.T.L. , p. 2 14. T amén, m á is adiante, nas mesmas D.T.L. , p. 249 dinos: “Pou cas ciudades eran tan
completa s como aquel Berlín do que se podía dicir q ue tiñ a de todo: lagos, praia s, bo sques de verdade
como o Grunewald, alén do s centros de xardíns e parques, un zoo esp léndido, teatros, pazos, biblioteca s,
museus…”
224 Idem . Olle m os a descr ición do lugar onde se hosped aba Tobío : “A ca sa de Frau Tornegg era
aquec ente e mesmo eleg ante segund o a mo da e estilo da volta do sécu lo, con moitas fotos ve llas en riba
de có modas e mesas, e cad riños nas paredes empapelada s , moita alfomb ra e moita cortina (as famosas
ʻgardin enʼ de encaixe que tanto a maba, louvaba e coidaba a don a) e as fiestras dobres para d efensa
contra a friaxe. Ha bía ta mén enormes estufas d e ce rámica, vello e fermoso sistema de ca lefacción dos
114
xudeu. Fernánde z Armesto levaba naquel lugar un tempo desempeñando funcións de
corre spondente de La Vanguardia , baix o o pseudónimo de Aug usto Assía. O de
xornalista era un oficio casual, posto que A rmesto mandara var ias crónicas a dia rios
españois e a quen m áis lles gustaron foron ó s do xornal La Vanguardia , quen decidiron,
xa que non tiñan ningún correspondente en Alemaña, que este podería ex ercer esa
función. Tobío, aconsellado polo propio Fernández Armesto, tentará repetir a xogada
enviando unha crónica ó Heraldo de Mad rid , pero o seu intento será en balde.
A mesma noite da súa chegada a terras alemanas o viveirense entra en contacto
con F ranc isco A y ala 225 −co que coincidirá tamén máis tarde durante a g uerra civil, n a
emigración e nos seus d erra deiros anos en Madrid− , par a quen traía unha epístola do
profesor Rec aséns. O trí o Lois Tobío, Felipe Fernández Arm esto e Franci sco A y al a
intercambiará impre sións e xuntos coñecerán a cidade.
Pero como era o Berlín co que se atopou Tobío? Deix emos que el mesmo nolo
conte 226 :
“A primeira i mpre sión que daba era a dun ha grande cidade chea de luces pola
noite e moitos l ocais de esparxemento, cafés, ce rvexar ías, restaurants, cines,
moitos deles uns cines pequenos, coma en casas de veciños, cos taboleiros das
fotos das películas a unha e outra banda do carreiro de entra da. A grande
avenida, o eixo da vida do noso barrio, o e Charlo ttenburg, er a o Kur füstendam m
do que arrincaba unha chea de rúas. Esa avenida remataba por un dos estremos
nunha praza construida ca se toda nun estilo neorrománico de gusto discu tible: no
medio dela erguíase a G edächtniskirch e ou igrexa conmemora tiva […] Nesta
praza, que se chamaba de Augusta Victoria, estaba o ʻRomanisch es Kaffeeʼ , café
de escritores e artistas unha m iga ao xeito d os de Par ís ou Madr i d”.
Nesa av enida do Kurfür stendamm achábase a K onditorei W ien , unha m estura
entra unh a c afetería e unha conf eitería. Onde tódol os s ábados mantiñan unha bo a
tertulia despois de x antar, ademais do propio Tobío, Armesto e A ya la, todo tipo de
personaxes, maioritariamente de España e Sudamérica, sen desbotar tampouco a
presenza dalgún na tivo.
países xermán icos que vemos xa en graba dos antigos e que dá unh a doce qu entor ao amb iente, e ta mén
ao co rpo cando ún se apo ia na estufa. Outra novidade daquel vivir en casa alemá era a cama , dura por
abaixo e mol po r riba, coese chomazo ou ed redón q ue é co ma unha b l usa de fro ixel de ganso metida
nunha fund a e que se cingu e coma unh a carexa estreita a todos os recunch os do corpo . Nas noites de
inverno a quelo era a gloria, moito mellor, xa q ue logo , do que a s mantas e co bertores, teso s e pesados d e
máis, da s nosas cama s”.
225 Ayala, Fr anci sco: ―Del paraíso al destierro ” . En: Homena xes a Lois Tobío : Ma drid, 13 xuño do 2001 ,
pp. 17-19. Neste pequeno artigo, Ayala co nta como convenceu a T ob ío, o cal, vencid o pola saudade,
medita en voltar apenas q uince días d espois da súa chegada a Ber lín. Saudade esta que no n menciona par a
nada Lois To bío nas súas D.T.L.
226 D.T.L. , p. 215.
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Foi prec isamente un alemán, J oachim Joesten, as istente á devandita tertulia e bo
coñecedor do español, posto que tiña unha moz a desa nacionalidade, quen comezou a
introducir a Lois Tobío e Francisco A y ala no mundo feminino b erlinés. Pois
presentáballes rapazas estudantes universitarias amigas sú as. Est e mundo feminino foi
novidoso e rechamante para Tobío. O noso protagonista observaba como nas t empadas
primavera is e veraneiras os lagos do Wannsee 227 se enchían de x ente que í a alí tomar o
sol sen maior protección e pudor que o s eu cor po espido. Estas persoas posuían unha
liberdade de costumes, moi atraínte e innovador a, sobre todo no c aso da liberdade que
gozaban as mulleres en tódolos ámbitos, asemellándose en certa maneir a, e salvando as
distancias, á que vira na s súas visi tas á comarca paterna da Mahí a. Vex amos agora en
verbas de L ois Tobío o q ue el consideraba a causa desta circ unstancia 228 :
“Os alemán s, que pasa ran unha guerra terrible […] querían desp i carse do qu e
sofriran gozando das boas cousas da vida, o confort, a ʻ gemütl ichk leitʼ , o bon
xantar e bon beber, a músi ca e o canto, a lit erat ura e a art e, o teatro e a natureza,
segundo o xeito de cada ún, cun epicureísmo que ás veces, en certos sectores,
resultaba unha miga lurdio e esbardallant e. Na nova xeración impuxéra nse unh a
liberdade de costume s que non deixaba de sorprende rnos -e aprac er nos- a os qu e
viñamos de lugares en que rexían outros criterios. As rapazas berlinesa s de clase
media, estudantas ou empregadas, movíanse sen pexas e facían o que lles petaba
sen daren conta a n i ngu én. Esto d ebíase, en boa parte, á sua independencia
económica, pois moitas traballaban ou tiñan becas e xa non vivían encás dos seus
pais, pero mesmo as qu e vivían coa familia e dependían dela máis ou menos, non
procedían doutr a maneira. Os vellos dicían que esto era consecu e ncia da guerra,
que antes non fora así, e podia que houbese algo de certo nelo, pero asmo que en
Centroeurop a sempre deberon ter nesas ma terias criterios menos rigorista s do que
nos países do sur. Esco masí, para os que viñam os de España co farde l de
prexuicios da nosa socied ade vilega, era como ch egar a unha terra incógn ita, a
outro mundo […] Aquela mocedade coidaba que a re lación erótica era un dos
praceres da vida que non t iña por qué enguedarlle necesariamente co n
sentimentos ou estados de ánimo de orde diferente e, moito menos, con vencell os
legais”.
Tamén se atopou Tobío co B erlín da animosa e d iferente vid a nocturn a, c os seus
cabarés de homosexuais, de lesbianas, que o achegaban a unha nov a maneira de ver o
ars amandi ( no que se rá introducido por unh a nativa, a súa querida Elisabe th). Ademais
227 D.T.L ., pp . 217 - 218. Co m éntanos To bío a situación: ― No n ha bía alí, maio rmente, moi to do que os
anticua dos chama n ʻpudorʼ : en realidad e viña n ser xentes como os a diantad os do s nosos tempos en
España . Moita s mulleres, incluid as a s de media e más ca med ia ed ade, amosaban canto lles peta ba sen
que a n inguén lle importase, anq ue o espectácu l o non era a ve ces moi estético. Ora, tocantes ás rap azas,
era, polo xeral, outra cou sa: tiñan moitas delas corpo de efebo , elástico e ben feito. Os rapaces,
entroqu es, p andeaban a formas un ha miga feminin as, a bondando os branco s de p el, lo i ros e la mpiños.
Daba a impresión de qu e os sexos estaban menos diferenciado s ca en Españ a”.
228 D.T.L. , pp . 218- 219.
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do encontro co cine d e Eissenstein e o s eu Pot emkin ou o Anxo Azul da súa amada
Dietrich, o teatro de Brecht ou as comprometidas pinturas de Georg Grosz, das cales lle
regalará un á lbum a Seoane.
Seguindo co seu periplo berlinés, Tobío atópase cun contraste maniqueísta entre
unha Alemaña racional e confiada n a f e cega da técnica, onde a distancia entre o
pensamento e a acción é menor ca noutros países, e outra sentimental , pese a que
ollamos antes o desembarazo ex istente nas relacións, na que persistía tamén un amor
romántico, un sentimentalismo alemán, que se expresaba nas cancións populares, os
schlager , que moita x ente cantaba, cheas de sehnsucht , termo s emellante á nos a
saudade , e que evocaban tempos pasados m ellores – cabe recordar que o pobo alemá n
acababa de s aír perd edor da Primeira Gr ande Gu erra. Unh a Alemañ a pobo ada por unha
xente nada escéptica e c are nte de calquera senti do de humor e de capa cidade iró nica,
chea de dogmatismo, de aí que, a x uízo de Tobío, foran tan bos militares e seguiran a
consigna de falsos profetas 229 :
“A verdade é que aquela xente daba a sensación de que querí a, de que prec isaba
ser conducida, que lle dix esen o que tiña que facer, se cadra por nugal la mental ou
por pouca fantasía: que lle gust aba obedec er, coma unha especie de masoquism o.
Semellaba que, a diferenci a doutros pobos, o alemán non t ives e moi desenrolad a
esa capacidade de autoorganizac ión, tan importante nos intres de crises
colectivas, cando f a llan os resortes do poder, e q ue precisara dun coma aparello
ortopédico externo para estructu ralo e darlle forma , sinalando a cada quen a
tarefa que debe cump rir no labor común. Esto é o que Hitler, que coñecía ben ao
seu pobo – e por e so o enga i olou – chama ba o individu alismo alemán” .
Apartando a un lado to do este tipo de x uízos e de impresións, non debemos
deixar de ter presente qu e o obx ectivo principal de Tobío nesta etapa berlinesa fora o de
acrece ntar os seus coñecementos no eido da ciencia p olítica e a teoría do estado. Para o
que se puxo en contacto con profesores coma Rudolf Sm end, Carl Schmitt e, sobre todo,
Hermann Heller. Un Heller que andaba mergullado de cheo na sú a magna obra, a
Staatslenhre – que nunca poderá r ematar e que será sacada ó prelo por un d iscípulo seu,
Gerhardt Niemeyer. Será, xa que logo, polo mestre Heller por quen sentirá Tobío unha
fervorosa admiración 230 :
229 D.T.L. , p. 223.
230 D.T.L. , p. 225.
117
“A post ura de Heller era esecialemente dialéctica, acollendo e integrando, con
ollada xenial ao meu se n tir, o xurídico e o sociolóxico, a norma e o poder, a
normatividade e a normali dade, socialismo e l ibera lismo, nunha fórmula á que se
lle deu o nome de ʻestado social de dereitoʼ e que terá fecunda proxección na vid a
política. E sa actitud e intelectua l atraguíame m oito porque, por algun ha
característi ca vital (e se cadra astrolóxi ca poi s son xéminis) pandeo a percib ir a s
duas caras das cousas, nunha integraci ón dos oposto s que non vexo co ma
contrarios senón coma complementar ios”.
Heller polemizará co mar xismo pero desde dentro, como soci alista, como
socialdemócrata que era, e criticará o unilateral d as súas teses e conclusións. Aínda que
estaba de acordo con eles na crítica á sociedade capitalista e o seu conce pto de
normalidade non se atopaba moi lonxe das praxes marxistas 231 .
Seguindo os paradoxos insondables do destino, T obío será o tradutor anos máis
adiante, no ex ilio, da pr incipal obra de Heller, Staatslehere . Un Heller que tamén,
designios da roda da vida, morrerá no desterro en Madrid, ó verse expulsado de
Alemaña polo nazismo.
Unha das cousas qu e máis l le ch amaría a at ención ó noso home n a súa
experiencia académica berlinesa era como o universitario alemán ía ó fondo das co usas,
cunha dedicación ascética, se n p ensar en lu cimentos persoais ou na v antaxe económica.
Malia que moi tas veces estes perdíanse en abst racc ións ante a súa teima de querer
abarcar e coñecer a total idade dun tema. Lonxe e sta postura da común que sostiñan os
universitarios do sur de Europa, os cales moi tas veces soamente perse guían o aloumiño
e aplauso dos profanos. Anos máis tard e, lam ent ará Tobío ver dende a dist ancia como
esa institución universita ria, que tanto influirá nel e no seu modo de pensar, vai sufrir un
descenso ós inf ernos coa chegada do nazismo, quedando practicamente reducida a ser
un centro xa non do saber senón propagandístico.
Polo tanto, pode dicirse que hai e haberá un Tobío antes e despois da súa estadía
en Berlín. Nesta estancia Tobío verá un camiño, unha porta tom ada do contacto coa
corre nte marxist a – aínda que Tobío non s egue cega e dogmaticamente os seus
postulados, e non está de acordo con moitos dos seus aspectos sociais – , da que tomará
as súas bases p ara a progresión autónoma das posibi lidades do s diferentes pobos para o
231 D.T.L. , pp. 2 45 -246. Asistiron Loi s T obío e Fe lipe Fernánd ez Armesto a un mitin co munista o 1 d e
maio d e 193 0. Cría T o bío que p or aquel entón o marxismo estaba moi pr esente nos fervedo iros
intelectuais d e Alemaña. I nclusive pensaba q ue no país poder ía instaurarse un réxi me co munista o u
socialista, sen as i m perfecc ións do sistema ruso, un país aq uel cheo d e problemas ét nic os, xeográficos,
demográficos e eco nómicos, cousa que non tiña a disciplinad a e eficiente Alemaña. Afir macións estas
que co m o vere m o s, non eran nada do agrado de Risco.
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florecemento libre do seu ser. E por iso Tobío comezará ou continua rá, mellor dito, a
soñar cunha terra ga lega que amose ó mundo toda a súa riqueza e potencial.
Falabamos antes do romanticismo e sentim entalismo alemán, boa proba diso tivo
Lois Tobío cando po r in vitación dun estudante co q ue facía intercambios de idioma foi
convidado ás x untanzas dunha irmandade universit aria. Alí vivi u de pri meira man es e
ambiente onde aínda se daban os des afíos con espada, onde p revalecía o vello sistema
corpora tivista, típico dos gremios artesanais, onde as irm andade s se divid ían en clases
aristocráticas e clases m edias, onde a cervexa corría á es ga lla e se cant aban cantigas
goliardesca s en pseudolat ín cheas de saudade .
Neses tempos d e pensionado na Universidad e de Berlín, Tobío entrará en
contacto co profesor Gamill scheg , director do Romanisches Seminar . Home aberto, que
convidaba se gundo se ac ostumaba facer no ambiente universitario berlinés da época ó s
alumnos e visitantes estr anxeiros á súa casa. Este Gamillsheg 232 pasará, tempo despois,
por Santiago, nunh a xeira en busca dunha Universidade europ ea ond e conti nuar o seu
labor con tranquilidade, pois xa estaba preto o trebón nazi. L ois Tobío durante esa
estadía introducira o á xente do Seminario de Estudos Galegos.
En Berlín o p rofesor Gamillscheg proporalle a Lois Tobío dar unha
comunicación nalgún dos seminarios que el dirixía, e así foi como deu unha titulada:
―El momento actual de la cultura gallega‖ 233 , o 12 de febre iro de 1930. Aínda que a
máis sobresaínte que po r eses anos se pronun ciou no Romanisches Seminar foi unha
conferencia dada por R amón Gómez de la Ser na, a qu en Tobío, Armesto e A yala
acompañaron dura nte os días que pasou en Berlín.
232 A chegada de Ga millscheg a Co m p ostela pro dúcese o 24 de setembro de 1 931, segundo se olla e n El
Compostelan o 22 - IX -1931, p. 3. Non será esa a súa única visita e se guindo ese mes m o xornal (1 9 -I-1931,
p.2), vemos co mo volve o ano seguinte (co nvidando pola Facultade de Filoso fía e Ciencias e o Seminario
de Estu dos Galegos) a dar u n cursi ño so bre Introdución á Lingüística e Literat ura A le mana, dende
xaneiro ata maio
233 Assía, Augusto (seudó nim o d e Felipe Fernández Armes to), ―Pro y ecció n de Galicia ‖, La Va nguardia ,
21 - II -1930. No artigo po demos ver o grande ap rezo e admiración que esper taba un novo Tobío no seu
compañeiro Armesto, quen fai gab anza da i ntervenció n d este na Universidad e b erline sa: “Luis Tobio,
profesor ayudante de l aUn ivers idad de Santiago, s e ha arriesgado a defin ir la inapresible vida de
Galicia ante un auditorio curioso en la Un ive rsidad de Berlín, p ara esta atrevida investigació n Luis
Tobio llegó armado de la gran prepa ración q ue le ha convertido ya, toda vía mo zo, en u no d e los má s
austeros valo res d e la Galicia de hoy. Y ha sido ca paz d e someter a l ce ntro del verb o to dos los rayo s
huidizos y contrarios qu e salen de la luz d e Galicia […] ” . P ara re m atar, deixar mos Armesto unhas b reves
verbas que dan boa proba da tei ma universalista, constant e na vida de Lois T obío, e r em arcada ante o
auditorio b erlinés: ʻ Nue stra con signa es la paz un iversal, y nu estra aspiración coop erar con lo que hay
en no sotros de peculiar y d e personal a la mayor diversidad y al mayor interés de la cultura universalʼ”.
119
Co decorrer dos meses, inesperadamente e sen case saber o motivo, Tob ío ten
que abandonar a casa de Frau Tornegg, encontrando aloxamento deseg uida nunha casa
en Gieselerstra sse 234 , no barrio de W ilm ersdorf , tendo ag ora como arrendadores a unha
familia holandesa, os Dzialiner, e coma comp añeiro na nova vivenda a Xos é Canedo, un
rapaz dunha vila de preto de Ordes, especialista en ling üística indox ermánica . Foi por
aquel tempo de mudanzas, pola primave ra d e 1 930, cando chegará a Berlín Vicente
Risco 235 . Risco traía a idea de informarse dos últimos avance s que se produciran no eido
da etnografía. Co ourensán pasará Tobío días enteiros e hora s inesquecibles 236 :
234 D.T.L. , p. 238. Na balconada desa vi venda pasará T obío longas horas a fondando na liter atura a le m a na.
Coa primeira parte d o Fausto d e Goethe, co Cancionero de Heine ou co s So netos a Orfeo d e Rilke .
Confesando ter dificultad es con esta última, ata que nos se us derr adeiros anos co nsiga Lois T obío vertela
na nosa lingua.
235 Risco narro u parte d as súas experiencias en Nós , a ntes de r elatálas no Mittleuropa , como be n nos di
Pascual A b al, opus cit. , p. 1 3. Vid. A este p ropós ito, Romero, Mar ga, ―Conversa co n Lois T obío‖,
Galicien Magazin , nº 8, ( novembro 1999 ), p . 40. To bío manifesta o que se gue so bre o Mit teleurop a : ― É
un libro d e imp resións dunha viaxe, non ten pretensións, como se lle q uixo ver, d e p rofundid ade. É un
libro de viaxe, non é un lib ro de análise profun do. Desd e logo nel non está o Berlín daqu eles a nos, un
dos cen tros má is v ivos, on de todo a nd a ba a bulir e n o que había mo ita esperanza ” . Seguindo co as
experiencias narr adas en Nós , ollemos a visión que nos dá o polifacético ourensán do primeiro encont ro
prod ucido entre Ris co, Tobío e Arm esto. Nós , 15 - IV -1931, nº 88, ano XIII, p. 7 8. B aix o un epíg rafe
tiulado ―Pr imeiras impresións‖, nárranos Vice nte Risco co m o se atopa co n Fernández Armesto e Lois
Tobío e deciden tomar al go x un tos nun ca fé preto do zo o. Risco non se se nte có modo co a mbiente que o
rodea, faille mal, dalle noxo, non lle agradan a s xe ntes, o B erlín onde tod o é novo, moi superior a Par ís,
como lle din os se us cicerones , en tódo los seus eidos, nas ar tes, na cie ncias… T odo isto sumado a que lle
comunican que alí hai case un millón d e co munistas e que ver dadeiramente si se coñece o que suced e e n
Rusia e non andan na ignorancia co mo en España. Po r todo o que está vivindo e escoitando, cre nun
principio que endexa m ais deber ía ter a b andonado as com odadid ades da súa Galicia, per o, por outra
banda, a visita serve para reafir malo nas súas ideas c on servado ras e contar ias ó pro greso. Á súa se nsación
de m alestar co ntribúen as verbas de Armesto e T obío : “A isto engád ese que o Fernánd ez Armesto e máis
o Tobío pu xéronse en comun istas e rusófilos […] E e mprincipia n a fala r da s esc olas rusas, d os
hespital es, d as fábricas, d e todo… E resulta que Rusia ten to do o ma ior do mund o; a fábrica má is grande
do mundo , o edificio máis gran de do mu ndo, o sana torio máis grand e d o mundo, etc. , etc. E votan por
aquela boca toda a ortodoxia o u hetero doxia marxista, to do o econo mismo, tod o o materialismo
histórico, e todol- os lugares comús d o socialismo internacional” . Como nos di máis adiante, a Risco non
lle acaían ben estas explicaci óns en cla ve marxista, Nós , 15 - IX -1931, nº 92, ano XIII, p. 146: “Non hai
caso. Co marxismo, esprícase to do, coma lle d ea a gana a u n. O que é eu, non vexo moi crara a
espricadeira, máis non é cousa de porfiar arestora” .
236 D.T.L., p . 241. Vid. que p ese a esta pri m eira i m pre sión negativa e a q ue os xuizos e mitid os por Risco
sobre os seus co mpañeiros no n anunciaban nada bo , co devalar do tempo notamos que para o ourensán os
seus enco ntros con Armesto, Tobío e Canedo foron: ―As millores horas de Berlín‖, Nós , 15- IX -1931, nº
92, ano XIII, pp . 148 -14 9: “O Tobío, levo ume despóis que sereou a tard e â casa, on de iba coñ ecer ao
Canedo , e o nd´iba pasar dend´entó n, moitos d ías, horas inesquecen tes. Terei que lembrar toda a vida
aquela s conversas, n as que, a peq uena co lonia galega de Berlín -catro ou somen tes tres amigos, d espois
xa soilo dous, comen tábamos a vida estrana no plan o máis ergueito do espirito […] O Tobío tiña unha
cámara c´un balcó n de cemen to sob r´a rúa, to do comp rido de froles e enrreda deiras. N - aquil balcón
puña mos u nha mesiña e sillós de junco. Estábase a lí fresco co ma n -un jard ín [ …] pod í ase a lí fumar e
parolar de g eito gustoso. Máis pra erguel -o esp rito da conversa había q u´agardar â ho ra lúcida do
lusco-fu sco. D´aquela, o Tobío, que é u n rexo temperamento filosófico, podía esparexer o seu verbo.
Solía d´aq uela voar d o poleiro do co munismo on de B erlín apou sara, pa ra p olas ben máis ergueitas do
pensamen to. E eu recreáb ame na crareza lumio sa do seu pensar, na repo usada abelencia lógica no tino e
no a certo estraordina rio das suas sentenza s, na sua dialéctica de co te un pouco qu ente e vibrado ira de
120
“ [...] mal ia o seu arraiga ñado e cas e vis ceral reac cionarismo e a sua v i sió n
pesimista do mundo e do fut uro, era un espíri to sotil e requintado, in telixente e
culto, de parola irónica e engued ellante […] Risco, coa sua puxente capacida de
analítica, arrenegaba do ʻprogresoʼ en moitos dos s eus aspec tos, xu sto naqu eles
en que Berlín era un dos centro s máis vivos, e cando andaban a bulir unha ch ea de
esperanzas despertadas polos acontecime nt os da posg uerra e as duas ideas -forzas
de nación e clase. Coido que había unha certa coincidencia de puntos de vista
entre Risco e o gran escritor vienés Karl Kraus − anque non penso que o t ives e
lido pois nun ca me falou de el− coa sua crítica femente e pesimista da vida soci al
e polític a, dos avances tecnolóxicos e do futuro da humanidade conceb ido coma
unha marcha ca ra un destino superio r”.
As conversas qu e manterán os dous, xunto co n Armesto e Canedo, serán
polémicas e interesa nte s, e mesmo confésanos Tobío que tiñan algo de d iálogo
platónico. Malia as aparentes discrepancias, o amor a Ga licia era o vencello que os unía.
Con todo , a sit uación económica de Lois Tobío non era moi alent adora , o ritmo
de vida en Berlín facíase difícil de aguantar, aí nda que contase cunha ax uda que lle
mandará un tío seu empresario emig rado en Améri ca. Por outro lado, tiña que pensar no
seu futuro laboral. Non podía alongar máis a súa tempada berlinesa, así que debe tomar
a decisión de voltar. Pero vex amos antes da parti d a as impresións que lle causou á alma
gozosa de Tobío a súa estadía alema na 237 :
“Eu sentíame feliz en Berlí n, coma se estivese no centro do mundo, pero o tempo
pasaba e t iña que pen sar no porvir e es perta r daqu el sono eng adante e mesmo
enervante […] Dera o salto de Galicia a Europa sen pasar polos madriles nin
coñecer ningún outro lu gar de España. E a verdade se rá que en moitos sitios desta
heime sentir máis alleo do que e n Alemania. Hai en Santiago un v ello fondo de
europeísmo que lle ven do sonado Camiño e que, malia todas as pexas e
deformacións que houbo de sufrir ao longo dos sé c ulos, persiste acocha do nos
seus moimen tos e no ambiente das ruas e, máis ca nada, no Pórtico da Gloria, o
noso gran venc ello coese mundo […] Voltaba de Al emania máis europeu e máis
sentimento, e ata gorentaba a sua voce, que semellab a tér âs veces com´ un estrang ulamento cordia l no
meio do seu cheo resoar de campana. Cand ´o Armesto, n a sua rápida o rtodoxia marxista, exposta n - un
estilo an guloso coas imág es deto nantes da nosa liter atura q u´acacía máis do seu so rriso de b on rapaz
bromista que co-a sua voze decreba da qu ería barrer todo sentimenta lismo, tod a filantropía, toda flebeza
justiceira ou ética , o To bío argu mentaba q ue se non fora p or un sentimen to de justiza e fraternidade
hu mán, n inguén podería ser c omunista. Antre nós, o Tobío, qu´ era o máis n ovo, era o elemento ecléctico
e moderad or, o espri to da comprensión e da síntese. A luz acesa, ollá base na parede on de caía a
cabiceira da cama do Tob ío, un gran retrato pend urado. Era u nha d´esas ampliació s fotog ráficas q ue na
nosa Terra se poñen nas casas o nde morre u n da familia. Parella mente era a quil o retr ato d ´unha filla
do matrimonio Dzialiner, morta moi nova [...] Aconselleille ao Tobío qu e se namorara d ´aquela morta.
O Tobío láyase, co ma min, d a desaparición da Alemaña romántica; máis no n conseguin que se namo rara
d´aquil retrato […] logo , o Tobío descen de da cad eira filosó fica e ju rideca e vai pr´a cociña, e
namen tres o Canedo cobre a mesa e pon n -ela queixo , pan centeo e un q ueipo de froita, volve c´unha
band eja de laca na que trai café con leite e máis unha tortilla d e ma n de mestre p reparada co -as suas
mans pro fesorais. O Tobío sa tisfeito de ter deixa do un instante a Kelsen por Picad illo” .
237 D.T.L. , pp . 251- 253.
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galego pois non hai dúbida que o futuro salvador destas terras está no
rec oñecim ent o e na armonización das distint as e gloriosas singular idades, de
todas, teñan hox e estado ou non, nunha i rman dade coa que desde ha i xa ben tempo
veñen soñand o os seus má is ilustres fillos”.
3.1.5. O “europeo” chega a Madrid
Tobío regresa d e Berlín a Galicia por un breve intre de tempo, en concreto, por
un ano. De novo a S antiag o dura nte o curso 1930-1931. P resentíase x a o
desmoronamento da ditadura: Primo dimit irá e o monarca en cargará a Berenguer a
formación dun goberno. Esta situación fix o que os partidos e os sindicatos comezaran a
posicionarse. No caso g alego, un dos que primeir o o fix o foi Casares Quiroga, a quen
Tobío coñeceu nunha x untanza a cal acudiu como parte integrante dun Comité
Universitario. Vexamos de primeira man o impacto e as sensacións que lle provocou tal
persoeiro 238 :
“A impresión que me produciu xa daquela f oi máis ben decepcionan te para
conductor político. Era o t ípico señor ito de A Coruña, libera l, snob, fino, sotil,
unha miga escéptico, máis por cons i deralo elegante que por conv icción, devoto da
literatura francesa. Era o ʻenfant t errible ʼ da sociedade coruñesa á que pertenc ía
por vencellos familiares e eso dáballe prestixio entre as clases medias e populares,
acrecentado por certos xestos irreverentes e iconocl astas de que todos falaban
[…] Em ilio González López hame confe sar, moitos anos despois, no desterro, qu e
o Casares fora unha criación dos republicáns de A Coruña que precisaban dunha
figura de viso para poñela ao f rente, e que, polo seu caráct er, era un incon sciente,
un frív olo e un super f ic ial […] q ue nada t iña de ga leguista, que era un
republicano ao vello esti lo, máis ben central ista e u nha miga caci quil, f oi qu en
levou a representaci ón da nosa terra nas xestións e xuntanzas que se fixeron nas
vésperas da in staurac ión da Repúb li ca” .
A chama galeguista estivera a cesa durante os tempos dit atoriais, grazas ás
Irmandades e á rede de contactos persoais ex istentes. C oa chegada de Bereng uer ó
poder, a I rm ande N azonalista decatouse qu e debía dar un paso ó fronte e posi cionarse
politicamente, así o f ará cando s e proclame rep ublicana pouco antes d a arribada da
República. No tocante a Casares Quiroga, est e era consciente de que lle conviña atrae r
elementos galeguistas ó grupo que andaban a conformar. Porque aínda que el fose
republicano, non se p reocupaba polo problem a d e Galicia. Polo que tivo que conseguir
que Antón Vilar P onte se apr oximara ó seu par tido e lle d era desta maneira o c ariz
238 D.T.L. , pp . 255 - 256.
128
partido, o chamado tetrálogo, que inspi raría a acción políti ca deste. Na súa totalidade
ese punto IV r eza a sí 253 : “Galicia, célula de universalidade, antiimperialismo ,
federalismo internacional, pacifismo” .
Xa de regreso de Madrid, en outono de 1932 ― cómpre aclarar que a etapa de
Tobío na participac ión n os chamados ―equipos s onoros‖ prodúcese cando este volt a no
verán de vacacións a Galicia , concluído o seu ano de curso de doutoramento na capital
española―, Tobío debe meditar na procura dunha seguridade laboral para o seu futuro,
dado que a súa familia n on podía axudalo economi camente por máis tempo, posto que
cas e tódolos seus irmáns estaban a estud ar e o po sto de axudante non daba para moito.
Polo que finalmente decide presentarse a unhas op osicións de inspector de t raba llo. Pero
unha vez máis o destino in fluirá na vida do nos o home, e ó mesmo tempo que esas
prazas para insp ector de traballo son convocadas tamén o son unhas para entrar na
carreira diplomática. Tob ío decide simultanea r as dúas convocatori as nun primeiro intre.
Ata que ó final se acabe decantando pola vía diplomática.
3.1.6. A lealdade ás ideas: Sof ía
Volta, x a que logo, Tobío ás súas clases de Historia do Dereito, a índa que o
ambiente que se atopa agora na capital compost elá é al go descafeinado, posto que a
maior parte dos profesores novos pasáranse ó eido da políti ca co establecemento da II
República. Por iso, dedica ba L ois Tobío as súas horas mortas a estar na Biblioteca da
Fac ultade. Foi alí onde, ollando un número da Gac eta , comprobou que se convocaban
postos para a carreira diplom ática. O de Viveiro coñecía perfectamente as materias que
se ían tocar, porque aínda as mantiña intactas da súa etapa d e estudante. Por outra
banda, un dos exercicios que se pedían e ra tamén dabondo doa do para o noso
protag onista, x a que cons istía nunha proba de linguas estr anxeiras, sendo unha o francés
― lingua qu e Lois Tobío dominaba dende pequeno― e o outro idioma dei xábase á libre
escolla do opositor, e c omo tiña o alemán aínda ben fresquiño, decantouse por este.
Entre o tempo que Tobío tarda en soli citar os papeis necesarios para a
presentación da do cumentación, t endo qu e realiz ar distint os trámites administrativos,
xórdelle o problema de que reúne tódolos docume ntos necesarios xusto a véspera 254 . Por
253 D.T.L., p . 270. En capítulos po steriores afondare m o s ne sa noció n tobiana da cédula d e universalidade.
254 D.T.L ., p . 271 . Lois T obío fai a seguinte ref lexión, que se mostra unha co nstante ó l ongo da súa
dilatada vida, sobre o papel que xoga a sorte no percor rer vital dos seres humano s: “Cánta s veces na vida
129
iso, solicita axuda ó pai dun compañeiro seu, que era o xefe de correos de S antiago, para
que o funcionario qu e leve a co rre spondencia a Madrid ll e mande a instanci a
directamente ó ministerio nada máis chegar á cida de.
Ocorría tamén, como xa mencionamos en liñas anteriores, que Tobío optara por
presentar se primeiro a unha s oposi cións de inspector de traballo. Pero como as de
diplomático non eran unha carga excesiva de traballo para a súa portentosa memoria e
xa dominaba moitos dos temas, escolle pre parar as dúas a un tempo. Para tal motivo,
tendo en conta que as prazas para inspector de traballo eran de nova c reación, Lois
Tobío decide partir de novo cara a Madrid 255 no comezo do ano 1933. Alí alóxase no
número 38 da rúa Castello. A súa arrendadora sería dona P atricia, unha viúva
cincuentona.
Axiña terá Tobío que enfrontarse ó reto dos exames. Primeiro, ós de inspec tor de
traballo, coa boa sorte de que consegue superar as dúas primeiras probas. Aínda que
case decontado comezan os ex ames para a carreira diplomática, nos que obtén
semellante fortuna ós anteriores. P orque eses p rimeiros valados que tivo que brincar
resultábanlle coñecidos para el; estou a falar das p robas de coñecemento de idi omas, nas
que el sob ranceaba . Emporiso , houbera certa chanza co choio que incluso deu para un
artigo de xornal, no qu e baixo o tí tulo de ―La inst itución y la I nstitución‖, publicado no
ABC por Eu genio d´Ors establecíase a diferenza entre aqueles que aprenderan o idioma
de nenos coa súa institutriz francesa e aqueles que o aprenderan gramaticalmente .
Predominando no oral os primei ros, co seu acento puro parisiense; pero resultando
ga ñadores os segundos, entre os que Tobío se contaba, porque os seus exerci ci os
escritos eran ben mellores.
Anécdotas aparte, o da carreira diplomática pint aba mellor e a g radaba máis ó
viveirense, sendo decisorio para que se decantase por esta que suspendera o terceiro
exame para inspector d e traballo, malia que Tobío o preparara acudindo a unha
academia onde tom ara clases da man dun enxeñeiro industrial. Pero víase que os fados
tiñan rese rvados outros designios para o noso benquerido actor. Así pois, dedí ca se de
ch eo e con ex clusividade ás probas de in greso no corpo diplomático. Cos novos tempos
o de stino do home depende de peq ueñas cousas como esta: somo s, de certo, fillos do a zar, do ca pricho
dos deu ses que xogan co nnosco, dixeran os vellos greg os, coma con monecos” .
255 D.T.L. , pp . 271 -272. Lois Tobío dinos da súa segunda estadía na capital do estad o: “E tamén me
sentía a xeito en Ma drid, e era xa a segunda tempada qu e nel pa saba. Aquela xente era bo a, co rtés e
servicial, cica is un pouco inxenua, sen retranca, algo superficial, leda e o falar das cl ases po pulares
facíame g racia por aqu el seu ton unha miga retórico ou ʻred ichoʼ e o silabeo e ademán s de majo” .
130
o modelo de ex ame cambiara algo e xa non tivo que enfrontarse a unha p roba escrita.
Agora os membros do tribunal int erpe larano sobre as diferentes materias a examinar,
tratando así de avaliar o seu xuízo e capacidade para o cargo a desempeñar nun futuro.
Dos máis de douscento s aspirantes iniciais, soamente foron aprobados vint e e sete ,
quedando sen cubrir tódalas prazas ofert adas. A L ois Tobío déronlle o posto do seu
benquerido, p ara o utros malfadado, núm ero tr ece ― díx ito sempre de boa sorte para el,
como ben s abemos , que nacera un día tal que así ―, se ben, tempo despo is descubrirá
que nin ese posto estivera a piques de obt er, po rque Amé rico Castro 256 , presidente d o
tribunal, actuará na súa contra p ara baixarll e a pun tuación e incluso deixalo fóra;
carraxe ou manía, xa non cara Tobío mesmo, senón cara a estirpe ga lega, que nun ca
alcanzou a entender o noso protagonista dun hom e tan ben estimado nun país cunha fala
irmá da galega, o Bras il, e porque Sánchez Cantón lle fixera chegar comentarios
laudatorios a don Américo sobre a persoa de Lois Tobío e a súa importante función no
Seminario de Estudios Galegos. Á parte de resultarlle choc ante ó de Viveiro que el for a
o único galego dos que se presentaron que obtivo praza, e iso que había entre os desa
raza moitos tamén moi ben pre parados.
Pasados xa estes trámites, os vinte e sete ap robados 257 deben comezar un curso
de formación sobre Dereito diplomático e c onsular. Os encargados d e dar o curso era n
catedráticos de universidade, funcionarios do ministerio e algún diplomático
experimentado ou, dado o caso, tamén algunha figura de alc ance na escena política
internacional do momento. Por outro lado, e s te tempo de ensinanzas en común
contribuíu a a umentar e estreitar fonda mente os lazos de amizade entre tódolos
256 D.T .L., pp. 273-27 4. De tódalas maneiras ve m o s como co p aso dos anos aquela ca rraxe que parec ía ter
Américo Castro cara os galego s trocara, e m es m o par ece ser que durante o exilio a xudara a Ramón
Martínez López (a q uen por certo lle falou boas co usas don Américo d e Lois Tob ío) a conseguir unha
praza d e profesor na Universid ade de T exas.
257 Segundo di El Co mpostelano (18- II -1933 p . 2 ), T obío sacou a praz a na oposición. Por tal motivo, e
sempre co m o vemos seguindo a dito xor nal, é felicitad o nunha reu nión do Se minario de Estudos Ga legos
celebrad a o 10 de marzo de 1 933. Renu nciando o ficialmente, ta mén seg ún este xornal, o 15 d e novembro
de 19 33 á súa praza como profesor auxiliar na Fac ultade de Dereito da Universidad e de Santiago. Ata aí
parece ser todo corr ecto, o máis curioso do caso, e q ue po dem o s ver en El Comp ostelano , é q ue ó final,
uns días antes da súa renunci a, Lois T obío fora ascendido para ocupar a cátedra de Historia do Dereito,
en co ncreto o 6 de novembro de 1933. T amén se nos fai cha m ativo que ó s e scasos do us meses d e ter
saído a nova sobre a o btención dun po sto po r parte de T obío no corpo diplomático saíse outra do 25 de
abril de 1933, que nos in forma da concesión a este d unha b olsa veraniega na Universi dad e de Santander.
Bolsa q ue non sabe m o s se c hegou a desfrutar o u non, p orq ue nas s úas D.T.L. no n se nos d i nad a ó
respecto nin ta m pouco el conta que finalmente se lle ascender á á cáted ra de Historia do Dereito.
Finalmente, e p ara re m atar con este b aile de datas de El Compostela no , com prob am os q ue o 2 8 de marzo
de 19 34 é co nvocada unha p raza no benq uerido Se minario de Estudos Gale gos, para c ubr ir a baixa de
Tobío c omo d irector da Sección de Ciencias Sociais, po sto que, dise no xornal, este se achaba xa en
Sofía.
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aspirantes. Sendo Francisco García Lorca, irm án do inmortal poeta, Salvador Téllez,
Jaime Argüelles e M argarita Salaverría, prim eira muller que entrou na carreira
diplomática en Esp aña, os persoeiros a quen Tobío lles tomará máis lei, dado que
amosaba coincidir con e les en t emas políti cos e ideolóx icos. A tempada ale mana d e
Lois Tobío e a súa teima europeísta facía que os seus compañeiros de promoción o
alcumasen ―el eur opeo‖.
Transcorrido o tempo pre ceptivo de formación máis teórica, o grupo de f uturos
diplomáticos fará unha viaxe perc orrendo as zonas do Estado Español que tiñan máis
directa e intensa relación coa p rodución e comercio para a ex portación. Véx anse: a
Mancha, And alucía e o Levante. P ese ó aparente hieratismo diplomático e ó seu bo
estar, a ex pedición tiña á s veces máis trazos de excursión escolar, porque nos
desprazamentos entre un punto e outro predominaban as canti g as dos tempos infantís.
Ollemos por un breve instante as sensacións que ll e produciu a L ois Tobío este
percorrido por terras de España ata entón para el descoñecidas 258 :
“Aquela viaxe f o ra para min unha revelac ión pola variedade e fermos ura do que
vira e polo novo e difere nte que era do meu. A pai saxe de Alemania non me
parecera t an estraña coma moitas das que agora cont emp laba. Estrañ as pero
marabillosas, coaquela luz, aquel claror, aquelas brancuras coas sombras violeta ,
aqueles azúes intenso s do ceo e do mar. Sentía a atr acción do home nor teño pola
nidia beleza das terras do sul , do Mediterráne o, que a t antos norteños enfeitizo u
[…] ” .
Concluído o periplo, volven todos por un breve lapso de tempo a Madrid. Alí
están só o necesario para que se lle firme a Tobío, dende o Minist erio de Estado, a orde
pola ca l era apto para continuar os cur sos prepara torios e ingresar na di plomacia. Xa
que logo, emprenden de novo unha xeira, neste caso, polo estranxeiro. A súa p rimeira
parada será Xenebra, onde deben se guir uns cursos da Sociedade de Nacións. Nesta
cidade neutr al terán un enf rontamento sobre o tema da democracia, cos chuf óns e
declamadores facciosos italianos. Aínda que tamén enlazarán con Madariaga, xefe da
delegac ión español a na Sociedade de Nacións 259 , quen lles ofrece rá valiosa informació n
258 D.T.L. , p. 277.
259 Ríos, Xulio, Ga licia e a Sociedade das Nación s . Vigo, Galaxia, 199 2, p. 11. Nesta interesante o bra
prolo gada por Lois T obío podem os ver unhas pequenas verbas d o vive ir ense sobre a i nstitución creada e
a situación despois da I Gue rra Mundial: “Po is pesia ás d eclaracións id ealistas e utópicas de Wilson, ó
proclama r o princip io d as nacionalid ades, todo o q ue se fixo, desd e o deseño das n ovas fronteiras ata a
propia Sociedad e, n on fo i máis q ue a expresión das co nveniencias e intereses do s ven cedores pa r a
afianzar o seu triunfo. Nin ven cidos nin neutrais tiñan alí nada que fa cer” . Máis adiante, nas D. T.L ., pp.
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sobre o funcion amento da mesma e sob re o complicado sistema internac ional de
relacións.
Continuando coa viax e, e deixando atrás os cursiños xenebrinos durante os que
Tobío puido coñecer afondo a cidade , agora desprázanse cara á anti ga e b elida capital
imperial, Praga. Cos seu s moradores qu e causan admiración naquel, porque foran quen
de erguer a súa asoballada lingua. Unha feiticeira Praga da que Lois Tobío di 260 :
“Non perdera o seu carácter máxico de antano pois aínda se ntí a ún pasar as
pantasmas dos alquimistas que moraran e laboraran na per cura da pedra filosofal
e dou tros misterios n as casas pequeniñas do s eu barrio, e pairaba no ar a
lembranza de Rodol fo II , aquel emp erador de esp írito es o térico e surrealista
engaiolado polas pinturas de Archimboldo e as artes divinat orias e astroló xi cas d e
John Dee. Praga – dixer a un dos se us fillo – está moi preto da paradoxa pois nela
vívense intensamente os soños, o mundo ao revés, o s di sparat es, e a xente móvese
doadamente no límite que separa a realidad e dese outro mundo de f ronte iras que
está por deb aixo ou por enriba das cou sas, o dos a nxos de Rilke” .
Tralo en gaiolante p aso por ter ras checoslov acas, a expedición diríx ese cara á
veciña Polonia, que atravesarán de sur a nort e. En tal contex to poderá comprobar de
primeira man Tobío os problemas e dispu tas do pobo polaco con Alemaña, polo famoso
e desventurado, ó cabo, corredor do Danzig, produto da pésima división de fronteira s
nacida da Primeira Gran de Gue rra e xerme da Se gunda que logo virá.
Malia estar Polonia dominada por unha ditadura encuberta, foi alí onde as súas
autoridades se portaron con mellor re galía cos ex pedicionarios. Era este un país de
contrastes, dada a súa anterior repartición e div isión. Nel víanse xentes con x eito vienés,
outros con adobíos prus ianos e outros de comportamentos rusos , porque como ven
comprobaría Tobío 261 : “Non é doado recompor axiña nacións que estiveron part id as
moito tempo e, no caso, a penas pasara unh a ducia de anos d esde que s e tiña
restaurado a unidade. A influencia cultural, social e política remanece, coma un ec o,
longamente; hai que agardar unha xeración polo menos”.
287 -288, com énta nos T obío com o n unha segunda estadía en Xenebr a puido seguir unha tensa e sce na de
enfrontamento entre as dele gació ns xer mana e a ustríaca q ue, por m or do pr otocolo d a Sociedad e de
Nacións, na cal se seguía o idioma francés, figuraban ó caró n unha da outra. Estando entre os
representantes ale máns Goebb els e Hess e p ola banda aus triaca o chanceler Do llfuss , q uen subí u ó estrado
para queixarse amar gamente dos abusos de poder nazi e as te ntativas destes po r mobilizar os seu s
seguidores en ter ras a ustríaca s e tira lo do pod er. Os nazis negaron rotunda mente estas a cusasións, p ero
non tardaría m oito en caer ases inado Dollfuss nun asalto nazi á chancelería de Viena.
260 D.T.L. , p. 281.
261 D.T.L. , p. 283.
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Se n abandonar os p ensamentos de L ois Tobío, d eleitémonos un ha vez máis coas
súas profundas e suxestivas de scricións, neste c aso, de dúas das principais c idades
polacas:
“Varsovia era unh a cidade ev ocadora, co s seus restos do pasado, palac ios e
igrexas, enchoupada dunh a melanco lía que subía do río, a que adoitan ter as
cidades que vi ñeron a menos. Aínda máis melancólica era Crac ovia, coa sua
catedral gótica e a Ba rbacana das antigas mura llas e o castelo de W awel, a ci dade
onde se coroaban e sartegaban, alfa e omega, os antigos reis de Polon i a. Cracovi a
é a capital d a Galicia do oriente europeu, cuio nome, coma o da nosa proclama a
sua orixe céltica. Desde aquí, e deica os Fisterres, estendér ase por to da
Centroeurop a aquel pobo que consti tui, sen dúbida, a derradeira camada masiva
chegada á nos a terra”.
Dende a evocadora ch ama do pasado celta , Tobío e os vinte e seis compañeiros
trasládanse ata unha v ella e descoñecida Alemaña. Nada máis chegar a Berlín de novo,
o viveirense decátase ab raiado de que a suba dos nazis ó poder trocara as cousas 262 :
“Non se vían máis ca bandeiras vermellas ca svástica por todas partes. Moitos SA
fachendosos, desafiantes, en parellas, a bater fort e no chan coas suas altas bota s”.
Aínda así, o goberno alemán non os trat aba m al. Incluso tiveron a oc asión de visi ta r, a
saber p or qué, un laboratorio de biolox ía, onde se traballaba arredo r d as investigacións
xenéticas e dos cruces raciais, dirix ido paradox almente por unha xud ía 263 . No seu
retorno a terr as x ermanas Tobío tivo ocasión de xuntarse de novo con Elisabeth, a súa
moza alemana, da cal qu edou desen cantado, porque malia considerarse d emócrata non
vía con malos ollos a vitoria de Hitler. S egundo razoaba o noso protagonista 264 :
“Par ecíame que nel es o degoiro de recompor a nación tronzada e aontada era máis
forte do que calquer ou tra consideración e p ensaban que Hitler eran quen a fa celo.
Pero o destino, o schicksal que tanto obsesinóu sempre aos alemáns, far á de el, pola
contra, o a xente dun final aínda máis tráxico” .
En outono de 1933, despois de ver o estado en que se atopaba a súa malpocada
Alemaña, Lois Tobío e o s demais aspirantes fan viax e de volta a Madrid. Xa superados
tódolos cursos e x eiras preparatorias, era hora de agardar pola resolución final. Esta foi
propicia pa ra Tobío qu e lle permitiu subir uns chanzos no esc alafón, pasando do seu
262 D.T.L. , p. 285.
263 D.T.L. , p. 286. Cóntanos T obío como entre sectores xudeus non foi m al ollad a a chegada do s nazis ó
poder e por iso co laboraron con eles, d icindo que seguramen te iso se deb era a unha actitud e de auto -odio,
parecid a tam én á que se en xerga nos galegos.
264 D.T.L. , p. 287.
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afortunado posto trece a un nada desdeña ble número seis. Gra zas, en b oa medida, ós
óptimos informes e traballos feitos re collendo as impresións produc idas durante o
itinerario por terra s estranx eiras. Era, entón, pola favora ble posición que acadara que
Lois Tobío podía solicitar un destino fóra de Esp aña, cousa que el quería, en troques de
estar a g ardando en situación de expectativa de r umb o. Resulta, por iso, que Tobío se
decanta como lugar da súa parada polo viceconsulado de Xerusalén. Pero cando se
atopaba pr eparando a partida recibe unh a chamada dun compañeiro de promoción, ó cal
lle intere saba o posto de Xe rusalén e lle solicitaba un troco polo de secre t ario da
legación de Sofía que el escollera . L ois Tobío accede sen problemas ó cambio, dado que
calquera dos dous destinos ll e agra dab an; non obstante, a seu pai non lle comprac ía en
demasía tal troco , porque tiña a esperanza de que o fill o en te rras de Oriente Medio
recuperase a fe pe rdida. O que si quería Tobío era pasar as vacacións de Nadal na súa
casa. Aínda que a tentativa vi use truncada por unha chamada do ministerio que urxía a
súa ocupación inm ediata do cargo, posto que non había n ingún funcionario de carre ira
na legac ión e a mesma era atendida por un vicecónsul honorario.
É así como Lois Tobío chega á capital búl gara o 26 de de cembro de 19 33, vía
Xenebra, despois dun traxecto no Simplon Orient Express . Na estación é recibido por
dous xudeus sefarditas 265 , David Haimof, o vicecónsul honorario e Josef Davidof, o
chanceler da legación. O país 266 ó que chega Tobío é naquela época un reinado baixo a
soberanía do rei Boris. Bulgaria atópase moi e mpobrec ida polas consecuencias da I
Guerra Mundial e vivindo unha situac ión política inestable.
265 D.T.L ., p. 296. Ollemos o que nos di T obío sobre estes sefarditas ou espanioles: “Est es espanioles
eran principalmen te xe nte d e comercio e de ba nca e profesi onais do dereito e d a med icina, escritores, de
formación francesa os má is deles po rque Fran cia coidara mo ito este a specto da su a expansión polo
Próximo Oriente a través da Allia nce Israelite Un iverselle: case todos estudaran en escolas frances as e
por eso o la dino d a xente culta estaba inzado de g alicismos; lémbro me, p or exem plo, q ue nu nh a
conferencia qu e dera no ʻCentro Españolʼ un coñ ecid o intelectual sefardí, a os ʻse resʼ , no sens o
filosófico, cha máballe ʻetrosʼ . E se ce ntro era unha socied ade recreativa facía tert u lia, xogábase,
bailáb ase, organizábanse festas e dába se algún concerto ou conferencia : eu falei nel algun a vez sobre
temas relacion ados coa mo derna literatura espa ñola” . Nós te m os a sorte e a honra de ter, grazas ó
impagable lab or d e Constanza To bío, filla d e noso benqueri do Lois, esa conferencia que menc iona To bío
nas súas D.T.L. Esa e case que todas as mencionad as nesa o bra, como xa d ixem os. Dita co mu nicación,
único traballo inédito e manuscrito que d el se co nserva an terior á Guerr a Civil E spañola, versa sob re a
prosa esp añola dende o século XVI, o cha m ad o Século de Ouro da liter atura española, ata o século XX,
onde se remata falando d e au tores daquela conte m p orá neos, co ma Val le -I nclán, Azorín e Gab riel Mir ó.
Vexamos u nhas peque nas verbas d a mesma: “El hech o es q ue la prosa ca stellana es la más llena,
magnífica , solemne y sonora de todas las literatu ras que subsiguen al renacimien to […] ” .
266 D.T.L., p. 2 89. Nel recolle a opinión das impresións da persoa que ocupou o cargo antes ca e l na
legación espa ñola. Este co m é ntalle o seguinte que T obío p araf rasea desta man eira: ― Díxo me que era u nha
marabilla, un d eses sitios no s que, co ma se d i, én trase cho rando e sáese cho rando po rque, d ebaixo da
sua ap ariencia griseira e morna , latexa un mund o cheo de interés, noved oso e mesmo engaiola dor” .
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Percibamos por un intre como era a capital da Bulgaria á que che gou Lois
Tobío 267 :
“Sofia era unha cidade pequena e graciosa, moi limpa e ben sol eira da, nalgunhas
ruas con pavimento de tacos de madeira que f acía lene o camiñar. Non chegab a
por aqueles anos ao cuarto de millón de veciños e o ri tmo urbán era calmo e
pracente. Non había nela barrios m iserentos, deses que adoita haber na s grand es
metrópolis, e, en cox un to, daba a impre sión dun vivir modesto pero daband o
cómodo e sen grande s contrastes no ec on ómico e soc ial. Desde que Bulgaria
acadara a independencia, Sofia fora medrando coma capital do novo estado. Tiña
bons centros de ensino, museus e un teatro oficia l, a parte doutros privados, o
ʻNaroden Teaterʼ , ou Te atro Nacional, no que había función todos os días,
alternando ópe ra e drama” .
Aqueles x eadas e invernais rúas sofiotas ás que arr ibou Tobío ofrecían im axes
ben paradoxais. Porque era perfectamente pal pable o contraste entre a xente que se
vestía seguindo mái s ou menos un estilo occi dental e aqueles labregos con pelizas
coloridas e os s eus galorchos picudos, que alí chámanse kalpak ; ou os popes barbudos e
gue delludos que portaban sombreiros en forma de ch eminea; os turcos co seu máis
cativo fez, acompañados das turca s tap adas ata as orellas; os vendedores albane ses d e
bosá , auga de cebada , ataviados á antiga forma turca. Todo isto sazonado cos postos
onde se vendían doce s tradiciona is orientais, cos ca fés turcos, coa súa x ente na porta
fumando narguilé, cos seus abondosos baños turcos tamén, nos que Sofia é privilexiada
polas súas fontes de auga quente natura l. Tendo como contrapunto este colorido collage
uns negros corvos se mpr e alborotadores que a sexaban dend e os tellados.
A Bulgaria á que chega L ois Tobío a finais de 1933 saía, como xa dixemos,
aínda das tachas qu e lle c aera n enriba por ter participado no bando dos ven cidos durante
a I Guerra Mundial. A d ecisión fora do tsar Ferdinand 268 , de orixe alemana. E ste actuara
conforme ás súas filias desbotando o sentir do pobo búlg aro por Rusia, país este últim o
a quen lle debía Bulgaria a súa indepe ndencia.
267 D.T.L. , pp . 291- 292.
268 D.T.L. , p . 3 03. Observemos o q ue nos di Tobío sob re ese tsar búlgaro: “Ferdinand de Saxonia -
Coburgo -Gotha é un curioso caso de autócrata algo a nacrónico, un d éspota ilustrado ap rès la lettre ,
gran o rganizador, requ intado, culto, sensual, afouto polo progreso do seu reino Fo ra oficial do ex ército
austriaco, era de xin ea francesa pola n ai, Clementina , nad a men os qu e filla de Lo uis Philip pe, e ca sara
con María Luisa de Borbón Parma. Sa bía m oito de b otánica e coleccio naba ped ras precio sas que
gustaba de remexer e deixar esvarar en tre o s ded os, deleitán dose co seu tacto […] Tiña soño s d e
príncipe o riental e na s guerras balcá nicas o seu fito era cheg ar a restablecer o Imperio Bizan tino e p orse
na ca beza a coroa de basileu s” .
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Malia iso, Ferdinand fora o creador da mode rna Bulgaria, dot ara ó país d e boas
escolas, estr adas e obras públicas, re formando a a ntiga e co rrupta admini stración le gada
polos turcos e, por suposto, creara tamén un exército moderno. Concluída a I Gue rra
Mundial con consecuencias desastrosas para B ulgaria, Ferdinand abdicará no seu fillo
Boris 269 ―que goberna ba ó arr ibar Tobío a Bulgaria― e co cal poderá ter varias
conversa s a soas, segundo os usos di plomáticos.
A corte sofiota era tirando a modesta, aínda que Ferdinand nos seus tempos , e
dado que fora cri ado en Viena, propux érase cre ar unha copi a reducida da corte dos
Habsburgos que el coñecera. Pero ó non dispo r nin de cartos nin de cortesáns, porque a
meirande parte da nobreza pasara a mellor vida no tempo da dominación turca, tivo que
transformar en cortesáns , x a que logo, a pequeno burgueses e m esmo nalgún caso a
xentes do a gro. M alia que xa no reinado de Bor is había unha pe quena elite culta
formada no estranxeiro, o país estaba sumido nunha profunda ruína como consecuencia
do pag o das reparacións da I Guerra Mundial. Con todo, Boris se mpre gustou de
apare ntar e, ó c abo, a c orte de Sofía viña semellar unha op ereta vienesa re presentada
nun teatro provincia no.
Boris alcanzara o trono na x uventude, ós 24 anos, tras finalizar a I Gue rra
Mundial. En primeiro lug ar, encargara a f ormación do g oberno a Alexander
Stambuliski, fillo de labreg os, que estive ra conde nado na cadea durante tres anos por
ameazar ó tsa r Ferdinand cunha ond eada d e viole ncia se este se puña de p arte do bando
dos imperios centrais; aí nda que de resultas, Stambuliski foi o que asino u o tratado de
Neuilly. O partido que el dirix ía mantiña unha loita sui gen eris , porque non propu gna ba
un conflito de clases en tre capitalistas e propiet arios senón entre o a gro e as vilas,
esixindo desta maneira a ex propiac ión dos g randes latifundios e n p oder da I grex a, da
Coroa e en mans privadas, para así poder repartilos entre os refuxiados búlgaros que
viñan das zonas que Bulgaria pe rdera no conflito armado. Pe ro a estra ña ditadura do
agro sob re a cidade que Stambuliski instaurara non duraría moito e este será asasinado
en 1923, sendo substituído por outro gobe rno despóti co en mans dun tal Tsankof que se
269 D.T.L. , p. 30 4. Com éntanos Lois To bío sobre Boris o que seg ue: “ […] Bo ris, que era, po lo trexeito
físico e po lo carácter, máis Borbó n ca alemá n, saía á nai. De alg o menos que mediana estatura, tiña o
nariz da familia materna , ollos verdes d e mirar e squivo e esculca nte, a ncha frente curvada , cranio
calvelo, bigo de pequeño recortado e beizos fin os q ue a s ve ces asomaba n u nha ex presión irónica. Dicían
que tamén era mo i da do á botán ica, que sabía moito de mecá nica e doutras co usas, q ue falaba mo itas
lingua s, que era moi afeizoado ás ca rreiras de auto móbeles pero que a sua teima maior era co ller unha
locomo tora e condu cila ata Dragomán, na fronteira con Iugoslavia” .
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dedicou a vin garse desfacendo os logros conseguidos polo seu anteces or, ó que os
partidarios daque l (Stambuliski ) contestaron mediante unha campaña terrorist a.
En decembro de 1933, data na que Tobío po n os pés en Bulgaria, as cousas
parec ían atoparse máis calmas. O gobe rno estaba en m ans dunha coalición de catro
partidos, presidido por Nicola Muxanof, o cal adoitara unh a políti ca de tolerancia e
reconc iliación nacional. Pero a crise económica e o auxe do comunismo, da da a
influencia e simpatía cara a Rusia pola meirande parte do pobo búl garo, viñeron dar ó
cabo con outra situa ción de inestabilidade e cambio político. O caso foi que os
comunistas obti vera n, grazas ó apoio dos traballa dores que coa crecente
industrialización foran substituíndo ós labr egos, a maioría absoluta de concelleiros na
capital búlgara nas eleccións municipais de 1932. Os sectores d e ultradereita
alarmár onse ant e a situación e como consecuenc ia o parl amento anulou as actas deses
concelleiros e, por enriba, encarcerou a al gún d eles. Como o goberno non se puña de
acordo sobre a actitude que d ebían seguir verbo dos comunistas, xunguido á mala
situación económica pola que pasaba o país, is to deu lugar finalmente a que un grupo de
militares asaltaran o palacio real en maio de 1934. Instaurá ndose así unha nova ditadura,
en conivencia co rei Boris, a cal resultou incapaz de resolver os problemas económicos,
pero que levou a cabo dúas medidas q ue acaerán moi ben entre o pob o: establecer
relacións coa URSS e r ematar co p roblema ma cedonio 270 . Pese a iso , as cousas non
rematarán así, Boris es pertará do seu letargo e decidirá cambiar o escenario dos
acontecementos substituíndo ó xefe d a ditad ura milit ar por outro miliciano; idea qu e
270 D.T.L ., pp. 310- 312 . Resuma m os a i nformación dad a por Tob ío sob re a cuestión maced onia. A cousa
era que Macedo nia estivera dividida en tres p artes, unha parte grega, unha iu goslava e outra b úlgara. O
pobo macedonio co mpartía maio res semellanzas e simpa tías cos b úlgaros; p asando despo is da guerr a
m oito s macedonios co ma refuxiados das zonas grega e iu goslava á búlgara. Per o isto non q uedou nun
mero trasvase pob oacional, os macedonios asentados en terr itorio de Bulgaria decid iron crear a
Organización Revol ucionaria Interna de Macedonia (ORIM ) para loitar contra os gre gos e os iugosla vos.
Para elo, co m ez aron unha ca mpaña terrorista p ola front eira que o pequeno exérci to b úlgaro era incapaz de
controlar e que fora ben acollido entre moitos sectores da pob oación d e Bulgaria, aínda q ue isto daba
lugar a tensió ns co n gregos e iugoslavos. Co te mpo co mezaron as d iscrepancias dentro do ORIM, entre
aqueles q ue prop ugnaban unha unión con B ulgaria e aqueles que optab an por unha Ma cedonia unida,
autónoma e dentro d unha fe deración d os eslavos dos Balcáns. E ntrementres, M ussolini a pr oveitou a
situación ó ver as au gas re voltas, así, baixo unha finxida axuda ós par tidarios da unión co n Bul garia,
escondíase un fomento dos actos de terrorismo contra Iugoslavia, coa cal xa se achab a enfrontado.
Comezou logo a dar car tos e os actos de ter roris m o da O RIM tomaron cada vez mái s forza e relevancia,
pero non soamente au mentaron estes acto s de violencia e xterna senó n que no seo da organización os da
ORIM, partidario s da unión con Bulgaria , dero n en perseg uir e asasi nar ós feder alistas. Na tempad a que
Lois Tob ío chegou a So fía o s membros de ORIM ca mpaban con liber dade p ola cidade, sen ocultar se, cos
seus unifor m es para militares, tiña n o seu cartel xeral nun hotel situado no centro da capital e dedicáb anse
a extorsionar ós e m presarios lo cais. A dit adura militar q ue s ubiu ó p oder en 1 934 decidiu frear este
prob lem a encarcerando ós dirixentes da ORIM, facéndolles entregar as armas e acabando co as bases q ue
estes tiñan no p aís.
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Así mesmo gozou de dúas temporadas en Istambul, na primavera de 1935 e
retornando ó ano seguinte de novo. A Turquía que se atopa Tobío esta ba ixo o mando
do revolucionario Must afá Kemal, o vencedor, o pai dos tu rcos; un ditad or e déspot a
ilustrado que emprendeu reformas de oc cidentalización da sociedade turca, sen contar,
paradoxalmente, pa ra nada con oc cidente. El substituíu a escrita ára be pola latina;
prohibiu o turbante e o fez nos homes e que tapasen a cara as mulleres, contribuíndo con
outras reformas á súa liberación; levantou a p rohibición de beber alcohol… Velaí as
verbas de L ois Tobío sobre esta cidade e as súas xentes 279 :
“Estambul impresino ume grandemente pola melanc olía que deitaban os seus
monumento s ao ter deixado de ser capital i mpe rial, bizantina primeiro e turca
despois, ao cabo de milenio e medio. Pasára lle o que a Viena pero aínda peor. A
xente que vía pasar tiña, na maioría, expresión apouvigada e miseren ta, er a coma
a concurrencia dun enterro multitudinario e pobre. Mesmo no Bazar non se sentía
a acostum ada ledicia arga ll eira dos t endei ros e siareiros. A p asividad e or iental
acrecentábas e co de valo da cidade, da cidade única, da ci dade por antonomasia
[…] Todo alí era ruina, marabillosa ruina, ruinas de todo, ruina s de ruinas […]
Non se t en ins i stido dabondo no que o O ccidente medieval l le debe a Bizan cio.
Pásase sobre este tema, no insino e nos libros, á s caladas, en puntas de pés, coma
se quixeran gardar para si todo o mérito da creación e desenrolo, cando a verdad e
é que o Occidente estivo a zugar sen tregua e con abastanza da arte e, en xeral, da
cultura bizant ina duran te todo o m ilenio med i eval”.
Vista x a a turca I stambu l, non podía Tobío deixar de visitar a gloriosa e g rega
Atenas. Na compaña dun compañeiro de promoción e a súa don a helena puido percorrer
cas e que toda a capital ateniense, a nova e a vella, e tamén Delfos. Valor emos ag or a,
como non, alg úns dos ap untamentos de Lois Tobío sobre e stas terras helénicas 280 :
“ […] é case un milagr e que o Partenón aínda estea en pé, malia as suas ferida s,
coas cousas que tivo que at urar, voladuras e rou bos. Na aba da Acrópolis hai do us
teatros, un a car ón do outr o, un romano e o outro grego: este, o de Dionisio, máis
achairado e aberto que o romano, deixoum e unha fonda impres ión non só pola sua
equilibrada fermosura sen ón polas inscripcións que hai nos a sentos do prime i ro
renque que sinalan a qué maxistrado da cidade co rrespondía cada ún. Este s
achegamento s ás cousas pequenas do pasado sempre me causaron unha emoción
saudosa e indescriptible, saber que nestas cadeiras asistían aquel es hom es a un ha
representac ión de Esquilo ou Eurípides [Máis adia nte, sobre unha v isita á lum i nosa
praia de Glifalda dinos] Moito tivo que ver, sen dúbida , esta claridade atenie nse na
que os contornos son nidio s, precisos, xeomét ricos, na conformac ión da mente e a
sensibilidade helénicas. Para min este ambiente tiña un engado indicible, coma o
279 D.T.L. , pp . 364- 365.
280 D.T.L. , pp . 368- 369.
145
dunha amante s ens ua l e seductora que enga i olaba o m eu cerne n órdic o,
cantábrico. Ao pasar polas ruas entretí ñame por veces en ler os l etreiros das
tendas e ofic inas que non raramente evo caban pa labras venerables da linguaxe
científica resultando unha miga cómic o velas empregadas en cousas do vivir
diario”.
Non podía Tobío rematar a súa x eira por terras eur opeas sen tornar á súa
benquerida Alemaña. T al aconteceu a finais de 1935, comezos de 1936, en pleno
dominio nazi. O pretexto inic ial da súa visita sería acudir ás Olimpíadas de inverno de
Garmisch-Partenkirche n, pero, en realidade, a súa verdadeira intención era atoparse coa
súa a mada Elis abeth, a cal g ardaba o desexo de casar con el. Desexo q ue no n se viu
cumprido polo rexeitamento de Tobío, alegando que os problemas en España ían en
aumento e non manifestaban visos de devalar. A sí a todo, ti vo ocasión Tobío de estar
con ela na doce Munich 281 :
“Munich era coma unha pequena Viena, algo provin ciana, p ero tamén cidade da
arte, barroca, católica e sentimenta l […] As t orre s de re mate de cebola erguíans e
encol da masa urbá e había un barrio de artistas coma un pequeno Montmartre.
Os Wittelsbach mandaron aquí seica máis tempo do que ningunha outra dinastía
europea para dar de si , p reto xa do final, es a s duas flores velaíñas que foron Sisii
e Luis I I, o rei cisne. Non deixa de ser unha i rónica paradoxa do destino que o
nazismo tivese aquí o seu berce e vise tamén o bru tal tronzamento da s úa ponla
máis arrisca da coa mor te de Röhm e os seus”.
Pero non podemos abandonar aínda a Alemaña de Lois Tobío sen oll ar a súa
análise sobre a aberración naz i 282 :
“O fenómeno d o nazismo, que eu vivín na Alemania en tres tempos, coma
axitación na rua primeiro, despois xa no poder, con Hindenburg ou sen e l, e na
etapa que comezou coa noite dos coitelos l ongos, ti ña varias raigañas. Había xa
que logo, o desexo de buscar un castrón emisario a quen apor os males que
agañotaban ao pobo e que eran debidos á pésima política dos seus di rixente s.
Como entre os donos de empresas había algúns xudeus, ch egados, se cadra, de
fóra despo i s da guerra, fix érase un trasvase da loita de cl ases para a loita racial,
que ti ñ a tradición nos progroms e en certas t eorí as, e es o explica que o nazi sm o
inzara entre os pequenoburgueses proletariz ados: dáballes unha i deol oxía que,
defendendo os seus re clamos económicos, non os obrigaba, como o marx ismo, a
renunciar aos seus prexuicios de clase e concep tos herdados. Pois o alemán, aquel
alemán, precis aba ter unha ide olo xía en que se afin car , unha ʻweltanschauun gʼ
que xustificase os seus actos […] Escom así, non é doado reducir o nazismo a un
esquema si nxe lo polo seu carácter esencialmente irracional e emocion al ata a
histeria. Porque histérico ou neurótico era xa o Führer: non había máis ca velo ou
281 D.T.L. , p. 373.
282 D.T.L. , pp . 373- 374.
146
ouvilo nas suas intervenció ns cara as masas, coaqueles seus berros e esbardallo, o
seu bracexar e patexar, pra ún se decatar de contado que se trataba dun caso de
psiquiatría. O que me cha maba a atenc ión er a que a grande maioría do pob o
alemán non o v ise así, sen do como era un pobo raz onador e culto; pero t al é a
condición do home, alemá n ou non: no fondo de todos nós latexa o instin to e a
paixón moitas vegadas escurece e anula o discurrir sereno. Varios amigos meus,
de espírito libe ral e humanista antes, caeran baixo o impeitizo do novo movimen to
enchoupado en mitos e ritos. Tam én, unha amig a, Elis abeth”.
Estando en Sofía, Tobío saberá do fatídico golpe de estado fra nquista contra o
réxime republicano. Ó pouco recibiu un telegrama urx ente do goberno para que lle
comunicase a súa adhesi ón, e outro dos sublevados coa mesma finalidade. Ó chega r ós
seus oídos as primeiras novas, Tobío non dubidará nin un instante en posicionarse a
carón da legalidade. O que lle x erou un conflito co x efe da súa legación, Carlos de
Miranda, que s e pas ara ó bando nac ional e instaralle a facer o mesmo 283 . Mais Tobí o
responderalle desta fo rma 284 : “ [ ...] deso nada, que seguirí a coa República ata o fin,
viñera o que viñese” . C omo consecuencia diso, a Tobío non lle qued a outro re medio
que asumir o mando da mi sión diplomática, por dim isión do seu xefe, e trasladar esta á
súa propia casa. Unha d ecisión que lle acarreará un grande núme ro de problema s 285 ,
pesadumes e desgradables vivencias. A partir de e ntón terá que aturar o axex o ó que se
ve sometido polos servizos de información búlgaros, malia que no terreo oficial o
goberno búl garo o tr ataba con tódalas consideraci óns e respectos debidos, porque aínda
se rec oñecía dende Bul g aria a valía da República española.
A situación chegará a ta l extremo que o caso foi que a comezos do ano 1937
Lois Tobío r ecibe unha orde do Ministerio na cal se lle ordena deix ar Bulgaria, posto
que fora nomeado cónsul de primeira no Consula do Xeral de Montevid eo. A estadía de
Tobío no fermoso país balcánico durara un total de tres anos e medio.
283 D.T.L. , p . 381. V id. tamén Ríos, op us cit. , p. 25. Brevemente Xulio Ríos re láta nos que en moitas
ocasións a si m ple casualidad e d eterminou d entro d o estad o español que uns e o utros q uedasen nun o u
noutro b ando, sen ca pacidade de elección. En ca mbio, no exterior, aínda que si se p odía en teo ría eli xir,
quen o facía non po día oculta r e disi mu lar a que b ando pertencía.
284 D.T.L., p . 381.
285 José Luis Pérez Ruíz, Las dep uraciones en la carrera diplomática española (1931 -1 980) . Burgos,
Editorial Do ssoles, 2005 , p. 295. A fidelidade de Tob ío á Rep ública fai que se vexa exp ulsado d a carreir a,
dende o 1 0 de ab ril de 1938 p or un T ribunal Seleccio nador do b ando franquista, se ndo p osteriormente
confirmada a súa exp ulsión o 2 3 de novembro de 1 940. Inda que como vere m os e l seguiu traballando a
prol da legalidade no bando rep ublicano, exercendo div ersas funció ns relacionados co campo da
diplomacia, dura nte toda a Guerra Civil.
147
3.1.7. De volta á crúa realidade: soños rotos
O nomeamento como cónsul de primeira en terras uru gua ias non se forxou,
porque en realidade nun ca se fix era con tal intención. Lois Tobío fora chamado en
comisión, a índa qu e conti nuaba en Sofia; pero a medida viñera encamiñada a
incrementar os seus gastos de r epresentación, x a que el era a g ora o encarg ado de
neg ocios e debía asumir máis obrig as.
Finalmente, tres meses despois e en comisión real, Tobío era tr asladado, non a
Montevideo senón a Val encia, s ede do goberno r epublicano. Volvía a España coma un
membro leal á causa r epublicana polo que non te rá problemas, malia a en contrar no seu
arribo cun ambiente de guerr a nas rúas. Con malencarados mili cianos, labr eg os e xentes
de toda condición coas s úas pertenzas ás costas e, como fondo, unha cidade valenciana,
outrora limpa e agasalleira, porca e desleixada, onde predominaban os lemas
belixerantes da CNT -FAI . Aínda que esta fose a aparencia, porque como b en nos amosa
Lois Tobío 286 :
“Eso era, certo, a f achada porque despo is, no trato coa xente, nunha análise máis
detida e a f ondo, puide n decatarme da sua discip lina interior e de coraxe e
firmidía con que secundaban as instrucccións que se daban, aturando se n queixa
as difi cul tades e penuri as, prestes a sac rifica rse estoicament e e a loi tar a ta o final
para non vivir baixo o fascismo […] Aquela Valencia, capital da República en
guerra, era un fervedoiro de xente e de trafego, na cidade e no Grao, no centro e
nos arr abaldo s. Milicianos ou soldados con licen cia, xente que f uxira dos po bos
tomados polos fasci stas en chían ruas locais. Xa pasaran, felizmente, os días dos
medos e dos paseos, dos desmandos e crimes dos incontrolados e delincuente s
comúns que se aproveitaba n do mar revolto. Hab ía mesmo unha certa aleg ría no
ambiente”.
A situac ión política naquel momento e ra b astante convulsa, como ben cabe
imaxinar. Tobío preséntase no Mini sterio de Esta do, un minist erio onde escaseaban os
funcionarios de carre ira coma el, porque a maioría se atopaba no estranxeiro, dirixido
neses intres por Álvarez del Vayo; aínda que non o terá moito tempo por xefe, porque
deseguido coa crise accede ría á presidencia do goberno Jua n Negr ín 287 . Negrí n
286 D.T.L. , p. 386 e 394.
287 D.T.L. , p p. 387 -388. Olle mos en verbas d e Lois T obío como era exactame nte o modo de ser dos
principais actor es daq uel entó n, e a situació n po la q ue atravesaba a República ó a sumir Negrí n a
presi dencia do goberno: ― Este era, de certo, un home excepcion al pois a súa cond ición de científico unía
unha grand e habelen cia diplomática e a enerxía du n home de acción . Tiña a demáis, men talidade e
formación interna cionais, dominand o varios idioma s, o que lle permitía , nas xunta nzas con xente de
diferentes países, d irixirse a moitos deles n a sua propia ling ua. Coma home d e mu ndo, cortés e
148
encarg oulle, x a que lo g o, o Ministeri o de Est ado a Gir al, quen era químico, e nom eou
subsecretario ó xornalista Carlos Esplá. Pese á falta de homes de carreira n o ministerio e
tamén no exército da R epública ―xa que a maior part e dos militares e os oficiais se
atopaban co bando franquist a, o cal ademais contaba coa a ax uda dos facciosos nazis e
italianos―, tardará n os sublevados tres anos en vencer os inexpertos republicanos.
Lois Tobío pasou, entón, a ocupar o seu posto no g abinete do mi nistro, sendo o
único funcionario de carreira, que er a unha especia de secretarí a ampliada que dependía
directamente do subsecretario. Alí Tobío encargarase da preparación da do cumentación
necesaria para a intervención dos representantes españois na Sociedade de Nacións,
ademais de o cuparse d a elaboración de infor mes e dit ames x urídicos de carácter
internacional e de envia r a documentación pertinente ás representacións dipl omáticas
leais aínda á Re pública.
No seu tempo no minist erio atoparase Tobío con v ellos amigos dos seus div ersos
periplos, como Fra ncisco Ayala, co que pasara a boa tempada berli nesa e a J osé López
Rey y Ar rojo, a qu en coñecera nunh a viaxe a Viena nos seus anos en Sofia. Pero
naquela Valencia non se atopou soamente o noso protag onista con amigos, aínda que
funcionarios ó fin e ó cabo coma el do ministerio, senón que ata a cidade trasladáronse
escritores, x ornalistas, artistas, profe sionais li berais… e moitos outros quedaron na zona
ocupada, onde non fo ron poucas as desercións e as escapadas cara ó bando sublevado,
xa fose por medo, apatía ou verdadeiras convicións.
Seguindo co tema das amizades, puido L ois Tob ío reencontrarse con bast antes
ga le gos, antigos amigos ou coñecidos, que tiveran a sorte de librarse do trebón fascista
que x a asolag aba Galicia, por atoparse en Madrid, algúns, como delegados para entregar
gasalleiro, gañábase d e contado a simpatía de can tos chegaba n a coñecelo […] Po r mala fad a, chegaba
demasiad o ta rde anque, sen dúbida, tampouco el hou bese podido salvar a República xa que eran máis ca
nada facto res exteriores os qu e d eterminaban a sua sorte. Decatándose de que a organ ización e a
disciplina eran imp rescindibles para gañ ar a guerra, pa ndeou cara aquel secto r do b ando republicano
que máis amo saba esa s condicións, o co munista. Esto ex plica que malia ser un home moderad o
− pertencera ao sector d e Prieto – se a liara co eles e acabara o póndose ao qu e fora seu a migo político.
Prieto, intelixente, activo, traba llador, era a paixoado de máis e sentía unha a versión viscera l cara os
comun istas nos que vía cica is o máximo nemigo para a sua actividade cara as masas obreiras. No n pod ía
disimular as sua s orixes de gr an dirixen te sindical, u nha miga demagogo, e irritáballe a fría eficiencia de
Negrín. El fo ra o p rincipal fau tor d a destitución d e A l calá Zamo ra d a presidencia d a Repú blica,
sustituido por Azaña, sen dúbida grande erro p olítico. Xa no feito de p resentar unha moción d e censura
contra aqu el pola última disolu ción das Cortes, qu e trou xeran o trunfo do Frente Popular, procedía con
manifesta incon gruen cia. Pero o má is grave foi que pro puxera para presiden te a Azaña, o menos
indicad o, malia a sua innegable ca tegoría intelec tual, para dirixir o país nos graves temp os q ue s e
avecina ban e que u n político de experiencia tiña q ue ventar […] cica is houbese fe it o na g uerra un
presidente da Re p ública má i s resolto, enérxico e activo qu e o intelectual dubidoso e escéptico das
velada s de Benicarló qu e, no fondo, non cría n o seu pobo […] ”.
149
o Estatuto Galeg o que fora plebiscitado había pouco; outros, por encontra rse preparando
oposicións a cátedr as de bacharelato, tal foi o caso de Carballo Calero, con quen Tobío
se torna ría a ver e n Valencia. Aí nda que tamén os houbo que non correran a mesma
sorte, como Ánxel Casal, o malfadado alcalde de Santiago, que , mal ia presidir a
delegac ión do Estatuto, decidira volve r á cid ade compostelá onde sería as asinado polos
fascistas.
A quen tivo de novo a h onra de ver Tobío decote na súa etapa val enciana foi a
un atarefado Castelao, quen sacara ó prelo o seu álbum de estampas do conflito, Galicia
Mártir , e ó pouco daría á luz tamén Atila en Galicia . Un Castelao que estivera a piques
de ir como embaixador a Arxentina 288 por unha proposta de Álvarez del Vayo, e que
como lle collera lei ó novo e eficiente Tobío, puxo de condición para ser enviado á
Arxentina que fose o viv eirense o s eu secretario, cousa que non aconteceu porque Del
Vayo alegou a necesidade de ter a Tobío no ministerio e porque, finalmente, sería
Ossorio y Gallardo o nomeado e mbaixador en terras do Plata.
Como consecuencia d esa esix encia, Lois Tobío é mandado a finais d e m aio de
1937 en inspección a va rios consula dos no sur de F rancia. A causa qu e provoc ou tal
obriga fora n unhas denu ncias por parte de mem bros da CNT -FAI sob re o manex o de
cartos e irregular idades contables por parte dos responsables deses consulados.
Así terá ocasión, acompañado dun con table, de pasar por Burdeos, onde o cónsul
era outro galego, Xosé Almoina Mateos 289 , a quen lle ag ardaba un destino e un fina l
esperpé ntico; Marsella onde xantará Tobío a mellor bullabesa da súa vida; Niz a e
Monaco onde v erá a po mposidade e o lux o dos grandes hoteis e casinos, perdendo unh a
pequena cantidade nestes últimos. Regresando, ó pouco, de novo a Valencia, iso si, sen
proba ningunha que dese veracidade ás denuncias . Tralo mes se guinte terá que partir a
288 Vid. ta mén para este ca so a ver sión de Carlos Casares, ―Castelao e T ob ío‖, Homenaxes a Lois Tobío:
Madrid, 1 3 de xuño do 2001 . Sada, Ediciós do Castro, 2001, p. 27. Casares transmite a historia contada
por T obío nas súas D.T.L. , p . 3 96, co n varias salvedad es, p orque Carlos Casares co ñoceu a versión q ue
expón no seu arti go n unha c onversa co n Ramón Piñeiro , o ca l no esencial, o no m eam ento de Castelao
como e m b aixado r en Bo s Air es e a p etición de ste da a sistencia co mo secretario d e T obío, co incide co a
versión do pr opio Lois T obío. O que xa non co ncorda é o motivo p olo cal se desbota q ue To bío sexa
secretario de Castelao na Arxenti na. N este caso, p arece q ue , segu ndo P iñeiro, Lois To bío atopáb ase en
Bulgaria aí nda e non en Vale ncia, e no m inisterio consideráb ase b ásica a súa xestió n para m anter esta
legación leal á República.
289 D.T.L. , p. 398. Alm oina Mateo s, per dida xa a guerra, exiliarase na República Do minicana, ó cab o,
outra ditadura como a da que quixera fuxir. Alí será precepto r d un fillo do ditador Truj ill o e m áis tarde,
secretario d este. Parec e ser que Almoi na co paso d o tem po ren egará d as actividades d o ditad or e marchará
cara a México, onde morrerá asa sinado por dous inviduos no m ed io da rúa, s imulando un accid ente de
tráfico.
150
outra inspección, neste caso a varios consulados do norte de Á frica 290 . Esta nova xeira si
que podía ocasionar algún perig o para Lois Tobío, posto que os fascistas movíanse con
certa liberdade por aqu eles territorios. C on ese fin, o noso protagonista levará consigo
unha pistola para, che gado o c aso, p egarse un t iro se fose capturado. Na súa tarefa
inspectora d ebía visi tar os consulados de Ar xel, Orán, Rabat, Cas ablanca, Fez,
Marraquez e Uxda.
Máis adiante efectuará tamén o noso home outros cometidos semellantes para o
ministerio. Así, no solpor de xaneiro de 1938 e cando xa a sede do gobe rno se atope en
Barcelona, Tobío p artirá de novo en mi sión diplo mática. Esta vez o s eu labor consistiría
en levar instrucións e novas claves para evitar a espionaxe a representantes de Grecia,
Bulgaria, Romanía e Rusia 291 . Neste pe riplo atoparas e con compañeiros diplomáticos de
mentalidade conservadora e de dereitas, que s e mantiveron, non obstante, leais á
República e á sú a le ga lidade e lexitimidade. Ollemos que nos comenta sobre estes
homes 292 :
“Eu se ntía e sint o o meirande re speto e simpat ía p olos que, sendo de ideolox ía
conservadora, mantivéronse no bando republicano porque era o da lei e da
lexitimidade. Se nese bando se cometían tamén abusos e crimes, non eran, de
certo, as aut o ridades quen os cometían senón delicue ntes que se aproveitaban do
desorde e descontro l producido p ola rebelión e que os poderes pú blicos moitas
veces non podían coutar: tal era o punto de vista, asisado e xusto, destes homes
dos que Portela Vallada res e Ossor io y Gal lardo foron dous bos exemplos”.
Ap arte de todas estas funcións administrativas, que serán unh a tónica habitual no
seu traballo por eses ano s, Tobío retoma, como xa vim os, coa súa volta á península, o
contacto con figuras do g aleguismo. Xunto con elas loi tará n este difícil escenario
290 D.T.L. , p p. 404-405 . Observemos as impresións to bianas sobre estas terr as: “ [ …] fumos un ha vez
xantar a casa d un mou ro disting uido […] e aqu elo foi p ara min a revelació n dun mundo inédito e ex ótico
do que soio tiña noticia pola s lectu ras e q ue se atopab a, cousa cu riosa, na nosa viciñanza, sen máis ca
cruzar o estreito” . P or últi mo vexamos a descrició n que nos fai do ambiente da praza da Xemaa en
Marraquez: “A praza da Xemaa fervía de xe nte no solpor, esp ectáculo policromo e varieg ado de
vended ores e adiviños, franxinotes e xo grares, recita dores e músico s, enca ntadores d e serpen tes, a nimais
amaestrado s, e ce g os, moitos cegos men diños a prega r ou salmodiar po lo baixo” .
291 D.T.L., p . 417. Demos conta dun sucedido q ue lle pa sou a Lois Tob ío na súa visita á URSS. Aconteceu
que as autoridades soviéticas lle expediran uns vis ado s p ara entrar no seu terr itorio e no m omento de
abandonar esas terras res ultou que soa mente tiña un visa do de entrada e no n de saíd a. Sírve nos esta
situación, do m al f uncionamento d a deshumanizada administración sov iét ica, d e enlace para ver de novo
a brillante cap acidade de Tobío par a a naliza r o s lu gares p olos q ue tr ansita e o q ue acae ce ó seu red or.
Deixándonos a seg uinte reflexión sobre os ca mbios estrut urais p roducidos p ola Revolución Co munista:
― Eu pensaba no qu e viñeran a dar os soñ os dos ideó logos que prometía n unha sociedade libre e sen
pexas, má is xusta e máis h umana” .
292 Idem.
151
político a prol dun recoñecemento estatutario establecido legalme nte para o noso pobo.
Vexamos a través dos ollos de Tobío como se puido levar a cabo tan ardua e di gna
tarefa 293 :
“O pri me iro de outubro de 1937 reuníronse as Cortes na Lonja de Valenci a con
douscentos deputados, entre eles Portela Valladares. Dos galeguis tas estaban
Castelao e Suárez Picallo que teimaban seguir adiante co proceso para a
aprobación do noso Esta t uto. Pero os que querían malvar o propósi to valéronse
dun expediente indirecto ao suprimir a Comisión dos Estatu tos alegando que non
era necesar ia por non haber ningún presentado. C oma esto non era certo, pois
fora ben pública e mesmo sol emne a presentación do noso, procurou se en Madrid
a documenta ción pertinente, que co trafego da guerr a non e ra doado l ocal izar, e,
ao fallo, Emilio G onzález L ópez conseguiu da r coela. Desta maneira q uedaba lib re
o camiño para o Estatuto poder ser aprobad o polas Cortes na súa próx ima sesión,
que sería no Mosteiro de M onser rat, o primeiro de febreiro de 1938, mal ia a
oposición solerte que ll e fixera o Partido Socialista e, moi especialmen t e, un fato
de galego s desleigados que pertencían a ese partido arreados polo grotesc o,
aproveitado e ma l famado d eput ad o Manue l Cordero”.
Un mes despois da xuntanza das Cortes en Valenc ia, o 31 de outubro, o g oberno
trasladarase a Barcelona, instalando sen problemas as oficinas dos ministerios e outros
organismos republicanos nas residencias que os burgueses cataláns deixaran baleiras
coa súa fux ida. Comprobemos da man de Lois Tobío como era a situación na
Barcelona 294 da guerra :
“O ambiente en Barcelo na era, en xeral, agora máis ben calmo e de fe e
seguridade no esforzo que se estaba a facer: o ʻsenyʼ e o tino organizativo dos
cataláns deixábanse sentir nas fábricas, nas oficin as e na rua. Hab ía menos
esbardallo e boria, máis orde, e mesmo baixara moito a criminalidad e común e ún
podía andar de noite po r todas partes da cidad e, ata polo Barrio Chin o, se n perig o
ningún. Có que a xente recib ía no racionamento e o que podí a conseguir nos
pobos e aldeas ou por a lgún que viña de f ó ra, arranxábase, e fame non se pasaba
[…] A idea de esta r a cum plir unha mis ión impor tante para o futuro a finara a
sensibilidade mora l en moitos, qu e a veces viña dar cáxequ e no puritanismo, un
puritanismo que se combinaba con e stoicismo que era ne cesario para a t urar as
faternas, privacións e medos polos bombardeos da avi ación franquista que en
marzo do 38 che garon a du rar un d ía enteio [ s ic ] ” .
En canto ó contacto coas x entes destas terras déixanos Tobío un com entario
aínda hoxe cheo de actualidade 295 :
293 D.T.L., p p. 406 e 407.
294 D.T.L. , p. 407.
295 D.T.L. , p. 419- 420.
152
“Coñecera ao l on go da miña vida moitos catalán s e nos má is deles pui de n
apreciar algúns valores que non abondan no resto do Est ado. End emáis, a rexa
defensa que vi ñ eron sostendo da sua persoalidade const ituía para nós os galegos
un exemplo. Esa defensa valeralles aldraxes a eito de parte dos sectores
españoleiros e centraístas, teimando presentalos coma xentes movidas somente
polo inter és e a cobiza cando, coma dixera o propio Unamuno, cicais sexa o pobo
máis i dealista dos da peninsua, com a o demostra o seu amor e labor nas artes e o
feito de manter e cultivar a sua l ingua minoritaria malia as vantaxes p rácticas que
puidera supor a adopción dunha lingua de má is ampla difusió n”.
Na cidade catalana 296 tomará aloxamento, xunto co seu ami go Xos é López- Rey ,
na Residencia de Estuda ntes. Alí, no seu novo asentamento, poderá entrar en contacto
con xentes de diferentes idades, profesións e nacionalidades, coas cales int erc ambiará
opinións sobre o devir d os acontecementos acaecidos por mor da guerra. E no plano
persoal terá lugar un dos sucedidos máis im portantes da vida de L ois Tobío, feito, como
non, atribuído por el á divina providencia. O caso non é outro que o encontro coa súa
futura dona, María del Carmen Soler Ponce de L eón, Melu, para a súa familia. Unha
alumna duns vinte anos da Facultade de Filosofía e Letras, unha muller activa e
traballadora que n acera en terras u ruguaias, en Montevideo, onde os s e us pais estiveran
emigrados como propietarios dun n egocio d e modas. Na U niversi dade, Melu,
acompaña da doutras compañeiras, organiz ara unha cantina p ara dar de comer ó s
estudantes necesitados us ando das provisións que daban ós cuáqueros in g leses. Ocorreu
así que deseg uido captou a atención de Tobío, o cal nos retrata, de forma moi poética, a
súa ―musa particul ar‖ 297 : “Era de corpo lanzal e faciana de li ñas puras e dondas e tiña
un andar firme e elástico . Os seus ollos eran verdes e unha miga irónicos e en igmáticos
coma os da Flora da ʻPrimaveraʼ d e Boticelli e a súa vo ce do ce e be n ti mbrada. Pero
moito máis alá do que e sas e xcelencias exteriores era o seu esprito, que desde o
primeiro momento me engadou, mente clara e fina sensibilidade” .
Cando os encontros ca da vez máis amorosos de Tobío e Mel u estaban no seu
cénit re aparece de novo a cruenta realidade, e as variadas e compatibiliz adas ocupacións
do noso protag onista non o li braría n, así e todo, de ser chamado a filas.
296 D.T.L., p p. 419 e 420. É interesante resaltar, a modo anecd ótico, como unha das p rincipais afecc ións
de To bío na cidad e Condal ser á a bibliofilia. A cal res ultaba ser a paixón preferida do seu venerado
Gondo m ar.
297 D.T.L., p . 422 .
153
O 10 de maio de 1938 298 é destinado coma suboficial a Granollers, ó Centro de
Recrutamento e Instrución Mi litar nº XIII , coa función de actuar como instrutor de
quintos. O ambiente na cidade era ma rabilloso; as rúas estaban ledas, cheas de rapaces,
a reloucar; a guerr a par ecía non existir alí. Ata que un día, pola mañá , os avións dos
sublevados bombardearon a vila e o seu vivaz bulicio. A masacre foi considerable. Lois
Tobío axudou a recoller os feridos, porque polo s mortos nada se podía facer xa; aínda
que er a un espectáculo terrible sab er a un tempo có mo distinguir q uen só estaba
esmorecido e quen en realidade morto. Tras est a acción fascista, a cidade apa g ouse;
ninguén se atre vía x a a saír á rúa.
Ó pouco de atoparse no ag ora fa ntasmagórico Granollers, e coa ma goa do
superior d e Tobío que lle collera lei, este recibe u nha ord e pola que debe t rasladarse d e
urxencia ó Centro de Organización Permanente d e Artillería d e Figueras. Nese lu gar a
vida que podía levar Lois Tobío eran ben distinta: aloxado nun castelo, soamente tiña
tempo para a instruci ón sob re artillería e táctica militar ―coa ex cepc ión d a
participación nun x ornal mural que se facía no castelo no cal interveu a invitación dun
superior seu―, tendo qu e refrescar o seus coñecementos d a etapa d e servizo militar en
Santiago. Cos meses, rematado o curso, acadaría o grao de tenente d e artillería en
campaña , co cal Tobío xa estaba presto para entrar en combate.
Paso previo este, x a que logo, do seu destino na fronte do Ebro, xunto co mal
abastecido exército republicano, a onde m arc hará o 1 d e a gosto de 1938, a primeira liña
de batalla en Mora la Nova. Alí bateu cuns v eciños en triste retirada que deixaron
gravada s nel unh as desacougantes visións 299 : “ Daba mágoa oll ar aquelas casas, moitas
delas boas casas, abandonadas, destripadas, revolte adas, cos moble s, as li lailas, as
fotos de familia, os vestidos, os cadros, todo estrado, escandallado, ciscado polo chan,
aquello que fora o amor da sua xente, os se us recordos, a s ua vida” .
298 Segui ndo El Compostelano , 24 - XI - 1938, p. 2. O llam os como no bando franquista que do minaba
Galicia é chamado a filas, na cidad e de Co mpostela, o reemprazo de 19 27 e q ue o no me de Lois T obío
figura e ntre o s quintos. Xa s abemos que o c hamamento s ería inútil posto que T obío se tiña decantado
pola legalidade republicana. Cousa p ola q ue é posible q ue non optara, o seu pai Lois T obío Cam po s,
posto quen se menciona nun ha nova dese mesmo xornal do 22 de ab ril de 19 38 que un L uis To bío dera a
cantidade dunha peseta para axudar á s pob oacións devastadas polo marxismo. Sobre o que si que non
habería dúbidas e sob re o se u ir mán Xe sús T ob ío (quen asina co n no me e ap ellidos) quen o 21 de
decembro d e 19 39, xa rematada a g uerra, p ublica un poema épico tit ulado Gloria de España , no que
louva as fazañas e bo facer do b ando vencedo r. P or último , e seguindo as D.T.L. , p. 528, d inos T obío que
o seu irmán Alfo nso, de profesión médico , fixera a guer ra obrigado com o capitán méd ico no bando
franquista, pa sando poster iormente a e xercer co ma médico na Coru ña, polo que non sufriu a p auliña do
exilio.
299 D.T.L., p . 428.
256
Con todo, estas posturas natura is e obxectivas, en canto foron corroboradas pola
socioloxía, poden conducir a sit uacións pouco ou nada desex ables para Lois Tobío. Así,
as tendencias unidor as poden levar á creba e á perda dos sentimentos nacionais dos
pequenos estados e á cre ación dunha humanidade uniforme; onde o sentimento de amor
pola patria, por unh a terra concreta, instaur ado tan fondamente no subconsciente dos
seus membros, quede ani quilado e subsum ido dentro desa humanidade homox énea. Por
outro lado, a tendencia cara a división do traball o pode ser perigosa en ex tremo e
derivar moitas veces na creac ión dun nacionalism o imperialista.
Agora ben, a solución a estes problemas expostos reside aínda menos nos
estados autárquicos, pos tura do vello imperialismo a x uízo de L o is Tobío, e na que
cremos que se agocha un ha crítica ás teses económicas da ditadura de Primo de Rivera
baseada s na autarquía; as cales favoreceron o estancamento dunhas zona s a costa do
desenvolvemento económico doutras, actitude que se complementou coa p rohibición
das actividade s políticas, entre elas, as sindicais, é dicir, as solidarias por excelencia.
A resposta, polo tanto, a todo dito será para Tobío que o nacionalismo debe
potenciar as enerx ías vit ais enx ebre s e p ropias da nosa terra, non as alle as , e im pulsar
sobre todo aquel as en relación á orde cultural ― recórdese de novo qu e nos achamos
inmersos en t empos de ditadura e o p apel x ogado po r Lois Tobío com o membro do
SEG― , cultivando a nosa li ng ua, o noso fol clore, a nosa maneira; co gallo de labrar así
o noso espírito colectivo como pobo, non como ata o de agora fa cendo cultura allea con
técnicas alleas. Porque desta forma a humanidade si que se incrementará e poderá gozar
dun novo matiz cultural que a enriquecerá (co mo este tema vai a ser tocado con
profusión noutro dos tex tos analizados, deixamos para páx inas ulteriores o seu estudo).
Aínda así, esta postura non supón de ningunha maneira a creación dun sistema cultural
pechado. Un nac ionalismo afincado en idea s dese tipo non é desexable, e viría dar a
razón a aqueles que dicían, e din aínda hoxe en día, coa boca ben aberta, que as posturas
nacionalistas son un paso cara a atrás, desestabiliz an e van contrac orrente. Pero Tobío
non quería iso, el apostaba por unha Galicia integradora dunha cédula de
universalidade; po r un ha cultur a galega en re lación e influen cia coas demais
manifestacións cultur ais e espirituais afíns á súa, pero qu e evitar a c aer na simple
imitación e manteña sem pre o seu ser. Posto que non debemos esquecer q ue para Lois
Tobío a nosa lingua e a ― nosa ra z a ‖ son o resultado da conx unción de eleme ntos
257
endóxenos e de elementos esóx enos, adaptados seg undo a forma característica do pobo
indíxena.
5.3.3. Ó fin tempos de liberdade: a etapa da II República Española
Nun primeiro lugar, c abería r emarcar e recordar que este tex to, que a
continuación presentamo s, posúe un significado fundamental pa ra ent ender a post ura
política de L ois Tobío. O mesmo foi publica do en novembro de 193 1, sete meses
despois da proclamac ión da espera da II República Española, e seis meses despois d a
participación crucial do noso autor na elaboración do I Anteproxecto de Estatuto para
Galicia. Por tanto, a primeira pre misa a destacar é que se parte dunha r ealidade e un
tempo concretos, a Espa ña da II República; un n ovo momento, un instante de an gue ir as
e ilusións, un espazo c rucial e delicado no q ue parecía que se pode rían alcanzar
definitivamente as esperanzas tan long amente postergadas e desexadas.
Clarificada x a a cuestión espacial e temporal, entr emos xa na análise das verba s
tobianas e albisquemos os seus porqués. L ois Tobío fálanos da ex istencia dun estado
español, relevante dato por dous motivos: 1) A si gnificativa alusión referencial a Esp aña
non como unha nación ― o que ó nacionalismo ga le go e á maioría d e nacionalistas lles
crearía un problema de base conceptual que cho caría e se faría incompat ible cos seus
postulados reivindicativos― se nón como un estado; 2) Tobío fai mención dun estado
e spañol centralista e infecundo, de tal xeito que xa temos, polo tanto, un referente de
negación-oposic ión 468 a Galicia. P or outra banda, e seguindo co tema do estado
centralista, insinúa como este mantén oprimidas ás terras hispánicas, é dicir, non só a
Galicia, senón t amén a Cataluña 469 e Eusk adi; connotación esencial esta, a de terras
hispánicas, porque estase facendo unha asunción, por analoxía polí tica, do problema
468 Beramendi, J usto, ―El Par tigo Galleguista y po co m ás. O rganización e ideo logía s del nacionali smo
gallego en la II República‖ en Beramendi, Justo e Máiz, Ram ó n: Los nacion alismos en la Espa ña de la II
Repúb lica . Madrid, Siglo XXI d e España Ed itores, 199 1, pp. 1 33 e 135 . Nestas páxinas atopámonos con
dou s cadros explicativos q ue nos ser ven, dunha banda , co m o modelo de análise estruc tural e evolutiv a das
ideoloxías nacio nalistas e, por outra, para ver a estructura do concepto de nación pro pia.
469 Lois To bío, ―O eixempro de Catal uña‖, El País Galleg o , 2 1- II -1927, ano I, nº 8. A firmaba xa L ois
Tobío o seguinte sob re o ca so catalán: “A realidad e social n -a lgunhas terras de Espa ña ten un fo ndo e
siñificativo sen so n iste respeito. E uxérgase mo i b en o ve rdadeiro proceso ev olutivo d as coleitivida des;
sábese que o esencial é o desenrolo das fo rzas sociaes, que ha i que e nxendrar, d enantes de todo, un
corpo forte pra que logo p oda formárese unha vo ntade común ourentada e preci sa, que a ca da tempo e a
cada fase comprelle a sua ta refa: eis o ca so d e Cata luña. Pacentemente, sólida mente, sen a rroutadas
efimeras vai elaboran do a sua cultura, o seu arte, a sua cencia , a sua industria, todo progreso, ben
centrado , ben d irixido. O pobo olla, como a moreado o seu patrimonio coleitivo enriq uentase dia a dia es
como secu encia, xermólase unh a con cencia social máis remarcad a, un mais relevante conceito de
solidaridad e, un amore crescente cara a sua Terra” .
258
nacional galego c o problema das outras t erras con pec u liaridades nacionais dentro do
estado español, que ademais manteñen tamén, e dende antes, actitudes r eivindicativas
contra dito estado.
REFREISÓNS EN COL D O MOMENTO AITUAL D A G ALICIA 470
ENCETO
“O momento aitual da vida de Galicia é, certam ente, de suma delicadeza .
Topámonos na soleira d´un novo perí odo. Anda a se desface -lo vello Estado
español, centraísta e infecundo. Novo amencer das terras hispáni cas agañotadas.
Un mundo novo, unha nova vida temos nas nosas ma ns. Que non se nos malogr e,
que non se nos vaia perd er o nace deiro …! Coidémolo, agarimémol o. É decir,
deámonos ben conta do que debemos facer. Un erro ô comezo sería f adal. Hai que
estudar en concreto a realidade aitual da nosa terra. Hai que medita r, refreisionar
encol do da to. E hai que captar o vieiro certo, a roita salvadora. No que sigue van
algunhas das miñas consideracións: ni n todas novas, nin todas de intrés. Son uns
cantos presupost os p ara a certa eistructurac ión da nosa Terra. Teó ricas, arel an
non sere má i s que un método. Que a forma se ench a logo de contido, no fondo
adentramen to da rea lidad nosa! ”
Falando de referentes, o tocante 471 á nación en Tobío dálle prioridade ós factores
estruturais, á política e á sociolox ía, por enriba d o elemento étnico e d a historicidade.
Lois Tobío xungue e conx uga así os dous tipos de referentes ne gativos: por un lado, a
oposición ó estado espa ñol, e, por outro, os compoñentes de índole est rutural (sobre
todo políticos e sociais) que neste caso cremos que son uns referentes de negación -
oposición, e non afirmativos 472 ; aínda que sirvan de positi vo acica te na mellora da
470 Vid. no anexo o resto do texto .
471 B eramendi, opu s cit. , p. 136. “Los referentes de neg ación -o posición son de g ran interés para
determinar la naturaleza genérica d e u n naciona lismo y las ca usas h istóricas d e su emergencia . Cuando
en el referen te pro pio priman lo s factores e structurales sob re la etn icidad y la h istoricidad , el referente
nega tivo principal no es un en te nacio nal sino la vieja orga nización social y po lítica del propio, y
entonce s estamos ante un movimiento que es hijo directo de una revolución socia l. Por el con trario,
cuan do lo s elemen tos etnohistóricos preva lezcan sobre los estructurales, e specialmen te so bre los
políticos, el princip al refer ente de nega ción -oposición será u n o tro na cional, y estaremos an te
nacionalismos surgido s en comu nidades po líticamente incluida s en u n Es tado más exten so, y cu ya
génesis se d ebe a causas más va riadas y compleja s que en el primer ca so. P or lo mismo, también serán
mucho más co mplejos y va riables en el tiempo sus conten idos ideológicos y socia les, que en oca siones
intentarán a rmonizarse co n invoca ciones populistas. En esto s na cionalismos, la importancia de este tipo
de referente es muy grande, pues la intens idad de l a afir mación na cional ʻnuevaʼ es directamente
propo rcional a la de la n egac ión d e la pertenencia nacional ʻviejaʼ ”.
472 Lembre mos qu e dentro do cadro da: ―Estructu ra d el conc epto de nación propia‖, que nos presenta
Beramendi, opu s cit. , p . 13 5, os eleme ntos estruturais político s e sociais apar ecen co m o un refere nte
prop io e afirm a tivo na concep ción d o ser da nación e da súa xénese. E n troques, para T obío consideramos
que son a lgo negativo no se ntido que son estrut uras a super ar, po sto que son impostas dende fóra po lo
estado Español; non a s co nsidera, polo tanto, como un ele m ento exemplificad or da historia nacio nal
galega, aí nda q ue estes refere ntes estrut urais, en ta nto en canto se q uere b uscar uns propios e axustados á
situación act ual e ó deb er ser de Galicia, o brarían de forma p ositiva.
259
situación presente e futu rible. S eg uramente Tobío opte por todo isto por que acabábase
de saír dunha dit adura e era o tempo de ser optimista con resp ecto ás po sibilidades de
lograr c ambios políticos e sociais importantes ca chegada da II R epública. É consciente
do atraso da terra galega e das reformas n ecesaria s que se deb en levar a cabo para fr e alo
e mudar esa sit uación secular de someteme nto de Galicia ó estado español. O
importante, entón, par a el é dar conta da sit uación real económica, social, cultural e
política, para poder en cetar un pro gra m a mí nimo de actuación axeitado. El quere unha
revolución interna en Galicia que remate coa s e ivas actuais, polo que os factores
estruturais políticos son cruc iais; eles si gnific an que para qu e exista unha nación é
necesario que a comunidade conte cunha li berda de de autoorganización, e poida ter un
estado independente exclusivo. Ademais ditos elementos estruturais introducen na
definición de nación aqueles elem entos económicos, polí ticos e sociais connaturais e
propios do ser nac ional ou os máis ax eitados para este.
Que Lois Tobío se centre case qu e exclu sivamente nestes referentes estruturais,
débese de seguro á súa formación xurídica, á súa querenza pola ciencia política e por
unha praxe axeitada á realidade actual, verdadeiro obxecto de estudo par a o viveirense,
e á proxim idade e influenza duns postulados marxist as, a índa que matizados, e
socialistas. Non e squezamos que Tobío esta ría situado dentro das tendencias
nacionalistas 473 de ses anos, no cerne dun nacionalismo socialista fe deralista. Nin
deixemos de lado, como vimos dicindo, que Lois Tobío acusa clar amente destes
problemas ó estado español, co cal este actúa, x a o remarca mos, como referente de
negación-oposic ión. De aí que defenda , como no caso das demais tendencias dentro do
nacionalismo galego, a solución autonómica para Galicia.
Lois Tobío incide nestas verbas iniciais do s eu dis curso, ó cinguirse ó dato como
modo de valorar o ser actual da nación galega, para pod er dar cun m étodo de análise
político-social que se axuste á realidade pres ente da mesma. É por iso que lle importa
máis que a situación pasada da terra gale ga 474 , máis que o xa sido, pensamento de vital
473 Vid. Beramendi, op us cit. , p. 138. O autor preséntanos, en to rno ó núcleo co mún do concepto de
Ga licia-nació n, dous subsiste mas m aiores: o nacionalismo tr adicionalista ou neotrad icionalista católico
federalista (rep resentado por Risco, P edra y o…) e o nacionalismo de m o crático federalista ( Ca stelao,
irmáns Vilar P onte ...) . Contrapo stos a dous subsistemas menores: o nacionalis m o rad ical sep aratista
(Álvaro das Casas, a Sociedad e Nazonalista P ondal) e o nacionalismo socialis ta feder alista (Xoán Xesús
González, Suárez P icallo…)
474 Lois To bío, ―Política i - evol uzón‖, El País Galleg o , 10 -I-192 7, ano I , nº 2 . C ontrastan estas post uras
coa importancia que lle co ncede To bío ó estudo do pasado ca tro anos antes: “A p olít ica, como categoría
humán , teu moito de b iolóxico e d`eiqui a sua evoluzón. Compre, p ois, o uservar o s feitos en qu e se revela
260
importancia no galeg uismo de Risco e na tradición neotradiciona lista, o ser e o devir
futuro. Buscando desta forma unha finalidade políti ca real (autodeterminación de
Galicia) que se traduza en programas de actuación; agora b en, non que re que, como
adoita pasa r, ese s programas sex an imperf ectos e irre ais. Pero non adiantemos
acontecementos e siga mos a mentalidade tobiana.
Aquí podemos oll ar como neste fragmento Tobío seg ue coa súa valoración d o
ser actual da nación galega. Recordemos que entre as novidosas posibilidades que
alberga ba a instaurac ión da II República atopábanse a cre ación dun estado i ntegral 475 .
Dentro de dito estado po dería ca ber p erfectamente a formulación dun esta do f ederal 476 ;
aínda que para nada a España da II R epública foi unha federación, nin viña contemplado
isto na súa Const itución, onde Ga licia poida ex erce r os seus derei tos nacionais
plenamente. Por elo, insiste L ois Tobío en que Galicia ten un p roblema político que
soamente pode se r r esolto mediante a posta en pr áctica dunha política re al, axeitada ó
dato ― convén lembr ar q ue xa en 1928 Asdrúbal Ferreiro C id fixera un estudo sobre os
aspectos fiscais á viabil idade dunha hipotética autonomía galega e que Tobío foi o
director da Sección de Ciencias sociais, x urídicas e económicas do Seminario de
Estudos Ga legos, encarga da da redacción dun I Anteproxecto de Estatuto. ― Unha
política onde a pr axe fora realmente efectiva, derivada dun coñecemento real, non de
meras trivialidades apriorísticas e falsas, non conducentes a ningures; dad o o fracaso de
tódalas doutrinas a priori e r acionalistas, como as do estado li beral español, herdeiro do
con o llada d e pasado e de futuro, sen co ncretárense eisc rusivamente o presente q ue po r si so ta n pou co
nos d i e que, isolado e senlleiro, axeitase as ma is errón eas interpreta zóns. O s insiños do oasad o [ sic. ]
alumiarán e servirán pra interpreta zón d o panorama presente e pra enfi ltal-o p orvir. Ora, po is, o pasado
que n os di en función do fu turo” .
475 Cores Trasmonte, Baldo mero, O E statuto de Au tonomía de Ga licia (1932 -1 936): Os do cumentos
oficiais . Santiago de Co m p ostela, Fundación For um Galicia d e Estudios Sociale s, 19 98, p. 57 . O artigo 1º
da Constitución da II República Española, ap robada o 9 de decembro de 1931, afirmaba: “La Repúb lica
constituye u n Estado In te gral, co mpatible con la autonomía de los mun icipios y las regio nes” .
476 Ibidem , p . 9. “A fórmu la federalista é recur rente e o 4 de xu ño de 1 931, en etapa preconstitucion al
dentro da II Rep ública, os republica nos federalistas galego s acad aron un modelo organizativo, no que
Galicia xorde co mo un Est ado autonómico den tro da Repú blica Federal española. Dacordo coa
metalingu axe típ ica d o federalismo du alista, clásico, a denominación de Estado a tendía tanto ós Estad os
autón omos como á Fed eración. As significa cións da palab ra sob eranía foran omitidas, pero a
concep ción d o Estado autonómico fixo a súa aparición no a mbiente político. E n ca mbio, n os mo delos
políticos de Galicia elabora dos n a II Rep ública, desa parece a apela ción á Constitución como do cumento
político, para dar p aso a de Estatuto . A denomin ación no n era inocente, xa qu e era u nha fo rma
semántica má is de esta blecer dous nive is, entre a co nstitución po lítica fundamenta l e o texto de
constitució n política au tonómica. Na meta linguaxe p olítica dos mo delos políticos de Galicia xa non
aparecerá máis, polo momento , a pa labra constitución, como exp resiva d a a rticulación dos poderes e
faculda des de Galicia” .
261
racionalismo ilustrado. De aí a constante recorrencia á ex ploración do da to mediante o
uso dunha ciencia.
Pero cal sería esta ciencia? Aquí Tobío, usando o seus coñecem entos como
xurista experto en Dereito P úblico e como pensionado en Berlín 477 para ampliar os
estudos sobre ciencia política, valera se das inf ormacións máis actuais neste campo
aprendidas dun ex profesor seu, Rudolf Smend, figura cl ave no Berlín Wei mariano e do
Dereito constitucional europeo. Smend logrou integrar pe rfectamente no seu método o
social e o x urídico, ó igual que Heller, o grande mestre de Tobío, e como o mencionado
con anterioridade Duguit. O estado era para Smend unha realidade espiritual e
cambiante, que soam ente pode ser estudada dende unha óptica sociolóx ica . O estado é
unha tripla integración 478 : persoal, real e fun cional. Polo que lle atribúe ó mesmo
caracter ísticas palpables e psicofísicas. A realidade estatal, qu e serí a u nha realidade
espiritual resultante da in teg ración de procesos vitais individuais, sempre en proceso de
continua renovación social, cifr a a súa existencia nesta int egración, ó igual que o
Dereito a radica na sú a positiv iz ación. Agora ben, o estado proposto por Smend atópase
imbuído nun cambio incesante; de aí que non poida ser reducido a ningún ti po de
método codificado e in mutable que lev e co tempo a un descoñeceme nto, producido
polas alteracións da nov a re alidade estatal, e non se saiba po r tanto como facer, co mo
actuar p erante estas mu danzas; amosando desta maneira unh a intercon exión entre a
comunidade, o indi viduo e o estado e, x a que log o, tamén entre a r ealidade e o D ereito.
Fuxe deste xeito Tobío do h istoricismo de R isco e do seu modo de ver tr adicionalista,
inmutable, contraposto á modernidade. Lois Tobí o admite que existe unha comunidade
477 Mo rodo , Raúl, ―Un jo ven nonagenario, gallegui sta y de mócrata: Don Lui s T obío‖, Homena xes a Lois
Tobío: Madrid, 13 xuño do 2001 , p. 50. Coméntanos: “ Luís Tobío , estudian te compostelano y beca rio en
Berlín, va a convivir en dos cul turas qu e fijarán su no rte intelectual y hu mano: un galleguismo militan te,
en do nde literatura y p olítica se hermana n, y un cono cedor serio de un o de los momen tos má s dinámico s
y brillantes eu ropeos d e entreguerras: la cultura provocadora y d esbordante de los años de la Rep ública
de Weimar”.
478 Vid. sobre Smend, Lucas Ve rdú, Pablo, La lucha co ntra el positivismo juríd ico en la Rep ública de
Weimar: la teo ría constituciona l de Rudolf Smend . Madrid, Tecnos, 1987, p. 93. Atopamos definida esta
tripla inte gración : “a) Un a integració n person al qu e comprende fenómen os po líticos co mo son el
liderazgo y el caud illaje y q ue se corresponde, en la teoría juríd ica del Estado, con la teoría de los
órgan os y de la Jefatura d el Estado. b) En relación a la in tegración materia l [ real en T obío] el pu eblo, y
la vid a estatal se confu nden a travé s de lo s signos políticos o de los valores y derech os funda mentales
que p oseen unha enorme fuerza integ radora y son vivid os por la comunid ad con p lena intensidad. Esta
exposición de la efica cia política d e los símb olos y de los derecho s fundamen tales, co m o esen cia d e la
comun idad y facto r cultural de integ ración, conserva sin duda toda su viveza e innegab le actua lidad. c)
Correspon den a la integración funcional las elecciones y votaciones qu e promueven y desarrollan la
sustancia esp iritual de la co munidad; son, po r tan to, pro cesos d e conforma ción d e la vo luntad
comun itaria, pero n o en su sentido estrictamen te ju rídico, sino a ntes bien p retendiend o actua lizar o
renovar la comunidad política co mo comunidad de valores” .
262
natural de individuos , pero é grazas á razón que esta se harmoniz a ou se distingue unha
das doutras (comunidades naturais de individuos) ; é a nosa razón a que establece
categor ías, a sociolox ía a que a estuda e identifica, sendo a polí tica a que as estrutura en
base á realidade, non so amente un feito biolóx ic o e natural por si mesmo, cousa que
para Risco de termina a e xistencia dunha nación.
O importante para To bío é o presente e o devir, como xa mencionamos.
Seguindo as teorías de S mend poríaselle freo ó caos e á convulsión polític a tan propio
da época e a xudaríalle a ver a nación como unha r ealida de sociolóxica dinám ica.
Se avanzamos un pouco máis atopámonos coa definición estatal citada por Tobío
de Hauriou, estudoso do Dereito P úblico e a súa relación co feito socia l: “O estado
como centralización das formas nacionais” . Parece que neste caso o viveirense us a a
mesma dunha maneira un tanto sui generis . Que nós saibamos, Hauriou nunca
pronunciou tales ve rbas. Para este o estado 479 sería como o poder re itor da actividade
pública, confiando en que a comunidade n acional é a máis apta p ara mellorar a
condición dos seus me mbros. Do que si nos fala Hauriou nos seus textos é sobre os
estados simples e os compostos. Os simples, non poden fra ccionarse en entidades
internas; os compostos están divididos cara ó interior noutros esta dos, así como
xunguidos por lazos de sociedade. Nesta clasificación caberían as unión s de estados
(véxase a Unión Europea). S egundo Hauriou, o estado f edera l é unh a sociedade
nacional de e stados aso ciados. Entre os estados asociados des a f ederación daríanse
relacións d e D er eito púb lico interno d e natu reza constitucional, que non i nternacional.
Os estados da fede ración relacionaríanse entre eles e dentro deles mesmos, o que
contribuiría a un grande e poderoso poder f ederal democrático que se sinta cara a fóra e
cara ó interior do estado mesmo.
II. O SOCIOLÓXICO 480
“Hai, pois, pra o que encete unha laboura de construcción política un dato inicia l
imprescindib re i é o sociol óxico. A realidade da vida de relación humán. […] A
realidade n´iste aspeit o, amóstranos unha chea de individ uos semellantes en
moitas cousas, d iferentes n-outras; vivindo encol de terras m oi deseme llantes;
falando lin goaxes d iversos. Es t as diferenc ias, adem ái s, non se dan d ´un xe ito
confuso, senón por zonas espaciaies en xêral. Eisisten d´iste xeito á modo d´unhas
comunidades nat urae s, asentadas so bre d´un ha ter ra, caraiteriza das por un ha
serie de coincidenc ias comúns, que teñen ademái s senso concéntr ico i -escalonad o.
479 Ruíz del Ca stillo, Carlos (p rofesor de D ereito en Sa ntiago d e Compostela do prop io Lois T obío),
Principios d e derecho púb lico y constitucion al . Madrid, Reus, p p. 41 e 360.
480 Po r ser dem asiada longa a nosa selección o r esto dese ep ígrafe irá no ane xo.
263
Falo-tratand o agora nun se nso sociolóxico eiscr usivamente- con todal-as reserv as.
Realmente, eis isten tan soio as semel lanzas devanditas, cread as pol-a orixe comú n,
pol-a conv i vencia, pol-as infruencias en común recibidas. Esto per m ítenos falar -
certo que xa centíficame nt e, coma construcción s da cencia socio lóxica- d e
entidades naturaes. Non que, obxetivamente, eisista un esprito d o pobo, u n
ʻVolkgeistʼ , máis ou menos místico. O esprito d`un pobo, a i -alma d -unh a
comunidade natural, e isiste sômente coma ʻreprese ntaciónʼ na concenc ia do s
individuos e n`i ste senso subxetivo pode ser sentido e amado; en verdade, sôment e
se poden amar e se ntir a s ʻrepresentac iónsʻ . Son os últimos celmes do noso s er
subxetivo -moitas vegadas imperceptibres -os que tornan a realidade apta pra
sentir e a amar e a com prender ” .
Xa vimos que en Tobío a nación é unha comunidade natural ; pero est e dato
vennos determinado de maneira científica, produci do, segundo o nos o autor, pola
socioloxía e é un dato irre futable. A na ción tobi ana ten unha dobre connotación: por un
lado, ten p ersonalidade na tural obxectiva, constatada pola socioloxía, o que nos
permitiría falar dun organicismo sociolóxico 481 , contraposto ó organicismo biolóxico de
Risco; pero, ó mesmo te mpo, posúe unha vontad e de r epresentación subxe ctiva. Como
froito e ex presión desa vontade subxectiva quererá dotar a súa nación dunhas estruturas
481 Non obstante, nun texto anter ior de Tob ío cha m ado ―O pr oblema d a Galiza‖, Céltiga . Bos Aires, 25 -I-
1927 , año IV, nº 50, achamos a u n Lois T obío m oi pró ximo ás teo rías e postulados do nac ionalismo de
Risco, r esaltando o carácter bio lóxico da nació n, o deter m inismo racial (pobo s infra -nórdico s en Tob ío),
xeográfico e histórico. Ve xamos, xa q ue logo, un res umo do que p ensaba T obío ca tro anos a ntes da
publicación das s úas ―Refreisóns‖…: “Pois ma xinada unha ra zón na zonal, (é d icer, o ele mento
etnográ fico d`unha na zonalidade) como u n ente evolutivo e evolucionado ten de achárese suxeita a todol -
os fenómen os e mo vimentos bioló xicos que o proceso da evoluzón impó n, e, por co nseguinte, ha levar na
sua vid a ciclos vita es con u n na cimento ou a l borexo, u n perio do de desen rolo máisimo, ou tro de
decad enza, e, logo, o da estroizón d` aquil ciclo pra , d as suas cinzas, xurdir u n novo e seguinte. De onde
se enxerga que co incidind o nun mesmo iutre hestórico, va rias na zonalida des en d iferentes fases d a su a
evoluzón , é incu estionabel que as q ue s` atopan na fa se ascensiona l ou cu mial teñen de sere sen dúb ida
algun ha, po te ncialmen te superiores âs qu e xa entraron no p eríodo de decaden za e po strazón. A
ouservazón ben n ol-o mo stra. ¿Por qué razón a nosa Terra, t ra is do long o sono dos século s XVI, XVII e
XVIII, en que o seu xénio semellaba morto pra sempre, xurdeu tan eisprend idamente a meiados do seculo
XIX de xeito que no pouco tempo que den daquela vai conta c`unh a outisma frorazón lit eraria e art ística
do ma is xurdio e fermoso do s temp os novo s? ¿Aca so o conceito que oxe temo s da nosa person alidade
como po bo e da ob rigas q ue temos prâ Hu manidad e n on nos d a dereito a manxin arnos superiores aos
galego s do s tempo s malfad ados que renun ciando ás sua s cara cterísticas c onsentían no espo lio inh umano
que, p ouco a pou co lles iban facend o os estranxe iros?” Aquí pod emos, xa que logo , albiscar unha s
afirmacións tobianas que o achegan sobr e m aneira ós precep tos p ostulados p or Risco ( vid . Fernán Vello e
Pillado Ma y o r, Conversas e n Compostela con Carballo Calero , p. 60. Onde Calero afirma a grande
influencia e xercida por Risco , a súa Teoría do Nazona lismo ou El problema po lítico de Galicia , en
determinados per soeiros du nha xeración preced ente a súa, d os que entre eles menciona T ob ío ) par a quen,
e como xa dici m o s, a nación er a unha c uestión or ganicista e b iolóxica. Situándose así Lois T obío, dunha
maneira sui gen eris , a caró n do s pensamentos de Splenger e a s úa Dec adencia de Occiden te , opinando
que a cu ltura gale ga atopáb ase neses i ntres d e novo nunha fase ó ptima para o se u des envolvemento,
superados xa o s séculos de asolagamento, -clara al usión ó r eferente de historicid ade, Galicia xa er a unha
nación ne ses te m p os -. T em po s de escuridade prod ucidos polo referente de negació n opo sición, é dicir, o
estado e spañol, como vemos cando se fala do espolio a que foi sometida a terra ga lega por causa dos
estranxeiros.
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políticas, sociais e econó micas acordes ás súas necesidades. A solución ofrecida non é
moral nin ampara da en preceptos míticos ou relixiosos, senón ética e política.
Establecendo unha comparación co dito d o nacionalismo de Risco, este coloca ó
ser na cional indep endentemente das estruturas políticas sociais e ec onómicas de cada
época histórica. Para o ourensán a ex istencia dunha comunidade natural, e, polo tanto,
dunha nación, é t amén unha cuestión obxe ctiva; neste caso, unha cue stión or ga nicista
biolóxica 482 , onde a raza e a x eog rafía teñen un grande peso n este determinismo
nacional. Dende o seu punto de vista, as nacións non son continxentes, senón al go
estable como a propia na tureza, e como feito natural son , entón, un feito v ivo, un feito
orgánico onde a organización polí tica é artificial e exterior á propia nac ión; o que lle
vale a Risco para diferenciar entre estado e naci ón, sen esquecer que é o estado quen
coa súa or ganización polí tica condiciona o devir da nación. Tamén cabe mencionar que
no ourensán, a n ación e xiste á marxe d unha vo ntade colectiva, dunha v ontade x era l;
polo que non ollamos ning ún tipo de subx ectivismo como en Tobío, o que fai cho car as
súas ideas cos republicanos federais, aínda que , como Risco, estes tamén defenden a
autonomía 483 para Galicia. Excluídas a vonta de e a estrutura, soamente po den actuar
como factores consti tutivos da nación para Risco, o axente étnico e a historia. S endo a
raza e a terra as que dentro d o factor étnico crean o Volksgeist 484 .
En troque s, no Volkgei st 485 de Tobío é necesaria tamén a ex istencia dunha
vontade de nación sub xectiva, á que se chegaría por medio dunha análise dos
482 “El nacionalismo es la naturaleza que se impone” . Risc o, Vicente, Nacion alismo galego , en Obra
Completa . Madrid, Akal, 198 1, ed ición de Francisco J . Bobillo, p. 249.
483 Bera m endi, Justo, De provi ncia a nación . Historia do ga leguismo político . Vigo, Edició ns Xerai s,
2007 . Dinos o que segue ó respecto: “ […] a loita p ola au tonomía seguirá a ser o condiciona nte maior da
actuació n política d o partido, o obxectivo q ue xustificará os esfo rzos a prol da crece nte implanta ción
social do propio naciona lismo e o fa ctor qu e orienta rá as p olíticas de alia nzas. Pero a auton omía sen
máis n on era para os nacionalistas un fin , senón u n medio imp resc indible para a d emocratización, a
modernizació n socioeconómica e a regaleguización do país, así como un paso intermedio no camiño
cara a niveis máis a ltos d e au togob erno, de acordo a unh as id eoloxías e u ns progra mas q ue xa
coñecemo s […] No n obstan te, sabem os que non tod os os na cionalistas co ncibían do mesmo mo do esa
Galicia ideal futu ra. Xa q ue logo , non tod os tiña n a mesma actitud e respecto da Rep ública laica e
democrática nin respecto ós imprescindibles co mpañeiros d e viaxe. As in edulibles d ecisión ve rbo
daqu ela e destes a ctivarán inevitableme nte a s profu ndas diferenzas ideo lóxicas de sempre e traducirana s
en disensión s políticas internas que se irán ag ravando en p aralelo coa crecente polarizació n
sociopo lítica da sociedad e”.
484 Beramendi, opus cit. , p. 1 44 . Vexamos cal é exacta mente o esquema d a et nicidade. Raza+Ter ra=
Volksgeist=Lin gua+Cultura.
485 Vid. ―O p roble m a…‖ Onde T obío amosa xa a idea de vontade colecti va e li ga a p ervivencia do
Volksgeist galego co a súa int erdepend encia cos pr ocesos biolóxicos que atraveso u ó lo ngo da historia a
terra galega, a m pará ndose nesta o casión nos precepto s de Prat de la Riba: “Nas va rias xeiras d a sua vid a
histórica, a Galiza amostrou d ecote, ostentosa o u solermiñamente, o seu xeito superior. Tivo - q ue ista é
lei biolóxica - os seus o casos, os seus invernos - como dicía Prat- máis apó s d` eles xurdiu sempre gra nde
265
sentimentos expresados. Escap a Lois Tobío, a sí, por unha banda, da concepción
obxectiva de nación ―concepción deriv ada da escola ale mana, na que a na ción
preséntase como realidade superior ós individuos e independente do seu nivel de
concienc ia e vontade― e conse gue evitar d esta maneira o ― elitismo ‖ 486 de Risco, para o
cal soamente uns pou cos elixidos, uns espíritos superiores, serían os por tadores desa
vontade. Este Volkgeist tobiano é, por outra banda, diferente do míti co e mí stico de
Risco 487 e do de Pedray o que se acha inzado dun catolicismo enxebre, asentándose non
no proceso étnic o senón nunha espec ie de vontade xeral ó estilo roussoniano.
Tobío representa a un certo sector marx ista dentro do P artido Galeguista e nunca
o esc onde. Aínda que debemos sinalar que o seu marx ismo non era puro nin un
ma rxismo ortodoxo e ó pé da letra; e ra un marxism o matizado, non dogmático, de tipo
ideolóxico, posto que estaba de acordo con certos postulados marxistas de corte
económico e social, como , por ex emplo, o tema do antiimperialismo , antes mencionado.
Para Tobío as estruturas polí ticas ex ercidas polo estado español afectan e afec taron no
pasado, e foron sempre unha pauliña par a Gal icia; de aí que vexa nese marx ismo
matizado con pinceladas socialistas unha dout rina filosófica, ética, e conómica e
nacionalista que se po de identificar perf ectamente co ser actual galeg o.
o volksg eist galego: tal no século de Prisciliano e no de X elmírez, tal n a épo ca que se a veciña e da qu e
xa estamo s no s co mezos. Teño p ra min que a decad enza d os p obo s p ende tamén mo ito da fa illa de
vontad e. Por iso coido qu e o problema de Ga liza, oxendía, do qu e depende a acelerazón e a mais fecunda
froitosidade do seu progreso é un problema de vontade coleitiva”.
486 Con tod o, en ―O prob lem a… ‖ T obío amósase mái s pró xim o ás posturas de Vicente Risco e si aposta
por unha elite, no n como única portadora, senón q ue sexa q uen de inc ulcar esa vontade colectiva no resto
do p obo: ― E obriga dos novo s ap óstoles espertar esta vontad e antre tod ol -os galeg os e iste d ebe ser o fito
principa l das pro pagandas galegu istas. Semear n os esp ritos unha dinamicid ade q ue aitúe as
potencia lidades do noso pobo, afincada rexa mente n`unha auto concenza de su perioridade e de fe cega na
varileza e nas formas da nosa raza e d esbotando todo p esimismo mo rboso e toda vellouqueira
pasivida de” .
487 De novo, olla m os co m o u n m o zo L ois T obío apro xím a se en ―O pro blema…‖, ás teor ías de Risco.
Neste ca so sosté n e acred ita unha superiorid ade da raza galega e da terra galega, a firmando T ob í o que a
nosa é unha raz a in franórdica, co lleita e m estura d e sele ctos tipos raciais, crenza esta que poder ía
asimilarse ó celtismo risquia no. Opta, deste modo, L ois Tobío non só p or d otar á raza g alega d unhas
grandes característ icas senón por situar a Galicia no mundo, dotala dunha i r mandade co n outras nacións:
― Por o utra ban da, hai pob os que, pol -as sua s co ndizións raciaes y xeo gráficas, teñ en u nha aptitude
meirande pra o desenrolamento da vida psíquica e d as disquisicións da Filosofía, en troq ues do q ue
outros axe itanse mais pra as angueira s da Téinica e d o progreso materia l. Pois ben ; o pobo galego, pol -
a sua condizón especial de pobo infra -nórdico ten o máisimum de ventaxa n`iste p articular: nin o factor
climatolóxico por n on sere ei stremoso p redispón â indolen cia e â nugalla , nin pol -a auguria eistrema da
natureza forza a a dicar todal-a s aitividá s â percu ra do material indispen sabel; e si engadimos a isto o
tipo etnográ fico galeg o a base d e raza s escolleitas, de nivel mental, moral e físico o uto, n o q ue aca rón,
da clarividen cia e da percepzón ráp ida do s meridion aes, tópase a co nstanza n o trab allo e a med itazón
calma e tranquía dos nórd icos, ceibo d as eistremosida des u nilateraes, veremos que o noso pobo ten unha
integrazón de faito res inmellora bel e po r pouca s nazona lidades atingu id a”. Malia o dito aquí, co tempo
Tobío (―A rredor da Saudade‖, La Saudad e: ensa y o s. Vigo, Galicia, 19 53, p. 68) decatarase de q ue o home
antes de todo é fillo non da súa caste, senón da súa terr a, verdadeiro factor perm anente e real no noso ser.
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que Galic ia non podía s er allea , xa que daqu ela parec ía funcionar sen eivas na Unión
Soviética, e traí a consigo o li bre flor ecemento autónomo do ser natural das nacións.
Cabe recordar así mesm o que o marxismo tobiano non era p ara nada do gmático, e si
matizado, non ortodoxo e idóneo para a cuestión galega; o que lev a ó viveirense a
introducir preceptos ecl écticos e mesmo críticas, e conxugalo c o sociali smo do c al
bebeu na súa etapa berlinesa. Feito este últim o importante, porque sabemos que Tobío
tivo contacto cunha vida, a do Berlín de 1929, onde a pres enza do marx ismo n o eido
cultural e polí tico, x a que logo, na realidade sociolóxica, tiña grande importancia, at a o
punto de que moitos auguraban qu e se p roducise unha r evolución naquela Alemañ a,
país fortemente industri alizado e cunha s g randes ca pas obreir as que super ase os
obstáculos cos que tivo que e nfrontarse entón na Rusia de Lenin.
Tobío por e ses anos atopábase moral e etic amente comprometido cunha
concepción non capita list a da polis , polo que decide escoller un método anti capitalista e
progresista da organización social, concepción á que non era alleo e qu e se reflicte nas
súas propias verba s 498 : “A revolución r usa, noviña aínda, semellaba un abrente rosado
cheo de promesas, comezo dun mundo máis xusto e m áis humán […] ” .
Malia que se fai alusión ó exemplo soviético, é p reciso com entar, non obstante,
que unha vez máis vemos como L ois Tobío o tra e ó seu re go, e o adapta á súa
comenenc ia, ou mellor dito, á comen encia do galeguismo da época (autonomía si ou si).
Certo é que a URSS dividiu o seu territorio en inf inidade de repúblicas e subrepúblicas,
e dotounas dunh a apare nte autonomía, polo que a oll os do obx ectivo a doutrinador e
exemplificador, que persegue no tex to que estamos a analizar, todo estaría correcto.
Aínda así, un pode ir máis alá e ter en conta que se ben é certo que, por u nha banda, o
modelo nac ionalista marxista concede a carta de nacionalidade baseánd ose nunhas
caracter ísticas obxectivas (ling ua, cultura, e tnicidade, historia, deter minismo
xeográfico), non é meno s certo, por outro lado, q ue este non recoñece a ex isten ci a das
vontades colectivas qu e guían ás nacións á consecución d a súa autonomía. Máis ben,
pola contra, o modelo marxist a levado á praxe p or Stalin nega o protagonism o político
das nacións; sendo a lo ita dos proletarios o eix o da histori a, independentemente da
nación á cal estes pertenzan. Daquela, ocorre que temos divisións obxectivas do
proletario que coinciden acc identalmente en nacionalidades.
498 D.T.L ., p. 161.
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