Acordo do Consello de Goberno do 26 de marzo de 2021, polo que se aproba o Regulamento de Réxime Interno da Facultade de Medicina e Odontoloxía
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DULCE Mª GARCÍA MELLA, SECRETARIA XERAL DA UNIVERSIDADE DE SANTIAGO DE COMPOSTELA, CERTIFICA, antes da aprobación da acta correspondente, que o Consello de Goberno na sesión ordinaria celebrada o 26 de marzo de 2021, ratificou o Regulamento de Réxime Interno da Facultade de Medicina e Odontoloxía, nos termos do documento adxunto. E para que así conste, asino a presente certificación en Santiago de Compostela, co Vº e Prace do sr. reitor. Vº e prace O reitor Antonio López Díaz Documento asinado dixitalmente conforme a Lei 39/2015 de 1 de outubro, do procedemento administrativo común das administracións públicas (BOE nº 236 do 2 de outubro de 2015). Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 1 / 36
REGULAMENTO DE RÉXIME INTERNO DA FACULTADE DE MEDICINA E ODONTOLOXÍA DA UNIVERSIDADE DE SANTIAGO DE COMPOSTELA Aprobado pola Xunta de Facultade o 21 de Decembro de 2020 Aprobado polo Consello de Goberno o XX de XXXXX de XXXX Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 2 / 36
2 TÍTULO PRELIMINAR ..................................................................................................................... 4 Artigo 1. A Facultade ................................................................................................................ 4 Artigo 2. Funcións da Facultade ............................................................................................... 4 Artigo 3. Obxecto do Regulamento.......................................................................................... 4 Artigo 4. Responsabilidade Social ........................................................................................... 5 TÍTULO 1: DOS ÓRGANOS DE GOBERNO E DE ADMINISTRACIÓN DA FACULTADE .................... 5 CAPÍTULO I. ESTRUTURA ORGÁNICA DA FACULTADE ................................................................. 5 Artigo 5. Órganos de Goberno e Administración da Facultade .............................................. 5 CAPÍTULO II. DA XUNTA DE FACULTADE ...................................................................................... 6 Artigo 6. A Xunta de Facultade ................................................................................................ 6 Artigo 7. Composición .............................................................................................................. 6 Artigo 8. Período de Representación e Pertenza á Xunta ....................................................... 7 Artigo 9. Competencias da Xunta de Facultade ...................................................................... 7 Artigo 10. Delegación de Competencias na Comisión Permanente da Xunta de Facultade .. 8 CAPÍTULO III. PROCEDEMENTO DA XUNTA DE FACULTADE ........................................................ 8 Artigo 11. Convocatoria do Pleno ............................................................................................ 8 Artigo 12. Periodicidade das Sesións Ordinarias ..................................................................... 9 Artigo 13. Orde do Día das Sesións .......................................................................................... 9 Artigo 14. Asistencia ás Sesións ............................................................................................... 9 Artigo 15. Constitución do Pleno ........................................................................................... 10 Artigo 16. Desenvolvemento das Sesión ............................................................................... 10 Artigo 17. Adopción de Decisións .......................................................................................... 11 Artigo 18. Actas das Sesións ................................................................................................... 12 Artigo 19. Gravación das Sesións ........................................................................................... 13 CAPÍTULO IV: DO/DA DECANO/A ............................................................................................... 14 Artigo 20. O/A Decano/a ........................................................................................................ 14 Artigo 21. Competencias do/da Decano/a ............................................................................ 15 Artigo 22. Convocatoria de Eleccións a Decano/a ................................................................. 15 Artigo 23. Sesión Extraordinaria da Xunta de Facultade para a Elección de Decano/a ....... 16 Artigo 24. Votación ................................................................................................................. 16 Artigo 25. Moción de Censura ................................................................................................ 17 CAPÍTULO V: DO/DA SECRETARIO/A E DOS/DAS VICEDECANOS/AS ........................................ 18 Artigo 26. O/A Secretario/a ................................................................................................... 18 Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 3 / 36
3 Artigo 27. Os/As Vicedecanos/as ........................................................................................... 18 TÍTULO II: DAS COMISIÓNS DA FACULTADE .............................................................................. 19 CAPÍTULO I. DISPOSICIÓNS XERAIS ........................................................................................ 19 Artigo 28. Estrutura das Comisións da Facultade .................................................................. 19 Artigo 29. Funcionamento das Comisións ............................................................................. 20 CAPÍTULO II. DA COMISIÓN PERMANENTE ................................................................................ 21 Artigo 30. Composición .......................................................................................................... 21 Artigo 31. Competencias ........................................................................................................ 22 CAPÍTULO III. DAS OUTRAS COMISIÓNS DELEGADAS DA XUNTA DE FACULTADE................... 23 Artigo 32. Previsións Xerais .................................................................................................... 23 Artigo 33. A Comisión de Traballo Fin de Grao e de Avaliación de Competencias Obxectiva Estruturada de Medicina ........................................................................................................ 24 Artigo 34. A Comisión de Traballo de Fin de Grao de Odontoloxía ...................................... 25 Artigo 35. A Comisión de Mobilidade .................................................................................... 26 Artigo 36. A Comisión de Validacións e Recoñecementos .................................................... 26 CAPÍTULO IV. DAS COMISIÓNS NON DELEGADAS DA XUNTA DE FACULTADE ......................... 27 Artigo 37. Previsións xerais .................................................................................................... 27 Artigo 38. As Comisións dos títulos de Grao e Mestrado ...................................................... 27 Artigo 39. A Comisión de Calidade do Centro ....................................................................... 29 Artigo 40. A Comisión de Biblioteca ...................................................................................... 30 Artigo 41. O Comité Consultivo .............................................................................................. 30 Artigo 42. A Comisión de Normalización Lingüística ............................................................ 32 Artigo 43. A Comisión de Igualdade ....................................................................................... 32 TÍTULO III: DA REFORMA DO REGULAMENTO DE RÉXIME INTERNO ........................................ 33 Artigo 44. Procedemento da reforma do Regulamento ........................................................ 33 DISPOSICIÓN TRANSITORIA ....................................................................................................... 33 DISPOSICIÓN FINAL .................................................................................................................... 34 Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 4 / 36
4 TÍTULO PRELIMINAR Artigo 1. A Facultade A Facultade de Medicina e Odontoloxía da Universidade de Santiago de Compostela é o Centro encargado do deseño, planificación da docencia, organización e xestión dos estudos conducentes á obtención de títulos académicos oficiais de Grao e Mestrado correspondentes aos ámbitos dos estudos de Medicina e de Odontoloxía adscritos a ela. Tamén poderá organizar ensinanzas conducentes á obtención doutros diplomas e títulos nestes mesmos ámbitos de coñecemento. Artigo 2. Funcións da Facultade De acordo co artigo 51 dos Estatutos da Universidade de Santiago de Compostela (USC), as funcións da Facultade son as seguintes: a) A elaboración dos plans de estudos das titulacións impartidas polo Centro e a participación na elaboración daqueloutras compartidas por varios Centros. b) A organización e a xestión dos servizos docentes que lle correspondan. c) A coordinación, a supervisión e o control da actividade docente desenvolvida no Centro, das prácticas tuteladas externas contempladas nos plans de estudos e a participación nos procedementos que estableza a Universidade para a avaliación da calidade docente. d) A elaboración dun calendario de actividades lectivas para cada curso, que se deberá facer público con anterioridade á apertura da matrícula. e) A promoción de programas de mobilidade e intercambio académico. f) A promoción e implantación de medidas para a realización de prácticas externas. g) A realización das actividades de xestión académica que lle encomende a Universidade. h) A administración dos espazos, servizos, equipamentos e recursos do Centro e o control da súa calidade. i) O coñecemento da actividade investigadora que se desenvolva no Centro. j) A realización de actividades de formación permanente ou de extensión universitaria no seu ámbito de competencia. Artigo 3. Obxecto do Regulamento O presente Regulamento de réxime interno da Facultade de Medicina e Odontoloxía da Universidade de Santiago de Compostela ten por obxecto establecer o réxime xurídico dos órganos do Centro, en desenvolvemento dos Estatutos da Universidade de Santiago de Compostela e demais normativa de aplicación, de acordo cos principios de prevalencia dos órganos colexiados sobre os unipersoais, de respecto ás minorías, e de participación libre e igual de tódolos seus membros. Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 5 / 36
5 Para todas aquelas cuestións non previstas neste Regulamento, nos Estatutos da USC ou na lexislación sobre o ensino universitario, actuarase conforme o previsto na Lei 39/2015, de 1 de outubro, do Procedemento administrativo común das administracións públicas e na Lei 40/2015, de 1 de outubro, de Réxime xurídico do sector público. Artigo 4. Responsabilidade Social En liña co Plano de Igualdade de Xénero e coa Memoria de Responsabilidade Social da Universidade de Santiago de Compostela, a Facultade de Medicina e Odontoloxía velará especialmente pola normalización e promoción da lingua galega, promoverá a inclusión e a igualdade entre homes e mulleres, e preocuparase polo desenvolvemento sostible. A Facultade contemplará como criterios básicos os principios de eficiencia no uso dos recursos públicos, os de calidade docente e investigadora, e os de prestación de servizos á sociedade. TÍTULO 1: DOS ÓRGANOS DE GOBERNO E DE ADMINISTRACIÓN DA FACULTADE CAPÍTULO I. ESTRUTURA ORGÁNICA DA FACULTADE Artigo 5. Órganos de Goberno e Administración da Facultade De acordo co establecido no Artigo 93 dos Estatutos da Universidade de Santiago de Compostela, os órganos de goberno e administración da Facultade de Medicina e Odontoloxía, son: a) A Xunta de Facultade. b) O Decano ou decana. c) Os Vicedecanos ou vicedecanas. d) O Secretario ou secretaria. Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 6 / 36
6 CAPÍTULO II. DA XUNTA DE FACULTADE Artigo 6. A Xunta de Facultade 1. A Xunta de Facultade é o órgano colexiado de goberno do Centro, que aproba as liñas xerais de actuación no ámbito da Facultade e supervisa o labor dos demais órganos de dirección e xestión. 2. Todos os membros da Xunta de Facultade teñen a obriga de asistir as súas reunións, así como o dereito a voz e a voto, polo que debe favorecerse a súa asistencia procurando que as sesións coincidan o menos posible coas actividades docentes e investigadoras da Facultade, e coas actividades asistenciais. Artigo 7. Composición De acordo co establecido nos Estatutos da Universidade de Santiago de Compostela, a Xunta de Facultade está composta por: a) O/A Decano/a, que a convocará e presidirá. b) Os/As Vicedecanos/as. c) O/A Secretario/a académico/a da Facultade, que o será tamén da Xunta. d) O/A Responsable da Unidade de Apoio á Xestión de Centros e Departamentos. e) O/A Director/a da Biblioteca do Centro. f) O seguinte Persoal Docente e Investigador e Persoal Investigador en Formación con docencia no Centro e censado nel, así como o non censado, que teña neste un encargo docente igual ou superior ao 35% da capacidade docente dun/ha profesor/a a tempo completo: - Todo o profesorado con vinculación permanente á Universidade, que representará o 51%. - O resto, sempre que non exceda o 10% do total da Xunta. g) Unha representación do estudantado do 32%. O estudantado de Grao suporá o 25%, e o de Mestrado o 7%. h) Unha representación do Persoal de Administración e Servizos censado no Centro, nunha proporción do 7% da Xunta, cun mínimo de dous/dúas representantes. O Persoal Docente e Investigador e o estudantado estarán censados soamente nun Centro desta Universidade, nas condicións que estableza o Consello de Goberno. Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 7 / 36
7 Artigo 8. Período de Representación e Pertenza á Xunta 1. Todos/as os/as representantes electos/as serano por un período de dous anos, agás os/as representantes do estudantado, que o serán por un ano. A condición de membro da Xunta perderase por cesar a vinculación académica ou administrativa co Centro ou, ao deixar de cumprir os requisitos demandados ao sector polo que se foi elixido. 2. Os membros electos que perdan a súa condición serán substituídos nos termos establecidos no Regulamento Electoral Xeral da Universidade de Santiago de Compostela. Artigo 9. Competencias da Xunta de Facultade Son competencias da Xunta de Facultade as que lle encomendan os Estatutos da Universidade de Santiago de Compostela: a) A elección de Decano/a e, de ser o caso, a súa remoción mediante unha moción de censura construtiva que, en todo caso, deberá ser aprobada pola maioría absoluta dos membros da Xunta de Facultade. b) A elaboración e a aprobación do seu Regulamento de Réxime Interno. c) A supervisión da xestión dos restantes órganos de goberno e de administración do Centro. d) A elaboración e a aprobación dos proxectos de plans de estudos das titulacións adscritas ao Centro, consonte a lexislación vixente e as normas xerais emanadas do Claustro Universitario. e) A aprobación das liñas xerais da política académica do Centro e, entre elas, a proposta e a implantación de novas titulacións oficiais, a creación de escalas de especialización profesional dependentes do Centro e a organización das ensinanzas conducentes á obtención doutros diplomas e títulos universitarios. f) A organización dos servizos docentes para a obtención dos títulos académicos do seu ámbito, así como a coordinación e a supervisión da actividade docente do profesorado con docencia no Centro, e igualmente a supervisión do seu cumprimento. g) A programación dos espazos, servizos e equipamentos do Centro e a supervisión da súa xestión. h) A distribución das asignacións orzamentarias concedidas ao Centro e o control da súa aplicación. i) O informe relativo as propostas de creación, modificación ou supresión de Departamentos relacionados co Centro pola súa docencia e investigación. j) A organización de actividades de formación permanente e de extensión cultural. k) A manifestación da súa opinión verbo de calquera asunto relacionado co Centro ou coas súas actividades. l) Calquera outra competencia que lle atribúan os Estatutos ou lle encomende un órgano competente ou a lexislación vixente. Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 8 / 36
8 Artigo 10. Delegación de Competencias na Comisión Permanente da Xunta de Facultade A Xunta de Facultade poderá delegar na súa Comisión Permanente todas aquelas competencias que non lle reserven expresamente os Estatutos da Universidade de Santiago de Compostela e a demais normativa de aplicación. Esta delegación poderá ser revogada en calquera momento pola Xunta de Facultade recuperando desta forma o exercicio das competencias delegadas. CAPÍTULO III. PROCEDEMENTO DA XUNTA DE FACULTADE Artigo 11. Convocatoria do Pleno 1. A convocatoria da Xunta de Facultade corresponde ao/a Decano/a. 2. Para que a convocatoria sexa considerada válida, deberá poñerse en coñecemento de todos os membros da Xunta de Facultade mediante notificación electrónica remitida ao enderezo de correo institucional da Universidade de Santiago de Compostela. Nela farase constar, a orde do día, a data, e a hora e lugar de celebración da reunión. A notificación deberá ser remitida aos membros da Xunta cunha antelación mínima de dous días hábiles. 3. A documentación ou información relacionada cos asuntos da convocatoria que impliquen a toma de decisións porase a disposición dos membros da Xunta por medios electrónicos xunto coa convocatoria, ou a lo menos cunha antelación mínima de dous días hábiles á data de celebración da Xunta de Facultade. 4. As reunións da Xunta de Facultade celebraranse nas dependencias do Centro, agás por causas de forza maior que o impida, e en días administrativamente hábiles. 5. Consonte as previsións recollidas na normativa do Réxime Xurídico do Sector Público, poderanse celebrar reunións da Xunta de Facultade por medios telemáticos, que se desenvolverán mediante os sistemas corporativos de videoconferencia e de correo electrónico (MS Teams, Skype empresarial, Adobe connect), segundo establece o Protocolo para o uso de medios electrónicos nas reunións de órganos colexiados da Universidade de Santiago de Compostela. 6. As reunións da Xunta de Facultade que se desenvolvan de xeito non presencial, consideraranse celebradas na sede na que se encontre o Decano como presidente da sesión. Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 9 / 36
15 Artigo 21. Competencias do/da Decano/a 1. O Artigo 100 dos Estatutos da Universidade atribúelle ao/á Decano/a as seguintes competencias: a) A representación da Facultade. b) A presidencia das reunións da Xunta de Facultade e de calquera outro órgano colexiado dela, así como a execución dos seus acordos. c) A vixilancia do cumprimento da legalidade en todas as actuacións da Facultade. d) A dirección académica de todas as titulacións oficiais adscritas ao Centro. e) A dirección económica das actividades organizadas polo Centro. f) A proposta ao/á Reitor/a do nomeamento e cesamento do/a Secretario/a da Facultade e dos/as Vicedecanos/as, dentro do límite que sinale o Consello de Goberno. g) A vixilancia do respecto dos dereitos e do cumprimento dos deberes de todos os membros da comunidade universitaria que desenvolven o seu labor no Centro. h) O control do cumprimento das obrigas docentes e discentes. i) O control do axeitado mantemento do patrimonio do Centro. j) O exercicio das restantes funcións derivadas do seu cargo, así como aqueloutras que lle sinalen os Estatutos da Universidade ou a lexislación universitaria. 2. As competencias do/a Decano/a estenderanse a todos os asuntos relativos ao goberno e administración da Facultade que non estean atribuídos a outros órganos. Artigo 22. Convocatoria de Eleccións a Decano/a 1. Segundo o Regulamento Electoral Xeral da Universidade, as eleccións a Decano/a convocaraas o/a Decano/a saínte, coa debida antelación para que teñan lugar antes do termo do seu mandato, e en calquera caso como mínimo un mes antes deste. No caso de incumprimento deste deber, as eleccións serán convocadas polo/a Reitor/a. Se o/a titular do cargo cesase por causa distinta da expiración do seu mandato, as eleccións serían convocadas por quen o/a substitúa, nos vinte días seguintes ao dito cesamento. 2. A convocatoria para a elección de Decano/a deberá precisar as seguintes datas e prazos: a) Prazo de presentación de candidaturas, que non será inferior a sete días hábiles nin superior a quince. b) Proclamación provisional de candidatos/as. c) Prazo de reclamacións contra a proclamación provisional de candidatos/as, que non será inferior a tres días hábiles. Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 16 / 36
16 d) Proclamación definitiva de candidatos/as. e) Prazo para a campaña electoral dos/as candidatos/as definitivos/as, non superior a cinco días hábiles, seguida dun día natural de reflexión previo á xornada de votación. f) Data, lugar e hora da reunión da Xunta de Facultade extraordinaria na que se efectuará a votación. Por se fose necesario, engadiranse data e lugar para a segunda volta da votación, que podería ter lugar na mesma Xunta de Facultade da primeira volta e, de non ser así, nunca alén de tres días hábiles despois desta. Artigo 23. Sesión Extraordinaria da Xunta de Facultade para a Elección de Decano/a 1. A elección do/a Decano/a levarase a cabo nunha sesión da Xunta de Facultade que terá carácter extraordinario, celebrarase en período lectivo, e terá como único punto da orde do día o relativo á elección. A sesión non poderá ser convocada para antes de que pasen tres días hábiles dende o peche do prazo de presentación de candidaturas nin despois de corenta e cinco días naturais dende a data de saída da convocatoria. 2. A presidencia da sesión da Xunta de Facultade na que teñan lugar as votacións corresponderá ao/á Decano/a en funcións. No caso de que o/a Decano/a saínte concorra de novo á elección, será substituído/a polo/a Vicedecano/a que designe. 3 . No caso de que o/a Secretario/a presentase a súa candidatura, actuaría como Secretario/a accidental o membro da Xunta de menor idade que reúna os requisitos enunciados no Artigo 18.2 deste Regulamento para desempeñar o cargo. 4. Antes de cada unha das votacións ás que fai referencia o presente Regulamento, as persoas candidatas poderán expoñer e debater o seu programa cos membros da Xunta de Facultade. Artigo 24. Votación 1. Concluído o debate, procederase á votación, nominal e secreta, por todos os membros da Xunta de Facultade presentes. Cada elector/a poderá emitir o seu voto a favor dunha única persoa candidata, votar en branco ou absterse. O voto formalizarase dun xeito inequívoco, segundo as instrucións da presidencia da sesión. 2. No caso dunha única persoa candidata, só se celebrará unha votación, resultando elixida se obtén un mínimo dun 25% dos sufraxios válidos emitidos polos membros da Xunta de Facultade. Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 17 / 36
17 3. No caso de concorrencia de máis dunha persoa candidata, a elección realizarase de acordo co sistema de dobre volta establecido no Regulamento Electoral Xeral da Universidade. En primeira volta resultará elixido/a o/a candidato/a que obtivese máis da metade dos votos validamente emitidos. Se tal maioría non se acadase, procederase a unha segunda votación, que se poderá celebrar na mesma sesión ou, a máis tardar, no prazo dos tres días seguintes á primeira, entre as dúas persoas candidatas máis votadas na primeira volta que manteñan a súa candidatura, resultando elixida quen obtivese a maioría simple dos votos. En caso de empate na segunda volta, repetirase a votación e, de persistir a igualdade, darase preferencia ao/á candidato/a máis antigo/a de acordo cos Estatutos da Universidade. 4. De acordo co Artigo 99.3 dos Estatutos da Universidade, de non se poder levar a cabo a elección por falta de persoas candidatas que reúnan os requisitos esixidos ou se, concluído o proceso electoral, ninguén resultara elixido/a, o Consello de Goberno, tras a proposta do/a Reitor/a, encargaralle provisionalmente as funcións de Decano/a á un/unha profesor/a con vinculación permanente á Universidade censado no Centro. Rematado o curso académico, convocaranse novas eleccións. 5. Para todas as cuestións complementarias referentes ao proceso de elección de Decano/a que non se traten expresamente no presente Regulamento, será de aplicación o Regulamento Electoral Xeral da Universidade. Artigo 25. Moción de Censura 1. O/A Decano/a pode perder a súa condición pola aprobación, por maioría absoluta, dunha moción de censura. Tal moción deberá ser proposta por, como mínimo, un terzo dos membros da Xunta de Facultade, e incluirá o nome da persoa proposta como novo/a Decano/a, que deberá acreditar a súa conformidade. 2. Se a moción de censura reúne estes requisitos, o/a Decano/a convocará unha reunión extraordinaria da Xunta de Facultade con ese único punto na orde do día, nun prazo máximo de quince días hábiles dende a súa entrada no rexistro da Facultade. 3. A presidencia da sesión corresponderá ao membro do profesorado con vinculación permanente á Universidade pertencente á Xunta de Facultade de maior categoría e antigüidade. 4. Aberta a sesión, e presidida pola persoa indicada no punto anterior, o/a candidato/a alternativo/a fundamentará a moción de censura, con dereito de réplica polo/a Decano/a. A continuación, haberá unha quenda de intervencións dos membros da Xunta de Facultade. Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 18 / 36
18 5. Concluído o debate, procederase á votación, nominal e secreta, da moción de censura, con sufraxio a favor, en contra, en branco ou abstención. 6. A moción considerarase aprobada se recibe o voto favorable da maioría absoluta dos membros da Xunta de Facultade, e a persoa que preside a sesión proclamará Decano/a electo/a á persoa proposta na moción. O/A Decano/a comunicarallo ao/á Reitor/a no seguinte día hábil co fin de proceder ao nomeamento do/a Decano/a electo/a. O/A Decano/a saínte continuará en funcións ata a toma de posesión do/a novo/a Decano/a. 7. Se a moción de censura non prosperase, as persoas asinantes non poderán presentar outra durante o mesmo período de mandato decanal. CAPÍTULO V: DO/DA SECRETARIO/A E DOS/DAS VICEDECANOS/AS Artigo 26. O/A Secretario/a 1. O/A Secretario/a académico/a da Facultade é quen dá fe dos actos e acordos dos órganos de goberno, representación e administración do Centro e, como tal, ten encomendada a custodia das actas e a expedición das certificacións dos acordos e de todos os actos e feitos que consten nos documentos oficiais do Centro. Ademais, exercerá aqueloutras funcións que lle encomenden o/a Decano/a, a lexislación vixente e os Estatutos da Universidade de Santiago de Compostela. 2. O/A Secretario/a será nomeado polo/a Reitor/a, segundo a proposta do/a Decano/a, de entre o profesorado ou o persoal funcionario de administración e servizos dos subgrupos A1 e A2 censado no Centro. 3. O/A Secretario/a cesará por decisión do/a Reitor/a, ben a proposta do/a Decano/a, ben por petición propia. Artigo 27. Os/As Vicedecanos/as 1. Os/as Vicedecanos/as coordinarán ou dirixirán, baixo a autoridade do/a Decano/a, a área ou áreas de competencias que este/a lles encomende, sen prexuízo de que as funcións técnicoDocumento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 19 / 36
19 administrativas correspondan ao Persoal de Administración e Servizos. O/A Decano/a designará o/a Vicedecano/a que o/a substituirá en caso de ausencia ou enfermidade. 2. Os/as Vicedecanos/as serán nomeados/as polo/a reitor/a, por proposta do/a Decano/a, de entre os membros da comunidade universitaria da Facultade que reúnan os requisitos establecidos no Artigo 71 dos Estatutos da Universidade de Santiago de Compostela. 3. Os/As Vicedecanos/as cesarán no seu cargo por decisión do/a Reitor/a, logo da proposta do/a Decano/a, ou por petición propia. TÍTULO II: DAS COMISIÓNS DA FACULTADE CAPÍTULO I. DISPOSICIÓNS XERAIS Artigo 28. Estrutura das Comisións da Facultade 1. A Xunta de Facultade poderá arbitrar a creación de Comisións delegadas ou non delegadas deste órgano, con carácter estable ou conxuntural, cuxas funcións e competencias se declaran nos restantes capítulos deste Título II do Regulamento: a) Son Comisións delegadas da Xunta de Facultade: i. A Comisión Permanente. ii. A Comisión de Traballo Fin de Grao e da Avaliación de Competencias Obxectiva Estruturada de Medicina. iii. A Comisión de Traballo Fin de Grao de Odontoloxía. iv. A Comisión de Mobilidade. v. As Comisións de Validacións e Recoñecementos de Medicina e de Odontoloxía. b) Son Comisións específicas, non delegadas da Xunta de Facultade, con carácter estable: i. As Comisións de titulacións oficiais de Grao e Mestrado impartidas no Centro. ii. A Comisión de Calidade do Centro. iii. A Comisión de Biblioteca. Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 20 / 36
20 iv. O Comité Consultivo. v. A Comisión de Normalización Lingüística. 2. Á marxe destas comisións, a Xunta de Facultade poderá acordar a creación doutras comisións, tanto delegadas como específicas, con carácter estable ou conxuntural, así como de comisións asesoras ou informativas para situacións puntuais ou asuntos concretos. 3. A Xunta de Facultade non poderá delegar competencias decisorias nas Comisións asesoras. Artigo 29. Funcionamento das Comisións 1. As Comisións reuniranse cando sexa necesario para a tramitación dos asuntos que teñen encomendados e establecerán, se o estiman oportuno, unha periodicidade para as súas reunións ordinarias. 2. As normas de funcionamento da Xunta de Facultade recollidas no Capítulo III do Título 1 deste Regulamento, relativas a convocatoria, orde do día das sesións, constitución, desenvolvemento das sesións, adopción de decisións e elaboración de actas rexerán para as distintas Comisións do Centro de non existiren previsións específicas para estas. 3. Todas as Comisións poderanse constituír, convocar, reunir, adoptar acordos e remitir actas tanto de forma presencial como a distancia, sempre que se asegure, por medios electrónicos, telefónicos ou audiovisuais, a identidade das persoas que participan nas sesións, o contido das súas manifestacións e o momento en que estas se producen. Entre outros, consideraranse incluídos entre os medios electrónicos válidos o correo electrónico, as audioconferencias e as videoconferencias. 4. Nas sesións ordinarias da Xunta de Facultade, o/a Decano/a informará das actuacións máis relevantes das distintas Comisións que atinxan ás competencias da Xunta e que se produciran dende a data da anterior sesión ordinaria. 5. O criterio da Xunta de Facultade prevalecerá sobre o das distintas Comisións do Centro, polo que calquera acordo dunha comisión poderá ser ratificado, modificado ou anulado pola maioría da Xunta de Facultade, segundo os procedementos recollidos no Capítulo III do Título I do presente Regulamento. Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 21 / 36
21 CAPÍTULO II. DA COMISIÓN PERMANENTE Artigo 30. Composición 1. A Comisión Permanente da Xunta de Facultade estará composta por: a) O/A Decano/a, que a presidirá salvo cando deba facelo o seu substituto. b) Os/As Vicedecanos/as. c) O/A Secretario/a da Facultade, que o será tamén desta comisión, fóra de circunstancias de substitución. d) Os/As Directores/as dos Departamentos con sede na Facultade ou persoas en quen deleguen. e) Un membro do Persoal Docente e Investigador con docencia nas titulacións adscritas á Facultade por cada Departamento con sede no Centro. f) Dous membros do Persoal Docente e Investigador en representación das Áreas de coñecemento e Departamentos externos con docencia nalgunha das titulacións adscritas ao Centro. g) Seis membros do estudantado de Grao. h) Dous membros do estudantado de Mestrado. i) Dous membros do Persoal de Administración e Servizos. 2. Dado o seu carácter de Comisión Delegada, os membros da Comisión Permanente terán que selo tamén da Xunta de Facultade. A elección dos membros que representen aos distintos sectores da Xunta de Facultade realizarase polos membros do respectivo sector no seo da propia Xunta. 3. A representación do Persoal Docente e Investigador e do Persoal de Administración e Servizos na Comisión Permanente terá unha duración de dous anos, prorrogables por dous anos máis, sempre que se cumpran os requisitos recollidos no Artigo 8 deste Regulamento sobre o período de representación e pertenza á Xunta de Facultade. Os/as representantes do estudantado renovaranse unha vez completado o correspondente proceso electoral para a representación na Xunta de Facultade no seu sector. 4. A condición de membro da Comisión Permanente en representación dos sectores de Persoal Docente e Investigador, Persoal de Administración e Servizos e estudantado, perderase ao cesar a vinculación coa Facultade ou ao deixar de cumprir os requisitos demandados ao sector polo cal foi elixido. O membro que perda a súa condición será substituído polo seguinte candidato máis votado do sector correspondente. Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 22 / 36
22 5. Os membros da Comisión Permanente que o sexan por razón do seu cargo perderán a súa condición de membros cando cesen no seu posto, sendo substituídos/as polas persoas que asuman estes. 6. Cando a natureza dalgún punto da orde do día o aconselle, e se dean motivos debidamente xustificados, o/a Decano/a poderá convidar, con voz e sen voto, a outras persoas que sexan membros da Xunta de Facultade. No caso de asistencia a unha sesión da Comisión Permanente de persoas non pertencentes á mesma, darase coñecemento ao inicio da sesión, e quedará reflectido na correspondente acta. Artigo 31. Competencias 1. Son competencias da Comisión Permanente, por delegación da Xunta de Facultade: a) Coñecer e decidir sobre os asuntos de trámite que non correspondan ás outras Comisións delegadas da Xunta de Facultade ou que estas eleven á Comisión Permanente. b) Coñecer e decidir sobre os asuntos que lle sexan presentados polas Comisións delegadas, e elevalos, no seu caso, ao pleno da Xunta de Facultade. c) Adoptar acordos sobre os asuntos delegados pola Xunta de Facultade nos termos previstos no artigo 10 deste Regulamento. d) Pronunciarse sobre cambios puntuais do Plan Docente Anual das titulacións de Grao e de Mestrado adscritas ao Centro que non supoñan modificacións substanciais da planificación aprobada pola Xunta de Facultade. e) Pronunciarse sobre cambios menores e puntuais dos horarios das actividades docentes e dos calendarios de exames das titulacións adscritas ao Centro, que non supoñan unha modificación substancial do cronograma aprobado pola Xunta de Facultade. f) Resolver as cuestións de carácter administrativo que requiran o informe da Facultade e que, pola improrrogabilidade dos prazos, non se poidan someter á consideración do Pleno da Xunta de Facultade. g) Pronunciarse sobre todos aqueles asuntos que o/a Decano/a e mais a Xunta de Facultade sometan á súa consideración no exercicio das súas competencias. h) Coñecer e decidir sobre calquera asunto que sexa competencia da Xunta de Facultade e esta lle delegue, sempre que non estea reservado expresamente á mesma. Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 23 / 36
23 2. En ningún caso se poderán delegar na Comisión Permanente as competencias que os Estatutos da Universidade de Santiago de Compostela e demais normativa de aplicación lle reservan expresamente á Xunta de Facultade en materia de: elección de decano/a; aprobación do Regulamento de Réxime Interno; aprobación dos proxectos de plans de estudos; aprobación das liñas xerais da política académica; informe verbo da creación, modificación e supresión de departamentos. CAPÍTULO III. DAS OUTRAS COMISIÓNS DELEGADAS DA XUNTA DE FACULTADE Artigo 32. Previsións Xerais 1. A Xunta de Facultade poderá crear, ademais da Comisión Permanente, outras Comisións delegadas, cuxo cometido será realizar tarefas de coordinación e elaborar propostas, informes e recomendacións sobre os asuntos que este Regulamento e os órganos de goberno da Facultade lles encomenden. 2. As Comisións delegadas poden ser estables ou conxunturais. As Comisións estables rexeranse polo presente Regulamento. Á marxe das Comisións estables, a Xunta de Facultade poderá arbitrar a creación e constitución de Comisións conxunturais específicas para responder a necesidades eventuais ou para atender asuntos concretos que caian fóra do ámbito de competencias das Comisións estables. 3. Cada Comisión delegada terá estrutura de seu, así como composición e funcionamento propios, e estará presidida polo/a Decano/a ou Vicedecano/a en quen delegue. O/A Secretario/a será o/a Secretario/a da Facultade. 4. Os membros das Comisións delegadas deberán selo da Xunta de Facultade e serán elixidos ou propostos de acordo co establecido para a Comisión Permanente no Artigo 30.2 do presente Regulamento. 5. Para os períodos de representación dos membros dos distintos sectores nas Comisións delegadas, así como para o seu cesamento e substitución, seguirase o descrito nos Artigos 30.3, 30.4 e 30.5 deste Regulamento, de non existiren previsións específicas para algunha comisión. Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 24 / 36
24 Artigo 33. A Comisión de Traballo Fin de Grao e de Avaliación de Competencias Obxectiva Estruturada de Medicina 1. A Comisión de Traballo Fin de Grao e de Avaliación de Competencias Obxectiva Estruturada de Medicina estará formada por: a) O/A Decano/a ou Vicedecano/a en quen delegue. b) O/A Secretario/a da Facultade, que o será tamén da comisión. c) O/A Responsable da Unidade de Apoio á Xestión de Centros e Departamentos. d) O/A Coordinador/a do Traballo de Fin de Grao de Medicina. e) O/A Coordinador/a da Avaliación de Competencias Obxectiva Estruturada. f) Os/as Directores/as dos Departamentos con docencia no Grao en Medicina, ou persoas en quen deleguen, que sexan membros da Xunta de Facultade. 2. As competencias da Comisión de Traballo Fin de Grao e de Avaliación de Competencias Obxectiva Estruturada de Medicina son: a) Xestión académica do Traballo de Fin de Grao (TFG) de Medicina: • Elaborar anualmente a guía docente da materia. • Establecer a convocatoria anual e o calendario do TFG. • Actualizar a documentación relativa ao proceso de elaboración, defensa e avaliación do TFG. • Aprobar as propostas de liñas temáticas e titores/as. • Aprobar e asignar as solicitudes de liñas temáticas, titores/as, títulos e resumos do TFG presentadas polos/as estudantes. • Autorizar as modificacións de tema e/ou titor/a que deriven de situacións excepcionais. • Propor os tribunais de avaliación. • Autorizar a presentación e defensa pública dos TFG en casos excepcionais. • Autorizar en casos excepcionais a defensa do TFG por medios telemáticos e establecer o procedemento para levala a cabo. • Decidir e outorgar as cualificacións de Matrícula de Honra que correspondan, e propoñer os TFG para seren publicados no repositorio da Universidade de Santiago de Compostela. • Resolver as incidencias relacionadas co TFG. • Calquera outra xestión relativa ao TFG de Medicina que a Xunta de Facultade lle encomende. b) Xestión académica da proba de Avaliación de Competencias Obxectiva Estruturada (ACOE): Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 25 / 36
31 2. A composición do Comité Consultivo e a designación dos seus membros realizarase a proposta do/a Decano/a e someterase á aprobación da Xunta de Facultade. Son membros natos do Comité Consultivo, os seguintes: a) O/A Decano/a ou persoa na que delegue, que o convocará e presidirá. b) O/A Presidente/a do Consello Económico e Social da Universidade de Santiago de Compostela ou persoa na que delegue. c) O/A Responsable de Calidade do Centro. d) O/A Secretario/a Académico/a da Facultade. e) Os/As Coordinadores/as dos Títulos de Grao e Mestrado adscritos á Facultade. Son membros electos do Comité Consultivo: a) Un membro directivo da Consellería de Sanidade e/ou do Servicio Galego de Saúde. b) Un representante do ámbito científico e universitario alleo á Facultade. c) Un representante de ONG vinculada á Medicina e/ou á Odontoloxía. d) O/A Presidente/a do Consello Galego de Colexios Médicos, e o/a Presidente/a do Consello Galego de Odontólogos e Estomatólogo, ou persoas en quen delegue. e) Un/unha antigo/a alumno/a dos últimos seis anos do Grao en Medicina e outro do Grao en Odontoloxía. f) Un/unha médico/a interno/a residente e un/unha odontólogo/a do Servizo Galego de Saúde. g) Un/unha profesor/a de Medicina e /ou Odontoloxía dunha Universidade estranxeira. h) Un/unha profesor/a de Medicina e /ou Odontoloxía dunha Universidade española. 3. A participación dos membros no comité Consultivo terá carácter voluntario e non remunerado. 4. Coa creación do Comité Consultivo preténdese o establecemento de mecanismos de diálogo a través dos que se poida: a) Debater as tendencias e cambios sociais de interese para a actividade docente e investigadora do Centro. b) Canalizar á sociedade información sobre o Centro e facer que teña máis proxección no seu entorno. c) Prestar asesoramento na elaboración e implantación do plan estratéxico do Centro. 5. O Comité Consultivo reunirase, como mínimo, unha vez ao ano e deixará constancia das súas reunións mediante actas. Co obxecto de facilitar a recollida de información, para as consultas necesarias poderanse articular mecanismos alternativos que permitan participar aos seus membros (solicitude de informes, enquisas, etc.). Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 32 / 36
32 6. A vinculación dos membros do Comité Consultivo establécese por un período de 4 anos, con posibilidade de renovación. A non asistencia a catro xuntanzas consecutivas supoñerá a baixa inmediata no Comité. Artigo 42. A Comisión de Normalización Lingüística 1. A Comisión de Normalización Lingüística da Facultade estará formada por: a) O/A Decano/a ou Vicedecano/a en quen delegue. b) Un membro do Persoal Docente e Investigador por cada Departamento con sede na Facultade, elixido entre o profesorado do Departamento con docencia no Centro. c) Tres estudantes de Grao e/ou Mestrado. d) Un membro do Persoal de Administración e Servizos. O/A Secretario/a da Comisión será elixido/a de entre os seus membros. 2. As funcións da Comisión de Normalización Lingüística son: a) Velar pola aplicación do Plan de Normalización Lingüística da Universidade de Santiago de Compostela e impulsar o cumprimento da normativa en materia de normalización lingüística no marco da Facultade. b) Fomentar o uso do galego en todas as actividades que se desenvolvan na Facultade ou que se promovan dende ela. c) Promover e vehicular actividades de dinamización lingüística e fomentar a transmisión de valores positivos sobre a lingua. Artigo 43. A Comisión de Igualdade 1. A Comisión de Igualdade da Facultade estará formada por: a) O/A Decano/a ou Vicedecano/a en quen delegue. b) Un membro do Persoal Docente e Investigador por cada Departamento con sede na Facultade, elixido entre o profesorado do Departamento con docencia no Centro. c) Tres estudantes de Grao e/ou Mestrado. d) Un membro do Persoal de Administración e Servizos. O/A Secretario/a da Comisión será elixido/a de entre os seus membros. Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 33 / 36
33 2. As funcións da Comisión de Igualdade son: a) Velar polo cumprimento efectivo do principio de igualdade de oportunidades entre mulleres e homes en todos os ámbitos da Facultade, no marco das políticas específicas deseñadas neste eido pola Universidade de Santiago de Compostela e en colaboración cos órganos competentes desta. b) Fomentar a integración da perspectiva de xénero en todos os ámbitos da Facultade, así como a realización de actividades orientadas á sensibilización sobre temas de igualdade de xénero. TÍTULO III: DA REFORMA DO REGULAMENTO DE RÉXIME INTERNO Artigo 44. Procedemento da reforma do Regulamento 1. A reforma do Regulamento de Réxime Interno da Facultade iniciarase por decisión do/a Decano/a, adoptada por iniciativa propia ou logo da proposta asinada polo 25% dos membros da Xunta de Facultade. 2. Toda proposta de reforma do Regulamento estará debidamente articulada e razoada por escrito, e incluirá a nova redacción do artigo ou artigos que se desexen modificar. 3. O/A Decano/a, recibida unha proposta de reforma, deberá poñer o texto á disposición dos membros da Xunta de Facultade e abrirá un prazo mínimo de cinco días hábiles para a presentación de emendas antes da celebración da sesión da Xunta na que se debaterá e someterá a aprobación a proposta de reforma. 4. Para que a reforma do Regulamento prospere, será preciso que sexa apoiada pola maioría absoluta en primeira volta ou pola maioría simple en segunda. De non ser así, a proposta considerarase rexeitada, e non poderá propoñerse idéntica reforma no prazo dun ano. Unha vez aprobada a reforma, elevarase ao Consello de Goberno para a súa ratificación. DISPOSICIÓN TRANSITORIA Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 34 / 36
34 A adaptación da composición dos órganos colexiados previstos neste Regulamento ao establecido no mesmo levarase a cabo do seguinte xeito: a) Os novos membros natos entrarán a formar parte do órgano respectivo na primeira sesión que este celebre dende a entrada en vigor do Regulamento. b) Os membros electivos de cada sector adaptaranse á composición establecida neste Regulamento na primeira renovación do sector correspondente que se produza dende a entrada en vigor do Regulamento. DISPOSICIÓN FINAL O presente Regulamento entrará en vigor coa publicación no taboleiro electrónico da Universidade de Santiago de Compostela, logo da súa ratificación polo Consello de Goberno, de acordo co establecido no Artigo 81.b dos Estatutos da Universidade. Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 35 / 36
Sinaturas dixitais / Firmas digitales / Digital signatures Asinante/Firmante/Signer: ANTONIO LOPEZ DIAZ, REITOR, UNIVERSIDAD DE SANTIAGO DE COMPOSTELA, 13/04/2021 10:32:50. Asinante/Firmante/Signer: DULCE MARIA GARCIA MELLA, SECRETARIA XERAL, UNIVERSIDAD DE SANTIAGO DE COMPOSTELA, 08/04/2021 16:05:40. CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD Documento asinado dixitalmente e accesible en:/Documento firmado digitalmente y accesible en:/Digitally signed document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/9395-6E12-42C6-A0DD Ver detalle da sinatura na derradeira páxina/Ver detalle de la firma en la última página/See detail of the signature on the last page CSV: 9395-6E12-42C6-A0DD 36 / 36