Compreender De Que Modo a Autoavaliação Pode Assumir Uma Importância Relevante No Contexto Da Avaliação Formativa E Identificar O Discente Como Elemento Fulcral Na Motivação E Regulação Do Seu Próprio Processo De Ensino E Aprendizagem, Apresentando-se Com

118 Peržiūros - 0 Atsisiuntimai

Peržiūra

Compreender De Que Modo a Autoavaliação Pode Assumir Uma Importância Relevante No Contexto Da Avaliação Formativa E Identificar O Discente Como Elemento Fulcral Na Motivação E Regulação Do Seu Próprio Processo De Ensino E Aprendizagem, Apresentando-se Com #0 Compreender De Que Modo a Autoavaliação Pode Assumir Uma Importância Relevante No Contexto Da Avaliação Formativa E Identificar O Discente Como Elemento Fulcral Na Motivação E Regulação Do Seu Próprio Processo De Ensino E Aprendizagem, Apresentando-se Com #1 Compreender De Que Modo a Autoavaliação Pode Assumir Uma Importância Relevante No Contexto Da Avaliação Formativa E Identificar O Discente Como Elemento Fulcral Na Motivação E Regulação Do Seu Próprio Processo De Ensino E Aprendizagem, Apresentando-se Com #2 Compreender De Que Modo a Autoavaliação Pode Assumir Uma Importância Relevante No Contexto Da Avaliação Formativa E Identificar O Discente Como Elemento Fulcral Na Motivação E Regulação Do Seu Próprio Processo De Ensino E Aprendizagem, Apresentando-se Com #3 Compreender De Que Modo a Autoavaliação Pode Assumir Uma Importância Relevante No Contexto Da Avaliação Formativa E Identificar O Discente Como Elemento Fulcral Na Motivação E Regulação Do Seu Próprio Processo De Ensino E Aprendizagem, Apresentando-se Com #4 Compreender De Que Modo a Autoavaliação Pode Assumir Uma Importância Relevante No Contexto Da Avaliação Formativa E Identificar O Discente Como Elemento Fulcral Na Motivação E Regulação Do Seu Próprio Processo De Ensino E Aprendizagem, Apresentando-se Com #5 Compreender De Que Modo a Autoavaliação Pode Assumir Uma Importância Relevante No Contexto Da Avaliação Formativa E Identificar O Discente Como Elemento Fulcral Na Motivação E Regulação Do Seu Próprio Processo De Ensino E Aprendizagem, Apresentando-se Com #6 Compreender De Que Modo a Autoavaliação Pode Assumir Uma Importância Relevante No Contexto Da Avaliação Formativa E Identificar O Discente Como Elemento Fulcral Na Motivação E Regulação Do Seu Próprio Processo De Ensino E Aprendizagem, Apresentando-se Com #7 Compreender De Que Modo a Autoavaliação Pode Assumir Uma Importância Relevante No Contexto Da Avaliação Formativa E Identificar O Discente Como Elemento Fulcral Na Motivação E Regulação Do Seu Próprio Processo De Ensino E Aprendizagem, Apresentando-se Com #8 Compreender De Que Modo a Autoavaliação Pode Assumir Uma Importância Relevante No Contexto Da Avaliação Formativa E Identificar O Discente Como Elemento Fulcral Na Motivação E Regulação Do Seu Próprio Processo De Ensino E Aprendizagem, Apresentando-se Com #9

Ištrauka

Título Dissertação de Mestrado apresentada à Universidade Católica Portuguesa para obtenção do grau de mestre em Especialidade, especialização em Especialização.Marina Fernandes PinheiroFaculdade de Filosofia e Ciências SociaisAgosto 2017Título Dissertação de Mestrado apresentada à Universidade Católica Portuguesa para obtenção do grau de mestre em Especialidade, especialização em Especialização.Marina Fernandes PinheiroSob a Orientação da Prof.ª Doutora Nome Completo Co-Orientação do Prof. Doutor Nome CompletoAgradecimentosResumoEm português (200 palavras)AbstractEm inglês (200 palavras)ÍndiceIntroduçãoA investigação que aqui é reportada foi desenvolvida no âmbito do Estágio no Ensino da Língua Espanhola, no terceiro ciclo do ensino básico, tendo por objetivo compreender de que modo a autoavaliação pode assumir uma importância relevante no contexto da avaliação formativa e identificar o discente como elemento fulcral na motivação e regulação do seu próprio processo de ensino e aprendizagem, apresentando-se como um dos elementos chave neste processo.Como é o ensino e a avaliação hoje em diaTirar do livro capa duraNeste sentido, a autoavaliação tem, e deve, constituir um papel preponderante na avaliação formativa, contribuindo para uma maior motivação dos alunos, da sua própria aprendizagem e desempenhar assim um elemento fundamental no processo de ensino aprendizagem.Cabe ao aluno assumir o papel principal no seu processo, consciencializando-o das suas atitudes, facilidades, dificuldades, etc… podendo, ainda, alterar o resultado final deste processo.A perceção da necessidade de uma atitude mais ativa, consciente e crítica (colocar sinónimo) no aluno levou à seleção do tema da autoavaliação.Desenvolver maisCom a alteração de atitudes nos alunos e no professor, dotando ambos os elementos de uma forte consciência de que a autoavaliação é deveras importante no processo de ensino e aprendizagem, todos obterão respostas para as dúvidas que surgem na aprendizagem, no processo de ensino e na avaliação.A obtenção de um sentido imperioso à autoavaliação cooperativa vai dar resposta XXXXXXXXXXXXXXXXXO que vai mudar se se der mais imprtanciâ à autoavaliação sempre com o objetivo final de que as práticas avaliativas melhorarão o sistema de aprendizagem.Neste sentido, pretende-se responder aos seguintes objetivos (colocar sinónimos)O estudo teve por base uma turma do oitavo ano, a qual foi confrontada com diferentes propostas de autoavaliação cooperativa, em algumas das unidades didáticas dinamizadas no âmbito da aprendizagem do Espanhol como língua estrangeira.Foram inicialmente aferidas as perceções dos alunos relativamente à aprendizagem do Espanhol, bem como o método de aprendizagem predileto (colocar sinónimos), métodos de trabalho em sala de aula, as características de um bom professor de língua espanhola, e a sua consciência (colocar sinónimos) sobre a autoavaliação.Deste modo, pretende-se com este estudo que o discente desenvolva uma maior autonomia e consciência no que concerne o seu processo de aprendizagem e que o professor reconheça a importância deste processo de avaliação no ensino. Por este ser um tema dotado de uma certa complexidade, ambiciona-se que esta investigação contribua para uma melhoria no processo de ensino e aprendizagem.É sabido que a autoavaliação é uma componente do processo formativo de avaliação na atualidade das escolas. MetodologiaConclusõesEsta dissertação estrutura-se em três partes essenciais.O capítulo I está relacionado com a revisão da literatura e encontra-se divido em três subpartes, que focam os temas-chave relacionados com a temática que aqui se pretende investigar: a avaliação, enquanto tema geral, a autoavaliação em particular e a autoavaliação nas aulas ELE.O capítulo II refere-se ao contexto no qual se insere esta investigação, o grupo elegido como amostra deste estudo e as ideias que os alunos possuem sobre a aprendizagem. Nesta segunda parte, abordamos, ainda, a metodologia utilizada, bem como os instrumentos utilizados para a recolha de dados, uma posterior interpretação dos referidos dados e, por fim, as propostas didáticas, nas quais foram abordadas algumas propostas de coavaliação.Finalmente, na conclusão, faremos menção aos resultados obtidos, tendo como pontos fundamentais os objetivos inicialmente propostos e as limitações/obstáculos que se puderam observar aquando da investigação.Marco Teórico1. Avaliar é mais do que examinar e medir conhecimentos.1.1. A avaliaçãoSignificados de avaliação – o que é a avaliaçãoDizer tipos de avaliação existente (formativa e sumativa e que a autoavaliação se insere na avaliação formativa que não tem por objetivo dar classificações mas incide sobre o processo de desenvolvimento do alunoNum mundo em permanente renovação, ao qual a sociedade tem de se adaptar, subleva-se a questão: como será a avaliação, num futuro próximo?Terá o professor o papel central num cenário educativo? E o aluno? Qual será a sua função?De facto, são perguntas pertinentes para as quais já existem algumas respostas, algumas hipóteses, algumas experiências, estudos, projetos… como, por exemplo, o projeto premiado TED, em 2013, SOLE – Self-Organised Learning Environment, do professor da Universidade de Newcastle, Sugata Mitra. Este professor, para além de defender o fim dos exames como modelo de avaliação, também defende que a internet deve ser o centro da aprendizagem. Esta tese é defendida tendo por base estudos neurocientistas realizados, através dos quais foi possível perceber que, na iminência de realizar um exame, qualquer aluno tem vontade de fugir. Ou seja, há uma enorme necessidade de colocar de lado esta ideia perniciosa relativamente aos exames e à avaliação em geral, para associá-la a algo prazenteiro. É precisamente esse o objetivo do seu projeto SOLE: a associação do prazer à aprendizagem e a centralização do modelo de aprendizagem e não nos exames e na avaliação.Então, como deve ser medido o conhecimento?Antigamente, e quando me refiro a antigamente, refiro-me à década de 60, o conhecimento adquirido no ensino básico (quatro anos de escolaridade) era medido através de um exame rigorosíssimo, ainda hoje mencionado muitas vezes: tanto o exame, como o modelo de aprendizagem. Quantas vezes já ouvimos: no meu tempo é que era, sabíamos: os rios, os apeadeiros, as estações… tudo na ponta da língua. E, em relação ao exame da quarta classe, eram poucos aqueles que não o possuíam.Atualmente deve ser esse o termo de comparação e a forma de se medir o que o aluno aprendeu? Sugatra Mitra ampara-se da ideia de se acabar com os programas educativos e a necessidade de se analisar a criatividade, que não é possível através de exame, uma vez que estudos neurocientistas provam que existe uma área do nosso cérebro (cérebro reptiliano) que, perante a deteção de uma ameaça como um exame, reage com um sistema binário: fugir ou lutar, apagando a parte do córtex frontal responsável pela coordenação dos pensamentos. Por isso, esta não será a melhor forma de avaliar/medir o conhecimento de um discente. No entanto, é conveniente que numa fase prévia se perceba o que é de facto avaliar e examinar.Avaliar e examinar são termos que facilmente e comummente se confundem em educação. Torna-se por isso cabalmente importante definir estes conceitos e distingui-los. De acordo com Luckesi (2011), a avaliação deve fazer parte de uma prática quotidiana e não possuir um caráter pontual. Caso contrário estaremos a entrar na área do examinar: uma ação pontual para a qual o aluno é previamente preparado e pressionado para que obtenha os melhores resultados. A avaliação parece ter uma função muito mais profunda do que examinar, visto que a avaliação se pressupõe inicialmente diagnóstica, com o objetivo de intervir nos aspetos que não foram apreendidos pelo aluno ou, então, desenvolver e reorientar outros focos, tendo em vista uma correta e plena aprendizagem dos temas que não estão tão entranhados.A avaliação da aprendizagem começou

 

Atsisiųsti dokumentą

Įsigyti ($10.44)


Įvertinimas


Dokumento tipas

Master Thesis


Kalbos

Portuguese (português).


Kategorijos

Uncategorized.


Valstybė

Portugal.


Susiję dokumentai

Mauà - O Imperador E O Rei

MONOGRAFIA AEDES Aedes aegypti "controle e vigilância"

Crimes COntra Administração Publica